Eu sempre tento ser a esposa perfeita aos olhos de And. Estamos casados há a uns meses, eles dividimos uma vida confortável em uma casa ampla no subúrbio de Manaus , com rotinas previsíveis e noites de paixão que, com o tempo, haviam se tornado mais doces do que intensas. And trabalhava como gerente em uma grande empresa de tecnologia, e foi lá que Eu conheci Lucas – o melhor amigo dele no trabalho, aquele cara charmoso, de sorriso fácil e corpo atlético, que sempre aparecia nas festas da empresa.
Tudo começou em uma viagem de negócios. And ficara em casa com uma gripe forte, e Eu, por insistência dele, acompanhara Lucas para uma conferência em São Paulo. "Vai ser bom pra você relaxar", dissera And, sem imaginar o que viria. No hotel, após um jantar regado a vinho, os olhares se prolongaram. Lucas tocou em minha mão ao passar o cardápio, e Eu senti um arrepio que não sentia há anos. Logo fomos para suíte dele – porque a a minha estava com problema no ar-condicionado –, uma conversa inocente virou beijos quente. As mãos dele exploraram o meu corpo com uma fome que And , em sua rotina, havia esquecido. Eu me entreguei, gemendo baixinho enquanto Lucas me pegava por trás contra a janela, o reflexo da cidade iluminando nossos corpos suados. Eu gozei intensamente, mordendo os lábios para não gritar, depois de duas horas de sexo em todas as posições possíveis me senti culpada e extasiada ao mesmo tempo. Voltamos para casa como se nada tivesse acontecido, mas eu não conseguia parar de pensar nele.
Os encontros secretos duraram meses. Mensagens escondidas, almoços "de trabalho" que terminavam em motéis, onde Lucas me fazia de sua puta e experimentar posições que a tempos não fazia com ninguém além do meu marido . Ele a provocava com mensagens durante o dia: "Penso na sua boceta molhada me esperando". Eu traía And sem que ele soubesse, sentindo-se viva de novo, mas carregando o peso da culpa.
Até que um dia, tudo mudou. And encontrou uma mensagem no meu celular por acidente. Em vez de raiva, ele sentiu uma excitação estranha. Me confrontou com calma, e ela confessou tudo, chorando. Para minha surpresa, And admitiu que a ideia o excitava. "Eu te amo tanto que quero te ver feliz... e talvez até participar." Lucas foi chamado para uma conversa franca. Nervos à flor da pele, nós três nos sentamos na sala de estar. O ar estava carregado de tensão sexual. And olhou para Lucas e disse: "Se ela quer você, por que não todos nós?"
Assim nasceu o trisal. Nós decidimos morar juntos na mesma casa, dividindo não só o espaço, mas os desejos. No começo, foi tímido: jantares onde olhares se cruzavam, toques acidentais que me faziam corar. Lucas se mudou para o quarto de hóspedes, mas logo as portas ficaram abertas.
Uma noite típica agora era assim: Eu chegava do trabalho vestindo uma saia justa que marcava minhas curvas generosas. And me recebia com um beijo profundo na cozinha, enquanto Lucas, do sofá, observava com um sorriso malicioso. "Vai deixar ele te beijar assim na minha frente?", provocava Lucas, levantando-se e se aproximando por trás. Suas mãos subiam pelas minhas coxas, erguendo a saia devagar, expondo a renda da calcinha. Eu arfava, sentindo o pau endurecido de Lucas pressionando minhas nádegas, enquanto Pedro beijava meu pescoço. "Vocês dois me deixam louca", sussurrava ela, virando-se para beijar Lucas, a língua dançando com a dele, saboreando o ciúme excitante nos olhos de meu esposo.
Nós experimentávamos tudo com consentimento e carinho. No quarto principal, agora compartilhado, Eu me deitava nua no centro da cama king size, as luzes baixas criando sombras sensuais em minha pele macia. Pedro chupava meus seios, mordiscando os mamilos endurecidos até eu gemer, enquanto Lucas lambia devagar entre minhas pernas, a língua circulando o clitóris inchado, fazendo-a arquear o corpo. "Me diga o que quer, amor", pedia And, voz rouca. "Quero vocês dois dentro de mim", eu respondia , olhos brilhando de luxúria.
Lucas entrava primeiro, devagar, preenchendo-a com seu pau grosso, enquanto And a beijava e acariciava. Depois, trocavam: Meu esposo me fodia com força, conhecendo cada ponto que me fazia tremer, e Lucas me tomava na boca, sentindo o gosto dela misturado ao dele. Às vezes, Eu cavalgava And, rebolando devagar, os seios balançando, enquanto Lucas se posicionava atrás, entrando no meu cuzinho com lubrificante e paciência, nós três conectados em um ritmo sincronizado de gemidos e suor. "Vocês me completam", ofegava Eu, gozando em ondas intensas, o corpo convulsionando entre os dois homens que Amo.
Fora da cama, as provocações eram constantes e deliciosas. Lucas cozinhava de short, o volume marcado chamando atenção, e Eu passava por ele "sem querer", roçando o corpo. Meu esposo ria, puxando-me para o seu colo: "Minha safada... vai deixar ele te comer no balcão de novo?" Nós riamos juntos, o amor crescendo com cada descoberta – brinquedos novos, massagens a três, noites assistindo uns aos outros se tocarem.
Hoje, a casa ecoa com risos e gemidos. Eu ando traindo os dois com mais uns 4 amigos da academia , trabalho e o rapaz que limpa a piscina , mas isso é para um outro conto; Eu compartilho. E nós três sabemos que o segredo da paixão eterna é a liberdade de explorar, juntos, sem medos. Quem sabe o que virá amanhã, talvez mais uns dois amigos ou amigas? Talvez um banho coletivo ao amanhecer, ou uma surpresa com algemas macias... O desejo nunca acaba, e a vontade de foder só aumenta


