Corno sempre foi meu destino

Fiquei fliz que gostaram do conto anterior. Neste vou abordar o que me levou a terminar meu primeiro casamento. Para quem não leu o anterior, eu casei aos 20 anos com minha namorada, grávida. Meus pais tinham alguns recursos, ambos imigrantes, ele era gerente de um banco estatal na região, minha mãe era enfermeira. Quando casamos (vou chamar ela de Vera), ela estava na metade da gravidez. Eu estava na universidade em outra cidade, e ela trabalhava na área de cobrança de uma famosa empresa da região. Eu passava de 5a. à noite a domingo na nossa cidade, que ficava a um pouco mais de 1h de carro da universidade. Lá eu dividia um pequeno apartamento com dois colegas (não incluía o Fernando do outro conto!). Vera e eu morávamos em um anexo à casa dos meus pais, num sítio, onde ele mantinha um pequeno pomar de maçãs. O sítio tinha piscina e nosso “puxadinho” era bem confortável, tinha lareira, varanda e até sauna. Meus avós maternos tinham morado ali. Na propriedade, há décadas trabalhava um casal e um de seus filhos (Jefferson), adolescente, que havia nascido lá mesmo. O senhor (Günter) também imigrante, a sra. (Dalva) originalmente do Maranhão. O filho, um garoto que chamava atenção, pois era um mulatinho de olhos bem verdes, muito bonito, àquela época devia ter uns 14-15 anos. Meus pais o tratavam como filho, e ele tomava conta do jardim, da piscina e dos cachorros.

Quando nossa primeira filha nasceu, Vera parou de trabalhar. Ela teve depressão pós-parto, uma barra. Um ano depois, comecei a perceber uma mudança de comportamento dela. Mais excitada sexualmente, usando vocabulário diferente, se vestindo mais ousada. Eu comecei a ficar desconfiado. Notei que ela tinha passado a levar ela mesmo a cesta de roupa suja para lavanderia na casa principal. Antes a Dalva que apanhava na nossa. Uma quinta à noite, cheguei mais cedo, fui tomar banho e vi a cesta ainda lá. Fui investigar e achei a roupa de ginástica dela claramente com porra recente. Fiquei super abalado, não sabia o que fazer, se chutava o balde, ia investigar a fundo, ou esquecia. Decidi pela segunda opçao. Fiquei obcecado, imaginando quem poderia ser. Num certo momento desconfiei do Günter e até do meu pai, o que era inconcebível! Podia ser do antigo trabalho dela, um ex-namorado, o veterinário, algum prestador de serviço, enfim qualquer um. Aos poucos fui percebendo tambêm uma mudança de comportamento no Jefferson, que amadurecia rapidamente, e tinha passado a tratar a Vera com menos formalidade. Fiquei observando, mas achava difícil, afinal ele era um garoto quase da família, não ia correr este risco. Até que um dia a Vera estava tomando sol na piscina de costas, de fio dental, e sem a parte de cima. Eu vi da nossa varanda o Jeferson se dirigir à área para fazer algum tipo de trabalho na piscina. E percebi ela propositalmente deixando os seios à mostra para ele ver. Eu fui até lá e imediatamente percebi o Jefferson de pau completamente duro dentro do calção. Ele imediatamente se afastou e se dirigiu ao banheiro/ vestiário junto à piscina. Eu disfarcei e fiz a volta para olhar pela basculante e peguei ele na punheta. Fiquei impressionado com o tamanho do pau do menino. Escuro, comprido e grosso. Daquela idade já era muito maior que o meu, que tem 17 cm e circunferência de 13cm, quando bem duro. Fiquei espiando pela basculante que ficava atrás da privada, onde ele estava sentando se masturbando, até que ele esporrou por tudo, segurava um papel na frente da cabeçona do pau, mas ?ão adiantou, foi até a porta. Naquele momento me excitei pensando aquela tora juvenil enchendo a buceta da minha mulher com sua porra. Foi uma sensação de culpa, mas me lembrei de tudo que já tinha feito na minha adolescência e assimilei a situação. Voltei pra junto da Vera, passamos um tempo por ali, o Jefferson voltou e terminou de fazer o que ele estava fazendo na piscina, deu tchau e se recolheu. A Vera foi pra casa tomar banho e eu me dirigi ao banheiro onde o Jefferson tinha batido a punheta. Vi que tinha limpado a porra da porta, aí fui no cesto de lixo ao lado (aquela área da propriedade não tinha esgoto encanado, era fossa, portanto não se colocava papel na privada) e apanhei vários pedaços de papel cheios de porra. Não resisti e lambi e até engoli um tanto, aproveitando para bater uma ali mesmo. Naquele instante reascendia meu fetiche por porra, seja de quem for. Decidi deixar rolar e fui me acostumando com a idéia daquilo me excitar. Vera e eu passamos a transar muito mais, às sextas e sábados que passámos em casa, a noite inteira. Eu sabia que ela já tinha voltado a tomar anti-concepcional, portanto não fiquei preocupado que pudesse engravidar de outro. Um dia, ela me disse que tinha comprado um pacote de camisinhas para dar de aniversario de 15 anos ao Jefferson, já que ele deveria estar se iniciando sexualmente, pois já tinha um pau e bolas enormes. Eu perguntei como ela sabia, ela com naturalidade confessou que notava no calção dele que ficava de pau duro ao vê-la de biquini, e que gostava de provocá-lo, deixando ele vê-la se trocando, deixando cair a parte de cima do biquini na piscina, e até sabia que ele cheirava suas calcinhas na lavanderia. Eu fiquei super espantado com a naturalidade dela e disse que isso não era legal, pois o garoto ou ia se sentir acuado, ou ia tentar avançar, e que nos dois casos não ia terminar bem. Ela aí me perguntou com um sorriso maroto: “Ah, vai dizer que você não fica batendo punheta imaginando ele aqui me comendo com aquela tromba morena, maior que a sua, me esporrando toda, enquanto você está estudando. Eu não soube o que responder! Logo decidimos ter outro filho (filha, no caso). Achei que seria uma forma de acalmar nossos instintos animais. Ela demorou a engravidar, mas eu percebi que neste meio tempo seguia me traindo, com o Jefferson e provavelmente com outros, pois tinha percebido marcas de tapa na bunda dela. Mas como nunca mais vi porra nas roupas dela, concluí que andava transando com camisinha. Até que engravidou. As coisas meio que se acomodaram entre nós, mas eu seguia percebendo o Jefferson de olho nela. Até que uma noite de domingo, eu estava no meio do caminho de volta para universidade, e me dei conta que tinha esquecido meu computador. Dei meia volta e retornei. Ao chegar, resolvi deixar o carro do lado de fora do portão e ir sorrateiro até nossa casa para ver se não estava acontecendo nada suspeito. Não deu outra, olhei pela janela e vi ela ajoelhada chupando o pau do Jefferson, num canto da cozinha. Fiquei escondido esperando para ver até onde ia aquilo, afinal ela estava grávida e a barriga já era bem proeminente. Vi ele gozar na boca dela, ela engolir tudo, lamber o pau dele, depois limpando o chão. Ficaram conversando um pouco, mas eu não conseguia ouvir. O pauzão dele seguia duro. Acho que devia ter mais de 20cm, e era tão ou mais grosso que uma long-neck. A cabeça, que parecia uma nectarina graúda, era bem vermelha, apesar do pau ser quase negro. Em poucos minutos ela retomou uma punheta e um boquete nele e se dirigiram para nosso quarto. Aí fiquei meio indignado. Fui até a janela, que estava meio aberta, e consegui ver ela deitar e puxá-lo a chupar sua buceta e depois subir e ficar de quatro sobre a cama ajudando-o a enfiar no seu cu. Ela dizia que queria que ele a empalasse com aquele tronco novinho, mas logo gemia de dor e dizia “não vai dar, dói demais, o do Leo é grosso mais nem tanto”. O menino nã dizia nada, só obedecia. Não conseguiram e desistiram. Ela passou a chupá-lo de novo, segurava com duas mãos e sobrava mais do que conseguia enfiar na garganta, até que ele gozou de novo, desta vez no rosto e nos peitos dela. Ele se limpou com uma toalha, se vestiu e saiu. Eu fiquei escondido por uns 10 minutos e adentrei a casa calmamente dizendo que tinha voltado pois esquecera o computador. Ela estava nervosa. Passei pelo quarto a caminho do nosso banheiro para mijar e notei porra no meu travesseiro. Pô, aí é foda! Pensei em dizer algo tipo pra ela ficar de olho pois o Jefferson devia andar batendo punheta na nossa cama, mas decidi limpar eu mesmo (aproveitando par dar uma boa lambida!) e deixar por isso mesmo. Mas fiquei preocupado pois me dei conta que o Jefferson era menor, e talvez ela pudesse ser enquadrada como pedófila! Segui meu caminho e fiquei a semana inteira pensando naquilo, mas de certa forma aliviado por perceber que eles não estavam tendo sexo vaginal, por causa da gravidez. Passaram-se os meses, nasceu nossa segunda filha, mas a partir dali nossa relação começou a deteriorar. Ela passava mais tempo fora de casa e deixava as crianças com minha mãe. Eu sabia que devia estar com um amante. Não deu outra, menos de um ano do nascimento ela pediu separação sem muita explicação. Só dizendo que não me amava mais e queria voltar a estudar. As crianças acabaram morando com meus pais, pois lá teriam o conforto que ela não podia proporcionar sozinha. Ela voltou a morar com seus pais, estudar administração, mas via as crianças quase todos os dias. Não posso negar que foi uma boa mãe. Um ano depois eu me formei e resolvi aproveitar mais a vida. Ela teve alguns casos, mas levou vários anos para se casar de novo, aí com um cara muito boa gente, arquiteto, mais velho e bem de vida. Nossas filhas já estão crescidas e vivem com eles hoje. As minhas aventuras a partir dessa época eu conto depois.

Ah, fiquei então sabendo que o Jefferson, que estava com 17 anos, tinha engravidado uma solteira de quase 40 anos! O guri era mesmo um pica-de-ouro, terror das MILF da cidade! Kkk!


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico montserrat

Nome do conto:
Corno sempre foi meu destino

Codigo do conto:
252604

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
20/01/2026

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1

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