Depois do motel, o ar no carro estava carregado de um cheiro doce de sexo e cumplicidade. Letícia dirigia devagar, barriguinha saliente sob o cinto, sorriso satisfeito nos lábios rosados. Meu sogro no banco de trás, mão grande descansando na coxa dele, ainda ofegante do gozos que nós duas tínhamos bebido. Eu no passageiro, pernas cruzadas, buceta latejando de tanto ser preenchida pelo pau grosso dele – veias pulsando na memória, porra escorrendo devagar pela calcinha. "Isso fica entre nós três", eu repeti, voz rouca, e eles assentiram, olhos brilhando no retrovisor. Meu colosso Victor ainda viajava com a família, dias sem aquela foda colossal que me fazia chorar de prazer, mas esse segredo com o sogro e Letícia acalmava um pouco a saudade – por enquanto.
Chegamos em casa ao entardecer, o sol de Manaus tingindo o céu de laranja. A casa pulsava com vida: And na churrasqueira, virando carnes suculentas com as mãos que eu amava sentir na minha bunda. Lucas ao lado, mais magro mas com aquele pau curvo que sabia me encher no anal, rindo com Júlia – Com seus peitos balançando sob a blusa fina, bundinha redonda implorando por tapas. Leticia e Julia, estavam na piscina:
And me viu chegando e veio me abraçar forte, pau endurecendo contra minha coxa: "Saudade, amor... onde vocês foram?" Eu menti com um beijo: "Compras pro bebê." Letícia piscou pra mim, barriguinha roçando no pai dela que fingia normalidade, mas eu via o volume na calça dele crescendo de novo. Meu sogro se juntou ao churrasco, chamando And e Lucas de "genros", rindo, mas seus olhos devoravam minha bunda empinada enquanto eu me inclinava pra pegar uma cerveja.
A noite caiu quente, cerveja gelada descendo, risos ecoando. Mas o tesão não aguentava mais. Julia começou, safada como sempre: puxou Leticia pra um beijo Bi entre irmãs na beira da piscina, línguas dançando, mãos nos peitinhos da novinha. Bundinha dura empinada pro ar. And largou a churrasqueira, pau duro marcando a bermuda, e puxou Letícia pro colo: "Minha grávida linda... deixa eu te amar." Ele a beijou devagar, mão na barriguinha, descendo pra bucetinha depilada dela, dedando com carinho enquanto ela gemia: "And... me fode amor... pro bebê sentir." Lucas me pegou por trás, pau curvo roçando minha bunda: "Sua vez, safada." Mas eu via meu sogro assistindo, e disse vocês viram que o seu Antônio está aqui e todos riram e ele com a mão discreta no pau, e aquilo me molhava mais.
peguei ele pela mão e fomos para a sala ver TV e beber cerveja
Virou orgia total na piscina. Tirei seu Antônio de la minha saia estava suja precisava trocar então chegamos na sala ele sentou e fui ao quarto e troquei por algo mais confortável
Quando voltei a sala vi ele na janela olhando suas filhas sendo fodidas na piscina. , eu cheguei por trás dele e disse gostou de comer o cuzinho dela , ela te deu esse presente por você ser esse cara maravilhoso e o que eu puder fazer para nossa relação com você ser duradoura eu farei e os meninos também, fomos para o sofá e lá começamos com a cerveja eu devo ter bebido muito eu acho kkkkkk pois quando dei por mim estava de quatro no sofá e seu Antônio de pau duro gozando na minha buceta, quando olho para trás Julia está na portar de boca aberta assistindo, fingiu não ver nada e saiu logo depois veio Leticia ei seus loucos vocês piraram foi e o nosso segredo ai pensei logo vai dar merda pedi para seu Antônio ir pra casa de Uber e fui me juntar as meninas , chamei Julia no canto e pedi desculpas ela não curtiu muito como esperado mas nos resolvemos
A noite não durou muito fomos banhar e deitar , recebi uma mensagem de Vitor dizendo amanha o motel está de pé e logo respondi que sim.
Victor em casa, foda escondida no motel, pau rasgando meu cu enquanto choro de tesão, planejando nosso filho. E o sogro? Um toque discreto na cozinha, prometendo mais com Letícia. O desejo não para – é infinito, quente, me deixando molhada só de pensar. ??