Punheteiro no ônibus

Aconteceu neste feriado de 1° de maio. Peguei um ônibus leito de Porto Alegre para Florianópolis. O ônibus vinha de Rio Grande, fui o único passageiro a embarcar na rodoviária de Porto Alegre. Meu assento-cama ficava na parte inferior do carro. Eram apenas 8, sendo seis pares e dois separados. Quando comprei, só havia um livre, no corredor, ao lado de outro. Havia uma pequena cortina separando. Entrei em silêncio, pois todos dormiam, guardei minha mochila atrás do encosto e me acomodei, reclinando a cadeira quase totalmente. Me dei conta que havia esquecido meus fones de ouvido. Mas logo peguei no sono, pois já era quase meia-noite. Como a cortina entre eu e o outro passageiro estava fechada, apenas como uma pequena fresta entre as duas metades, não vi quem era, nem me preocupei. A certa altura abri os olhos e vi que o passageiro ao lado assistia alguma coisa no celular. Então pude perceber que se masturbava discretamente por baixo do cobertor. Minha curiosidade me excitou e fiquei observando. A fresta da cortina me permitia enxergar exatamente a região entre a barriga e as coxas do vizinho. Depois de um tempo ele deu uma breve acelerada no ritmo e parou, claramente tinha gozado. Virou-se meio de lado, de costas para mim, e ouvi o típico estalar de uma camisinha sendo retirada. Quando se virou de volta, com a calça do abrigo adidas arriada, apanhou uma ponta do cobertor e limpou a cabeça da piroca, que era das graúdas. Cobriu-se novamente e seguiu assistindo algo, que concluí ser algum pornô. Passaram-se alguns minutos e ele voltou a se masturbar. Como eu estava cansado, voltei a dormir. Acordei depois de umas duas horas para tomar um gole dagua, olhei discretamente para o lado e vi que a cortina estava um pouco mais aberta. O sujeito não estava mais assistindo video, mas agora batia punheta abertamente, por fora da coberta. Eu pensava será que este cara vem batendo punheta todo este tempo?? Não consegui não ficar olhando. A piroca dura como um poste parecia maior do que antes, quando o tinha visto limpando a gozada, talvez porque ali já estava meio mole. Ele seguiu se bolinando, espremia o pau para sair baba e brincava com ela, espalhando pela cabeça toda como se fosse geléia. Massageava as bolas, bombava o pau com as duas mãos, pois era comprido o suficiente, e depois de longos minutos, enquanto passávamos por algum centro urbano com iluminaçåo, pude ver nitidamente a gozada farta que deu. Parecia um vulcão cuspindo lava. Não eram jatos fortes, mas eram golfadas contínuas escorrendo pela piroca, que ele ia aparando e secando com o cobertor. Eu a aquelas alturas estava de pau duro e louco para fazer o mesmo, por baixo da minha calça de moleton, que uso sem cueca. Passaram-se uns 10 minutos e o ônibus entrou num posto em Sombrio. O motorista anunciou parada de meia-hora. O vizinho então abriu a cortina e pediu licença para passar e sair. Ali vi que era um garoto de uns 18-19 anos, mas nåo consegui ver muito mais. Eu não desci de imediato. Depois dele passar, notei uma camisinha usada jogada no chão. Resolvi então descer para ir ao banheiro. Voltei ainda antes dele. Quando retornou e pediu licença para passar pro seu assento, ele ainda deu uma ajeitada no volume que era perceptível por cima da calça. O ônibus então prosseguiu viagem e ele fechou a cortina, desta vez totalmente. Dei mais uma cochilada, e acordei com um chacoalhado no braço do assento. Ele tava se masturbando mais uma vez!. Eu fingia dormir e passei eu também a bater uma, já que agora ele não conseguiria me ver. Passou um pouco e o ônibus saiu mais uma vez da estrada. Entrou em Garopaba. Quando estava estacionando, ele se recompôs, apanhou sua mochila e outras coisas, pediu licença para passar, disse um tchau e desembarcou. Não resisti, tive que acender a luz de leitura do lado dele, e ao dar uma mexida naquele cobertor amontoado sobre o assento agora vazio, enfiei meus dedos direto numa enorme poça de porra! Mexendo mais constatei que o pobre cobertor estava ensopado de porra, umas partes secas, outras ainda meladas. Lembrei ainda da camisinha no chão. Peguei e estiquei. Tinha uma quantidade inacreditável de leite dentro. Com certeza mais de uma só gozada. O cara realmente passou a viagem toda se masturbando! Era o tesão adolescente à flor da pele. O meu tesão ali era tanto que fiz a maluquice de vestir aquela camisinha usada, mergulhando a cabeça do meu pau na porra acumulada, sem conseguir evitar de derramar o excesso. Me cobri, toquei uma punheta gostosa, sentido meu pau nadando na porra daquele garoto. Gozei demais. Deixei meu pau amolecer bem para então despir a camisinha. Meus pentelhos estavam cobertos de porra. Tive que usar o mesmo artifício: puxei o cobertor dele (poupei o meu) e me limpei o quanto pude. Estava exausto, peguei no sono e só acordei quando o ônibus estacionou na rodoviaria de Floripa. Foi uma viagem divertida!

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico montserrat

Nome do conto:
Punheteiro no ônibus

Codigo do conto:
261210

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
04/05/2026

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