Este episódio aconteceu em junho de 2023 durante uma viagem nossa ao Japão. Eu fui a uma feira lá por conta do meu trabalho, e levei minha mulher, num tipo de lua-de-mel. Eu já tinha ido ao Japão há muitos anos, pois logo que terminei a escola tirei um ano mochilando pelo mundo. É um país espetacular, com uma grande identidade cultural, inclusive no âmbito sexual. Eles criaram as gueixas, o bukkake (cujos eventos quase nunca são abertos a estrangeiros, mas…relato essa experiência outra vez), Hentai, etc. Resolvemos fazer uma sacanagem que os japoneses adoram: encoxada nos trens ou ônibus lotados. Me disseram que as mulheres japonesas gostam, pois em geral são muito oprimidas pelos maridos. Combinamos de pegar o metro da linha circular Oedo na estação Shinjuku, a mais movimentada, pela manhã cedo, quando está super cheio, e ir em direção a Tokyo Station, a mais central. De lá passearíamos pelo palácio imperial e pelo bairro chique, Ginza, retornando no final da tarde, quando o metro estaria lotado de novo. Se pintasse algo interessante, seguiríamos no trem até outra estação qualquer e depois voltaríamos pra trás, afinal o metro cobre toda a cidade e eu me entendia bem nele, além de hoje em dia ter quase tudo sinalizado também em inglês, diferente do que quando eu tinha “vivido” lá há algum tempo. Fazia calor, a Fabi se vestiu adequadamente à situação: saia curta branca bem solta e sem calcinha. Já na plataforma lotada, onde a entrada é bem organizada, os homens a olhavam mas com discrição. Nossa combinação era de fingir sermos estranhos, entrar, deixar alguém se encostar nela, mostrar receptividade, ficando perto um do outro se falando por WhatsApp. Ela consegue digitar rápido e com uma mão. Quando entrou a leva na segunda estação, um homem de meia idade que estava próximo dela se colocou bem atrás e logo começou a se encostar na bunda dela. Ela ia me relatando tudo pelo Whats e eu ali quase do lado curtindo a farra. Até hoje temos este longo diálogo salvo. Ela dizia:
- encostou
- tô sentindo endurecer rápido
- toquei nele para sinalizar
- está tirando o pau pra fora da calça
- tô segurando a pica do japa. Quem disse que eles são pequenos?? É bem torta pra cima. Tá duro como rocha.
- Estou sentindo a pica babando
- Levantou minha saia e está esfregando entre minha coxas
- abri um pouco as pernas e ele está avançando, me pressionando contra o cara da frente
- conseguiu encostar a cabeça na minha buceta e sentiu que estou encharcada
- tô sentindo os dedos dele
- tá esfregando a cabeça no meu grelinho! Que delícia!
- a cabeça está dentro
- ih, acho que vai meter tudo! O que eu faço? (Eu disse que se quisesse, deixasse ele fuder, era uma experiência rara)
- Ai entrou! Que tesão!! Estou amando isto! Pena que não o vejo. Ele é bonito? (não era!)
- será que o pessoal está notando? Ele deve ter experiência pois está bombando bem devagarzinho (acho que uns notavam)
- estou gozando! Tá dando pra perceber? (ela fechava os olhos e erguia os ombros)
- gozei demais! Acho que vou sinalizar para ele parar, mas fico chateada. Ele segue duro dentro de mim.
E isso durou uns 20 min. Faltavam três estações para nosso destino pretendido. Eu disse para ela deixar rolar. Desceríamos uma estaçao depois dele gozar ou quando ele descesse. A estação Tokyo chegou e ele não desceu. Seguiu engatado nela como um cachorro quando fode. Quando o trem saia da estação o cara reiniciava o vai e vem deslizante.
- Leo, ele está pulsando dentro de mim, acho que vai gozar. E se escorrer pra fora? Como eu vou me limpar? Estou sem calcinha!
- O cara não goza!
- MEU deus, vou gozar de novo! Este japa está me deixando louca. Que loucura estou fazendo!
- Ele está gozando!
- Tô sentindo explodir dentro de mim
- Não pára de pulsar
- Ele não vai tirar??
- Não amolece! Acho que está querendo dar duas sem tirar de dentro kkkk
- Voltou a bombar!
- Tá escorrendo porra pela minha perna! E ele não pára!
Quando o trem começou a desacelerar se aproximando da próxima estação, já umas cinco ou seis depois do nosso destino planejado, o sujeito foi tirando o pau de dentro dela. Ela foi ajudando, disse que seguia duro como no início, tentava segurar o rio de porra que saia. Ele botou rapidamente pra dentro da calça, se dirigiu à porta e desembarcou. Descemos na próxima. Ela saiu caminhando com as pernas apertadas para conter a porra na buceta, a caminho da toilete da estação. Ficou lá se limpando uns minutos e saiu com um sorriso maroto, dizendo que tinha sido a aventura mais excitante da vida. Queria fazer de novo na volta. E fez!