Fogo que Não Apaga jamais kkkkk

Fogo que Não Apaga
Eu não conseguia parar de pensar no Diego. Depois daquela foda escondida na academia, marcamos mais “treinos particulares”. Uma quinta-feira à noite, menti pro And que ia encontrar a Sabrina pra um vinho com as meninas. Na verdade, fui direto pra casa do Diego, um apartamento pequeno com cheiro de masculino, música baixa e luz vermelha.
Ele me recebeu só de short, corpo suado do treino do dia. Mal fechei a porta e já estávamos nos comendo com a boca, língua brigando, mãos dele apertando minha bunda por baixo da saia de academia curtíssima. “Você veio sem calcinha de novo, sua puta casada?”, ele rosnou no meu ouvido, mordendo o lóbulo enquanto dois dedos entravam fundo na minha buceta já ensopada. Eu gemi alto, sentindo o cheiro dele – suor, desodorante forte, tesão puro.
Ele me virou de costas, empurrou contra a parede fria da sala. A saia subiu sozinha, expondo minha bunda branca empinada. Ouvi o barulho do short caindo, senti a cabeça do pau dele roçando minha entrada molhada. “Pede, Samantha. Pede pro seu personal te arrombar.” Eu empinei mais, rebolando devagar: “Me fode forte, Diego, me faz esquecer que sou casada.” Ele entrou de uma vez, grosso, quente, me rasgando de prazer. Cada estocada batia fundo, o som molhado da buceta ecoando, minhas mãos arranhando a parede. Ele puxava meu cabelo, dava tapas ritmados na bunda – ploc, ploc – até a pele arder e ficar vermelha. Gozei duas vezes assim, de pé, pernas tremendo, antes dele me jogar no sofá.
De quatro no braço do sofá, ele meteu no meu cu sem aviso, só cuspe e vontade. Doía deliciosamente, aquele ardor que vira prazer quando ele acertava o ritmo. Eu via nós dois no reflexo da TV apagada: eu de olhos revirados, boca aberta gemendo, ele suado, tatuagens brilhando, socando com força. “Goza no meu pau enquanto pensa no seu marido, vai.” Gozei tão forte que esguichei no sofá, molhando tudo. Ele gozou dentro do meu cu, quente, pulsando, depois tirou devagar e mandou eu limpar com a boca. Chupei obediente, sentindo o gosto misturado de nós dois, até ele ficar duro de novo.
Passamos horas assim: ele me comendo na cozinha encostada na geladeira gelada, no chão do banheiro com a água do chuveiro caindo, na cama dele onde eu cavalguei rebolando até meus quadris doerem. Marcas de mordida no pescoço, chupões nos seios, bunda ardendo de tapas. Voltei pra casa de Uber às 3 da manhã, pernas bambas, porra escorrendo devagar pelo cu, cheiro de sexo impregnado na pele.
Mas o fim de semana seguinte foi o ápice da safadeza.
Sabrina me chamou pra uma festa “só entre amigos íntimos” na casa de praia de um deles. “Vem sem calcinha, Sam, vai ser liberado total.” Eu e ela fomos as únicas mulheres com sainha micro – eu de preto coladinha, ela de vermelho – e nada por baixo. Chegamos e já tinha uns oito rapazes, todos amigos da Sabrina, corpos malhados, e mais duas meninas novinhas, lindas de 16 anos recém-completos: a Loira chamada Bella, pele de porcelana, peitinhos empinados, e a morena Julia, bundinha dura de quem dança.
A festa começou com drinks, música alta, luzes neon. Logo estávamos dançando coladas, eu e Sabrina rebolando uma na outra, sainhas subindo, mostrando tudo. Os rapazes cercaram, mãos passeando. Eu sentia dedos desconhecidos roçando minha buceta, alguém apertando minha bunda. Sabrina me beijou na frente de todos, língua fundo, enquanto um cara dedava nós duas ao mesmo tempo.
Virou orgia pura a noite toda. Eu transei com quatro rapazes diferentes – um me comeu de quatro na cozinha enquanto eu chupava outro, outro me fez cavalgar no quintal sob as estrelas, dois me fizeram dupla penetração no sofá (um na buceta, outro no cu) enquanto eu lambia a Bella, que gemia alto pela primeira vez com mulher. As novinhas eram insaciáveis: Julia sentou na minha cara, bucetinha depilada doce, enquanto eu era comida por trás. Bella chupava meus seios e dedava Sabrina ao lado. Teve tesoura entre eu, Sabrina, Bella e Julia – quatro bucetas se esfregando, gemidos misturados, mãos em tudo. Gozei tantas vezes que perdi a conta, corpo suado, cabelo grudado, gosto de porra na boca de tanto chupar.
Cheguei em casa no domingo à tarde, destruída de tesão e cansaço, sainha amassada, sem calcinha (havia perdido na festa), pernas marcadas de chupões.
And e Lucas estavam na sala esperando, já sabendo que eu tinha aprontado. Contei tudo, detalhe por detalhe, sentada no colo do And, sentindo o pau dele endurecer contra minha bunda dolorida. “Fui comida por quatro caras diferentes, amor… deixei duas novinhas gozarem na minha boca… tomei porra no cu três vezes…” Quanto mais eu contava, mais eles ficavam loucos.
Eles me levaram pro quarto como animais. And me jogou na cama de bruços, abriu minhas pernas com força. “Mostra essa bunda que todo mundo usou.” Deu tapas violentos – ploc ploc ploc – até minha bunda ficar roxa, marcas das mãos dele subindo até as costas. Lucas enfiou o pau na minha boca enquanto And metia no cu sem dó, seco de início, só com o resto de lubrificante da noite anterior. Doía, ardia, mas eu pedia mais. Trocaram: Lucas no cu, And na buceta, dupla penetração bruta, me chamando de puta, vadia, safada casada. Eu gozava sem parar, esguichando, gritando, lágrimas de prazer nos olhos.
Eles não paravam. Mais tapas, mais força, mais anal – alternando, me virando, me segurando pelos cabelos. Minha buceta ficou tão inchada, vermelha, latejando. Gozei tanto que no final desmaiei de prazer, corpo mole, visão escurecendo enquanto sentia o último gozo quente deles dentro de mim.
Acordei horas depois, sozinha na cama, bunda roxa ardendo, marcas de palmadas até nas coxas, buceta tão inchada que mal conseguia fechar as pernas. Dois dias sem sentar direito – cada movimento lembrava as fodas todas. And e Lucas cuidaram de mim com carinho, gelo na bunda, beijos suaves, mas com aquele olhar de “semana que vem você vai aprontar de novo, né?”.
E eu só sorri. Porque sim, vou. Sempre vou. ??
Foto 1 do Conto erotico: Fogo que Não Apaga jamais kkkkk

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Ficha do conto

Foto Perfil meninasafada
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Nome do conto:
Fogo que Não Apaga jamais kkkkk

Codigo do conto:
252706

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
20/01/2026

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