Relato aqui uma das primeiras fodas que capturei na câmera escondida do quarto. Era uma sexta. Bela volta da academia pontualmente às 8:00. Tomamos café juntos e eu saio pelas 8:45. Marcel aspirava a piscina. Às 9:01 os dois entram no nosso quarto. Ela se despe da roupa de ginástica como um raio, joga o negrão de costas sobre a cama. Tira seu calção (ele não usa cueca) e sua camiseta vermelha com a marca Patagonia. Para ter idéia do dote do garoto: deitado de costas sobre a cama, com as pernas caídas para fora, com o pau mole acomodado sobre o saco, a cabeça repousava no lençol. Ela sobe na cama já completamente nua e se agacha com a buceta sobre a cabeça (de cima) dele, que só então a toca. Ele começa a chupá-la sem muita convicção. Ela está nitidamente no controle. Seu pauzão endurece em menos de 1 minuto, sem ser tocado. Primeiro a cabeça infla saindo de um tamanho de uma ameixa para o de um pêssego. Depois vai se movimentando em círculo até ficar sobre a barriga, com a ponta bem acima do umbigo, aí ergue como um mastro, ficando reto, totalmente vertical. O comprimento até que não aumentou tanto de mole a duro, mas a grossura um monte. Neste momento ela vai deslizando seu corpo por sobre o dele, e começa um longo boquete, só de lambidas, pois o cabeção não entra na boca dela. O pau começa a babar. Ela enfia o dedo minguinho inteiro no cano, tira e chupa a baba como um picolé. Trocam de posição, ele em pé junto ao pé-da-cama, ela deitada. Ela agarra o pau e começa a esfregá-lo no clitóris. Nada de camisinha. Depois vai o direcionando para a porta da buceta, com ela espalmando a mão para para controlar a penetração. Fica um tempo enfiando e tirando a metade da cabeça. A bucetinha rosada dela ensopada de tesão. De repente começa a empurrar devagar e o pau vai entrando cm por cm, arregaçando e deformando aquela linda perereca. Ela faz expressão de dor mas tem espasmos de prazer. Chega no fundo sobrando uns 8cm pra fora. Ele começa a bombar ela goza intensamente, jogando a cabeça pra trás, erguendo o quadril e cruzando com pressão suas pernas em torno das dele, como um golpe de jiu-jitsu, primeiro o imobilizando dentro dela, a seguir puxando e empurrando a bunda dele, comandando a foda, na mesma posição por vários minutos. Ela se contorce e novamente goza freneticamente. Em seguida ele puxa o pau de dentro dela, que já sai derramando porra como se estivesse mijando, e aponta para frente. Os dois próximos jatos passam por cima da cabeça dela e atingem em cheio a cabeceira da cama, que é de couro. Agora eu entendia de onde tinha surgido a poça de porra que aquele dia eu encontrei no me travesseiro. Os jatos seguintes a acertam no rosto (olho, boca e queixo), deixando trilhas sobre o abdômen e os peitos, mais uns três ou quatro jatos mais fracos que encheram o umbigo. Como a bitola da uretra dele conseguia acomodar um dedo, dá pra imaginar o jato que aquela mangueira lançava. Ela ficou coberta naquele creme bem branco. Ele na sequencia leva o pau de volta à buceta e a penetra de novo. Bomba por mais vários minutos e gozam mais uma vez, juntos, desta vez ele injetou seu leite dentro dela. Ela o puxa para cima dela e se beijam longamente, com o pau ainda lá dentro. Quando tira, começa a escorrer um rio de esperma. Ela vai se levantando com a mão sob a buceta, recolhe um tanto da porra que escorria, leva à boca e engole. Depois de uns minutos com ela exausta e desfalecida sobre a cama e ele sentado ao lado como uma estátua, ela se ergue e o puxa para o banheiro, que fica em frente a cama, e tomam banho de chuveiro juntos. Às 9:55, recompostos, recolhem e carregam toda a roupa de cama e saem do quarto, ela de roupão, ele com o mesmo calção e camiseta com que havia entrado.
Eu só imaginando o diálogo deles. Talvez mais um monólogo dela, já que o Marcel parceia só obedecer. Preciso dar um jeito de capturar som também. Aí será show completo!