Meu melhor amigo de infância me comeu e agora come minha esposa
Este é um conto longo, pois abrange duas fases. Minhas descobertas na puberdade /adolescência, e minha vida adulta num casamento aberto. Eu sou Leo (nome verdadeiro), engenheiro catarinense do vale do Itajaí. Tenho 38 anos e “casado” pela segunda vez com Fabi (nome fictício), de 26 anos, com quem tenho um casal de filhos gêmeos. Tenho ainda três outros filhos de relações anteriores. Sou filho único. Quando eu tinha 7 anos, minha família mudou de cidade por conta do emprego de meu pai. Logo no início na nova escola, conheci um menino chamado Fernando (nome fictício), que era da minha classe e morava quase em frente de mim. Cidade pequena, caminhávamos juntos todo dia indo e vindo da escola. Jogávamos futebol no mesmo time. Quando estávamos com uns 10 anos, na 5a. série, percebi que o Fernando estava ficando diferente rapidamente, parecendo mais velho que eu. Ele estava entrando na puberdade. Como ele tinha um irmão bem mais velho, sabia das coisas mais que eu. Ele começou a bravatear que já tinha pentelhos. Eu duvidei, já que eu nao tinha nada, e quando ele me mostrou fiquei impressionado. Devíamos ter no máximo 11 anos, e ele realmente já tinha pentelhos bem visíveis, e um pau bem mais grosso que o meu ( o meu era da grossura de um charuto, o dele de uma linguiça!). Um dia, quando estávamos sozinhos na casa dele, ele me contou uma coisa que tinha aprendido com o irmão. Dizia que se chamava punheta, e que consistia em sacudir o pau até endurecer e seguir num vai-e-vem até que viria uma sensaçao de arrepio intenso e um líquido branco chamado porra. Eu ouvi com interesse. Numa noite após isso, quando já na cama, eu fui seguir as instruções e tive meu primeiro orgasmo. Mas não saiu nenhuma porra. Dias depois conversamos sobre o assunto e frente a minha curiosidade, ele se propôs a bater uma punheta para me mostrar. Quando foi ficando de pau duro, me assustei. O pau dele cresceu muito, ficou o dobro do meu. Mas eu não me sentia complexado, sentia inveja dele. Até fazíamos piada, que seríamos a dupla caipira linguicinha e salsichao kkkk! Ele bateu por uns minutos e gozou mesmo. A porra não era muito branca, mas era bem farta. Ficou grudada nos pentelhos dele. A partir dali, por muitos anos, batíamos punheta juntos, fazíamos mão amiga, comparávamos as medidas dos nossos paus, e até perdemos a virgindade juntos, com a filha da empregada do vizinho, de 17 anos (nós 14) que nos ensinava tudo. Nesta época o Fernando já tinha se desenvolvido bem mais que eu. Tinha quase 180 (os dois pais dele eram altos) e eu não tinha nem 170. Tinha um bigodinho e um cavanhaque de Nescau que ele cultivava com carinho. Ele só usava calça de abrigo ou calção sem cueca, para mostrar quando ficava de pau duro Foi nesta época que um dia fizemos uma aposta sobre nem lembro o que, que quem perdesse teria que chupar o pau do outro. Eu ganhei, e ele pagou a aposta, chupando meu pau. Vi que ele estava de pau duro e isso me deu mais tesão. Me propus a retribuir. Só que menos de um minuto de eu começar a chupá-lo, ele gozou na minha boca. Eu cuspi um pouco mais engoli o bastante para gostar do gosto. Dali em diante desenvolvi um fetiche por porra. Frequentemente me masturbava chupando meu próprio pau e engolindo toda minha porra. Tinha um sabor parecido com abacaxi. Um dia, aos 15 anos, depois de assistirmos um DVD de filme pornô onde havia sexo gay, eu manifestei curiosidade em sexo anal e o Fernando disse que já tinha dado o cú pra um menino uma série acima da nossa, num acampamento de escoteiros (ele fazia escotismo, eu não), que tinha doído um bocado, achava que não era a praia dele, mas que encarava, afinal já tinhamos feito muita broderagem e até chupado o pau um do outro. No dia seguinte, ambos meio encabulados, saímos da aula e fomos para um parque perto de uma represa nas redondezas, onde executamos nosso plano. Combinamos de eu penetrá-lo primeiro, pois meu pau era menor. Usamos camisinhas lubrificadas. Eu comi o cu dele sem o mesmo tesão que tinha quando comia a vizinha, ou quando batia punheta. Mais fui até o fim. Quando foi a vez dele, não funcionou. O pau dele já era enorme, tinha uns 18-19cm, e muito grosso. A cabeça entrou como que espocando uma rolha, mas não aguentei a dor dele tentando enfiar o resto e joguei a toalha. Ele ficou me zoando que tinha dado pra mim mas que o fresco era eu que não aguentava a tora dele. Os anos se passaram, tivemos nossas namoradas, fomos para universidade em Joinville, eu casei cedo (engravidei minha namorada quando tínhamos 20), Fernando namorava por breves períodos, mas era conhecido como galinha e comedor. Nossa amizade se manteve firme e forte até hoje. Nunca mais falamos nas nossas experiências sexuais da adolescência, mas creio que nenhum de nós carregue nenhum mal-estar. Passam-se os anos, meu primeiro casamento termina depois de 5 anos e dois filhos, Fernando casa mas dura pouco (foi corneado), passamos a fazer muita festa e putaria juntos. Ambos acabamos tendo filhos fora do casamento, no meu caso a terceira. Há 6 anos atrás conheci Fabi, uma garota bem mais nova, então com 20 anos, que trabalhava com um amigo de meu pai. Começamos a namorar e fomos morar juntos em menos de um ano. Logo vieram os gêmeos. A Fabi é intensa em tudo, inclusive no sexo. Gosta de experiencias novas. Passamos inclusive a frequentar casas de swing. Eu tinha tesão em compartilhá-la, ela não confessava, mas tinha um pouco de ciúme quando eu transava com outra na frente dela. Passamos a ter casos fora do casamento e depois trocar relatos enquanto transávamos. Muito excitante. Combinávamos de ela voltar pra casa com porra do comedor na calcinha, que eu lambia, mas não abríamos a identidade de nossos casos. Uma vez deu encrenca pois ela transou com um menino menor de idade no trabalho, e ele obviamente contou para todos seus amigos! Um dia levamos o Fernando ao swing. Ele já tinha ido algumas vezes, mas nunca conosco. Ele gostava de ir sozinho. Quando entramos num glory hole, apareceu um pirocão que pela roupa reconheci ser do Fernando. Não falei nada e deixei ela fazer boquete, dar a buceta para o tal sujeito e deixar ele gozar na boca dela, eu depois a beijando e recebendo a porra na minha boca. Saíamos cada vez mais os três. O Fernando não chamava suas transas para saírem conosco. Fui percebendo um crescente interesse mútuo entre ele e a Fabi, o que me dava muito tesão, por ver a minha mulher cobiçada, mas ao mesmo tempo me recriminava, afinal ela era a mãe dos meus filhos e ele era meu melhor amigo. Mas um dia armei uma situação para provocar o fato. Fomos acampar no fim-de-semana os três, o que era um hobbie do Fernando. Ficamos os três em uma barraca só. A Fabi pediu para ficar no meio de nós pois tinha medo de cobra junto à parede da barraca (como se fizesse alguma diferença), tanto o Fernando como eu concordamos. Eu sabia que algo ia rolar. Eles sabiam que eu tenho sono pesado e iam aproveitar. Não deu outra: no meio da noite percebi movimento e vi que o Fernando encoxava a Fabi, que estava de lado virada para mim, que durmo de barriga para cima. Certo ponto ela virou e passou uma perna por cima dele. Ouvi claramente que começaram a se beijar e logo veio um suspiro mais forte dela que sinalizava que ele havia a penetrado. Seguiram fodendo em ritmo lento por uns 15 minutos. No fundo sabiam que eu estava acordado. Até porque em cada estocada dele ela não conseguia segurar o gemido, e o corpo dela batia no meu braço. Ouvi quando ela pediu para ele não gozar dentro, mas não deu tempo, ele gozou dentro dela, que largou um “pqp” baixinho. Mesmo assim seguiram abraçados, aparentemente o pau dele sempre dentro dela, e logo recomeçaram. Foderam quase a noite toda, sempre na mesma posição, de lado. Nas vezes seguintes ela gozou forte, tapando a boca para não gemer alto. Eu sabia que o Fernando conseguia gozar várias vezes sem amolecer. Eu sempre me fingindo de apagado, deixando a coisa rolar. Na manhã seguinte, eu acordei cedo enquanto eles dormiam ferrado, e ao levantar enfiei minha mão numa poça de porra já meio endurecida, que tinha espalhada nas cobertas e no pijama que ela vestia. Não me preocupei pois ela tomava anticoncepcional. E eu havia feito vasectomia, mas em segredo. Nas conversas durante o dia acabou rolando a confissão, deles e a minha, de que tinha percebido. A partir daquele acampamento, passamos a viver uma vida sexual a três. A surpresa veio por conta da nova gravidez da Fabi, 100% do Fernando. Ela tinha trocado de anticoncepcional, o que não evitou a fecundação naquela noite de sexomjntenso entre eles. Eu então contei que havia feito vasectomia, o que causou nossa primeira discussão séria. Concordamos os três que a criança seria criada como filho(a) da Fabi comigo, e que daqui a uns anos, avaliaríamos como contar, já que hoje em dia é quase impossível esconder coisa assim. Hoje a Fabi está com 7 meses de gravidez, suspendemos temporariamente nossos menages privados, mas seguimos fazendo sexo quase todas as noites eu e ela. Afinal, eu já sou experiente em transar com parceira grávida. A novidade é que há um mês e pouco, num menage casual nosso, eu concordei em deixar o Fernando me penetrar, por solicitação dela. Desta vez entrou! Temos tido uma vida simples mas feliz, preservando nossas relações familiares, mas não abafando nossas fantasias sexuais. O futuro só Deus sabe…
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