Fogo Eterno


Meu coração se derrete toda vez que vejo Letícia e And juntos. Ela, com seus 18 anos de pura inocência misturada a um desejo voraz, está completamente envolvida por ele – apaixonada de um jeito que faz meus olhos marejarem de emoção. À noite, depois das nossas orgias coletivas, ela se aninha no peito dele, dormindo agarradinha como uma menininha em busca de proteção, os cabelos loiros espalhados no ombro musculoso do meu marido. É lindo, quase poético: And, faz amor com ela de forma delicada, aproveitando cada pedacinho do corpinho magrinho dela. Ele beija devagar os peitinhos empinados, lambe a pele sardenta com carinho, entra nela devagar, sussurrando "Que princesinha gostosa" enquanto ela geme baixinho, olhos cheios de lágrimas de prazer. Nas fodas em grupo, Letícia sempre dá preferência a ser penetrada por ele – vira o rosto pros outros, mas estende a mão pro And, pedindo: "Vem você, amor... só você me faz sentir assim." É uma conexão profunda, emocional, que aquece nossa casa mesmo nos momentos mais quentes.
Mas meu mundo secreto com Victor, meu colosso, é outra história – uma paixão avassaladora que me consome por dentro. Nossos encontros são escondidos de todos: dos meus maridos And e Lucas, das meninas que agora chamo de namoradas (Julia e Letícia,). Eles vão trabalhar, as meninas vão para a escola pois estão terminado o ensino o médio, e eu dou uma fugida do trabalho, inventando reuniões ou almoços longos. A semana toda, nos motéis mais próximos do trabalho, fodemos como animais apaixonados. Ele me pega nos braços fortes, me joga na cama, e entra bruto – pau grande, grosso como uma lata de cerveja comprida, esticando minha buceta até o limite. Chorei de prazer na primeira penetração da semana: "Victor... meu amor... vai devagar se não você vai me rasgar." Ele socava forte, mãos apertando minha bunda empinada, mas beijava meu pescoço com ternura, sussurrando: "Você é minha, Samantha... só minha." Montada nele, cavalgando devagar, rebolando com meu corpo escultural, orgasmos deliciosos subindo como ondas – gozava gritando, unhas cravadas no peito negro dele, enquanto ele jorrava leite quente dentro de mim, enchendo meu ventre de esperma grosso. A cada encontro escondido, a vontade de engravidar dele aumenta – imagino um filho nosso, secreto, crescendo em mim. Não conto pros meus maridos; ainda são planos, mas penso nisso seriamente.
Nas orgias em casa, já não me sinto à vontade sem meu negão. Fodo com And e Lucas, imaginando Victor me comendo – fecho os olhos e vejo o pau dele, sinto o cheiro de suor masculino. Amo meus maridos, mas ficar longe dele e foder com outros sem Victor me dá um aperto no peito, uma saudade que dói. As meninas sentem algo estranho comigo – distante, menos animada nas brincadeiras BI. "O que foi, Sam? Tá tudo bem?", pergunta Leticia , olhos preocupados. Eu nego, sorrio forçado: "Nada, amor... só cansaço do trabalho." Mas fica a interrogação no ar, um silêncio que paira.
Encontro Victor todos os dias nos intervalos – rapidinhas no carro dele, no banheiro do shopping, qualquer lugar. Pedi um vale pra sair com "amigas" no final de semana, e convenci meus maridos a levarem as meninas pras cachoeiras num hotel de selva – "Vão foder ao ar livre, amores... aproveitem as novinhas." Eles toparam, excitados com a ideia de transar na natureza com nossas namoradas. Eu? Levei Victor pra dormir comigo em casa, sozinhos pela primeira vez.
Foi mágico – e caótico. Na sala, ele me sentou nua no colo dele, pau todo dentro de mim, eu rebolando devagar, gemendo com paixão: "Meu macho ... me enche com teu esperma." Ele segurava minha cintura, olhos fixos nos meus, penetrando fundo com carinho, cada estocada uma declaração de desejo. Chorei baixinho de prazer, gozando montada nele, sentindo o leite quente jorrar dentro, molhando tudo. Mas aí a Minha sogra, mãe do And, chegou de surpresa viu que tinha um carro estranho e que eu estaria só em casa em quanto meu esposo estava fora, Ela abriu a porta (esqueci de trancar), e nos pegou ali: eu nua, rebolando no colo de um negão desconhecido dela, pau enterrado em mim. Ela congelou, mas em vez de gritar, ficou de longe, assistindo a gente terminar – olhos arregalados, mão no peito. Victor nem parou, socou mais forte, e eu gozei gritando, sem notar ela. Depois, levamos pro quarto: eu de quatro na cama, bundinha empinada, ele metendo no cu com força, tapas na bunda, na cara eu chorando: "Mais, amor... me arromba me bate filho da puta!" Ela, escondida na porta, filmou tudo com o celular – gemidos, suor, o pau entrando e saindo.
Juro que não vimos ela no domingo, quando todos voltaram – And e Lucas bronzeados das cachoeiras, meninas com marcas de bronze –, foi o escândalo. Minha sogra apareceu e ja foi gritando e mostrou os vídeos pro And: "Meu filho você viaja e a puta da sua mulher traz gente pra casa pra transar na sua cama, eu filmei o que sua mulher faz em casa!" Ele brigou feio com ela: "Mãe, você não entende! Somos liberais – eu, Lucas, Samantha, Sabrina e Letícia. vivemos juntos como família e fodemos juntos todos os dias, com amor e consentimento. Samantha está autorizada a foder com nossos amigos que ela escolher – é assim que mantemos o fogo aceso." Ela saiu chocada, murmurando "Que loucura!", mas And me abraçou: "Te amo, amor... não liga para o que ela fala você ja conhece a fera."
Nesse momento, caiu a ficha pras meninas pois não conheciam o Vitor: entenderam que eu queria ficar só com ele.
Não disseram nada pros maridos, só me cobriram – começaram a ajudar com desculpas sempre que saio à noite pra foder com ele: "Sam foi no mercado", "Tá no pilates". Elas me apoiam, com olhares cúmplices, sabendo do meu segredo.
Uma noite, Victor trouxe o sobrinho mais novo dele de novo – o garoto de uns 14, agora, tímido. Nada muito pesado: só ele no quarto, Victor e eu na sala vendo o jogo. "Vai dar um trato no guri ele anda estranho não quero que vire veado vai lá dar um trato nele amor", mandou Victor, piscando. "Mas nada de penetração, ele é só um menino rsrsrsrs." Entrei no quarto, só de calcinha e sutiã. O garoto tremia, olhos fixos nos meus seios. Perguntei se poderia jogar com ele sentei ao lado dele na cama ele me ensinou eu passava a mão nas pernas dele suavemente ele não tinha entendido ainda, deitei na cama e disse que o jogo era chato que o tio saiu para ir falar com uns amigos e nos deixou sozinhos na casa , pedi para ele deitar do meu lado para a gente conversar ele veio deitamos e ficamos conversando perguntei se ele ja viu um peitinho ele disse que nunca , então mostrei os meus e deixei ele tocar , logo vi o volume na cueca e perguntei se ele queria jogar um jogo que tinha acabado de inventar, ele topou , o jogo era eu peço uma coisa você faz , você pede uma coisa eu faço topa , ele topou e fomos , ele perguntou se poderia ver minha buceta , eu disse que sim baixei a calcinha para ele olhar eu pedi para ver seu pau ele o pós pra fora estava duro não era pequeno pra aquela idade, ele pediu para passar a mão e meter o dedo, abri as pernas e ele veio sem jeito mas meteu dois, eu pedi para alisar o pau dele e bati uma punheta devagar pro pau dele, mão macia subindo e descendo, enquanto ele gemia baixinho. Depois, comecei a chupar um delicioso sexo oral: chupei com carinho, língua rodando a cabeça, até ele gozar na minha boca, quente e inocente. Deixei ele chupar meus seios, mamilos duros na boca dele, puxei ele pra cima encaixando o pau dele na entrada de minha buceta melada de tesão , foi quando lembrei que não era pra deixar ele meter mas o pau ja estava dentro e agora era tarde, ele gozou gostoso dentro de mim – um mimo pro menino, prometi que na próxima vez eu dava o cuzinho pra ele e trocamos watsap pra gente conversar putaria outras horas.
Depois, voltei pro Victor, caralho você demorou, e ai ele gostou ? bom ele não reclamou e ainda gozou 3 vezes, subi no colo dele de pau duro e a paixão explodiu: sexo forte, bruto.
Ele me comeu na cama, eu montada cavalgando, rebolando devagar, orgasmos deliciosos me fazendo chorar de prazer enquanto ele jorrava dentro de mim. em meus pensamentos mil coisas vinham pensa em dizer a ele e ele responder "Quero um filho seu, Vitor... mas vai ser nosso segredo." Ele sorriu, socaria mais fundo, e eu me perderia no amor por ele. O desejo só cresce – escondido, intenso, eterno. ??
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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fogo Eterno

Codigo do conto:
253189

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
26/01/2026

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