Saíram do banheiro, e foram se deitar na nossa cama juntos, nus, só que de lados invertidos, ou seja ele não ficou no meu lado da cama. Primeiro achei que só iam dar uma e depois iam cada um pro seu lado, mas na verdade passaram a noite toda juntos. Logo que deitaram ela ficou de bruços e ele veio por cima. Segurou os braços dela bem abertos e a fodeu pelas costas, cachorrinho, por uns 5 minutos. Não deu pra ver detalhes por estavam por dentro dos lençóis. Terminado, ficaram abraçados de lado, frente a frente, ela passou uma perna por sobre ele e adormeceram.
Pela meia-noite ele começou a se mexer, ela, deitada de costas, abriu as pernas para ele se encaixar no meio e foderam mais uma vez, em ritmo acelerado, agora papai-e-mamãe. Quando acabaram, afastaram o lençol, ficaram um bom tempo deitados, ele de costas, ela de lado com a cabeça apoiada na mão, olhando pra ele e conversando algo aparentemente sério. Ela falava mais, ele respondia de vez em quando. Se posicionaram de colherinha e voltaram a dormir.
À 1:20 ele endurece de novo, fala algo no ouvido dela. Ela mal se mexe, só ergue uma perna, pega no pau dele e direciona. Ele a penetra com mais dificuldade, pois ela devia estar acabada e menos excitada. Bomba mais lentamente por 8 minutos e goza, pressionando o corpo contra a bunda dela, que acusa certa dor. Ela ficou praticamente passiva durante esta enfiada. Adormecem com ele dentro dela. À 1:44 ele retira o pau mole de dentro dela, dormindo, vira e fica de barriga pra cima. Num certo momento ela muda de lado, e fica virada para ele, com a mão no seu peito.
Pelas 3:00, com ele adormecido, a tromba negra começa novamente a dar sinal de vida e vai crescendo lentamente. Ele, insaciável, vira de lado, frente a frente com ela, tenta erguer a perna dela para mais uma, quase como em piloto automático, mas ela ainda dormindo recusa e vira pro outro lado. Ele então começa uma lenta punheta, deslizando a mão direita, que não fechava em volta do tronco, ao longo daqueles 25cm de ferro quente entre a cabeçorra e o saco. Volta e meia espalhava pela cabeça o abundante pré-gozo que vazava do cano. Às 3:17 ele puxa uma ponta do lençol, cobre a cabeça da pica, acelera e goza. Dá pra perceber na imagem noturna esverdeada uma enorme mancha se formando. Se cobre com o lençol esporrado e cai no sono de novo. Naquela noite, até ali o garoto já tinha dado cinco!
Acordaram às 7:00, aparentemente com o alarme. Ele sai de baixo das cobertas pelado com o membro pronto para mais uma. Ela o segura, massageia as bolas, dá um beijo no cabeção inchado e lustroso, mas fica por isso. Tomam outro banho juntos, desta vez de chuveiro e breve. Ele veste a mesma roupa da noite anterior, que acho que usa de pijama, ela veste uma camisola totalmente transparente, sem calcinha nem sutiã.
Às 7:33 saem do quarto e vão preparar e tomar café juntos, em pé junto à grande bancada da cozinha, aberta pra sala. Não dá pra ver, pois estavam do lado oposto da câmera, mas pareciam se bolinar durante todo o tempo. Às 8:00 em ponto ele se retira e ela volta ao quarto, inspeciona os lençóis e vai constatando que estão ensopados de porra. Deita sobre a cama, morde as partes esporradas do lençol e se masturba com vigor, esfregando o clit com uma mão e massageando o ponto G com a outra, goza profundamente em menos de 3 minutos. Levanta, vai ao banheiro, volta penteada, maquiada, pronta para se vestir, remove tudo da cama, bota no chão e refaz com lençóis e fronhas novos. Inspeciona com cuidado qualquer pista que possa ter sido deixada. Marcel vem recolhê-los às 11:50, quando ela sai, vestindo uma blusa justa com os biquinhos bem marcados.
Começo a me dar conta que o que está rolando entre eles parece mais do que simples sexo. É uma mistura de obsessão e afeto, mais por parte dela. Já se beijam longamente enquanto fodem, ela volta e meia o acaricia na cabeça, se despedem com selinhos. O garoto tem um tesão enorme, mas não tem a experiência e o jogo de cintura do sexo de adulto. Por exemplo, nunca vi ele dar tapas na bunda dela ao comê-la (ela não gosta de fazer papel submisso) ou pelo menos passar a mão na bunda dela sem ser convidado. Ele faz o que ela manda. Ela exerce total controle da situação. De uma forma geral, ele ainda age passivamente, cauteloso, como se estivesse preocupado com aquela situação que se desenrolava. Afinal, ele não imaginava o que aconteceria se eu os apanhasse. Se ele fosse demitido, teria que arranjar outro emprego em 30 dias ou perderia o visto de permanência no país.
Uma observação, já que me questionaram: eu não posso compartilhar imagens das cenas, pois a despeito dos nomes fictícios, como os protagonistas não consentiram, se caracterizaria em crime. Se um dia isto se tornar consensual e aberto, e eles concordarem, aí pode ser. Enquanto isso, vou me entretendo com a situação e tentando fazer com que os leitores se sintam como eu. Afinal, ainda tenho bastante material no meu acervo (kkkk!)
montserrat