Inicio de uma grande familia de putas de dois machos
Prazeres Infinitos O final de semana seguinte chegou como uma bênção pecaminosa. And e Lucas tinham viajado a trabalho para uma conferência em São Paulo – três dias fora, me deixando sozinha na casa grande, com a piscina brilhando sob o sol de verão e a cama king size vazia, aquele ninho sagrado de amor onde nós três nos perdíamos em noites de suor e gemidos. Eu sentia falta deles, mas o tesão acumulado da semana anterior, com as marcas ainda frescas na bunda, me fazia coçar de desejo. Liguei pra Bella e Julia, as novinhas de 16 anos da festa – Bella, a loira angelical com peitinhos empinados e pele macia como seda, e Julia, a morena fogosa com bundinha dura e olhos que prometiam tudo. "Venham pra um churrasco na piscina, meninas. Tragam biquínis... ou não." Elas riram, mas aceitaram, sem saber que eu já tinha convidado quatro rapazes que conheci na academia – amigos do Diego, todos malhados, pauzudos, prontos pra uma orgia pesada. Elas chegaram primeiro, de vestidinhos curtos, cheirando a perfume doce e juventude. Abracei as duas, sentindo os corpinhos firmes contra o meu. "Vamos tomar cerveja enquanto os caras não chegam", eu disse, abrindo latinhas geladas na cozinha. O ar estava quente, úmido, com cheiro de cloro da piscina misturado ao de carne marinando. Elas beberam rápido, rindo nervosas, e eu as provoquei: "Lembram da festa? Hoje vai ser pior... ou melhor." Bella corou, mas Julia já passava a mão na minha coxa por baixo da mesa. Começamos ali mesmo, na cozinha – eu e Julia nos beijando, línguas dançando com gosto de cerveja gelada, enquanto Bella assistia, mordendo o lábio. Puxei Julia pro balcão, ergui seu vestido, e lambi sua bucetinha depilada, sentindo o mel doce escorrer na minha língua. Bella se juntou, chupando meus seios por baixo da blusa, mamilos duros roçando sua boca quente. Gemíamos baixinho, o som molhado dos beijos ecoando, temperando a carne do churrasco com nosso tesão – gotas de suor e excitação pingando no mármore frio. Os rapazes chegaram logo depois: três brancos atléticos, pau médio mas grosso, e o quarto... ah, o negão. Chamava-se Victor, alto como uma torre, pele negra reluzente de óleo, e um pau de 24 cm, grosso como um copo de cerveja, veias pulsando. Meus olhos fixaram nele imediatamente – eu me apaixonei à primeira vista, imaginando aquele monstro me rasgando. "Bem-vindos ao paraíso", eu disse, piscando, já sem calcinha por baixo da saia. Começamos na piscina, cervejas flutuando na água azul. Biquínis foram pro chão em minutos. Eu, Bella e Julia nuas, corpos molhados brilhando, nos jogamos neles. Regra da casa: sexo na piscina, a cada 30 bombadas, trocávamos de macho. Victor me pegou primeiro – me encostou na borda, água chapinhando, e enfiou devagar na buceta, esticando cada centímetro. Gemi alto, unhas cravadas nas costas dele, sentindo o cheiro de cloro e suor. "Conta, meninas", eu pedi. Bella e Julia, cada uma montada em um cara, contavam: "Uma... duas... trinta!" Trocávamos – eu pro próximo, rebolando na água, bunda empinada batendo ondas. As novinhas gemiam, peitinhos balançando, mas quando chegou a vez do Victor nelas, Julia tentou vaginal: "Ai, grande demais!", mas cavalgou devagar, olhos revirados, gozando rápido. Bella chupou ele na beira, boca esticada, lágrimas de esforço, mas não aguentou anal – "Dói, Samantha, mas é tão bom ver você levando". Sadismo saudável rolava solto: tapas na bunda molhada, ecoando ploc ploc na água, marcas vermelhas na pele branca das novinhas. Bissexualismo total – os caras se beijavam enquanto nos comiam, um dedando o outro. Eu lambia Julia enquanto um me fodia por trás, cerveja derramada nos corpos, gosto amargo misturado ao salgado do suor. Da piscina, migramos pra sala – corpos pingando no sofá de couro, cheiro de sexo no ar úmido. Orgia pesada: eu de quatro no tapete, um na boca, outro na buceta, Victor assistindo, pau latejando. As novinhas revezavam – Bella chupando dois ao mesmo tempo, Julia sendo dupla penetrada, gemendo "Mais forte!". Cervejas rolando, gargalhadas misturadas a grunhidos, mãos em tudo. Mas o clímax foi na cozinha de novo, temperando a carne – literal e figurado. Eu no balcão, pernas abertas, Victor me comendo vaginal enquanto eu gemia, mãos sujas de tempero nos peitos dele. As novinhas ao lado: uma chupando o outro, outra sendo fodida encostada na geladeira, vibração do motor somando ao tesão. Cheiro de alho, pimenta e porra – gozei esguichando no chão, rindo de prazer. Por fim, levei todos pra cama sagrada – nosso ninho de amor com And e Lucas. "Aqui é proibido, mas hoje eu quebro as regras", eu disse, deitando no lençol macio que ainda cheirava aos meus maridos. Trouxe os quatro rapazes pra lá: corpos entrelaçados, eu no centro. Victor me virou de bruços, lubrificou com cuspe e cerveja gelada pingando, e enfiou no cu – devagar no começo, depois forte. Aquele pau grosso como copo me rasgava, dor virando êxtase, cada veia sentida, preenchendo tudo. "Mais, Victor, me arromba!", eu pedia, apaixonada pelo anal com ele, rebolando empinada, unhas no colchão. Gozei anal três vezes, corpo convulsionando, enquanto as novinhas assistiam: Julia tentou anal com ele, mas choramingou "Não aguento!", e fez vaginal, cavalgando devagar, peitinhos tremendo. Bella chupou ele depois, boca cheia, engolindo o que eu deixava. Os outros três nos comiam ao lado – dupla em mim (um na boca, outro na buceta), sadismo com tapas nas costas, marcas roxas surgindo, bissexualismo com eles se tocando. A noite toda assim: orgia na cama, corpos suados grudando nos lençóis, gemidos ecoando no quarto escuro, cerveja derramada nos travesseiros. As novinhas não aguentavam o ritmo – Bella desmaiou de tanto gozar, Julia pedia água entre fodas. Eu, insaciável, pedia mais anal com Victor, sentindo o pau pulsar dentro, quente, grosso, me deixando viciada. No dia seguinte, exausta, marcas por todo o corpo – bunda roxa, costas arranhadas, buceta inchada –, mandei as novinhas pra casa, mas com um convite na mente: "E se vocês viessem morar aqui? Virar parte do trisal... quinteto?" Elas piscaram, excitadas. Mas será que And e Lucas vão aceitar? Meninas tão novas, 16 anos, cheias de fogo... Eu conto tudo quando eles voltarem, confesso a orgia na cama sagrada, e vejo se eles me punem ou se juntam. O tesão de imaginar os cinco – ou mais – juntos me deixa molhada de novo. Quem sabe? O desejo não para. ??
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