Garoto comedor da minha mulher traça duas na viagem de ônibus

Nos últimos tempos Marcel, o garoto do Haiti que acolhemos para trabalhar como nosso caseiro, e eu temos interagido mais. Matriculei ele num curso de contabilidade no SENAC. Tenho chamado ele para algumas tarefas do meu escritório. Enfim, estamos procurando investir no futuro dele, sabendo que não vai trabalhar de caseiro pro resto da vida. (por quanto tempo vai seguir comendo minha mulher é outro papo!).

Ele tem falado um pouco mais de sua família e vida no Haiti. Contou da violência de gangs que impera por lá desde que ele nasceu. Seus pais e irmãos conseguiram recentemente emigrar para a vizinha República Dominicana, onde as condições são melhores. Uma irmã mais velha mora hoje na Costa Rica. Mas ele tem o sonho de trazer toda a família para o Brasil.

Marcel tem 18 anos, mas apesar de forte ele tem mais cara e corpo de menino do que de homem. Vejo pelos “atendimentos” que ele presta a minha mulher (ou será que é vice-versa?), que ele ainda não tem o traquejo sexual que o mulherio espera dos homens modernos. Ele compete pelo equipamento mais do que pelo processo. Tenho percebido ele mais cabisbaixo. Tem saído menos nas suas folgas. Nao tem trazido mais amigos em casa. Talvez a saudade da família esteja pegando. Achei que devia dar uma atenção especial a ele.

Uma semana dessas eu tinha que fazer uma viagem rodoviária de umas 9-10h até o extremo oeste do nosso estado. Como de praxe, fui de ônibus noturno e o levei comigo. Eu sempre pego assento mais para o fundo e do lado direito, por segurança e sossego, já que o ônibus geralmente vai com poucos passageiros. Nossos assentos eram os antepenúltimos, eu no corredor, ele na janela. Só havia gente sentada a partir de três fileiras a nossa frente. Saímos às 22:00. Fomos batendo papo, eu dei uma cochilada, ele assistiu algo no iPad e dormiu.

Lá pelas 23:30 eu abri os olhos, Marcel, que seguia dormindo, estava de barraca armada. Vestia uma calça de moleton cinza. Eu fiquei pensando se ele estava sonhando com suas trepadas com a Bela. De repente noto uma mancha de líquido se formando lentamente junto à enorme cabeça do pau, que estava perfeitamente marcada no tecido esticado da calça. Podia ser urina ou ejaculação noturna, comum em garotos daquela idade. Sabendo do estrago que seria se ele ejaculasse ali, resolvi acordá-lo e alertar para o iminente problema. Ele ainda meio zonzo e sem saber o que fazer, meio que me pedindo permissão baixou a calça o suficiente para soltar a anaconda dura com aquela maçã encharcada de baba pré-gozo, parecendo um vulcão em suave erupção, soltando lava lentamente. Eu fui até o banheiro do ônibus, apanhei papel higiênico para ele se limpar. Quando ele foi apertando desde a base do tronco para expulsar o que estava lá dentro, saiu mais baba do que numa ejaculação de homens “normais”. Eu então sugeri que trocasse de calça, pois o ônibus faria uma parada para lanche e ele não ia poder sair em público com a calça manchada. Ele apanhou na mochila um calção e com dificuldade se trocou ali mesmo, sentado.

Pelas 2:00 da manhã o motorista anuncia a parada de meia-hora num posto enorme, com restaurante, lanchonete, loja de conveniência, etc. Descemos todos. Eu, ele e outros passageiros homens fomos direto ao banheiro dar uma mijada. Quando o Marcel tira o canhão pra fora e abre uma torneira de mijo, os outros não conseguiram disfarçar, e aquela espiada que a gente sempre dá em mictório público ali virou o assunto. O sujeito do outro lado dele soltou um “O que é isso moleque?? Isso não pode ser de verdade, é? Deixa eu sair de perto dessa jibóia!”, deu um passo pra trás e foi mijar adiante. Os demais caiam na gargalhada! Eu sorri também, mas ele ficou bem constrangido. Saímos, pegamos sanduíches, duas coxinhas, dois brigadeiros e refrigerante e fomos sentar junto a um balcão mais alto. Numas mesas que ficavam logo em frente ao balcão estavam duas jovens bem bonitas do mesmo ônibus, de uns 20 e poucos anos. Quando sentamos, percebi elas arregalando os olhos, olharam uma pra outra com a mão na boca de espanto, e ficavam fitando e desviando o olhar das partes baixas do Marcel, a menos de um metro delas. Eu levantei para apanhar um refill da minha Pepsi e aí entendi porque. Ele abria e fechava as pernas, e de um lado as duas enormes bolas ficavam à vista, e pelo outro a tromba quase que saindo pela perna do short, ainda que mole. Eu voltei e o alertei para fechar a perna pois as garotas estavam vendo. Ele assim o fez, para desapontamento delas. Em seguida uma levantou, desabotoou dois botões da blusa, sem sutiã, e veio até o lado dele perguntando se podia pegar os tubos de ketchup e mostarda que estavam no balcão. Deu pra ver todo o perfil daquele lindo peito, com auréola bem rosada e bicos entumecidos de tesão. Eu comecei a ficar de pau duro. Aí, antes de apanhar o segundo tubo, ela agarrou o pau dele por cima do short e disse: “mas o que eu mais queria mesmo era maionese!”. Deu uma piscada e voltou sorrindo para sua mesa.

Terminamos o lanche, voltamos pro ônibus e as garotas, que estavam bem mais pra frente, não paravam de falar e olhar para trás. Ele já estava ficando de pau duro de novo, só naquele short o pau não cabia. Aí eu disse:”Marcel, você não vai poder passar as próximas 5h de viagem assim. Ou bate uma punheta, ou faz um sinal pras garotas virem te ajudar”. Ele perguntou se eu não me importaria se ele se masturbasse ao meu lado, pois sabia que no Brasil era diferente do Haiti, onde os meninos não disfarçavam ereções, e até se masturbavam publicamente nas praças, ônibus e banheiros públicos, sem que ninguém se incomodasse com isso. Eu disse que por mim não, mas que com as garotas seria mais divertido.

Ele seguiu minha sugestão, deu a deixa e elas vieram para trás. Eu dei meu assento para a que queria a maionese e mudei para o assento do lado oposto do corredor. A outra menina sentou num dos bancos à frente do Marcel e da amiga. Imediatamente ela baixou o calção dele, tirou o pirocão pra fora, dizendo para amiga: “Menina de deus, olha só isto aqui! Será que entra?”. A outra responde: “Só vai saber se tentar, amiga!”. Ela então se ajoelha no chão, entre as pernas dele, e começa a chupar aquele mastro. Para minha surpresa, consegue abocanhar a cabeça toda, mas nada mais. O pau começou a babar, a garota recolhia a baba e lambia com deleite, suspirando “Ai meu deus, será que tô sonhando?”. Nisso puxa as pernas dele, se ergue, baixa a saia e a calcinha, abre a blusa para ele chupar seus peitos, dá uma olhada para frente para conferir se alguém estava percebendo. Ele alcança uma camisinha (das XXXL que eu forneço a ele), ela veste, perguntando se aquilo era camisinha pra cavalo! Desenrolava toda e ainda ficava sobrando uns 4 dedos de pau desencapado. Ela vai ajeitando o mastro para penetração na linda bucetinha já encharcada. Diz “Meu príncipe africano, quero sentir este cabeção cutucando meu umbigo!” E vai sentando devagar, arregalando os olhos, apertando os lábios, acusando dor e prazer enquanto o taco negro vai desaparecendo centímetro por centímetro pra dentro da garota. Ela se esforça mas não consegue botar tudo. Vira pra amiga e diz baixinho: “se eu sentar inteira ele explode meu útero!” Marcel compenetrado vai segurando a bunda dela e socando gentilmente, pressionando o fundo da vagina a ponto dela saltar a cada estocada. Num certo momento ela joga o corpo sobre ele e começam um longo beijo.

A amiga que estava assistindo então vem se sentar do meu lado e direto começa a me punhetar, enquanto eu a siriricava. Eu estava prestes a gozar assistindo de camarote aqueles dois fodendo ao meu lado. Era um verdadeiro show. Em um ou dois minutos anunciei que ia gozar. A moça então abocanhou meu pau, que comparando com o do Marcel era um cigarro perto de um charuto cubano, e engoliu um por um meus vários jatos, sem deixar uma gota. Eu segui massageando o clitóris dela até ela gozar.

Os dois pombinhos ao lado seguiam numa foda lenta e profunda. Ele sentado, quase deitado, ela montada de frente, gozando múltiplas vezes. De vez em quando faziam uma pausa. Não sei se porque ele gozava, mas em seguida reiniciavam o entra e sai da tora na caverna. Aquilo durou mais de meia-hora. Surpreendentemente ninguém lá na frente percebeu. Eu só pensava e se alguém viesse ao banheiro? Quando ela saiu de cima dele, estava quase desmaiada, e segurava firme aquele pau meia-bomba ainda com mais de 20cm, com a camisinha pendurada, presa só pelo pescoço da cabeçona, inflada com pelo menos 5cm de sêmen. A garota ergue e rindo mostra a camisinha pra amiga: “Olha se isto é possível! Meu namorado leva um mês pra produzir esta carga! Se gozasse dentro de mim tudo isto eu estaria instantaneamente grávida de trigêmeos!” E morriam de rir. Ela despiu a camisinha, deu um nó na ponta e guardou dizendo : “Vou tomar no café da manhã!”.

A outra garota, que estava ao meu lado, pergunta então pro Marcel: “E aí, não vai sobrar nada pra mim?” Marcel sorri e diz com a formalidade de um mordomo: “Fique à vontade, será um prazer”. Ela devolve: “Mas já tem gás no tanque??”. Ele dá de ombro como quem diz “vem conferir”. Elas trocam de assento e a segunda repete o mesmo roteiro, só pede a ele que quando for gozar tire o pau e goze na boca dela, pois não usava anti-concepcional e como estava ovulando, não queria arriscar, pois não precisava muito para aquele enorme cacete estourar uma camisinha. Foderam mais uns 15 minutos. Neste meio tempo um cara lá da frente se levanta e se dirige ao banheiro, atrás de nós. Eu os alerto e ela desliza para o lado, apesar do calor se cobre com o pequeno cobertor que o ônibus oferece, e fingem estarem dormindo abraçados. Na verdade ele segue penetrado nela. O sujeito sai do banheiro e volta para seu assento lá na frente sem parecer reparar nada. Acho que estava meio sonâmbulo. Os atletas então retomam seu show até que ele tira de dentro, arranca a camisinha e começa a despejar porra na boca da garota. Eu, como já assisti várias daquelas cenas do Marcel com a Bela, sabia o que estava para acontecer. Ela engole os primeiros jatos mas não consegue absorver os que seguem e vai sobrando porra por todo rosto, peito e roupa dela. Ela fica apavorada e diz “Meu deus, o que é isto! É porra ou mijo?”. Eu disse para ficar sossegada que dávamos um jeito. Vou ao banheiro, busco o rolo de papel higiênico, ela limpa o que consegue. Eles se recompõem. Nisso já são quase 3 e meia da manhã. As garotas entao se despedem e retornam aos seus assentos. Eu uso mais papel higiênico para limpar a porra espalhada pelo meu assento, inclusive no encosto, e volto para meu lugar ao lado do Marcel.

Pergunto a ele: “Viu só, valeu a pena ou não?. Ele responde: “Valeu muito! Mas por mim eu continuava,”. Eu devolvi: “Marcel, segura a onda. Não se faz sexo todo dia o dia inteiro. Se masturba mais para aliviar”. Ele então diz que anda se masturbando pelo menos cinco vezes ao dia. Eu fiquei assustado. Aquilo não era normal. Se além das trepadas diárias com a minha mulher ele batia cinco bronhas por dia, o menino precisava ajuda.

Dormimos o resto da viagem. Chegamos no destino às 8 e meia da manhã. Na viagem de volta, na noite seguinte, batemos um longo papo. Assunto para outro relato.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico montserrat

Nome do conto:
Garoto comedor da minha mulher traça duas na viagem de ônibus

Codigo do conto:
257037

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
16/03/2026

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