Meu nome é Samantha, e minha vida virou um turbilhão de paixões secretas e prazeres proibidos. Depois que Sabrina e sua irmã Letícia entraram no nosso quinteto, a casa pulsava com energia sexual constante. Letícia era uma visão: poucos anos, loirinha com cabelos cacheados até os ombros, pele clara salpicada de sardas fofas, corpinho magrinho mas com curvas sutis – peitinhos médios e empinados como maçãs maduras, bundinha redonda que balançava ao andar, e uma inocência nos olhos azuis que contrastava com o fogo que ardia dentro dela. And está apixonado na bucetinha dela, apaixonado por aquela novinha que gemia o nome dele como uma oração. Tudo começou com uma orgia inesquecível na nossa cama , agora compartilhada por todos. Eu, Letícia, e Julia – as meninas da festa anterior – nos reunimos uma noite enquanto And e Lucas assistiam, cervejas na mão, pau já duro nas calças. As meninas estavam nervosas, mas excitadas: Leticia com sua pele de porcelana e peitinhos rosados, Julia morena e fogosa, bundinha dura implorando por tapas. Começamos devagar, beijos lésbicos suaves na sala, línguas dançando com gosto de cerveja gelada e desejo jovem. Eu lambia os seios de Letícia, mamilos durinhos como pedrinhas, enquanto ela choramingava: “Samantha... é tão bom...” Virou caos delicioso na piscina primeiro: corpos molhados se entrelaçando, água chapinhando. Eu de quatro na borda, And me comendo por trás enquanto eu chupava Julia, sentindo o pau dele bater fundo, tapas na bunda ecoando. amarrada numa espreguiçadeira, Lucas e Julia a penetrando dupla – ele no cu, ela com um strap-on na buceta. Letícia cavalgava um vibrador , gemidos misturados ao som da água. Sadismo: chicotes leves deixando marcas vermelhas nas costas das novinhas, elas pedindo mais, chorando de prazer. Da piscina pra cama: orgia pesada com as 3 mulheres e os dois homens. Eu no centro, dupla penetração com And na buceta e Lucas no cu, enquanto Letícia sentava na minha cara, bucetinha doce escorrendo na minha língua Julia chupando os paus, Gozamos todas juntas, corpos convulsionando, suor grudando nos lençóis, cheiro de sexo impregnando o quarto. Letícia gozou primeiro, olhos cheios de lágrimas de êxtase, sussurrando: “Eu amo isso... amo vocês.” Mas a mãe delas, uma mulher conservadora e controladora, não facilitou. Julia Letícia fugiram de casa uma noite, depois de uma briga feia onde a mãe ameaçou chamar a polícia. Elas se esconderam na casa de uma tia distante, tremendo de medo, mas determinadas a viver livres. A polícia apareceu na casa delas, deu bronca na mãe por exagerar, mas as meninas já estavam seguras. Eu as busquei de carro, coração acelerado, e as trouxe pra casa. A mãe ligou furiosa, achando que Letícia queria morar com o "namorado" – uma história que inventamos pra acalmá-la. Combinamos tudo: Lucas, meu amante charmoso, se passaria por namorado da Letícia. And, meu marido concordou com a ideia, olhos brilhando de paixão pela novinha. Marcamos uma longa conversa na casa da mãe – eu, And, Lucas e Letícia. A mãe, desconfiada, interrogou Lucas: “Você ama minha filha? Vai cuidar dela?” Ele mentiu com convicção, mão na dela: “Sim, senhora. Somos apaixonados.” And reforçou, voz grave: “Eles vão morar conosco, eu garanto que ela estará segura.” Depois de horas de chá e lágrimas, a mãe cedeu, achando que Lucas era o namorado oficial da filha. Deixou Letícia vir morar aqui, e até permitiu que Leticia , a filha mais velha, frequentasse e dormisse nos fins de semana com a irmã. “Mas sem bagunça”, avisou ela, sem imaginar as orgias que rolavam. Com tudo resolvido, veio o final de semana perfeito – ou pecaminoso. And pegou Letícia e viajou só com ela pra uma cabana no mato, eles dois sozinhos, explorando o corpinho dela em noites de paixão lenta, ele a ensinando posições novas, ela chorando de prazer no pau dele. Lucas levou julia pra uma pousada à beira-mar, fodendo-a na varanda com vista pro oceano, algemas e sadismo, ela pedindo mais até desmaiar de gozo. Eu? Fiquei em casa com Victor, o negão colossal que me conquistou na orgia anterior. Alto como uma montanha, forte com músculos definidos brilhando de suor, e aquele pau... ah, meu Deus, um monstro de 24 cm, grosso como uma lata de cerveja comprida, veias pulsando, cabeça vermelha implorando por minha boca. Estou apaixonada por ele – não só pelo pau, mas pelo jeito que me faz sentir viva, desejada, destruída de prazer. Ficamos os dois tendo um final de semana de namorados, sem regras, só tesão puro. Começou na sexta à noite: ele me pegou na porta, beijo faminto, mãos grandes apertando minha bunda empinada. “Saudade dessa putinha casada”, rosnou, voz grave vibrando no meu peito. Levou-me pro quarto, me jogou na cama sagrada, agora profanada de novo. Tirei a roupa devagar, corpo escultural brilhando à luz baixa, seios firmes balançando. Ele me abriu as pernas, lambeu devagar minha buceta molhada, língua grossa circulando o clitóris até eu arquear, gemendo alto. Depois, o pau dele – colossal, quente, latejando – entrou na buceta devagar, esticando cada centímetro. Chorei de prazer, lágrimas escorrendo: “Victor... é grande demais... mas não para!” Cada penetração era uma onda de êxtase, batendo fundo, me preenchendo como ninguém. Gozei gritando, unhas cravadas nas costas dele, pensando só nesse macho colossal. No sábado, transamos no banheiro do shopping – risco alto, adrenalina pulsando. Ele me encostou na parede do cubículo, saia erguida, pau enfiado no cu sem lubrificante, só cuspe e desejo. Socava forte, mão na minha boca pra abafar os gemidos, enquanto eu chorava baixinho de prazer, pernas tremendo. “Toma, minha safada... sente meu pau te rasgando.” Gozei tanto que molhei o chão, ele jorrando esperma quente dentro de mim, grosso e abundante, escorrendo pelas coxas enquanto saímos disfarçando. No carro, voltando pra casa, eu mamava ele enquanto dirigia – pau latejando na minha boca, gosto salgado na língua, garganta profunda até engasgar. Ele gemia, mão no meu cabelo: “Chupa, amor... engole tudo.” Parei só pra gozar dedando enquanto chupava, apaixonada por aquele colosso. À noite, em casa, ele me ofereceu uma surpresa: o irmão mais novo dele, de 18 anos, virgem, nunca tinha visto uma mulher nua. “Quer dar um presente pro moleque?”, perguntou Victor, sorrindo malicioso. Eu aceitei com prazer – o garoto, tímido, olhos arregalados vendo meu corpo nu. Deixei ele chupar meus seios, mamilos endurecidos na boca dele, gemendo pra encorajá-lo. Depois, de joelhos, mamei o pau dele – menor, mas duro de excitação virgem. Chupei devagar, lambendo a cabeça, até ele gozar na minha boca, tremendo todo. “Foi só isso, amorzinho”, eu disse, beijando a testa dele. Mas sexo? Somente com meu colosso pauzudo – Victor me comeu depois, possessivo, no cu de novo, chorando de prazer enquanto eu pensava só nele. Domingo foi puro amor erótico: fodas lentas na piscina, ele me carregando nos braços fortes, pau enterrado fundo, eu rebolando devagar, lágrimas de emoção e prazer misturadas. “Victor... eu te amo... amo esse pau que me completa.” Ele jorrou dentro de mim tantas vezes, esperma grosso enchendo meu ventre, que pensei: quero um filho dele. Um segredo meu – não conto pros meus maridos. Ainda são planos, mas se der certo, terei três maridos: And, Lucas e Victor. Vou postar fotos dele depois – anonimamente, claro. Mas por agora, vivo esse desejo insaciável, chorando de prazer só de lembrar. O amor e o tesão não têm limites. ??
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