A gravidez de Letícia era como um sonho erótico vivo, cheio de paixão e ternura que me fazia invejar um pouco aquela conexão profunda dela com Anderson 15 anos, com a barriguinha começando a arredondar – uns quatro meses já –, ela brilhava de um jeito maternal e sensual ao mesmo tempo. Seus peitinhos empinados inchavam, mamilos sensíveis escurecendo levemente, e And não conseguia tirar as mãos dela. Nas noites quentes, ele a deitava na cama com delicadeza, beijando devagar a curva da barriga, sussurrando: "Nosso bebê... você é tão linda assim, grávida de." Ele lambia os seios dela com carinho, língua circulando os mamilos endurecidos até ela arquear o corpinho magrinho, gemendo baixinho: "Amor me toca mais... me faz sentir amada." Ele entrava nela devagar, pau grosso preenchendo a bucetinha apertada e molhada, estocadas lentas e profundas, mãos grandes segurando as coxas sardentas dela. "Te amo, minha novinha... goza pra mim", murmurava ele, e ela chorava de prazer, unhas cravadas nas costas dele, gozando em ondas suaves que faziam o corpo dela tremer. Era paixão pura – ele a comia como se fosse a primeira vez, aproveitando cada centímetro da pele macia, cada suspiro dela, e depois a abraçava até dormir, mão na barriga sentindo os movimentos iniciais do bebê. "Você me deu o melhor presente", dizia ele, voz rouca de emoção. Letícia respondia: "É nosso, pacotinho de amor... pra sempre." Enquanto isso, nossa família crescia em desejo e segredos. Convidei o pai das meninas – agora meu sogro oficial – pra um churrasco na beira da piscina. Combinamos todos: nada de sexo, seria uma tarde em família, pra celebrar a gravidez de Letícia e as suspeitas das outras meninas. Ele chegou no domingo à tarde, alto e atlético, com um sorriso tímido e olhos castanhos que brilhavam de curiosidade. Recebemos com cerveja gelada pingando condensação, carne suculenta chiando na churrasqueira, abraços apertados das filhas – Sabrina e Letícia o envolveram, rindo felizes. Chamei ele de sogro: "Bem-vindo, sogro! Sinta-se em casa." Meus dois maridos, And e Lucas, fizeram o mesmo: "E aí, sogro? Cerveja na mão?" Ele aceitou de boa, deu um sorriso largo, abraçou todos com tapinhas nas costas, e se ajoelhou pra beijar a barriguinha de Letícia: "Meu netinho... papai vai mimar você." O ar estava leve, cheio de risos e cheiro de carne assada. Fomos pra piscina, sol quente batendo na água azul. Eu estava de saia branca curta, levinha, com biquíni fio dental branco por baixo – daqueles que, quando molha, fica transparente na frente, marcando tudo. Adoro usar na praia, sentindo os olhares devorando minha buceta lisinha uma empinada e minhas curvas mostravam o volume da buceta por trás . – bebemos a tarde toda, cerveja descendo gelada, conversa fluindo sobre família, felicidade. Em certo momento, quis sentar e não tinha cadeira livre. "Licença, sogro", pedi inocente, sentando no colo dele. Nada sexual no começo, só o calor do corpo dele contra o meu. Mas ele veio logo com a mão, discreto, sem que ninguém percebesse – alisou minha bunda por baixo da saia, dedos firmes traçando a curva redonda, o que me deixou muito excitada, buceta melando instantaneamente, um arrepio subindo pela espinha. senti o pau dele ficar duro na minha coxa e fui me ajeitando para sentar bem no colo e sentir entre as pernas, mas estava dando na vista então Convidei ele pra piscina: "Vamos refrescar, sogro?" Fomos todos, risos ecoando. Tirei a saia devagar, ficando só de biquíni, já dentro da água. Meu sogro veio ficar do meu lado, corpo forte roçando o meu. Subi nas costas dele, as meninas abraçaram os meninos pelas costas e continuamos a conversa indo para a parte mais funda foi ai que fui para a frente dele abraçada a ele pelas pernas na cintura dele por baixo ele alisava minha bunda e as meninas fizeram o mesmo e ficamos ali conversando e ele de pau duro pulsando na testa de minha buceta que nesse ponto ja queria uma rola dentro. Brincamos muito, água chapinhando, e ele sempre que podia dava uma passada de mão na minha buceta, dedos roçando o fio dental úmido, me fazendo morder o lábio pra não gemer. Em certo momento, bebendo na beira da piscina, ele do meu lado, peguei a mão dele e guiei pra minha buceta – ele afastou o tecido e meteu o dedo dentro, devagar, sentindo o calor molhado. Eu alisei o pau dele dentro da sunga, volume grosso e quente na minha palma, sem que ninguém percebesse, olhares cúmplices trocados. Anderson inventou de jogar dominó: "Vamos pra mesa, galera!" Na hora de sentar, eu sentei de sainha já sem o biquíni – tinha tirado discretamente, nua por baixo. "Não sei jogar, sogro... me ensina?" Sentei no colo dele, jogamos juntos. Ele percebeu que eu estava sem calcinha – a buceta nua roçando o short dele. Levantei um pouco, empinando a bunda pra ele, que foi logo dedando, dedos grossos entrando e saindo devagar. Quando sentei novamente, o pau dele estava fora da sunga, duro como pedra, roçando na minha buceta molhada. Ficamos o jogo todo assim – pau dele na entrada da minha buceta, eu dando muitas reboladas discretas, sentindo a cabeça pulsar contra o clitóris inchado, na meia luz meio escuro do entardecer. Gemi baixinho no ouvido dele: "Sogro... eu quero! Na hora de ir, deixar meu sogro em casa, eu disse que levaria ele – todos estavam bêbados, menos Letícia grávida, que foi se deitar. Meu sogro pediu pra eu ir dirigindo, mas eu ri: "Não, sogro... você dirige, eu dou um presente pra você." Saímos à noite, dois quarteirões longe de casa coloquei os seios de fora amarrei o cabelo e fui em com a boca em direção ao pau dele duro e mamei ele ate chegar em casa, ele gozou muito e forte , muito jato quentinho de leite , não deixei cari fora nenhuma gota. Deixei ele em casa, ainda nos beijos – ele chupou meus seios, mamilos endurecidos na boca dele, dentes leves mordiscando. Nos despedimos ofegantes: "Até breve, sogro..." Fui pra casa com um delicioso sabor de porra na boca. Cheguei, os meninos comendo as meninas na sala – gemidos ecoando. Eu toda melada, fui pra uma chamada de vídeo com meu sogro, nos masturbando nos assistindo. Usei vibrador, enfiando fundo na buceta, gemendo alto: "Olha pra mim, sogro... goza vendo sua nora safada." Leticia veio nua e se deitou ao meu lado querendo saber quem era , só mostrei o pau que aparecia, deu inicio a um delicioso carinho na minha buceta melada , sem saber que era com o pai dela que eu conversava Dedos delicados circulando o clitóris. Ela vendo o pau lindo dele começou a gostar de assistir e se tocar, mão na barriguinha enquanto dedava devagar. Comecei a mostrar a buceta dela – depilada, rosada, molhada de tesão maternal. Ele via e se masturbava, desejando a buceta da filha sem saber que era ela. Somente depois, quando o ângulo mudou, ele viu o rosto dela e riu, sem fala, pau latejando na mão. Ela também – silêncio quebrado com um sorriso dela: "Pai... Nossa pai eu não sabia que era o senhor me desculpa, ele pediu desculpas também e disse que não aconteceria novamente que foi um deslize e que estava arrependido e que iria passar um tempo sem vir aqui em casa , na hora ela interrompe e diz nada disso , o senhor vai vir sim , isso não muda nada em nossas vidas , você é meu pai e eu amo você, e amanhã esteja aqui para nos levar para fazer compras para o seu neto. O desejo familiar só crescia, quente e sem limites. ??
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