O final de semana depois da orgia com as novinhas foi ainda mais intenso – e tudo começou numa manhã de terça-feira que deveria ser comum. And e Lucas tinham voltado da viagem, cheios de saudade e tesão acumulado, e eu mal podia esperar pra contar tudo sobre o que rolou na nossa cama que tinha sido profanada com Victor e os outros. Mas antes que eu pudesse abrir a boca, Sabrina apareceu na porta de casa às 9 da manhã, com o uniforme da Escola , mochila no ombro e um sorriso safado. “Matei aula hoje, pessoal . Vim pra cá para passar a manhã”, ela disse, entrando sem cerimônia. And e Lucas estavam na cozinha tomando café, ainda de cueca boxer, corpos marcados do treino. Eu ri, já sentindo o calor subir. “Entra, safada. Os meninos acabaram de chegar.” Sabrina nem esperou convite. Jogou a mochila no cão e foi tirando o uniforme ali na sala – blusa branca caindo no chão, saia plissada subindo devagar, revelando que veio de calcinha branca de renda minuscula . Seus peitos balançaram livres, mamilos já duros. And largou a xícara, olhos famintos. “Porra, Sabrina... assim vou ter que tomar providencias .” Ela se aproximou dele, montou no colo enquanto ele estava sentado na cadeira da cozinha, e começou a rebolar devagar, sentindo o pau dele endurecer contra a buceta já molhada. Lucas veio por trás, mãos grandes apertando os seios dela, mordendo o pescoço. Eu assisti, excitada, dedando devagar enquanto Sabrina gemia alto. “Me comam, por favor... me usem como quiserem.” And a levantou como se ela não pesasse nada, levou pro sofá da sala e a jogou de bruços. Lucas pegou as algemas de couro que guardamos no armário – as mesmas que usamos nas nossas noites mais pesadas. Amarraram os pulsos dela atrás das costas, joelhos no chão, bunda empinada. Sabrina tremia de tesão, choramingando: “Mais forte... me me bate porra .” And entrou primeiro na buceta dela, socando com força, tapas ritmados na bunda que ecoavam pela casa. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem, e ela pedia: “Mais, And, me arromba!” Lucas meteu na boca dela, segurando a cabeça pelos cabelos, fodendo a garganta até ela engasgar, lágrimas escorrendo pelo rosto – mas olhos brilhando de êxtase. Eu me juntei, lambendo o cuzinho dela enquanto And metia, preparando pro anal. Quando And trocou, enfiou devagar no cu apertado, e Sabrina gritou: “Ai, caralho, dói... mas não para!” Chorava de prazer, corpo convulsionando, gozando forte enquanto ele batia fundo, tapas deixando a bunda vermelha e roxa. “Mais, por favor... me façam gozar de novo!” Gozou esguichando no chão, lágrimas misturadas ao suor. Lucas e eu revezamos nela – eu sentando na cara dela enquanto Lucas metia no cu, And chupando meus seios. Sabrina lambia minha buceta com desespero, gemendo contra mim, corpo todo tremendo de orgasmos múltiplos. Amarrada, indefesa, ela era pura entrega: “Me usem... sou de vocês...” Foi aí que a campainha tocou. A irmã mais nova de Sabrina, a Letícia – acabado de fazer 15 anos recém-completos, loirinha delicada, corpo magrinho mas curvas perfeitas, olhos grandes de anjo. Sabrina tinha avisado que ela viria depois da aula, mas não esperávamos que chegasse tão cedo. Letícia entrou, viu a cena e congelou na porta, bochechas vermelhas. And parou no meio da estocada, pau latejando dentro da Sabrina. Olhou pra Letícia e... se apaixonou na hora. “Vem aqui eu não mordo ”, ele disse, voz rouca. Letícia hesitou, mas o tesão venceu. foi lá com ele devagar, revelando peitinhos pequenos e empinados, bucetinha rosada e quase sem pelos ainda crescendo . And a puxou pro sofá, beijou com fome, mãos explorando o corpinho dela. “Você é linda... quer que eu continue ?” ela balançou acabeça em sinal de sim então ele beijou os peitinhos dela Letícia assentiu, tímida mas excitada. And a deitou ao lado da irmã, que ainda amarrada gemia assistindo. Ele meteu devagar na buceta dela, sentindo o aperto, gemendo: “Porra, tão apertadinha...” Letícia choramingou de prazer, unhas nas costas dele. Sabrina, vendo a irmã ser comida pelo And, gozou de novo só de olhar. Lucas e eu nos juntamos: eu chupando Letícia enquanto And metia, Lucas fodendo Sabrina no cu. A orgia virou quinteto. Sabrina amarrada no chão, sendo dupla penetrada por Lucas e um vibrador que eu enfiei na buceta dela, chorando de tanto gozar: “Mais... me bate porra... eu aguento!” And e Letícia na nossa cama de casal – ele a virou de quatro, metendo forte, apaixonado, sussurrando: “Estou apaixonado quer namorar com a gente rsrsrs , novinha você. Vai ser nossa esposa também.” Letícia gozava gritando o nome dele, corpo tremendo. No final, todos exaustos, Sabrina solta das algemas, marcas roxas na bunda e nas costas, Letícia com chupões no pescoço e buceta inchada. And olhou pra mim e pro Lucas, ainda ofegante: “Elas vêm morar aqui. Sabrina e Letícia... nossas esposas. Quinteto oficial. O que acham?” Eu sorri, molhada só de imaginar. “Aceito. Mas com regras: sadismo saudável, orgias sem limites, e a cama agora é de todos nós.” Sabrina e Letícia se abraçaram, olhos brilhando. “A gente aceita...” E assim, a casa ganhou mais duas Putas . Amanhã? Quem sabe uma noite com algemas, chicotes cordas consolos grandes, cerveja gelada e corpos se entrelaçando até o sol nascer. O desejo só cresce. ??
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