O coroa me ligou às 10h da manhã. Voz grossa, direta: “Hoje, 13h no Manauara. Almoço rápido e depois te fodo até você não conseguir andar, topa?.” Eu só respondi: “Tô indo, vô.” Cheguei de saia curta branca e blusa justa. Ele já esperava na praça de alimentação, barba grisalha impecável. Almoçamos conversamos um pouco , ele me alisava as mãos o rosto era gentil e carinhoso , rimos. Olhares sensuais e penetrantes, o desejo ja me consumia sem nem saber o que me aguardava. Ele me chamou para ir embora, me puxou pelo pulso e fomos para a garagem pegar o carro dele nos beijamos no estacionamento ele me levantou do chão com a mão segurando minha bunda que levantou a saia e expos minha calcinha fio dental, entramos no carro e fomos direto pro motel ali perto no coroado – quarto com banheira e garagem privativa. Mal fechou a porta, ele me jogou na parede com força que perdi o ar. “Hoje você vai foder com um macho, cadelinha. Quero ouvir você chorar.” Assustada e sem reação so olhei para ele tirando a roupa e vindo em minha direção como um animal selvagem . Ele rasgou minha blusa, mordeu meus seios com força deixando marcas de seus dentes. Me virou de costas, amassando eu rosto na parede levantou a saia afastou a calcinha enfiou dois dedos grossos na buceta sem aviso. Socou fundo, rápido, violento. Eu gritei. Ele deu o primeiro tapa na cara – forte, estalado. Meu rosto ardeu, cala boca e não grita falou ele , e eu assustada e ele ofegante. Eu sorri com o canto da boca já com lágrima nos olho. me puxou pelo cabelo me jogou na cama. de bruços Abriu minhas pernas e forçou a entrada de meu cuzinho e forçava a entrada eu tentei sair de baixo dele mas ele é muito grande na primeira vacilada minha relaxei e a cabeça de seu pau entrou no meu cú e sem piedade. O pau grosso quase não entrava. Ele empurrou com força bruta, rasgando. Doeu pra caralho. Eu chorei alto, soluçando: “Ai, meu Deus… tá rasgando… não, por favor para… está doendo muito!” Ele socava sem parar, puxava meu cabelo para trás me tirando os seios da cama com violência me enforcou com aquela mão grande e grossa , tapas na bunda que ecoavam. Puxava meu cabelo pra trás como rédea: “Chora mais, puta… chora pro vô.” Cada estocada dele eu gemia alto e chorava a dor foi passando e o tesão fui tomando meu corpo Eu chorava e gozava ao mesmo tempo, corpo tremendo. Comecei a pedir para ele me bater mais me chamar de puta vadia Depois me arrastou pro sofá. me colocou de quatro me dando um soco na costela que me tirou o ar e quase desmaio. Meteu na minha buceta e eu procurando me esticar para respirar, minha buceta estava encharcada de tesão ele gozou dentro da camisinha e foi tirar me empurrando para frente que cai do sofá ele chegou perto com seu pau apontando pra mim e urinou em mim pegou meu rosto e urinou na minha boca e disse abre vadia abre a boca e bebe tudo, eu bebei toda urina dele que entrava na minha boca chorando , ele me deu um tapa no rosto que cai no chão, sangrou meus lábios eu cuspi sangue ele me pegou um cigarro para fumar e eu fiquei no chão no canto do quarto chorando mas sentindo prazer doía as porradas mas era muito bom o sexo a quilo me deixava com mais tesão e vontade de mais, ele veio me puxou pelo cabelo me levando para o chuveiro me deu um banho me limpou toda me beijou com ternura fui abraçando ele me preparando para aproxima porrada dele ele me tirou do chão me colocando de costas para a parede com as pernas abertas na cintura dele seu pau entrou na minha buceta se camisinha e começou a fazer amor comigo alai mesmo me beijando , sugava meus seios , me beijava o pescoço me mordia deixava suas marcas e dizia que se foda seu marido corno hoje um macho fode a esposa dele , eu sorri e disse então fode essa putinha que está adorando se apaixonando por você meu vozinho , ele perguntou se doeu dar o cu para ele naquela hora “Me rasgou toda doeu muito sangrei a cama toda está suja de sangue não sei nem se aguento fazer novamente pois está doendo ainda… dói… mas eu amei… me arromba mais!” Ele não parou. Me fodeu no sofá, na banheira (água misturada com sangue), na garagem do quarto encostada no carro. Sempre bruto, sempre puxando cabelo, dando tapas na cara e na bunda. Gozou três vezes dentro de mim sem camisinha – buceta e cu cheios dele. me mandou ficar de quatro na cama pegou o cinto e me bateu novamente eu chorei muito com ele me batendo na bunda que ficou toda marcada , me colocou em cima dele com o pau todo dentro de minha buceta novamente que ja estava inchada de tanto levar ferro daquele calibre ele gozou novamente dentro de minha buceta eu rebolei e ali fiquei me soltei devagar em cima dele sem tirar de dentro eu senti o monstro de pau ficar mais macio e mais mole fui relaxando em seu peito e pegando no sono senti seu pênis amolecer dentro de mim e não saia , deixei lá mesmo , esperma escorria de dentro de mim em cima de seus pau ja amolecido melei ele todo com mistura de esperma e sangue. Minha buceta destruída me cú dilacerado , rasgado e sangrando. A cama suja de sangue do meu cu – ele tinha arrancado a última prega que restava. “Você é louca… mas é minha puta agora, quando eu te chamar larga tudo e vem me obedeça e você vai apanhar pouco”, ele disse, acariciando meu cabelo molhado de suor e lágrimas e me beijando. “Sou sua… pode me machucar e foder sempre que quiser. Eu amei, gostei fiquei com muito medo no início a mistura de dor medo e gozo me abriu a mente me fez ver que existe mais do que só foder e gozar doeu as surras a violência com que me fodeu ”, respondi, voz rouca de tanto gemer e chorar. Ele sorriu: “Próxima vez quando eu voltar de viagem em uns dois meses vou te amarrar e e te comer amarrada. Quero te sangrar novamente.” “Pode marcar… vou estar aqui esperando por você.” Dormi cansada, nua em cima dele, corpo dolorido, buceta e cu latejando, mas com um sorriso no rosto. Apaixonada pela surra de pica que levei. Quando cheguei em casa as 03:00 da manhã depois, coxas marcadas, bunda roxa, caminhando devagar, ninguém desconfiou. Só eu sabia: tinha acabado de viver a foda mais selvagem e deliciosa da minha vida. Foi complicado explicar onde estava pra chegar tarde e não atender o celular, inventei de ir com Leticia para o interior no final de semana e logo cedo fomos , eu contei tudo a ela mostrei as marcas ela me chamou de louca e ficamos 5 dias em Iranduba fazendo coisas da loja. Mas meus pensamento no meu vozinho cada noite que sonhava eu lembrava e revivia as surras a violência que foi ele comer meu cu., queria que ele voltasse logo ja estava com saudades dele depois de cinco dias voltamos pra casa e eu ainda com uns roxos nas costas coxa e Leticia falou que eu cai do cavalo no sítio da tia dela deu para esconder do meu marido a sura que levei , e que ja queria outra . E já queria mais. ??
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