Aconteceu numa praia de nudismo em SC, que frequento sempre que posso. Minha então namorada (vou chamar de Beta) e eu fomos lá num dia de semana em março, melhor época para ir, quando tem menos turista, mas ainda faz calor. A praia é predominantemente frequentada pelo público LGBTQ. Como sempre fazíamos, estacionamos perto do bar defronte a praia, caminhamos os mais ou menos 300m pela areia em direção a umas pedras, depois das quais tem uma pequena enseada, mais reservada. Por ali há trilhas onde geralmente ficam homens fazendo cruising. Quem quiser sair um pouco da trilha com certeza assiste cenas de sexo ao vivo. No caminho, cruzamos com dois rapazes jovens muito bonitos. Nos cumprimentamos sem parar. Ambos eram meio loiros, um com cabelo comprido ondulado, outro bem curto, bronzeados, razoavelmente altos (pelo menos 180), corpos saudáveis, mas não excessivamente musculosos e sem pelos mas nao depilados lá em baixo. Beta comentou: “que casal lindo! Não se vê gente assim por aqui! Geralmente são uns velhos gordos. E você reparou os paus deles? (eu reparei sim!).Cheguei a ficar com tesão (confesso que eu também kkk!). Nunca vi paus tão bonitos assim”. Eu perguntei o que significava pau bonito, e qual deles. Ela disse “Os dois. São até parecidos. Não só pelo tamanho (estavam flácidos, cabeçonas à mostra, mas já eram pelo menos do tamanho do meu duro!), mas pelo desenho mesmo. Que desperdício paus assim não estarem à disposição de nós mulheres!” Eu retruquei que não se sabia, talvez fossem bi ou nem mesmo gay, apenas dois amigos naturistas passeando pela praia. Afinal eu já estivera naquela situação inúmeras vezes. Chegando na enseadinha, não havia ninguem. Estendemos duas toalhas e os encostos que carregamos sempre, armamos a barraca de sol atrás de nós e ficamos conversando e tomando sol, ela de frente, eu de costas. Nosso papo sempre envolvia algo sexual. Passaram-se uns 5-10 min, Beta estava deitada, com as pernas semi-abertas, ensaiando uma siririca. Nisso aparecem os dois rapazes, acenaram com a cabeça e se sentam junto a umas pedras a uns 30m de nós. Ela disse “será que vieram atrás de mim ou de você?”, e seguiu massageando a bucetinha, agora mais ainda os provocando. Eu me sentei e passamos a ccnversar entre nós sem dar muita bandeira, mas sem perdê-los de vista. Beta disse que adoraria ver aqueles paus duros. Eu disse que ficasse ali os provocando que assim íamos saber qual o jogo deles. Eles ficaram ali conversando uns 15 min entre eles, sem pegação nenhuma. Até que vieram até nós para conversar. Tinham um jeito um pouco afeminado, mas não demais. Eu achei que eram sim gays discretos. Ficaram um pouco em pé ao nosso lado, até que os convidamos a se sentarem. Eles voltaram até as pedras, apanharam suas mochilas e toalhas, e se instalaram ao nosso lado. Aí se apresentaram (Fred e Norton), e disseram que eram irmãos. Comentamos que tínhamos mesmo os achado parecidos, inclusive as ferramentas!, mas que achamos que eram um bonito casal gay. Eles agradeceram o elogio, mas não fizeram nenhum comentário sobre sua orientação sexual. A Beta tinha se virado de costas e perguntou se alguém passaria protetor nela, já que estava com as mãos cheia de areia. Eu disse que eu também, mas que certamente um dos rapazes se habilitaria. Os dois disseram que sim. Ela passou o frasco para o de cabelo curto (Fred). Seguìamos o papo enquanto o Fred lentamente espalhava o protetor nela sentada de costas para ele, mas de frente para o Norton, com a bucetinha bem à mostra, Começando nos ombros dela, como se fazendo massagem, depois abrindo os braços para passar nas laterais. Passou por todas as costas e perguntou até onde ele deveria ir. Ela disse que queria serviço completo. Se levantou e indicou a bunda e as pernas, com o que ele obedeceu meio encabulado. Nisso o Norton, sentado agora com a cara a uns 50cm da buceta da Beta, começa a ficar de pau duro, sem disfarçar, mas sem se tocar. Eu não conseguia tirar os olhos dele. Rapidamente ficou uma tora gigante, grosso mas não demais, mas um comprimento de pelos menos uns 23cm (calculei que tinha uns 7-8cm a mais que o meu). Era bem reto, tinha uma veia saliente, mas no resto era bem liso, a cabeça era proporcionalmente grande, bem rosada, no formato de um pêssego, o buraco era muito grande, cabia um dedo minguinho, e o saco todo estava meio encolhido, enrugado, mas tinha o tamanho de uma pera grande. Ele seguia no papo, solenemente ignorando sua ereção. Quando eu desviei o olhar de volta para Beta, percebi o Fred ajoelhado por trás passando o protetor na parte interna das coxas dela, já tocando os lábios. Ela estava tomada de tesão. Tinha até ficado calada apertando os lábios. Quando se virou e disse para o Fred agora passar protetor na frente, eu levantei e disse que ia dar um mergulho. Eu também já estava ficando de pau duro e queria deixá-los à vontade e ver até onde iria aquilo. Entrei no mar no raso e fiquei observando. Não demorou o Fred se levantou, de pau meia bomba, e deu um selinho nela, que imediatamente agarrou o pau dele. Nisso o Norton se deitou, com as mãos atrás da cabeça e o pau que parecia um poste, bem vertical. A Beta então se sentou ao lado deles e passou a mamar os dois. Ela discretamente olhava para mim como se pedindo aprovação. Eu achei que ia ficar naquilo, chupando os dois até gozarem sobre ela e fim. Mas de repente ela se deita e puxa o Fred para cima dela, posição papai-e-mamãe, joga as pernas para cima, puxa a bunda dele e ele começa uma foda frenética, aparentemente no pêlo mesmo. Eu conseguia ouvir os gemidos dela. Aí resolvi voltar para conferir se ela estava mesmo fazendo aquilo de espontânea vontade e nao tinha havido forçação de barra. Cheguei perto e perguntei, tudo bem por aí, no que um deles logo foi dizendo que ela tinha dito que eu não me importava, muito pelo contrário, o que eu confirmei. Meu pau também estava duro, mas eu estava envergonhado com a comparação com os deles. Chamei a atenção que ela estava dando no pelo, e ela disse que se tivesse um filho tão bonito como eles eram, ia ficar muito feliz. Só pedi então que ele não gozasse dentro dela, com o que ele respondeu que ia fazer o possível. E seguia bombando num ritmo alucinante e ela gemendo como se estivesse gozando continuamente. Enquanto isso, o Norton ficava ao lado, massageando os peitos dela e ela o punhetando passivamente, no ritmo que o Fred a fodia e jogava seu corpo para trás. Passados vários minutos, ela já tendo gozado, disse que queria os dois juntos. Eu fiquei surpreso, pois até onde eu sabia ela nunca tinha feito DP. Ela tirou o Fred de dentro dela. Nisso reparei que a buceta dela vomitava porra, ou seja, o cara tinha gozado e seguiu metendo. Ela então, se postou em cima do Norton, direcionou seu pau para a buceta e foi sentando. Claro que não entrava tudo. Ela suspirava e ria dizendo que estava batendo no fundo e que iria entrar no útero se forçasse mais. Botou o que deu, se deitou sobre o Norton e sem ninguém falar nada, o Fred, sempre com o pau duro (já fazia uma meia-hora que aquela festa corria solta) foi até sua mochila, pegou uma camisinha e um frasco de lub, se preparou, delicadamente abriu a bundinha da Beta e foi enfiando. Ela urrava de prazer. Passou a bombar o cu dela no mesmo ritmo que tinha bombado a buceta. Eu fiquei de pé a uns metros dele, batendo punheta e gozei como nunca. Passaram-se mais uns vários minutos e o Norton, que estava embaixo dela, mas com o ritmo ditado pelo Fred em cima, anunciou que ia gozar. Se esgueirou para fora, a Beta seguiu sentada de costas para o Fred, espetada nele, e chamou o Norton para que gozasse em sua boca. Ele se apressou, o primeiro jato passou por cima dela e acertou o peito do Fred, daí em diante descarregou seu leite na boca dela. Foram umas dez ou mais contraçoes. Ela tentava mas nao conseguia armazenar tudo na boca. Fazia sons incompreensíveis, e deixava parte escorrer pelos cantos. Quanto tirou o pau da boca, me mostrou que ainda estava com a boca cheia. Me chamou para um beijo, passando metade da carga para minha boca, que fui engolindo em vários goles para nào engasgar. O esperma do cara era mais grosso do que o que já tinha experimentado, descia com dificuldade pela minha guela. Mas o gosto era normal. Quando terminou cobrou do Fred que tinha parado de bombar seu cu. Ela voltou a ficar de quatro e ele seguiu por mais um pouco, aí tirou com cuidado, eu bem perto observando, não parava de sair pau de dentro dela! Ela se virou de frente, deitada, ele colocou o pau prestes a gozar entre os peitos dela, já totalmente lavados nos resquícios da porra do irmão, e sem tocar ou fazer nenhum movimento, começou a gozar. Primeiro saiu uma carga contínua, como se fosse mijo, encharcando o rosto dela, depois foram tantos jatos que perdi a conta, mas com certeza mais de dez. Os primeiros passavam sobre a cabeça dela e caiam na toalha. Eu achava que coisa assim só acontecia em filme, editado. Ficamos os quatro ali, eles exaustos, eu extasiado com o que tinha assistido. Sem me dar conta, quebrei o silêncio dizendo que no final só eu tinha ficado fora daquela festa. Nisso os dois se olharam e me disseram que se eu estivesse a fim, eles topavam brincar comigo. Ainda perguntavam se eu queria ser top ou bottom. A Beta saltou e disse que com aqueles ali eu tinha que experimentar bottom. Ficamos então conversando sobre vários assuntos, apanhamos duas garrafas de Gatorade e um pacote de salgadinhos que tínhamos trazido, eles tiraram umas tangerinas da mochila, aproveitando para pegar mais camisinhas. Papo vai, papo vem, eles começaram a se tocar e os paus foram endurecendo, inclusive o meu. Atê que um deles, não lembro qual, disse: “vamos lá então, mas não aqui. Vamos ali pra trilha?”. A Beta disse que ia ficar ali na praia, que podíamos ir os três e que nos divertíssemos como ela se divertiu. Pra lá fomos os três. Chegamos numa mini clareira onde havia um tronco caído, sobre o qual me debrucei, nos preparamos, um deles vestiu a camisinha, passou lub na entrada do meu cu e foi enfiando devagar. O outro ao,lado assistindo e mexendo no meu pau. A cabeça espocou pra dentro, ele perguntou se tudo bem eu disse ok, e foi enfiando tudo. Eu fiquei com a mão no pau dele para controlar a profundidade, pois sabia que não caberia tudo. Foi indo, indo, até bateu no fundo. Tinha uns quatro dedos meus sobre o resto do pau dele que não entrava mais! Ele foi bombando em ritmo controlado, até que gozou e tirou. Eu não estava de pau totalmente duro. Estava mais receoso do que excitado. Aí o outro (não recordo mais quem foi primeiro) me perguntou se eu já tinha experimentado penetração no sigmóide. Eu disse que já tinha lido a respeito, experimentado com um dildo, mas não tinha conseguido. Tinha medo de me machucar. Ele disse que se quisesse ele me ajudaria, já que como seu pau media 24cm (mais do que tinha estimado) mas a bitola era normal, de 14, ele já tinha praticado em muitos passivos e eles tinham enlouquecido. Topei, ele me virou de frente, o irmão me segurava pelas axilas por trás, ergueu minhas pernas e foi entrando fácil, pois o irmão já tinha preparado bem o caminho. Sempre perguntando se estava ok. Quando tocou no fundo ele me disse para ir mexendo suavemente o quadril em círculos pois ele ia manter a pressão até achar o “segundo ânus”. Em seguida senti uma sensação inédita! Era bem aquilo mesmo, como uma cabeça de pica penetrando um segundo esfíncter lá no fundo. Eu disse “tá entrando! Pegua leve!” Ele foi empurrando bem devagar, eu ainda com a mão no que sobrava do pau dele fora da minha bunda. Senti um espocar lá dentro e o resto entrando sem parar. A sensação era completamente diferente. Eu sentia um beliscão na barriga, perto do umbigo, não era uma sensação de profundidade anal como eu pensava. Mas era demais, Entrou tudo, os 24cm, e eu sentia que entraria mais, se tivesse. Ele ficou ali num vai e vem delicado, sem tirar a cebça de dentro do sigmóide. Meu pau endureceu. Ficamos assim por uns 5 minutos, até que eu gozei e ele perguntou se eu queria encerrar. Eu disse para ele ir até ele gozar. Ele disse que fazia exercícios Kegel, portanto se quisesse ficaria ali por mais de uma hora sem gozar! Eu disse então fica mais um pouco e tira. Ele então aumentou o ritmo, mas diminuindo a extensão da penetração e começou a gozar. Eu sentia as contraçoes do pau dele na entrada do meu cu, mas não lá no fundo. Ele foi tirando. Senti o mesmo espocar quando passou de volta no segundo ânus. Quando saiu tuso, percebi que a ponta da camisinha estava suja. Pedi desculpas ele disse que era normal, e recomendou que quando eu fosse fazer de novo, usasse um kit de lavagem profunda, o qual eu desconhecia. Voltamos a praia, eu destroçado, a Beta perguntando como foi e eu disse depois te conto detalhes, mas foi demais! Os dois foram embora e nós ficamos o resto do dia na praia. Eu relatei minha experiência com o que a Beta disse que ia querer experimentar também. Só observei que para fazer aquilo teríamos que encontrar uma pica com pelo menos uns 22 cm, mas que não adiantava ser grossa, pois o segundo esfíncter é mais apertado que o primeiro, não entraria. Antes de ir embora pegamos nossas coisas, entramos na trilha, mostrei a ela onde tinha acontecido, e transamos os dois ali. Confesso que naquele momento eu estava com a cabeça noutro planeta, Passada esta aventura procuramos, achamos com dificuldade, e encomendamos um dildo realista de 9” de comprimento e 2” de diâmetro. Aprendemos bem a técnica e frequentemente fazemos juntos. Mas alerto para quem for experimentar que comece com cuidado, de preferência sozinho com o dildo, pois se algo der errado, há risco de vida! Em conclusão: nunca é tarde para se aprender coisas novas!
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