Entre os amigos do namorado dela, um senhor de 65 anos se destacava. Ele era o dono do camarote. Otávio não tirava os olhos de mim, tão insistente que chegava a incomodar. Ele era alto, 1,85m, imponente e com mãos grandes e firmes. O cabelo era totalmente grisalho, mas o que prendia eram os olhos azuis claros, muito bonitos, e a voz grossa que se destacava mesmo com o barulho da música.
Júlia percebeu os olhares e insistiu para que eu desse uma chance. Fofocou que ele era riquíssimo, viúvo e mantinha outras sugar babies simultaneamente, enchendo todas de presentes e uma mesada muito generosa.
Aos 25 anos, 1,65m de altura, loira, de cabelos curtos e lisos e o corpo magro, no último ano da faculdade, eu não precisava de presentes nem de ajuda financeira. Eu tinha uma família estruturada que nunca me deixou faltar nada. Mas havia algo na ideia de ser "comprada" por um homem quarenta anos mais velho que despertou um desejo irresistível.
Naquela noite, troquei apenas olhares com o Velho. Para provocá-lo, ainda deixei que ele me visse ficando com um garoto da minha idade. Ele apenas observou, impassível. Mesmo sem minha autorização, Júlia passou meu contato para ele. Duas semanas depois, a curiosidade venceu e eu aceitei o convite para sairmos.
O jantar no D.O.M. me surpreendeu. Entre uma garrafa de vinho que custava mais do que o meu salário de estagiária poderia pagar, o olhar de Otávio não se desviava do meu. ao mesmo tempo, o toque casual de sua mão na minha coxa era um lembrete constante de que o luxo tinha um preço ao final que eu deveria pagar.
Ao final do jantar, ele explicou que havia esquecido um presente para mim em seu apartamento, e usou essa justificativa para me convidar para ir em sua casa. O carro dele era um importado que eu nunca tinha visto, e durante o trajeto até o Pacaembu, Otávio manteve a postura de um cavalheiro impecável. Ele não forçou conversa, nem tentou me tocar. Subimos pelo elevador privativo até a cobertura.
Ele me ofereceu um uísque enquanto buscava uma pequena caixa de veludo sobre um aparador. Ele abriu a caixa, revelando um colar muito delicado. Enquanto ele colocava a joia em meu pescoço eu resolvi encerrar a brincadeira que já tinha ido longe demais. Eu tomei a iniciativa, beijando o Velho na boca. Ele correspondeu rápido, com uma pegada firme na minha cintura.
Minha intenção era clara: eu queria que aquilo acabasse rápido. Queria sentir o prazer do proibido, fazê-lo gozar logo e voltar para a minha vida comum. Eu me ajoelhei no tapete felpudo da sala, abri o cinto dele e logo estava mamando uma rola surpreendentemente dura e grossa.
Eu queria impressionar, mas acima de tudo, queria levá-lo ao limite em poucos minutos. Ele não demonstrava pressa; apenas passava as mãos grandes pelos meus cabelos curtos, suspirando baixo enquanto eu me esforçava.
Depois de um tempo que pareceu longo demais para um homem da idade dele, percebi que minha estratégia tinha falhado. O Velho não estava nem perto de chegar ao ápice. Foi então que ele me puxou pelo cangote, me obrigando a levantar. “Você achou que seria tão simples assim, Tabata?” ele sussurrou com um sorriso cínico. “Estou pagando caro por esse corpinho, então me preparei para garantir que essa noite dure o tempo que eu quiser”. Entendi o recado, o Velho tinha tomado Viagra.
Ele me empurrou contra o braço de um sofá, me deixando com a bunda empinada para cima. Ele subiu meu vestido e com um único puxão ele estourou minha calcinha. Suas duas mãos envolveram minha cintura, me segurando firme naquela posição, quando eu senti o Velho encostando a rola na minha bunda. “No cú, não”, eu protestei. “Sua puta, eu vou te comer todinha”. Ele me segurava tão forte e firme que eu não conseguia me mexer e logo fui totalmente penetrada por trás.
Otávio ignorava meus protestos iniciais e focava no som dos meus gemidos, que ficavam mais altos a cada vez que ele me prendia com mais força. Eu, que planejava apenas um sexo oral rápido, me vi completamente dominada, com as pernas bambas e a mente nublada por prazer.
Ele me possuía com uma energia inesgotável, explorando cada curva do meu corpo magro e prendendo meu quadril largo com força enquanto me penetrava com vigor. O que era para ser um "sexo rápido" se transformou em horas de suor e gemidos. Cada vez que eu achava que ele ia parar, ele mudava o ritmo, me virava no sofá, me colocava em uma poltrona e recomeçava com ainda mais fôlego.
Eu gozei enquanto ele me comia de quatro em uma poltrona. Meu corpo tremeu inteiro e meu rosto ficou vermelho pelo esforço. Otávio se divertia me vendo acabada, mas não parou. Ele continuou no mesmo ritmo, o efeito do remédio deixava ele como uma máquina. O Velho gozou dentro do meu cú e depois se deliciou vendo a porra escorrendo por minhas coxas. Otávio fez valer cada centavo daquele jantar e daquela joia, me mantendo acordada e entregue ao seu prazer até o amanhecer.