A Dívida do Prazer

Leo se considerara o mestre do corpo de Isabela. Seis meses de namoro, e ele se tornara um estudioso de sua geografia, um explorador de seus prazeres. Ele a amava como mulher, a desejava com uma fome que o surpreendia, e a adorava como uma deusa em seu altar. Ele passava horas entre suas pernas, sentindo-a tremer sob sua língua, ouvindo-a gritar seu nome quando ele a levava ao clímax. Ele se sentia poderoso, o provedor, o homem.

Mas aquela noite, enquanto ele a beijava, sentiu uma resistência sutil. Isabela o beijava de volta, mas havia uma distância em seus olhos, uma nuvem de pensamento que ele não conseguia penetrar.

"O que foi, meu amor?", perguntou ele, puxando-se para cima, o cotovelo apoiado no travesseiro. A luz suave do abajur iluminava as curvas perfeitas de seu corpo, delineando os seios arredondados que transbordavam do sutiã de renda preta.

Ela o olhou, seus olhos verdes brilhando sob a luz fraca do quarto. Havia uma determinação neles que ele nunca tinha visto antes. "Leo, nós precisamos conversar."

O coração dele afundou. "Conversar" raramente era bom. "Sobre o quê?"

"Sobre justiça", disse ela, a voz firme enquanto se sentava, a lingerie preta de renda contrastando com sua pele pálida. "Sobre a dívida de prazer que você tem comigo."

Leo franziu a testa. "Dívida? Que dívida? Eu te amo, eu te dou prazer..."

"Você me dá prazer, sim", concordou ela, passando a mão pelos seios, os mamilos endurecendo sob o tecido fino. "E eu adoro. Mas é sempre de um jeito. Você me come, me fode, me faz sua. E eu amo ser sua. Mas não é justo, Leo. Não é justo que eu nunca tenha provado do seu cu."

Leo sentiu um choque gelado percorrer sua espinha. A palavra "cu" na boca dela, direta e sem rodeios, o deixou sem jeito. "Isabela... eu não... eu não faço isso."

"Por quê?", perguntou ela, a voz suave, mas insistente. "Porque você acha que te faz menos homem? Porque você tem medo?"

"Não é isso", mentiu ele, sentindo o rosto queimar. "É só... não é minha coisa."

"Não é sua coisa porque você nunca tentou", retrucou ela, aproximando-se. Seu perfume envolveu Leo, uma mistura de jasmim e desejo. "Nós namoramos a tanto tempo, Leo. Eu te dei meu corpo, minha confiança, meu prazer. Eu te mostrei como é ser vulnerável, como é ser possuída. E agora, eu quero o mesmo de você. Eu quero te possuir. Eu quero te fazer sentir o que eu sinto. Eu quero te fazer de mulherzinha por uma noite."

A palavra "mulherzinha" atingiu ele como um soco. Era o que ele mais temia e, secretamente, o que mais o excitava. A ideia de entregar o controle para Isabela, de ser vulnerável, era aterrorizante.

"Isabela, por favor...", começou ele, mas ela o interrompeu com um beijo. Um beijo diferente. Não era um beijo de sedução, mas de comando. Sua língua invadiu sua boca com autoridade, marcando território.

"Não 'por favor'", sussurrou ela contra seus lábios. "Agora é a minha vez. E você vai gostar. Vai doer no começo, eu te aviso. Mas você vai pedir mais. Eu prometo."

Ela o virou de bruços na cama com uma força que o surpreendeu. Leo ficou paralisado, o rosto enterrado no travesseiro. Ele ouviu o som de uma gaveta se abrindo e o clique de uma tampa. Um dedo gelado e escorregadio, coberto de KY, tocou seu anus. Ele se contraiu instintivamente.

"Relaxe", ordenou Isabela, sua voz baixa e autoritária. "Respire. Confie em mim."

O dedo entrou, devagar. A dor foi aguda, estranha. Era uma invasão, uma violação de seu espaço mais íntimo. Ele gemeu contra o travesseiro, um som de protesto.

"Isabela... não... para com isso..."

"Calma aí, seu machão", disse ela, com um tom de escárnio que o excitou e humilhou ao mesmo tempo. "A noite é longa."

Ela introduziu um segundo dedo, alargando-o, preparando-o. A dor aumentou, mas debaixo dela havia algo mais. Uma sensação de pressão, de plenitude, que começava a despertar um fogo desconhecido em suas entranhas. Ele tentou se afastar, mas ela o prendeu com seu corpo, seus seios pressionando suas costas.

"Não fuja, Leo. Fique quieto e sinta."

Ela moveu os dedos, e Leo sentiu uma explosão de prazer que o fez gritar. Ela havia encontrado seu ponto, aquele lugar secreto que ele nem sabia que existia. O prazer foi tão intenso, tão inesperado, que ele perdeu a noção de tudo. Ele não era mais o arquiteto, o homem no comando. Era apenas um corpo, um receptáculo para o prazer que ela lhe dava.

"Viu? Eu te disse", sussurrou ela, triunfante. "Você está gostando, não está?"

Ele não conseguiu responder. Ele apenas gemeu, empurrando seu bumbum de volta contra os dedos dela, pedindo mais. Ela riu, um som baixo e sexy.

"Agora você está pedindo. Mas eu não vou te dar ainda. Primeiro, você precisa me pedir com palavras."

"Por favor... Isabela... por favor...", ele gemeu, o orgulho se desfazendo em meio ao desejo avassalador.

"Por favor, o quê?", insistiu ela.

"Por favor... me coma", ele sussurrou, a voz rouca de vergonha e desejo. "Por favor... me foda."

Isabela satisfez seu pedido. Ela retirou os dedos, e Leo sentiu um vazio estranho. Então, ele sentiu o peso dela sobre ele, e a cabeça de seu pau, grande e quente, pressionando sua entrada. O pânico retornou.

"Isabela... vai doer... eu não aguento..."

"Você vai aguentar", disse ela, e com um movimento lento e implacável, ela começou a entrar. A dor foi lancinante, como ele nunca tinha sentido. Ele gritou contra o travesseiro, tentando fugir da piroca que o rasgava, mas ela não deixou. Ela o travou com suas pernas e seus seios, empurrando mais e mais.

"Relaxe... quase lá... tudo vai entrar."

E então, com um empurrão final, ela o encheu completamente. Leo sentiu como se tivesse sido rasgado em dois. O mundo se dissolveu em uma dor branca e aguda. Mas então, algo mudou. A dor começou a se transformar, a se mesclar com um prazer tão profundo, tão avassalador, que ele não conseguia mais distinguir um do outro.

Isabela começou a se mover com uma ferocidade que o assustou e excitou. Cada golpe era profundo, quase atingindo seu estômago. Ela o pegou pelos cabelos, forçando sua cabeça para trás enquanto o penetrava sem piedade.

"Você gosta disso, seu machão? Gosta de ser minha putinha?", sussurrava ela em seu ouvido, a voz rouca de desejo.

Ele só conseguia gemer, lágrimas escorrendo pelo rosto, uma mistura de dor e prazer intenso. Seu corpo tremia a cada movimento dela, suas nádegas queimando com o atrito brutal.

Ela o virou de costas, elevando suas pernas sobre os ombros. Agora ela podia olhar nos olhos dele enquanto o possuía. Os olhos verdes dela brilhavam com um fogo selvagem, um triunfo absoluto.

"Olhe para mim enquanto eu te fodo", ordenou ela. "Veja quem está no comando agora."

Leo obedeceu, perdido no êxtase da submissão. Ele se sentia completamente vulnerável, completamente possuído, e isso o libertava de uma forma que nunca imaginaria possível. O prazer era tão intenso que quase se tornava insuportável, uma onda contínua que o arrastava para o abismo.

Isabela sentiu seu corpo começar a se contorcer, o clímax se aproximando. Mas ela não queria acabar assim. Com um movimento rápido, ela se retirou dele, deixando um vazio doloroso que fez Leo gemer de frustração.

"Ainda não", disse ela, a voz cheia de promessa. "Eu quero que você prove de tudo."

Ela se ajoelhou sobre seu peito, seus seios pendurados sobre seu rosto. Com a mão, ela pegou seu próprio pau, ainda duro e brilhante com o lubrificante e os sucos deles. Leo observou, hipnotizado, enquanto ela o guiava em direção à sua boca.

"Abra", ordenou ela.

Ele obedeceu sem hesitar. A cabeça de seu pau entrou em sua boca, e ele sentiu o gosto salgado de si mesmo, misturado com o sabor íntimo dela. Era humilhante e incrivelmente excitante. Ela começou a mover os quadris, fodendo sua boca devagar no início, depois com mais força. Ele engasgava, lágrimas escorrendo pelo rosto, mas não tentou parar. Ele queria tudo o que ela tinha para dar.

"Isso mesmo", gemeu ela. "Chupe meu pau. Chupe o pau que acabou de te foder."

Ela o fez por vários minutos, alternando entre fodê-lo na boca e no cu. Cada vez que ela mudava, Leo sentia uma nova onda de submissão e prazer. Ele estava completamente à mercê dela, um brinquedo para seu prazer, e ele nunca se sentiu tão vivo.

Finalmente, ela o empurrou para trás na cama. Ela se levantou, ficando de pé sobre ele, uma figura poderosa na luz fraca do quarto. Seu corpo brilhava de suor, seus seios erguidos, seu pau duro apontando para ele.

"Agora é a minha vez", disse ela. "Agora você vai me fazer gozar."

Ela se ajoelhou sobre seu rosto, seus joelhos ao lado de sua cabeça. Leo podia sentir o calor dela, sentir o cheiro do desejo dela. Ele abriu a boca, ansioso.

"Chupe meu saco", ordenou ela. "Chupa meus ovos."

Ele obedeceu, tomando um testículo delicadamente em sua boca, depois o outro. Ele os lambeu com cuidado, sentindo o peso deles em sua língua. Isabela gemia acima dele, suas mãos na cabeça dele, guiando-o.

"Mais", sussurrou ela. "Faça-me gozar."

Ele redobrou seus esforços, sua língua explorando cada parte dela. Ele podia sentir o corpo dela se tensionando, os gemidos ficando mais altos. Finalmente, com um grito que ecoou pelo quarto, ela veio.

O porra jorrou em seu peito e queixo, quente e abundante. Leo sentiu o gosto salgado em seus lábios, o cheiro intenso enchendo seus sentidos. Era como se ele estivesse sendo marcado, possuído de uma forma que nunca imaginou possível.

Ela permaneceu sobre ele por um momento, respirando pesadamente. Então, ela se moveu, deitando-se ao lado dele. Eles ficaram em silêncio por um longo tempo, o único som o de suas respirações ofegantes.

Leo se virou para olhá-la. Seus olhos estavam cheios de lágrimas, mas não eram lágrimas de dor ou arrependimento. Eram lágrimas de libertação.

"Eu te amo", disse ele, e as palavras nunca foram tão verdadeiras. "Eu te amo, Isabela."

"Eu te amo", respondeu ela, beijando-o suavemente. "E agora você é meu. Completamente."

Ele sorriu, um sentimento de paz se instalando sobre ele. Ela estava certa. Ele era dela, completamente, e ele nunca se sentiu mais feliz em toda a sua vida.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Dívida do Prazer

Codigo do conto:
252810

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
21/01/2026

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