Nossa vida sexual era normal. Transávamos umas três vezes por semana, ela sempre gozava. Fazemos todo tipo de sexo, inclusive com brinquedos. Mas nunca chegamos a materializar ménages ou surubas. De uns tempos pra cá Bela começou a ficar sexualmente desinteressada em mim, o que baixou minha auto-estima e agravou a situação. Ao mesmo tempo passou a se comportar de forma diferente. Começou a fazer viagens a trabalho. Ia mais a academia, passou a falar mais abertamente de assuntos libidinosos, reparava outros homens, se masturbava no meio da noite. Mudou seu figurino: Passou a usar calcinhas fio dental, saias curtas, blusas meio transparentes ou justas decotadas e sem sutiã, revelando os bicos duros, e começou a chegar e sair de casa em horários irregulares, com justificativas frágeis. Também reparei que estava ganhando presentes. Eu tinha certeza que tinha arranjado um amante. Sem ela perceber, instalei o app FindMe no iPhone dela. Constatei então que estava indo em residências desconhecidas, bares e motéis durante o dia. Confirmava-se minha suspeita, mas não de um, mas vários amantes.
Um dia ela chegou em casa depois de mim e foi direto se trocar. Logo eu fui inspecionar a cesta de roupa suja, com a intenção de identificar algum perfume estranho. Para minha surpresa, quando peguei sua calcinha estava ensopada de porra ainda fresca. Fiquei com raiva, mas ao mesmo tempo tesão, imaginando uma outra vara penetrando a minha Bela e inundando sua buceta com toda aquele monte de porra. Aí pensei em todas as consequências de uma separação e resolvi engolir o sapo e tentar fazer do limão uma limonada.
Certa feita fomos a um aniversário de um grande amigo na capital de um dos estados do sul, onde há uma famosa casa de swing, que eu já tinha ouvido falar mas nunca ido. Propus a ela de irmos e nos aventurarmos em algo diferente. Ela reagiu com surpresa, meio reticente, dizendo que eu pensasse bem, pois se ela fosse entrar em campo, era pra jogar o jogo. Disse que toparia que eu transasse com outra mulher se eu também topasse que ela desse pra outros homens, a escolha dela. Eu me dei conta que isto já estava acontecendo por baixo dos panos, portanto não fazia diferença.
Era uma quinta. Liguei pro estabelecimento, falei com a dona, que me explicou tudo, dizendo que aos sábados frequentavam mais casais, às sextas haviam mais homens solteiros, e que particularmente naquela, a noite seguinte, havia uma reserva para despedida de solteiro, o que geralmente tornava a noite mais “agitada”, ainda que a casa garantisse a segurança dos frequentadores. Achei o alerta interessante, pois queria experimentar a bagunça.
Nos vestimos de acordo com o objetivo. Evitamos peças de roupa branca, pois eu fora alertado que havia luz negra nos ambientes mais escuros, o que destacaria a pessoa. Eu fui de calça jeans sem cueca, camisa pólo marrom e tênis escuro. Ela foi com uma saia curta e justa preta, sem calcinha, e uma mini-blusa bastante decotada e transparente, deixando seus belos peitos servidos à platéia. Chegamos lá por volta das 22:00. Pouca gente. Uma recepcionista nos apresentou todos os ambientes da casa. No mezanino havia uma área exclusiva para casais. Mas resolvemos ficar no andar de baixo mesmo, numa das mesas ao redor da pista e ao lado de um pequeno palco onde quem quisesse poderia usar. Tomamos uns drinques, dançamos algumas vezes, e pouco antes da meia-noite o movimento cresceu muito rápido. Logo começaram a aparecer os rapazes da despedida de solteiro. Em um certo momento uma mulher que estava ao nosso lado com o marido (ou acompanhante) passou a fazer ali mesmo um boquete num rapaz que se postou na frente deles. Dissemos, o bicho vai pegar! Começou então um vai-e-vem de gente em direção ao chamado labirinto. Fomos conferir. Passamos por um corredor onde machos controlavam o fluxo, e conforme o número de fêmeas adentrando o “matadouro”, iam atrás. Passamos e fomos seguidos. No caminho apertado nos cruzámos com homens de pau duro à mostra, mãos bobas acariciavam os peitos e houve até dedadas por baixo da saia dela. Haviam glory-holes e cabines onde faziam sexo com gente espiando através da treliça da parede. Chegamos numa sala central a meia-luz, onde havia uma grande cama redonda, sobre a qual três casais e mais alguns homens se amontoavam numa suruba geral. Ficamos assistindo de pé junto à parede vazada que separava da sala escura ao lado, eu abraçado nela por trás, tentando blindá-la de eventuais avanços indesejados. Nosso tesao aumentou rápido. Ela começou a dar uma rebolada sentindo meu pau duro dentro da calça, e eu passei meus dedos em sua bucetinha ensopada e lambi. Estava ensaiando para transar com ela ali. Nisso um cara alto se chegou ao nosso lado e sem dizer nada passou a esfregar seu pau duro no braço da Bela. Ela o agarrou e passou a punhetá-lo suavemente. Ele então sem nenhum constrangimento pegou no braço dela, afastou o meu, e a agarrou de costas para ele, exatamente como eu estava com ela antes. Ela disse no meu ouvido: este gostoso já está com a cabeça do pau na porta da minha xana, vou mandar ele botar camisinha e vou deixar enfiar, ok? Eu disse que por mim tudo bem. Ela pediu, ele tirou uma do bolso e vestiu rapidamente, afastou as coxas dela, se agachou um pouco e foi ajeitando aquela vara até penetrar a minha Bela. Quando entrou tudo ela olhou pra cima, suspirou e passou a curtir o momento, de mão dada comigo. O cara enfiava a tirava devagar, até que abriu um espaço na cama em frente e ele então a empurrou para que ficasse de quatro apoiada na cama. Passou a bombá-la num ritmo frenético. As bolas dele estalavam tão forte na bunda dela que um outro falou: “aí parceiro, não força a barra senão vai acabar em omelete!”. Todo mundo rachou na gargalhada! Ela gemia, mais prazer do que dor. Eu perguntei se tava tudo ok, ela disse que sim. Pulei então ajoelhado pra cima da cama, baixei a calça e botei meu pau para ela chupar. Mal conseguia pois saltava a cada estocada do cara. Nisso um brucutú se aproximou e botou o pau sem camisinha ao lado do meu para ela também chupar. Eu segurei com a mesma mão o meu e o do cara junto, que também estava duro como pedra, e senti que era bem mais grosso que o meu. Ela tentava enfiar os dois na boca mas não conseguia. A cabeçona do grandalhão era o dobro da minha! Ficou só lambendo e nos punhetando, até que sentimos que o cara ia gozar. Ela então largou o meu, abocanhou o dele e deixou ele despejar jato após jato na sua boca. Quando o cara tirou e se afastou, ela puxou meu pescoço e me deu um beijo passando boa parte da porra do cara para minha boca, ordenando “engole também!”. Até então eu só tinha tomado minha própria porra. Esta parecia mais grossa e descia grudando, mas tinha um gosto mais adocicado, até melhor do que a minha! Por uns instantes fiquei meio paralisado com que acabava de acontecer. Eu bebendo porra de um outro macho de quem eu mal tinha visto a cara! Enquanto isto, o cara que seguia comendo ela também se aprumou para gozar. Gozou gemendo alto, mas não tirou, só diminuiu o ritmo e parecia que ia seguir, foi quando apareceram dois outros jovens, aparentemente da turma da despedida de solteiro, e praticamente o arrancaram de dentro dela dizendo “pô cara, vai ficar aí a noite inteira? Gozou, vaza!” Pintou um clima de hostilidade no ambiente. O comedor tirou de dentro dela, tirou a camisinha cheia e jogou sobre a cama e foi embora. Não sei por que, mas instintivamente a apanhei, dei um nó e botei no bolso. Os dois jovens, ambos mulatos, um forte de bermuda, outro magricela, de calça de abrigo adidas, a puxaram e a convidaram para a sala escura ali ao lado. Nem se deram conta que ela estava acompanhada. Eu saltei de cama e disse “peraí que ela tá comigo”. Um deles respondeu, “então vem junto. Tá na chuva é pra se molhar”. Ela disse que queria ir sim, porque ainda não tinha gozado.
Foram levando ela quase de arrasto, e eu tentando não perder contato, pois a sala escura era exatamente isso: absoluta escuridão. Era tudo no tato. Botaram ela sobra a cama. Eu conseguia localizar o magrela por causa das listas brancas da sua calça na luz negra. Fiquei na beira da cama e mal conseguia manter minha mão sobre a bunda dela. Devia ter em torno de oito a dez pessoas sobre a cama e mais uns em volta se masturbando. Acho que era a Bela e mais uma ou duas fêmeas e o resto tudo machos. Acho qua também tinha dois homens transando por ali. Era um matagal de cacetes! Eu sentia paus esfregando em mim, uns inclusive bem melados, não sei se de porra, baba ou suco de buceta. Percebi que a Bela montou num cara. Eu que estava com a mão esticada por entre pernas e braços alheios sobre a coxa dela, senti uma piroca roçar na minha mão. Rapidamente enfiei meus dedos entre os lábios abrindo a bucetinha dela e senti uma pica sem camisinha ir se alojando pra dentro. Eu falei alto “tá sem camisinha cara!” O sujeito retrucou “Já era, meu! Tá lá no fundo já! “Ela só disse “Deixa”, afastou a minha mão e passou a galopar em cima do cara. Pela primeira vez ela falou algo, dizendo “meu deus, que pauzão gostoso”. Depois de alguns minutos ela gozou forte, antes do cara que a comia. Deitou sobre ele e segundo percebi, se beijaram longamente enquanto ele seguia metendo, até que o magrela de adidas se aproximou por trás, eu fui tateando até tocar para confirmar que estava de camisinha, ele foi pincelando o pau no cuzinho dela, iniciando uma DP. Toquei e senti que era muito comprido, uns três dados mais que o meu, mas não muito grosso. Ela pediu para ele penetrar devagar, o que ele atendeu. Foi botando até ela dizer “cara, que tamanho é esse teu cacete, tá passando do meu segundo anel lá no fundo!”. Ou seja, era tão longo que estava penetrando no sigmóide, a parte final do intestino dela.
Ela estava delirando com duas varas preenchendo seus espaços. Depois de uns minutos, o cara que comia a buceta no pêlo gozou, saiu de baixo dela com dificuldade, já que ela seguia enfiada no outro como uma picanha no espeto. Eu então ocupei o lugar dele. Fui enfiando meu pau na bucetinha dela e pulsando a porra do outro pra cima do meu saco. Não demorei e gozei muito. Fiquei ali embaixo dela parado, já com o pau pra fora, só sentindo as bolas do magrela esfregando nas minhas enquanto seguia comendo o cu dela.
Para culminar, um outro cacete enorme e desencapado apareceu pelo lado da minha cabeça e encostou na minha boca, acho que pensando ser a dela. Eu meio sem querer abri e ele enfiou. Eu fiquei fingindo ser ela, agarrei e chupei aquele pauzão com vontade. De repente o sujeito tirou e gozou no meu rosto um primeiro jato que parecia estar mijando porra de tão longo, seguido de mais uns cinco ou seis que passavam por cima da minha cabeça. Passei o dedo, empurrei pra dentro da boca e provei esta também. Outro sabor, mais salgado!
Quando o sujeito se afastou. Eu então disse pra ela que devíamos parar por ali. O magrela então tirou do cu dela, não sei se tinha gozado ou não, e aproveitamos para nos esgueirar para fora da cama para sair da sala escura, ela completamente nua, com a saia e a blusa na mão, tentando achar a sandália. Eu disse para irmos para o banheiro nos limpar. Passamos pelo labirinto, chegamos ao corredor polonês onde homens e mulheres nitidamente bêbados conversavam e riam alto. Levei ela para o banheiro masculino comigo, onde havia chuveiros. Dissemos “que loucura, hein?”. Ela disse que estava arrombada. Então reparou que minha barba e cabelo estavam cheio de porra. Eu falei que nem sabia de onde tinha vindo. Não contei que tinha chupado a rola que produzira aquela porra. Tomamos uma ducha com outros homens mijando ou limpando seus cacetes na pia em frente. Um velho que estava de pau duro começou até a bater uma punheta sem constrangimento nenhum, olhando ela.
Voltamos para o salão onde ia começar um show de strip-tease masculino. Na passarela duas gordinhas peladas se beijavam e rebolavam. No palquinho, uma esposa com o marido ao lado (reparei as alianças), boquetava uma multidão de paus que se aglomeravam em volta. Sentamos numa mesa vazia para tomar um drink saideiro e assistir ao tal show. Nisso um garoto, que devia ter uns 18 anos (menor não entrava), se aproximou da Bela, nos pediu licença, e foi puxando um papinho, botou a mão por baixo da saia dela, sorrindo quando percebeu que estava sem calcinha. Começou a tocar uma siririca nela, que não só permitiu, como abriu o cinto e o zíper do garoto, tirou o pauzão torto e duro dele pra fora e passou a punhetá-lo também. Depois de uns cinco minutos naquela sacanagem, enquanto um cara fantasiado de Zorro dançava e fazia strip-tease, ela gozou mais uma vez, agora com os dedos do menino na buceta, acelerou a punheta até que o garoto começou a ejacular como uma metralhadora espalhando bala pra todo lado. Nos despedimos, o garoto ainda a elogiou e passou a ela seu telefone num guardanapo, levantamos, acertamos a conta no bar e fomos embora.
Falamos pouco sobre tudo que tinha rolado ali. Eu só perguntei se ela tinha curtido e ela respondeu que a aventura fora intensa, mas não tinha certeza se queria repetir. Ao chegar em casa percebi que ainda tinha no bolso aquela camisinha usada pelo primeiro que a fodeu. Mostrei pra ela, que se impressionou com a quantidade, tentamos sem sucesso desatar o nó para eu vesti-la ainda com a gala do outro lá dentro, então desistimos, jogamos fora e fomos dormir.
Depois disso nossa vida sexual melhorou um bocado. Acho inclusive que ela diminuiu suas escapadas. Até que surgiu um inusitado fato novo que será contado num outro relato.
montserrat