Um menino haitiano em nossa casa

Olá pessoal. Aqui Leo, parceiro da Bela. Ofereço mais um relato longo, pois como é verídico e recente, gosto de prover detalhes para o leitor se sentir dentro da situação. Desculpe aos que acharem muito extenso.

Passada a aventura do swing, voltamos para casa e, como disse, nossa vida sexual se reencontrou, ainda que eu soubesse que a Bela seguia dando suas escapas de vez em quando, o que àquela altura estava me dando mais tesão do que incômodo. Ela nunca falou nada a respeito, eu nunca perguntei. Só ficava imaginando e fantasiando, inclusive durante nossas trepadas.

Houve um período que começaram a chegar na nossa região vários imigrantes do Senegal e do Haiti. Vinham em busca de trabalho, ou para mandar grana pra família lá fora, ou para se estabelecerem aqui e trazerem o resto da família mais tarde. Uma família conhecida nossa contratou para seus postos de gasolina vários deles. Elogiavam muito sua capacidade de trabalho e confiança. Um dia a Bela me veio com esta idéia, de contratarmos um deles, já que estávamos tendo dificuldade em achar bons empregados e tínhamos uma boa dependência de serviço desocupada anexa à nossa casa, que ficava entre a piscina e as garagens, preservando nossa privacidade. Além disso, ela via uma oportunidade de praticar seu francês (era fluente em várias línguas) e poderia ensinar português, já que era formada em Letras e Literatura. Perguntou o que eu achava, eu fiquei de pensar. Logo achei que ela estava era a fim de ter um negrão por perto. Acabei concordando. Ela tomou conta de todo o processo. Passaram-se umas semanas e apareceu o candidato, um haitiano. Fomos no escritório do agente de imigração entrevistá-lo.

Achei que seria um senhor, de meia idade, com mulher e filhos no Haiti. Para minha surpresa aparece um garotão. Se chamava Marcel. Era preto retinto, dentes bem brancos, devia ter quase 1,80 e era mais pra magro, mas devia ser bem forte, pois chamava a atenção o tamanho de seu bíceps. Era um jovem muito bem apessoado, mas bastante tímido, o que era compreensível, pois havia chegado sozinho no Brasil há menos de 1 semana. O agente disse que ele faria 18 anos em duas semanas, por questões legais, teria que esperar para começar a trabalhar. Havia um tradutor na entrevista, mas a Bela fazia algumas perguntas em francês diretamente ao menino. Ele discorreu sobre sua família, suas habilidades, disse que trabalhava desde muito pequeno, tendo estado em obras, lojas de ferragem e mercadinhos. Não fez muitas perguntas. Dissemos que procurávamos alguém para tomar conta da nossa propriedade, cuidando do jardim, do pomar e horta, da piscina, dos animais (tínhamos dois cachorros e um galinheiro), lavar os carros de vez em quando, e cuidar da manutenção geral da casa, que estava um pouco negligenciada. Quase não precisávamos de serviços dentro da casa pois além de sermos bastante organizados, almoçávamos fora e tanto a Bela como eu gostamos de cozinhar no jantar, e tínhamos faxineira. Era mais recolher e botar a roupa para lavar e secar. Quando dissemos que além do salário oferecíamos moradia permanente e alimentação, ele arregalou os olhos e quase implorou para ser contratado. E foi.

Chegou o primeiro dia. Era um sábado frio de agosto (o inverno pode ser bem rigoroso onde moramos). Instalamos o Marcel nas suas dependências. Tinha dois quartos, um de casal, outro com um beliche, um banheiro e uma sala com kitchenette e inclusive lareira. Ele ficou maravilhado, dizendo que era maior e melhor do que a casa onde ele morava no Haiti. Ele só estava assustado com o frio, mas ficamos de arrumar roupas adequadas pra ele, e mostramos o aquecimento, que era por caldeira à lenha, e servia também à nossa casa, e que ele deveria cuidar. Ele nos falou ainda que sabia dirigir bem, até caminhão, apesar de não ter carteira. Ficamos de providenciar uma pra ele, pois isso seria muito conveniente para nós.

Passaram-se os meses e o Marcel se mostrou um achado para nós. Tomava conta de tudo. Descobria e solucionava problemas que a gente nem tinha percebido. Tinha conhecimentos básicos de eletricidade, hidráulica, marcenaria, e indicava quando precisávamos chamar algum técnico. Como ainda não falava muito português, mesmo nas folgas, quase não saía de casa. Sempre achava algo para fazer. Passamos pra ele um iPad antigo, mandamos instalar wifi na dependência dele. Bela passou a dar aulas de português a ele três dias por semana, no final da tarde, ao voltar do trabalho. Ela ia cada vez fando menos francês e mais português com ele. Concordamos até em permitir que ele usasse a piscina quando fôssemos passar fins-de-semana fora.

Um dia a Bela comentou que não sabia como abordar o assunto com ele, mas devíamos pedir que ele usasse cueca, pois andava sempre ou de abrigo ou calção balançando sua enorme piroca. Eu brinquei com ela perguntando se ela não gostava, já que tinha experimentado várias no swing, com que ela respondeu que as do swing ela tinha usado, não visto, e que se era pra ficar vendo aquilo todo dia, ia acabar querendo experimentar. Eu fiquei tentado a dizer “por que não?”, mas me contive. Eu já tinha mesmo reparado algumas vezes o pau dele quase escapando pela perna do calção. Como era de se esperar, o garoto era muito bem calçado e devia bater muita punheta, já que não tinha ninguém para foder. Um dia resolvi dizer pra ele que se quisesse poderia trazer alguma menina para casa, caso estivéssemos fora, pois entendia que naquela idade ele precisava de sexo de vez em quando. Ele riu e agradeceu.

Foi chegando o verão, a Bela tomava sol na piscina todas as manhãs depois de ir à academia bem cedo (ela só trabalhava à tarde). Fui percebendo uma maior intimidade entre ela e o Marcel. Ela afagava as costas ou a cabeça dele quando o elogiava, puxava ele pela mão quando queria mostrar alguma coisa e por aí vai. Comprou algumas roupas de verão para ele, incluindo calções justos para trabalhar “com mais liberdade de movimento”, segundo ela. Quando ele passou a usar os tais calções, dava pra ver com clareza o desenho da cabeça, com um pouco de prepúcio em volta, o furo e até as veias. Ele acomodava a pica para baixo, ao longo da coxa direita. Mole era o dobro da minha! A Bela não conseguia disfarçar seu tesão, ficando com os bicos do peito quase rasgando a blusa quando o menino passava por ela. Ela até brincou perguntando qual seria o tamanho daquilo duro. Até que um domingo vi ela na piscina pedir para ele passar protetor nas costas, tirando a parte de cima e ficando com os seios de fora, ainda que de costas para ele. Consegui ver ele ficando de pau duro, tentando reacomodar para disfarçar, e se apressando para se afastar. Tive certeza de como aquilo ia terminar!

Uma noite, já tarde, fui até o carro apanhar algo que tinha esquecido. A garagem ficava ao lado das dependências do Marcel. Percebi pelo som que ele estava assistindo pornô. Não resisti e fiz a volta para espiar. Pela basculante da cozinha vi com clareza aquele novinho negro dotadào, no auge da sua virilidade, transbordando testosterona, completamente nu, sentado na poltrona, assistindo um pornô no iPad, enquanto massageava lentamente sua piroca absolutamente descomunal, mais ou menos do tamanho de uma lata de Pringles! Cada testículo era do tamanho de uma bola de sinuca! Ele mesmo não conseguia segurar as duas ao mesmo tempo. Nem em filme eu tinha visto algo daquele tamanho. Pena que não fotografei. Fiquei tão impactado que não consegui me afastar. Só pensava que se eu tivesse uma assim seria o macho mais feliz e orgulhoso do mundo. Fiquei ali espiando, de pau duro, por uns 20 minutos, até ele apanhar uma camisinha, com dificuldade ir acomodando só em volta da cabeça, que era quase do tamanho de uma maçã. Soltou o pau, que ficou apontado para o teto, até começar a esporrar sem parar, sem tocar no pau, mas segurando a camisinha sobre a mão espalmada. Acho que injetou mais de dez jatos que iam inflando a extremidade da camisinha. Ficou sentado com a camisinha pendurada na cabeçona do pau já amolecido, que era muito mais grosso que o meu duro, até o filme acabar. Quando levantou para se dirigir ao banheiro que ficava do outro lado, pude ver a quantidade de porra ali depositada. Eram uns 5 cm acima do bico. De pé, o pau mole mais a camisinha cheia pendurada na cabeça passavam do joelho. Chegava a ser hilário. Agora eu entendi por que ele não usava cueca: aquela tromba não caberia em nenhuma! Saí dali, voltei pra dentro de casa, a Bela já dormia, mas eu a acordei para uma rapidinha, pois meu pau ia explodir. De manhã cedo, ao apanhar o carro para sair, enquanto o Marcel estava trabalhando do outro lado da casa, lembrei de entrar rapidamente no banheiro dele e apanhei do lixo a camisinha da noite anterior. Levei comigo para o escritório. Chegando, fui direto ao banheiro, vesti a camisinha usada, mergulhando a cabeça no esperma do Marcel, e bati uma punheta maravilhosa, adicionando uma pequena contribuição leitosa àquele estoque, depois fui despejando o conteúdo até encher uma de minhas mãos, o que equivalia a bem menos da metade do que a camisinha continha, lambendo, esfregando no rosto e engolindo. Meia hora depois tive que bater outra punheta de tanto tesão.

No dia seguinte eu estou no trabalho à tarde e vejo que a Bela está em casa. Liguei como quem não quer nada, mas não me atendeu. À noite perguntei como tinha sido o dia dela e me disse que normal, mas que estava dolorida da academia. Perguntei onde e se queria uma massagem. Ela disse que nas pernas e nas coxas. Vi que tinha uma mentira no ar. Disse que ia dar uma cochilada antes do jantar, depois faria uma massagem nela. Conferi a cesta de roupa para inspecionar a calcinha, mas não tinha nada. Deitei e ao colocar as mãos por baixo do travesseiro, senti uma gosma. Virei e vi que era porra. O Marcel estava comendo a Bela, na nossa cama, esporrando no meu travesseiro! Fingi cochilar por uma meia-hora, deixei tudo como estava e voltei pra sala. À noite, fiz uma boa massagem nas coxas dela, quando senti que estava ficando com a bucetinha melada, chupei até ela gozar, imaginando que o pauzão do Marcel tinha entrado ali há pouco. Depois dela pegar no sono virei o travesseiro e dormi encostado naquela porra agora seca, que engomava boa parte da fronha. Bati uma punheta, imaginando a cena e pensando o que fazer a respeito. E se ela engravidasse do menino? Aparentemente estava sendo inseminada lá no fundo, mais de uma vez por dia, por um jovem no auge da sua fertilidade, o qual ejaculava um volume absurdo de esperma, e o DIU que ela usava não era um anticoncepcional 100% garantido.

Um dia percebi sangue no vaso. Perguntei pra Bela se estava menstruada, ela disse que não mas que ia ver um médico pois estava com hemorróidas. Acho que na real tinha tentado fazer anal com o Marcel e acabou rasgando o cu. Era impossível que ele conseguisse penetrar o cu dela, e se o fizesse, provavelmente a machucaria seriamente por dentro, pois aquele pau inteiro dentro dela facilmente passaria do reto e adentraria o intestino.

Passei a olhar as gravações contínuas das câmeras que tínhamos na parte externa e na sala, mas não nos quartos. Numa delas, sem som, vi o Marcel agarrando os peitos da Bela, que imediatamente apontou para câmera e o puxou em direção ao quarto. Uns minutos depois ele vem pelado com a tromba dura como um taco de beisebol, pega algo na geladeira e volta para o quarto. Fui assistindo as gravações que acumulavam por 30 dias, e constatei que todas as manhãs, após eu sair eles fodiam no nosso quarto. Além disso, várias vezes no horário de almoço, ela ia em casa e nem entrava na casa principal, ficava na do Marcel por uma meia-hora, pegava o carro e saia de novo. E nas terças e quintas, quando eu chegava tarde, ela dava pra ele ao chegar do trabalho também. Uma outra manhã recolhi uma camisinha usada do lixo dele e despejei o conteúdo num copinho de medir detergente de roupa. Coletei 25ml, fora o que ficou dentro da camisinha. Em suma fodiam pelo menos umas 9 vezes por semana, provavelmente com várias gozadas por vez. Calculo que ela absorvia um litro de porra daquele moleque a cada dois meses!

E este baile segue até hoje. Ela tá feliz, aparentemente só fode em casa (ainda que não só comigo!), o Marcel está feliz, trabalhando bem e ganhando sua grana para sustentar a família no Haiti, já fala do bem português, começando a fazer amigos na cidade, e pegando a patroa gostosa todo dia. Eu eu tô feliz sabendo que estão todos felizes. Será que algum dia vamos abrir este jogo e eu assistir o menino empalando a minha Bela ao vivo? Talvez seja melhor deixar assim para não estragar!


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico montserrat

Nome do conto:
Um menino haitiano em nossa casa

Codigo do conto:
255935

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
01/03/2026

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