Segredo de Três

Segredo de Três
Saímos os três pra passear – eu, meu sogro o Senhor Antônio (o pai das meninas, agora tão íntimo que o chamo de “sogro” com um sorriso safado) e Letícia, minha esposa amante, com sua barriguinha de quatro meses já saliente e linda. Fomos comprar coisas pro bebê: roupinhas minúsculas, fraldas, um berço portátil. O dia estava quente, sol de Manaus batendo forte, e meu sogro não perdia uma chance: sempre que a gente parava pra olhar algo na loja, a mão dele deslizava discretamente pela minha bunda, apertando de leve a carne macia por baixo da saia curta. Eu sentia o calor subir, buceta melando na calcinha, e retribuía – roçava o braço no volume da bermuda dele, alisava de leve o pau que endurecia só de me sentir perto. Letícia percebeu tudo mas ficou calada, olhos brilhando de cumplicidade, mas fingia não ver. O dia inteiro foi assim: olhares quentes, toques escondidos, tensão sexual crescendo como uma onda que não quebrava.
No fim da tarde, paramos num lanchonete pra lanchar. Letícia, sentada do meu lado, com a mão na barriguinha, nos olhou fixo e perguntou, descaradamente:
“Vocês já treparam?”
Rimos alto, nervosos e excitados. Eu respondi sorrindo:
“Não, amor, por que você acha isso meu amor.”
Ele disse: “Não.”
Ela arqueou a sobrancelha: “Por quê? Eu sinto que vocês dois querem. eu não tenho nada contar até prefiro que seja com você, melhor que meu pai pegar vagabunda na rua, Eu apoio, viu? Guardaria esse segredo.”
Pedimos mais comida – hambúrgueres, batata frita, suco pra ela – e rimos mais, o clima ficando elétrico. Letícia continuou, voz baixa e safada:
“Mas eu tenho condições: quero estar junto. Assistir... ”
Meu sogro sorriu, olhos escurecendo de tesão:
“Meu amor, você é minha filha... não deve me ver nessa situação com outra mulher.”
Ela se inclinou pra frente, peitinhos inchados de grávida roçando a mesa:
“Minhas condições são essas. Resolvam.”
Eu olhei pros dois e disse:
“Em casa ninguém jamais pode saber. Nem And, nem Lucas, nem sua mãe. Isso fica entre nós três.”
Combinamos na hora. Saímos do restaurante no caminho pra casa passamos perto de um motel e Leticia falou temos a tarde toda pq não vamos nos refrescar em uma banheira, eu olhei para ela e perguntei onde vamos banhar de banheira menina ela apontou ali naquele motel tem uma suíte linda comi uma banheira grande , eu olhei para o senhor Antônio ele disse por mim tudo bem , então entramos no motel nós três – um daqueles discretos, com garagem coberta e quarto com banheira grande.   Leticia foi tirando o vestido e foi jogando tudo no chão e foi direto tomar banho , ligou a banheira eu e o pai dela sentamos no sofá e começamos anos beijar ele tirou a camisa e a minha blusa meus seios expostos o pau dele ja de fora e eu alisando ele .
Um grito veio do banheiro, vocês vão ficar se comendo ai mesmo , venham pra ca estou sozinha
Fomos rindo para a banheira eu tirei a saia ficando nua , seu Antônio logo atrás veio de cueca cobrindo o pau duro para afilha não ver , rsrs ela rindo disse logo tem que tirar tudo para entrar na banheira   o pai dela se virou e tirou cobriu e entrou, a agua estava bem translúcida dando para ver o pau dele duro a ponta sai da agua mostrando uma cabeça grande igual a um cogumelo cabeçudo ela olhava pra mim e sorria esticou o pé até a minha buceta e dedilhava com os dedos do pé. Eu ria muito era tudo muito gostoso eu alisava o pau dele na frente dela olhando fixamente nos olhos dela como se dissesse vocêr provar rsrsrsrs,   Leticia disse pai você ja comeu um cuzinho ?
ele gaguejou e disse não sua mãe nunca quis deixar eu comer o cu dela , - sério que isso mas hoje você muda isso e rimos muito kkkkkkkkkkkk
Em quanto isso eu punhetava ele e a buceta latejando, com o dedo ela sentiu que estava muito melada e disse senta logo amor aproveita que está bem duro, eu sentei no colo dele a buceta nem precisou por a mão foi entrando guiada como se o pau soubesse perfeitamente o caminho, eu cavalguei no pai dela e ela veio sentar do nosso lado pegando e chupando meus seios , ele sem graça sem saber onde podia pegar nela deixou a mão fora da banheira e ela de lado, a mão dela veio pegou a mão dele e levou até os seios dela onde ele segurou eu cavalgava e via a cena ficando mais excitada pronta pra gozar ele se deixou levar e massageava os seios de Leticia que gemia com os dentes no bico de meu peito, levantamos e fomos para cama
Seu Antônio segura na mão de Leticia para que ela saísse sem escorregar da banheira ela se enxuga e vai nua para a cama onde se deita e liga a TV , seu Antônio sentou na beira da cama e eu comecei com um oral lento, ajoelhada na frente dele:
“Nossa... nunca imaginei que era desse tamanho, pai.”
Ele sorriu, mão no meu cabelo:
“É todo seu, nora.”
Engoli devagar, língua rodando a cabeça grossa, sentindo o gosto na boca. Ele gemeu baixo, segurando minha cabeça enquanto eu chupava fundo, garganta relaxada, baba escorrendo. Depois, ele me deitou na cama, abriu minhas pernas e meteu devagar na buceta molhada – pau grosso esticando cada centímetro, veias roçando as paredes internas. Gemi alto:
“Ai, sogro... que pau gostoso... me enche toda.”
Ele acelerou, socadas ritmadas, mãos grandes apertando meus seios, mamilos duros entre os dedos. Letícia se aproximou da cama, beijou minha boca com carinho, língua dançando na minha. Acariciou meus seios, desceu devagar pela barriga lisa, até tocar na minha buceta preenchida. Tocava discretamente o pau do pai que entrava e saía de mim, criou coragem e com os dedos palhetou ele dentro da minha buceta, dedos melados de tesão. Quando ele gozou – jatos quentes enchendo meu ventre –, Letícia pediu:
“Deixa eu limpar... sai tanta porra.”
Ela se abaixou, língua lambendo tudo: porra escorrendo da minha buceta, misturada ao meu mel. Engoliu cada gota, gemendo baixinho, olhos fixos no pai. Ele ficou sentado na beira da cama, pau ainda semi-duro, vendo a filha lamber a nora com devoção.
Levantamos e fomos pra banheira. Ele abraçou Letícia por trás, pau endurecendo de novo contra a bundinha dela – ela já nua, barriguinha saliente brilhando de água, corpo grávido lindo e sensual. Eu beijei ela devagar, língua na dela, e delicadamente ela se inclinou para frente e eu abri a bundinha dela pra ele. Ele meteu devagar no cuzinho apertado.
- pai minha mãe nunca deu o cu para você eu acho um absurdo isso então eu quero que você coma o meu o primeiro cuzinho que o senhor vai comer na vida vai ser o da sua filinha, ele me olhou eu balancei a cabeça e disse vai ele excitado demais pra durar – gozou rápido, enchendo o cu dela de porra quente. Letícia sorriu, gemendo ,- não para continua não deixa sair foi rápido quero que o senhor desfrute aproveite:
“Ai, pai... que delícia...”
Entramos na banheira juntos, água quente nos envolvendo. Conversamos e rimos muito – sobre o bebê, sobre o segredo, sobre como aquilo nos uniu ainda mais. Antes de ir embora, nós duas mamos o pau dele de novo: eu chupando a cabeça, Letícia lambendo as bolas, até ele gozar na boca das duas. Bebemos toda a porra, nos beijando com o gosto dele na língua. Aquele ato selou nosso trio – um segredo quente, proibido e delicioso.
Meu negão Victor está viajando com a esposa e os filhos, então faz dias que não dou uma foda com ele. Estou com saudades loucas daquele pau, daqueles orgasmos que me fazem chorar. Mas essa brecha abriu espaço pro meu sogro me possuir – e agora, com Letícia no meio, o tesão só cresce. Nossos maridos não podem saber. Isso fica entre nós três... por enquanto. ??
Foto 2 do Conto erotico: Segredo de Três

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Segredo de Três

Codigo do conto:
253216

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
26/01/2026

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