Nas semanas seguintes eu resolvi dar um gelo no Marcelo. Enquanto ele treinava o Lucas eu ficava no quarto fazendo outra coisa. Ou então apenas corria na esteira sem retribuir um único olhar pelos espelhos da academia. Eu via pelo canto do olho o quanto ele ficava tenso na minha presença e minha indiferença deixava ele ainda mais desconfortável.
Mas chegou um dia que eu estava com um tesão descontrolado. Durante o treino era eu que procurava o Marcelo com meus olhos, deixando claro que eu queria de novo. O Marcelo até esqueceu do meu namorado e me dava toda atenção que eu queria. Quando o treino finalmente terminou, eu me aproximei dele com naturalidade e convidei: “Marcelo, me leva para jantar hoje? Eu estou com fome.” O Lucas estava bem ali, presenciando cada palavra, mas o olhar que troquei com o Marcelo deixou óbvio que meu namorado não fazia parte dos planos. O Lucas apenas aceitou a situação enquanto o Marcelo sorriu instantaneamente.
Subi para o quarto e tomei um banho rápido. Escolhi uma roupa casual: um short jeans curto e uma regata branca, sem sutiã. Eu sempre fui muito magra, com 1,65m e apenas 51kg. Minha pele muito branca, os olhos azuis e os cabelos loiros, curtos e lisos, ainda estavam úmidos quando desci. Enquanto isso, o Marcelo se trocou no vestiário e me esperou na garagem.
Quando cheguei, ele já estava na moto. Sob o olhar do Lucas, subi na garupa e abracei firme a cintura do Marcelo. “Vamos, vou te levar em um restaurante japonês”, eu disse, ditando a ordem.
Eu esperava o caminho para o restaurante, mas ele ignorou todas as minhas indicações. Sem pedir autorização ou discutir o destino, ele acelerou a moto e entrou direto no Motel Swing, o mais perto da casa do meu namorado. Eu ia protestar, reclamar que estava com fome, mas quando ele parou a moto e tirou o capacete, vi o mesmo olhar devorador daquela noite no chão do quarto do Lucas. Ele me puxou pela nuca e sentenciou: “Primeiro eu vou comer você”. Eu molhei a calcinha na hora.
Ele nem esperou subirmos para o quarto; assim que a porta da garagem se fechou, Marcelo me prensou contra a parede com força. Seus beijos eram famintos, sua língua invadia minha boca, e ele arrancou minha roupa com uma brutalidade. O quarto era enorme, vários ambientes, pole dance, hidromassagem e espelhos por todos os lados. Marcelo me olhou de cima a baixo, me vendo completamente nua e tirando o pau para fora da cueca, me disse “Estava sentindo falta disso, né, sua puta?”, apontando para a sua rola enorme.
Eu me ajoelhei prontamente aos pés dele e comecei a chupar, o que eu conseguia. Marcelo guiava minha cabeça com força, segurando meus cabelos loiros e curtos, fazendo com que eu sentisse cada centímetro do seu pau enorme na minha boca. “Chupa direito, cadela”, ele dizia, enquanto eu me esforçava para satisfazê-lo.
Em seguida, ele se deitou na cama e enquanto eu continuava o oral, ele se virou para fazermos um 69. Ele usava a língua com força na minha buceta e no meu cú e alternava tapas no meu bumbum. “Você é uma vadia deliciosa. O Lucas não tem nem ideia do que eu vou fazer com você”, ele sussurrava enquanto enfiava seus dedos fundo no meu ânus. Eu estava completamente à mercê dele, aceitando cada palavra e cada comando dele.
Então ele me colocou de quatro em cima da cama, com o meu bumbum arrebitado bem alto. Assim como na nossa primeira vez, o Marcelo não usou camisinha; ele queria o contato direto da pele dele com a minha. Sem nenhum aviso, ele forçou a entrada no meu cú. Eu soltei um gemido abafado no travesseiro enquanto sentia aquela rola gigante invadir o meu rabo. Marcelo não tinha piedade; ele segurava meus quadris com aquelas mãos imensas, enquanto me bombardeava com estocadas brutas e profundas. “Gosta assim, né, sua cadela? O Lucas nunca chegaria nem perto de te arrombar desse jeito”. Eu me sentia completamente dominada, sendo usada exatamente como a puta que ele dizia que eu era, sentindo cada centímetro dele me preencher por onde o meu namorado nunca tinha encostado.
Ele comeu meu cú em todas as posições que quis. Eu atendia a cada comando: "fica de lado", "abre mais as pernas", "olha para mim". Ele me penetrava com uma força que fazia meu corpo tremer na cama, enquanto me chamava de todos os nomes sujos que ele conhecia.
Depois, ele me arrastou até o puff erótico. Ele me posicionou de costas para ele, de frente para o espelho, para que eu visse ele me comendo. Marcelo segurava meus peitos pequenos com força, deixando marcas vermelhas na minha pele clara, enquanto entrava fundo na minha bunda. “Olha no espelho e vê como você é uma vadia, dando a bunda para o personal do seu namorado enquanto ele paga as suas contas”. Aquilo me levou ao limite e de novo o Marcelo me fez gozar só penetrando no meu cú.
Passamos três horas naquele motel, com o Marcelo só comendo a minha bunda. Transamos mais duas vezes, uma delas na hidromassagem. Eu estava exausta, com o corpo marcado e ânus todo assado. No final, com as pernas ainda tremendo, paguei a conta da suíte com o cartão do Lucas. Saímos de lá e passamos no McDonald's antes do Marcelo me levar de volta para a casa do meu namorado.
O meu namorado me esperava acordado e eu ainda tive forças para masturbar ele enquanto contava cada detalhe da noite com o Marcelo. O nosso relacionamento durou quase dois anos e nesse tempo o personal foi meu fixo que mais me comeu - muito mais que o meu próprio namorado.
Caralho que puta tesao de conto ! Mulher quando quer foder não tem quem segura, minha esposa é assim, fode com o amante, chega em casa arrebentada, cansada e me faz chupar limpar inteira. Curto demais ser corno manso