Sou solteira, tipo mignon, magra, loira escura mas com uma pela que bronzeia fácil. Meu atributo mais elogiado são meus peitos, naturais, grandes para o meu tamanho, mas bem durinhos e com bicos médios bem rosados e delineados. Não sou coxuda mas tenho pernas bonitas, esculpidas por exercícios e caminhadas. Sempre que possível ando sem sutiã e sem calcinha, para não perder oportunidades de me exibir e rapidamente fisgar parceiros. Eu deixo a marca do bronzeado dos meus peitos revelando um bom pedaço da minha auréola. Em baixo sou 100% depilada. Quando estou no Brasil, onde o pessoal não é acostumado com nudismo e topless, costumo usar biquini fio dental, na frente tapando pouco mais que o clitóris, deixando o fio da parte de baixo revelando meus lábios vaginais quando abro as pernas. Adoro provocar vendedores de praia!
Sou absolutamente viciada em sexo, desde a adolescência. Tenho uma enorme coleção de dildos, vibradores e outros brinquedos eróticos. Ainda estou na faixa dos 20 anos, tenho vida sexual ativa há bem mais de dez, calculo já ter sido penetrada por mais de 200 cacetes. Não consigo ficar mais de três dias sem transar com um homem diferente. Por isso nunca consegui manter namoro por mais de poucos meses. Traí todos meus namorados, às vezes inclusive em surubas ou casas de swing com o cara participando. Já fiz e curto quase tudo. Aprecio variedade de raças, idades, estilos, etc. Já fui penetrada por garotinhos que mal tinham pentelhos e até por idoso de mais de 80 (e que por sinal funcionava muito bem!). Já tirei a virgindade de vários moleques e já dei pra gays que não curtiam mulher. Tenho fascinação por porra. Acho o símbolo da virilidade, me ligo em ver homens espalhando suas sementes com vigor capaz de impregnar várias mulheres. Já participei de sessões de bukkake no Japão, sendo ensopada pela porra de dezenas de homens. Acho que tamanho faz sim diferença. Mais a grossura do que o comprimento, já que minha bucetinha é rasa e qualquer pica de mais de 15cm beija o meu colo. Quando percebo um pau realmente grande, não sossego antes de tê-lo dentro de mim. Gosto de homens bonitos de rosto, mas homens excessivamente musculosos não me atraem tanto. Prefiro magrelas com paus enormes. Mas tem algumas coisas que não faço, tipo BDSM, escatologia, fisting e bestialidade. Uma única vez deixei um cachorro me foder, mas foi uma experiência horrível. Fiquei travada nele por uma meia-hora, com o nó parecendo que ia explodir minhas entranhas. Nunca mais!
Sou poliglota, falo bem várias línguas. Quando fiz 18 fui mochilar sozinha pelo mundo por quase três anos. Estive em todos os continentes, exceto Oceania. Trabalhava em bares, lojas, etc por algumas semanas ou meses e seguia viagem. Geralmente me hospedava em albergues (youth hostels), acampamentos, ou em casa das pessoas que ia conhecendo no caminho. Estive em lugares super exóticos. Conheci 16 países só na África (e transei em 13 deles). Cruzei toda a Rússia de trem, de Vladivostok no Pacífico, até Moscou (transei várias vezes no trem). Na América, percorri do Canadá a Patagônia por terra (exceto o trecho entre Colômbia e Equador que fui de avião pois era muito arriscado). Só não procurei sexo com estranhos nos países muçulmanos (mas fiz em Marrakesh no Marrocos). Só tive uma experiência bem desagradável (ainda que não exatamente traumática), na Índia. Quando passeava por um mercado, um adolescente começou a me seguir oferecendo coisas, e conforme eu andava, outros iam aparecendo e se juntando em minha volta, falando coisas que eu não entendia, pegando no meu braço, até que me embretaram num corredor minúsculo e me levaram para os fundos de uma banca que vendia tecidos. Eram uns dez. Me agarraram, ainda que sem me machucar, rapidamente me deitaram num puff, levantaram minha blusa e tiraram meu short e calcinha. Os maiores seguravam minhas pernas e braços enquanto os menores passaram a me penetrar, um a um. Não paravam de falar entre si, na língua deles. Quando concluí que não tinha mais o que fazer, relaxei e tentei, sem sucesso, fazer da minha falta de controle da situação uma fantasia. Percebi uns outros do lado de fora espiando e comentando. Na medida que cada um gozava (todos dentro, sem camisinha) iam embora. Os dois maiores que ficaram me segurando não me comeram. Achei curioso que nenhum deles me fez chupar ou tentou fazer penetração anal. Talvez seja algo a ver com a religião. A saga durou uma meia-hora. No final, o último me alcançou um pedaço de pano para eu me limpar e saiu. Fiquei uns minutos me recompondo. Estava suada, dolorida e tonta. Quando foram embora eu me vesti e saí daquele cubículo trôpega, me sentindo um lixo, vendo os vendedores me olharem com sorriso maroto, aparentemente sabendo o que tinha acontecido. Fui num posto policial onde ainda zoaram de mim, dizendo que uma garota bonita como eu não devia andar sozinha, pois os homens indianos eram machos demais. Não pretendo voltar à Ìndia.
Mas vamos à parte boa deste relato. Não vou citar nenhum nome (alguns nem lembro mesmo). Aconteceu num final de verão (agosto) em Lugano, uma pequena e lindíssima cidade suiça onde se fala italiano. Eu cheguei de Milão de trem no início da tarde e me dirigi ao albergue. Como todos na Suiça, muito bem cuidado e organizado. Era um prédio moderno, de três andares, com um terraço muito legal no topo, onde tinha uma pequena piscina, sauna, bar, mesas de sinuca, ping-pong, pebolim e xadrez. Os quartos eram separados, masculinos e femininos, ainda que no mesmo andar. Tinha de 4, 6 ou 8 pessoas. O meu era de 4. As camas eram normais, não eram beliches (a dos homens eram), cada uma tinha um pequeno armário e uma cortina separando da próxima, o que proporcionava certa privacidade. Joguei minha mochila, vesti um biquini super sexy, de croché branco, com uma saia por cima e uma mini blusa bem transparente, de botão, e fui para o terraço. Estava lotado. Tinha bem mais homens do que mulheres, e alguns poucos casais de namorados. Me aproximei de um grupo de garotas mais ou menos da minha idade, uma das quais brasileira que morava na França. que estavam à beira e dentro da piscina, puxei conversa mas de cara liguei meu radar e passei a monitorar os homens. Tirei minha saia e blusa e sentei na borda da piscina de papo com as meninas, que elogiaram meu biquini. Como na Europa o pessoal faz top less e nudismo direto, partes íntimas a mostra só chama atenção de não-europeus. Não deu muito tempo e três rapazes que conversavam dentro da piscina se aproximaram. Era um holandês e dois amigos dinamarqueses, que até cheguei a pensar que fossem gays, mas depois vi que não eram. Um dos dinamarqueses chegou a me dar um frio na espinha de tão lindo que era. Bem loiro, cabelo bem comprido, levemente ondulado, olhos azuis, cílios compridos, bronzeado do verão na ilha de Ibiza, um sorriso irresistível e uma voz absurdamente sensual. Eu pensava comigo que o dia que eu quisesse ter filhos, queria engravidar daquele cara, pois aqueles gens eram especiais, mas isso era algo completamente fora dos meus planos àquela época. O outro dinamarquês também era bonito, mas nem perto do primeiro. Era mais forte. O holandês, também loiro, mas não exatamente bonito, era gigante. Disse que tinha 2,07m de altura e havia sido atleta olímpico de vôlei, tendo inclusive jogado contra o Brasil. Eu imaginava que se o pau dele fosse proporcional à altura, deveria ter uns 25cm. Só quando saíram da piscina e fomos todos sentar perto do bar é que pude vê-los de corpo inteiro, mas como usavam calção e não sunga, não consegui conferir o tamanho do que estava escondido. Ficamos batendo papo, falando abobrinhas, sempre em inglês, a língua oficial de qualquer albergue. Eles me contaram que estavam em um quarto de 6 (3 beliches), e os outros 3 eram um japonês (super discreto, que dormia e acordava cedo para correr), um brasileiro (capixaba, tagarela e meio metido) e um garoto mexicano, que estava no albergue há mais tempo, apelidado de "Mush". Quando falaram deste mexicano, começaram a rir copiosamente. Eu perguntei por que e me contaram que ele passava a noite se masturbando e costumava desfilar pelado pelo quarto e pelo vestiário, exibindo suas enormes bolas e seu pau que tinha uma cabeça descomunal, parecendo um cogumelo, daí o apelido, derivado de "mushroom", cogumelo em inglês. Pouco tempo depois o mexicano aparece e vai jogar sinuca com um grupo de rapazes que falavam espanhol. Estava com um calção de moleton folgado, sem cueca, balançando suas ferramentas quando caminhava. Ficamos ali de papo por umas horas e combinei de me encontrar com os três à noite para irmos a um bar, juntamente com algumas das meninas que ali estavam, uma canadense de Montreal, que falava francês, duas americanas (uma de Austin, Texas, outra de Chicago) e uma morena lindíssima venezuelana que morava em Miami.
Lá pelas 6:30 saímos do albergue os sete, fomos primeiro jantar num restaurante italiano local e depois num bar mais animado. O holandês começou a se chegar mais em mim. Quando ficávamos de pé, chegava a ser hilária nossa diferença de estatura: eu batia na altura dos mamilos dele! Os dinamarqueses acabaram indo pra outro bar com a canadense e a venezuelana, as americanas sumiram. Quando ficamos só nós dois, o holandês grandão, já embalado pelos shots que havíamos tomado, me pegou e me deu um longo e gostoso beijo de língua. Eu na hora botei a mão por sobre a bermuda dele e comecei a massagear. Senti o pau endurecer em segundos. De repente percebemos que havia pessoas nos observando. Resolvemos sair dali e ir para uma balada, onde ficamos nos pegando até o início da madrugada. Acontece que, eu não sabia, o albergue tinha toque de recolher à meia-noite. Quem chegasse depois teria acesso ao pátio, onde haviam uns sofás e redes sob uns gazebos, mas não ao interior do prédio. O cara não se preocupou e me disse que isso acontecia todas as noites e que o pessoal do quarto já tinha um acordo de deixar a porta da sacada aberta, já que era fácil escalar pela balaustrada. Se propôs a me ajudar a subir e a dormir com ele. Eu questionei sobre os outros. Ele disse que não dava nada. O japonês não acordava, o brasileiro ia ficar espiando fingindo dormir, os dinamarqueses que eram os mais pegadores fizeram o mesmo nas noites anteriores, e o mexicano só ia ficar assistindo e batendo punheta! Eu topei então. Ele pegou na minha bunda e me ergueu facilmente com uma só mão, que era do tamanho de uma raquete, até eu alcançar a sacada. Ele subiu a seguir, com a facilidade de um macaco subindo numa árvore. Entramos silenciosamente no quarto. A luz da rua não permitia escuridão total, era fácil de enxergar dentro do quarto. Só faltava o dinamarquês lindo. Os demais aparentemente dormiam. Deitei com o meu holandês na cama inferior de um beliche. Suas pernas ficavam para fora do colchão. Em cima dormia o brasileiro. Começamos a nos beijar por baixo dos lençois com muito tesão. Eu já toda molhada, agora pegava no pau dele diretamente. Era de tamanho médio, menor do que eu imaginava comparando com sua estatura, mas estava super duro. Ele se contorceu todo e conseguimos fazer um longo 69. Ele chupava uma buceta com maestria. Eu interrompi pois não queria gozar antes de ser comida de verdade. Saí de baixo do lençol, ele botou uma camisinha (que estava de prontidão dentro da fronha do travesseiro!) e montei nele. Percebi o brasileiro espiando pela fresta entre o colchão e a parede. Galopei uns minutos, depois ele veio por cima, me cobrindo toda com seu corpo. Entrava e saia de mim, num ritmo lento e gostoso. Nisso notei que o mexicano, que estava na parte de baixo do beliche 90 graus ao lado, se punhetava por baixo das cobertas. Depois de uns 5 a 10 min, eu estava quase gozando mas o holandês gozou antes. Tirou de dentro de mim e pegou no sono antes mesmo de tirar a camisinha. Eu fiquei frustrada.
Dei um sorriso para o mexicano que então se descobriu e sentou na cama com as costas para parede, exibindo o famoso pau cogumelo. Ele me chamou para cama dele. Como estava cheia de tesão e ainda não tinha gozado, fui sem piscar. Ele não era nada bonito, tinha as feições típicas de indígenas aztecas, era atarracado. Mas quando vi de perto aquela piroca, fiquei assustada! Primeiro com a cabeça, que realmente era uma aberração. Do tamanho e forma de um pêssego. Tentei chupar inteira mas não entrou na minha boca de jeito nenhum. Depois com as bolas, cada uma quase do tamanho de uma bola de sinuca, que mal cabiam no saco. Eu fiquei brincando com elas e parecia que pegava dois kiwis, com aquela textura levemente peluda. Fiquei imaginando que aquilo devia ser uma usina de sêmen. O pau inteiro tinha menos de 20cm, mas só a cabeça ocupava um terço. A gola entre o corpo da pica e a borda da cabeça devia ter mais de 1cm. Eu fiquei pensando como seria a sensação daquela cabeça espocando ao passar pela porta de um cuzinho, e como seria pra sair. Comecei a lamber aquele pau estranho. Estava quase rachando de tão duro. Babava aos montes (ele vinha punhetando há horas!). Eu esfregava a baba pela cabeça e lambia. O buraco era enorme. Sinalizei perguntando se podia enfiar meu dedo (uso unhas curtas). Ele disse que devagar sim. Consegui enfiar duas falanges do meu minguinho na uretra dele, expulsando um monte de baba, que eu chupei como picolé. Nunca tinha feito isso antes! Ele então me deitou e veio por cima. Pedi que vestisse uma camisinha, ele esticou a mão pra dentro das cobertas, pegou e me mostrou uma recém usada, atada com nó, contendo uma quantidade de porra equivalente a um copo de shot, e disse que tinha sido a última. Eu achei aquilo bizarro, mas como estava com um tesão incontrolável, não me opus. Segurou minhas coxas para cima e foi atarrachando aquele pêssego na minha bucetinha. Por mais experiente que eu fosse, aquilo era mais grosso que qualquer coisa que havia entrado ali (exceto as poucas vezes que fiz DP vaginal, mas que não iam até o fundo). Ele tentou meter de uma vez só mas eu travei. Pedi para ir com calma. Fui pilotando a entrada. O pêssego parecia ter virado uma manga, de tão apertado. Eu imaginava aquilo como um parto na contramão! Com aquilo tudo dentro, gozei loucamente antes mesmo da primeira bombada. O garoto era novo (disse ter 18) mas tinha muita pegada, além de ferramenta! O garoto meteu sem parar por uma meia-hora. Lambia meu pescoço, mordia minha orelha, chupava meus peitos com habilidade. O brasileiro acordado não disfarçava e batia uma punheta abertamente sentado na sua cama de cima do holandês, que seguia dormindo. No meio tempo eu gozei duas vezes. Quando o garoto gozou dentro de mim eu senti a pressão da cabeça pulsando e injetando todo aquele esperma, que devia vir direto daquelas enormes bolas, diretamente pra dentro do meu útero, já que funcionava como uma rolha na minha vagina. Ele não amoleceu nada e seguiu metendo por mais uns dez minutos. Quando foi gozar pela segunda vez, eu pedi que gozasse na minha boca. Ele tirou pra fora da minha buceta e liberou um rio da primeira esporrada, formando uma poça no lençol. Se ajoelhou sobre meu pescoço e ficou tentando meter a pica na minha boca, o que não conseguia. Seguiu numa punheta frenética, até que segurou minha cabeça e apontou aquele canhão. Despejou vários jatos no fundo da minha garganta, enchendo minha boca com aquele leite quente, que tiveque ir engolindo em goles, pois era mais denso que o normal e não descia direto. O gosto era ruim. Ainda sobrou uns jatos no meu olho e nos meus peitos. Estavamos ambos exaustos. Já eram quase 3 da manhã. Nos abraçamos e pegamos no sono. Lá pelas 4 e pouco ele começa a se esfregar em mim, puxa uma perna minha pra cima dele e começa de novo. Aquele garoto continuava com tanque cheio. Deixei passivamente ele enfiar, eu não tinha mais gás. Me fodeu de lado mais vários minutos e gozou mais uma vez dentro de mim. Pegamos no sono de novo, com aquela pica ainda dura espetada dentro de mim, boiando nas poças de porra sobre a cama. Quando o japa, que dormia em cima de nós, acordou e se aprontou para sair para seu exercício, o holandês acordou e percebeu que eu tinha trocado de beliche, mas não falou nada e voltou a dormir. Lá pelas 7, com o sol lá fora. o mexicano, já (ou ainda) de pau duro, sentou na cama, me acordou e me propôs uma saideira. Eu hesitei mas cedi. Sentei de frente pra ele, que estava com as pernas para fora da cama, e começamos uma nova sessão. Nisso o brasileiro e o dinamarquês que estava no quarto se levantam, olham nosso show de relance, conversam algo entre si, se vestem e saem. Logo o holandês acorda e me vê sendo trucidada pelo mexicano. Ele meio sem graça diz "pô Mush, fudendo a minha garota na minha frente!", e o mexicano responde "tive que terminar o trabalho que você deixou pela metade!". Rimos os três, o holandês saiu para o banheiro e ficamos eu e o mexicano fudendo mais um pouco até gozarmos os dois. Quando saí de cima dele, mais porra escorria de mim. Eu me limpei o que pude, busquei minhas roupas na cama do holandês, me vesti e fui para o meu quarto original, me preparar para um banho. Quando entrei, as garotas riram e perguntavam se a minha noite tinho sido "feliz", com o que eu respondi "demais"! Tomei um banho, fui tomar café no refeitório do albergue, vi o dinamarquês lindo pegando a venezuelana linda (só imaginava a beleza dos filhos daquele casal!) depois saí para passear com o holandês, completamente ressaqueada daquela interminável noite de sexo. Não vi mais o mexicano. Naquela noite, minha última em Lugano, ainda tive a oportunidade de ser pega pelo barman da balada, um albanês, no banheiro dos funcionários, mas nada que mereça registro especial. Na manhã seguinte peguei o trem em direção ao minúsculo país de Liechtenstein, na fronteira entre Suiça e Áustria.
Fica aqui um testemunho de alguém com bagagem sexual internacional: os africanos têm em média paus bem grandes mesmo; mas os maiores paus que encontrei na vida eram mexicanos!
Se gostarem, poderei compartilhar mais episódios deste tipo em outras oportunidades.
montserrat