A rua estava em chamas. Terça de Carnaval em Manaus e o bloco ainda bombava como se o mundo fosse acabar. Samba pesado no chão, chopp gelado escorrendo nas mãos, corpos suados se esfregando sem pudor. Eu, Samantha, vestida bem safada: sainha rodada colorida curtíssima que voava a cada rebolada, topinho vermelho mal segurando os seios e um. Cada vez que eu dançava, mãos anônimas subiam por baixo da saia. Dedadas rápidas, grossas, molhadas. Um dedo entrava na buceta, outro no cuzinho, saía e entrava de novo. Eu gemia baixinho no meio da multidão: “Ai, caralho… continua… mais fundo… assim…” Foi quando eu o vi. Coroa de uns 50 anos, barba grisalha bem cuidada, camisa aberta mostrando o peito forte e. Olhos famintos. Sorri pra ele. Ele veio, pagou uma cerveja e começamos a conversar. O barulho era tanto que ficávamos com o rosto colado, boca quase encostando na orelha. “Você dança gostoso pra caralho…”, ele sussurrou, mão já descendo pela minha cintura. “Gosta uma esposa putinha, vô?”, respondi, mordendo o lábio. “Gosto de casada safada que sabe mamar bem.” Não demorou. Ele me puxou pela mão pro canto escuro atrás do carro dele, um Corolla preto. Colocou a cerveja no teto, me girou de costas e colou o corpo no meu. Senti o pau já duro esfregando na minha bunda. Ele me virou, segurou meu rosto e me beijou. Um beijo quente, possessivo, língua entrando fundo. Minhas pernas bambeavam. “Você me molhou toda…”, confessei ofegante. “Quero mais que isso”, ele rosnou, mão descendo por baixo da saia, dedos grossos abrindo minha buceta. “Posso te comer aqui mesmo?” “Não aqui… outro dia, outro lugar. Mas hoje eu quero te mamar até você gozar na minha boca.” Me ajoelhei ali mesmo. Abri o zíper e tirei aquele pau grosso, cheiroso, cabeça rosada brilhando. “Que delícia de pau de coroa tão grosso quanto meu braço…”, sussurrei antes de engolir até o fundo. Chupei devagar, língua rodando as veias, garganta relaxada, baba escorrendo. Ele segurava meu cabelo e gemia rouco: “Porra, guria… que boca gulosa… chupa mais fundo… assim… você é uma puta deliciosa…” Engoli tudo quando ele gozou – jatos quentes, grossos, sabor forte. Lambi até a última gota, olhando pra ele com olhos de safada: “Leite gostoso… melhor que o do meu marido.” Enquanto eu mamava o coroa, Letícia sumiu de vista. Ela estava solta hoje, barrigão de 8 meses balançando no body de coelhinha. Dois rapazes de 20 e poucos a cercaram. Um alisava a barriga, o outro já tinha a mão na bunda. “Posso te dar um beijo, princesa?”, perguntou um deles. Letícia riu, a safada: “Pode… mas beija direito, vai… quero sentir língua.” Os dois se revezavam na boca dela, línguas entrando fundo, mãos apertando os peitos inchados. Ela gemia entre beijos: “Vocês são safados demais… minha bucetinha tá pingando só de vocês me tocando assim…” Julia estava colada em Anderson o tempo todo, rebolando a bundinha dura nele. Lucas, na barraca de drinks, já tinha beijado três novinhas e ganhado o número de uma delas. Voltei pra festa com o gosto de porra na boca. O coroa me puxou pra dançar mais um pouco. Trocamos contato: “Quero te comer direito outro dia, cadelinha.” Eu sorri: “Pode marcar, vô… mas só se você me chamar de netinha e vai poder comer meu cuzinho à vontade.” Letícia já estava louca pra mais: “Vem, Sam… dois rapazes me chamaram pra dar uma volta.” Fomos. Atrás dos carros, no breu, os dois eram bonitinhos, 18 e 20 anos, primos. Conversamos, rimos, até um deles pedir um beijo na Letícia. Ela não pensou duas vezes e foi beijando. O outro veio pra mim. Deixei ele me alisar, pegar no meu sexo, enquanto eu massageava o pau dele. Olhei pros lados. Ninguém perto. “Vamos, meu bem… vamos sugar o pau desses fedelhos até secar o leite deles”, sussurrei pra Letícia. Ajoelhamos juntas. Mamamos os dois ao mesmo tempo – eu no maior, ela no menor, trocando de vez em quando, beijando com porra na boca. O flanelinha ficou a dois metros assistindo, pau na mão. O Uber filmou discretamente. Os rapazes imploravam: “Deixa a gente comer vcs… só rapidinho…” Nós rimos: “Aqui na rua não rola… mas goza na nossa boca que a gente engole tudo.” Engolimos os dois gozos quentes, línguas se misturando depois, rindo alto enquanto eles ficavam com o pau na mão, babando: “Quero foder vocês…” Saímos correndo de mãos dadas, rindo. Eu já estava bem bêbada. O coroa, sem saber que Anderson era meu marido, foi andando pra perto dele. Eu acenei de longe: “Vou dar mais uma volta com a Letícia, amor!” e sumi. Um cara parou na nossa frente: “20 reais pra dar um beijo na loirinha grávida.” Eu ri: “Fechado!” Letícia abriu a boca pra ele. Beijo molhado, safado, línguas se enrolando por quase dois minutos. Ganhamos os 20 reais. Foi aí que Yasmim apareceu – mãe da filhinha do George, o meu comedor amante no sigilo, morena gostosa de 16 anos, corpo curvilíneo. “Que isso, meninas? Tá rolando putaria na rua?” Entrou na brincadeira na hora. Começamos a oferecer beijos por 20 reais. Homens passavam, pagavam, beijavam nossas bocas. Yasmim adorou: “Caralho, nunca fiz isso… mas tô molhada pra caralho.” Os homens que passavam por trás de mim esfregavam o pau duro na minha bunda empinada. Eu pegava rápido, apertava forte, soltava e ria: “Gostou, hein? ” Muitos me beijavam o pescoço, mordiam a orelha: “Queria te foder aqui mesmo, safada.” Eu respondia gemendo: “Eu também quero… mas hoje só boca e mão.” Convencemos Yasmim a aprontar mais. Escolhemos um rapaz alto e bonito. Tiramos ele das amigas e fomos pro final da rua. Propusemos: ele podia escolher uma de nós pra beijar por 30 segundos. Ele escolheu Letícia primeiro, depois pediu nós três. Fizemos um beijo triplo quente, línguas se misturando. Yasmim foi logo ajoelhando e mamando ele atrás do carro. Três bocas no mesmo pau – língua contra língua, chupando, babando, gemendo. Yasmim engolia fundo pela primeira vez um desconhecido na rua: “Nossa… que delícia… nunca chupei um desconhecido assim na rua.” Letícia riu: “Bem-vinda ao nosso mundo, mana. Amanhã a gente repete.” O rapaz gozou na boca dela que dividiu com a gente o esperma grosso dele e docinho em um bejio molhado entre nós três. Lambemos tudo, rindo, nos beijando depois. Yasmim, ofegante e brilhando: “Meninas… eu quero fazer isso toda semana com vocês. Nunca me senti tão puta e tão viva.” Eu respondi, abraçando ela: “Pode deixar. A gente te chama sempre. Só não conta pra ninguém… nosso segredo.” A noite terminou com mais chopp, mais beijos pagos, mais mãos na bunda e na buceta. Voltei pra casa com a calcinha encharcada, cheiro de porra na boca e 2.800 reais no bolso – combinamos dar pra Yasmim pra ajudar ela com a bebê. Letícia dormiu com a mão na barriga, sorrindo. Yasmim mandou mensagem depois: “Quero repetir sábado… com mais gente.” O carnaval acabou, mas nossa putaria só começou. ??
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