Eram 10:00, Bela sai do chuveiro, se seca, enrola uma toalha na cabeça, vai de roupão do quarto até a sala e chama Marcel, que estava podando uns arbustos. Ele entra e ela o leva direto para o banheiro. Baixa seu calção, tira sua camiseta e o senta na borda da jacuzzi. Este é praticamente o único ângulo dentro do banheiro que a câmera enxerga, quando a porta está aberta (raramente fechamos). Ela apanha o meu barbeador, estende no chão o avental plástico que uso para me barbear, tira seu roupão e se ajoelha nua na frente dele, se preparando para depilar os pentelhos do garoto. Marcel quase não tem pelos no corpo, mas tem os pentelhos bem fartos, densos e demarcados. Bela segura com uma mão aquela pesada tromba negra adormecida. A inspeciona cuidadosamente todo o maquinário do menino. Pega a máquina, coloca o pente regulável e começa por diminuir o volume da cabeleira pubiana dele. Feito isso, desencaixa o pente da máquina e passa a delinear um contorno engraçado, como um náipe de espadas sobre o púbis. Depois, ela passa meu gel de barbear na base da piroca, que endurece em 30s, e no saco. Apanha minha lâmina e depila alguns pelos por ali. Durante os poucos minutos que isso dura, o pau do Marcel parece estourar de duro. Enquanto ela o enxugava com uma toalha de rosto, foi fazer um “bilu-bilu” com o dedo no freio da cabeça do pau dele e ele explodiu em gozo, ejaculando como de costume. Primeiro derramando esperma continuamente, por um ou dois segundos, como quando se abre uma garrafa de cerveja quente, logo em seguida disparando fortes jatos à distância. Quando ela abre a boca sorrindo espantada com o orgasmo dele, aponta sem querer o pau para si e o primeiro jato de porra acerta em cheio a boca da Bela. Ela se engasga e começa a tossir sem parar. Enquanto Marcel tentava acudí-la, seguia lançando seus mísseis descontrolados para todo lado. Revendo a gravação consegui contar mais sete jatos depois do engasgue, mas deve ter havido mais pois eles se mexiam e cobriam a imagem por alguns instantes. Passado o episódio, eles riam muito. Ela então veio até o quarto apanhar uma calcinha do armário, e a usou para limpar a porra que se espalhava pelo seu corpo e pelo corpo do Marcel. Não deu pra ver a quantidade, mas ela vestiu a calcinha esporrada, esfregou um pouco para dentro da buceta, e foi se pentear e se vestir, sem tomar outro banho, enquanto Marcel sim, entrou no chuveiro. Ela saiu para trabalhar assim. Imagino que ficou o dia inteiro com a calcinha esporrada melando sua bucetinha. Marcel apanhou material de limpeza e voltou para dar uma geral no banheiro, que devia estar coberto de pentelhos e porra.
No final da tarde quando voltava pra casa, vi o Marcel caminhando os cachorros na rua. Entrei em casa, ela estava na banheira. Disse que tinha ido à academia mais cedo. Me convidou para entrar também. Eu suspeitei que o Marcel podia ter estado ali um pouco antes. Com tesão alto, demos uma longa e gostosa trepada dentro da banheira. Alguns dias depois eu constatei o que realmente tinha rolado naquele dia!
montserrat