Natalia era a personificação da dualidade. Em casa, era a filha perfeita, a "santinha" que ia à missa aos domingos, ajudava a mãe na cozinha e tirava notas excelentes. Seus pais a viam como o exemplo de pureza e obediência. Mas na escola, era outra história. As saias do uniforme eram encurtadas, a blusa era amarrada na cintura para mostrar o sutiã colorido por baixo, e o sorriso inocente era substituído por um olhar desafiador que prometia pecados. Ela ficava com todo mundo: o capitão do time de futebol, o nerd da banda, o bad boy do último ano. Seu poder era sua sexualidade, e ela o manejava com a precisão de uma cirurgiã.
E então havia Murilo. Ah, Murilo. O namorado oficial, o projeto dos pais dela. "Ele é um rapaz tão estudioso, Natalia", dizia sua mãe. "Um futuro promissor. Você precisa se segurar nele." Murilo era de fato brilhante, com óculos grossos e uma timidez que o fazia gaguejar quando olhava diretamente nos olhos de alguém. Ele era completamente inocente, um livro aberto de anseios não expressos. Ele amava a versão caseira de Natalia, a que lhe dava beijos castos na porta e lhe mandava mensagens de "boa noite" com corações.
A tentativa de transar foi um desastre. Os pais dela estavam fora, e seu quarto cheirava a seu perfume de baunilha. Murilo estava suando, suas mãos tremendo enquanto tentava desabotoar a calça jeans. Natalia, deitada na cama de lençóis rosados, observava-o com uma mistura de pena e desprezo.
"Consegue não, Murilo?", perguntou ela, a voz doce que contrastava com o sarcasmo em seus olhos. "Tá com medo?"
"Não, é só que... você é tão... e eu nunca..." Ele não conseguiu terminar. Seu corpo, apesar do desejo mental, se recusava a cooperar. A frustração o deixava pálido, seu pau mole e encolhido uma prova gritante de sua falha.
Natalia suspirou, um som de impaciência. Ela se sentou na cama, o movimento fluido e poderoso. Com um gesto deliberado, passou as mãos pelas laterais do próprio corpo até chegar à cintura da saia. Seus dedos prenderam o elástico da calcinha de renda preta. Com um movimento lento e teatral, deslizou-a para baixo, pelas coxas lisas, e a tirou. Estava úmida. Ela a dobrou lentamente, como se fosse um presente caro, e a estendeu para ele.
"Toma. De lembrança", disse ela, um sorriso maldoso nos lábios. "Pelo menos você vai ter isso pra cheirar mais tarde. Ou melhor... vista."
Murilo ficou paralisado, o pedaço de tecido úmido e macio pendurado entre eles. A humilhação queimava seu rosto. "O quê? N-não... eu não vou..."
"Vai sim", cortou ela, a voz perdendo a doçura e ganhando uma aresta de aço. "Seu pauzinho não funciona de homem, né? Então vamos ver se ele funciona de mulherzinha. Calça."
A ordem foi um soco no estômago. Com as mãos trêmulas, ele obedeceu, desabotoando o jeans e deixando-o cair nos tornozelos. Ele estava de boxer na frente dela, o corpo encolhido de vergonha.
"Agora a calcinha", ela ordenou, jogando o pedaço de renda em seu colo.
Com lágrimas queimando seus olhos, Murilo pegou a peça. O tecido era fino e frio em seus dedos. Ele a vestiu, o elástico apertando seus quadris, o tecido úmido e ainda quente do corpo dela pressionando seu próprio sexo. Era a humilhação suprema. Ele estava usando a calcinha de sua namorada, um símbolo de sua inadequação.
Mas então, algo horrível e inconfessável aconteceu. A sensação do tecido úmido e apertado contra sua pele, o cheiro forte e íntimo de Natalia que subia até seu nariz, a crueldade no olhar dela... tudo isso se misturou em uma tempestade perfeita. Seu pau, antes encolhido e morto, começou a endurecer. Dureza traiçoeira e poderosa que empurrava contra o tecido da calcinha alheia, tornando-se visível, inegável.
O pânico o atingiu. Por que aquilo o excitava? Ele olhou para Natalia, seu rosto um pedido de socorro.
Os olhos dela se arregalaram, primeiro em surpresa, depois em uma compreensão lenta e brilhante. Um sorriso lento e predatório tomou conta de seu rosto. Ela não estava zombando de sua impotência; ela havia descoberto seu botão.
"Ah... então é isso", ela sussurrou, mais para si mesma. "Você não é impotente. Você só é... diferente. Olha só, já está durinho na minha calcinha. Que porquinha."
Ela se levantou e se aproximou, passando a mão por sobre a saliência em seu boxer. "Então é isso que te excita, hein? Ser humilhado. Vestir minhas coisas. Que interessante, Murilo. Muito interessante."
A partir daquele dia, a dinâmica mudou. Para os pais e para o mundo exterior, Murilo ainda era o namorado. Mas Natalia se tornou mais distante, mais cruel. Ela saía com suas amigas, voltava com cheiro de outros homens, e Murilo só podia observar, seu coração apertando com uma mistura de ciúme e... outra coisa. Uma excitação secreta que ele não ousava admitir.
As amigas de Natalia, Bianca e Thaís, logo descobriram seu segredo. "Ele é um viadinho, Nat!", riu Bianca um dia no pátio da escola. "Você precisa fazer algo a respeito."
Natalia apenas sorriu. "Eu já tenho um nome pra ele. Marieli."
O nome pegou. Entre as três, Murilo não existia mais. Era Marieli. E logo, as brincadeiras se tornaram ordens. "Marieli, hoje você vai usar a minha blusa rosa", dizia Thaís, jogando-lhe uma peça de roupa. E ele obedecia, o coração batendo forte, uma parte dele morrendo de vergonha, outra parte vibrando com uma alegria proibida.
A oportunidade perfeita chegou quando os pais de Natalia anunciaram uma viagem de fim de semana. "Vamos deixar a casa aos seus cuidados, querida", disse sua mãe, confiante. "E Murilo pode vir, se quiserem. Para se protegerem."
Natalia sorriu para a mãe. "Claro, mãe. Nós vamos nos cuidar muito bem."
A festa foi selvagem. Música alta, bebidas espalhadas por toda parte, corpos dançando sob as luzes coloridas que Natalia havia instalado. E Murilo, ou melhor, Marieli, estava lá. Vestido com um vestido preto justo que Thaís trouxera, maquiado por Bianca, ele se sentia ao mesmo tempo exposto e escondido. Por baixo do vestido, ele usava a calcinha de renda preta que Natalia lhe dera, um símbolo constante de sua rendição. Ninguém o reconhecia. Era libertador e aterrorizante.
Foi no meio da multidão que ele o viu. Um rapaz mais velho, talvez da faculdade, com cabelos compridos, barba por fazer e um olhar que parecia ver através das pessoas. Ele não era do círculo de amigos de Natalia. Era um convidado de um convidado.
O rapaz se aproximou de Marieli. "Oi. Não te vi antes. Qual seu nome?"
"M-Marieli", gaguejou Murilo, o som estranho em sua própria boca.
"Legal. Eu sou Ricardo." O olhar de Ricardo era intenso, percorrendo seu corpo. "Você é linda."
Marieli sentiu um calor subir pelo rosto. Ninguém nunca tinha dito aquilo para ele. Para ela.
Eles conversaram. Ricardo era charmoso, direto. Suas mãos tocavam o braço de Marieli, suas costas, cada toque enviando uma descarga elétrica pelo corpo de Murilo. Ele estava sendo desejado. Como mulher.
Natalia observava de longe, um sorriso de satisfação no rosto. Ela viu Ricardo murmurar algo no ouvido de Marieli, viu a reação de choque e desejo no rosto do namorado. Era hora.
Ela se aproximou, pegando Murilo pelo braço. "Preciso falar com você", disse ela, puxando-o para o quarto. Ricardo os seguiu com os olhos, curioso.
Dentro do quarto, a porta fechada bloqueava o barulho da festa. "O que você está fazendo?", sussurrou Murilo, o pânico em sua voz. "Ele não sabe quem eu é!"
"E daí?", disse Natalia, friamente. "Ele quer você. Ele quer a Marieli. E você vai dar pra ele."
"Não! Eu não posso! Eu nunca...", ele implorou, os olhos marejados.
"Claro que pode", interrompeu ela, empurrando-o para a cama. "Você quer isso. Eu vejo nos seus olhos. É tudo o que você sempre quis, não é? Ser tratado como a mulherzinha que você é. A chance tá na sua frente. Não seja um fraco."
Ela abriu a porta do quarto. "Ricardo! Entra aqui!"
Ricardo entrou, um sorriso de compreensão no rosto. Ele olhou para Murilo, encolhido na cama, e depois para Natalia.
"Ele é todo seu", disse Natalia, cruzando os braços. "Mas eu quero assistir."
Murilo olhava de um para o outro, preso. O medo lutava com um desejo profundo, humilhante. Ricardo se aproximou da cama, sentando-se ao lado dele.
"Não precisa ter medo, Marieli", disse ele, a voz suave. "Eu vou ser gentil."
Mas não foi gentil. Foi intenso. Ricardo o beijou, uma boca masculina e exigente tomando a sua. Suas mãos arrancaram o vestido, expondo o corpo pálido de Murilo. Ele se sentiu nu, vulnerável, completamente à mercê daquele homem. A calcinha de renda preta, o último vestígio de sua "fantasia", foi arrancada com um movimento brusco.
"Por favor...", murmurou Murilo, mas não sabia se estava pedindo para parar ou continuar.
Ricardo o virou de bruços. Murilo sentiu o peso dele sobre suas costas, o pau duro pressionando suas nádegas. A realidade do que estava acontecimento o atingiu como um soco. Ele olhou para o lado, e seus olhos se cruzaram com os de Natalia. Ela estava sentada na cadeira do canto, os joelhos cruzados, um sorriso de triunfo puro nos lábios. Ela estava gostando de ver sua humilhação.
"Relaxe", sussurrou Ricardo em seu ouvido, seu hálito quente. "Confie em mim."
Não houve lubrificação, apenas a força bruta. Quando Ricardo entrou, Murilo gritou. A dor foi aguda, como ser rasgado em dois. Era uma violação, uma invasão brutal de seu corpo, de sua identidade. Ele tentou se afastar, mas Ricardo o prendeu com seu peso, empurrando mais fundo.
"Calma, Marieli", disse Ricardo, a voz tensa de prazer. "Pega leve... quase lá..."
Lágrimas escorriam pelo rosto de Murilo, absorvidas pelo travesseiro. Cada movimento era uma nova onda de dor, mas debaixo dela, algo começou a florescer. Uma sensação estranha de plenitude, de estar sendo preenchido de uma forma que ele sempre secretamente desejou. Ele não era mais Murilo, o garoto que se escondia no quarto da namorada. Era Marieli, sendo possuída por um homem.
Ricardo o pegou com força, suas mãos marcando sua pele, seus golpes profundos e sem piedade. Murilo sentia-se simultaneamente humilhado e exaltado. Cada dor era uma afirmação de sua feminilidade, cada golpe uma prova de que ele podia ser desejado como mulher.
"Você é melhor que as garotas normais", gemeu Ricardo em seu ouvido. "Mais apertada. Mais quente. Uma novinha mesmo."
As palavras encheram Murilo de um orgulho vergonhoso. Ele estava sendo comparado a uma mulher de verdade, e estava ganhando.
Ele sentiu o corpo de Ricardo pesar, os golpes ficando mais rápidos, mais desesperados. Com um rugido, Ricardo veio dentro dele, a onda quente enchendo-o, completando-o.
Murilo não esperava sentir prazer, mas quando Ricardo o tocou, seu pau duro sob o vestido, ele explodiu. O orgasmo o varreu, uma força tão poderosa que o deixou tremendo e sem fôlego. Ele veio no colchão, um prazer sujo e glorioso que o marcou para sempre.
Eles ficaram assim por um momento, Ricardo ainda dentro dele, seus corpos suados e colados. Quando finalmente se retirou, Murilo sentiu um vazio estranho, uma perda que contradizia o alívio.
Ricardo se vestiu em silêncio, beijando a testa de Murilo. "Foi bom, Marieli. Muito bom."
Quando ele saiu, Natalia se levantou e foi até a cama. Ela olhou para Murilo, caído e exausto, o corpo marcado, o rosto molhado de lágrimas e suor.
"Viu?", disse ela, a voz baixa e triunfante. "Eu te disse que você era uma mulherzinha. Agora você sabe. E eu também sei."
Ela se inclinou, limpou uma lágrima do rosto dele com o polegar. "A partir de agora, não tem mais volta. Você é Marieli. Minha Marieli. E vai fazer tudo o que eu mandar."
Murilo olhou para ela, e pela primeira vez, não viu a namorada que ele amava. Viu sua dona. E, para seu horror e êxtase, sentiu seu pau começar a endurecer de novo.
Natalia notou imediatamente. Um sorriso de pura vitória brilhou em seu rosto. Ela não disse nada, apenas se inclinou e passou a mão sobre o volume que crescia sob o vestido amarrotado de Murilo.
"Olha só. O homenzinho está pronto para outra rodada", disse ela, a voz um sussurro de escárnio. "Mas não para você usar. Hoje à noite, a única pessoa que vai gozar sou eu. E você vai ser o motivo."
Ela se afastou da cama e, com uma lentidão deliberada, começou a se despachar. A blusa caiu no chão, depois a saia. Murilo a observou, hipnotizado, seu corpo dolorido respondendo ao espetáculo da mulher que o possuía completamente. Ela ficou em frente a ele, apenas com sutiã e a calcinha que ele não havia conseguido tirar horas antes.
"Você me olha, Murilo", disse ela, parando em frente à cama. "Mas você nunca me comeu direito. Nunca me fez perder o controle. Acho que depois do que você passou hoje... depois de descobrir quem você realmente é... talvez você tenha aprendido o que é servir. O que é adorar."
Ela tirou o sutiã, e os seios perfeitos ficaram livres. Depois, a calcinha. Ela ficou nua, uma deusa diante de seu adorador ferido.
"De pé", ordenou ela.
Com o corpo dolorido, Murilo obedeceu, o vestido preto pendurado em seu corpo como uma pele de segunda mão.
"Ajoelhe-se", disse ela, apontando para o chão ao lado da cama.
Ele caiu de joelhos, o tapete felpudo raspando sua pele. A posição era de submissão total.
"Agora, você vai me comer", disse Natalia, deitando-se na cama e abrindo as pernas. "Vai usar essa boca que só serviu para gemer como uma vadia e vai me adorar. E se você fizer um bom trabalho... talvez eu deixe você ser minha Marieli mais vezes."
Murilo olhou para ela, para o sexo aberto e esperando. O medo o consumia. Ele nunca tinha feito isso antes. A ideia o encheu de pânico.
"Eu... eu não sei como...", gaguejou ele.
"Então aprenda", disse ela, pegando seu cabelo e puxando seu rosto para entre suas pernas. "Aprenda agora."
O cheiro a encheu. Era um cheiro forte, salgado, inteiramente dela. Com a mão de Natalia guiando-o, ele hesitantemente esticou a língua e a tocou.
O gosto foi explosivo. Salgado, um pouco amargo, completamente íntimo. Ele sentiu o corpo dela estremecer sob seu toque.
"Isso", gemeu ela. "De novo. Mais fundo."
Ele obedeceu, sua timidez sendo substituída por uma fome crescente. Ele não estava mais apenas obedecendo; ele estava explorando. Sua língua encontrou o pequeno botão sensível, e quando ele o tocou, Natalia arqueou as costas, um grito escapando de seus lábios.
"Aí! Sim! Ali, seu putinha!"
A palavra o excitou. Ele era a putinha dela. E ele adorava. Ele começou a trabalhar com mais fervor, sugando, lamber, explorando cada parte dela. Ele sentia as coxas dela se apertando em volta de sua cabeça, prendendo-o no lugar. Ele não podia respirar, não podia ver, só podia sentir e provar.
Ele a levou ao clímax. O corpo dela se contorceu, um grito alto e animal ecoando pelo quarto. Uma onda de calor encheu sua boca, e ele engoliu, sentindo o gosto dela, a essência dela.
Ela o soltou, e ele caiu para trás, ofegante, o rosto molhado, o corpo tremendo. Ele olhou para ela, e viu-a sorrir, um sorriso de pura satisfação.
"Não foi tão difícil, foi?", disse ela. "Você aprendeu rápido. Talvez você tenha mais utilidade do que eu pensava."
Ela se sentou, olhando para ele ajoelhado no chão. "Agora, tire esse vestido sujo. Você não merece usá-lo mais esta noite."
Ele obedeceu, o vestido caindo no chão, expondo seu corpo marcado, seu pau duro e esquecido.
"Deitado na cama", ordenou ela. "De bruços."
Ele obedeceu, o coração batendo forte. Ele sentiu o peso dela sobre ele, suas mãos em suas costas.
"Você foi uma boa menina hoje, Marieli", disse ela, a voz baixa. "E boas meninas ganham recompensas."
Ele sentiu algo gelado em seu anus. Dedos, cobertos de lubrificante, entrando devagar. Desta vez, não havia dor, apenas uma sensação de plenitude, de prazer.
"Você gosta disso, não é?", sussurrou ela. "Gosta de ser preenchido."
Ele só conseguia gemer, empurrando seu bumbum de volta contra os dedos dela.
Ela o preparou devagar, com cuidado, e quando ele estava pronto, ela entrou. Não com um pau, mas com o vibrador que ela mantinha escondido na gaveta. Era liso, frio, e o encheu completamente.
Ela o comeu com o vibrador, seus movimentos lentos e deliberados. Murilo se perdeu no prazer, no sentimento de ser completamente possuído. Ele não era mais Murilo, o namorado tímido. Era Marieli, a escrava sexual de Natalia.
Quando ele finalmente veio, foi com um grito que soou como rendição. Ele veio no colchão, um orgasmo tão poderoso que o deixou tremendo e sem fôlego.
Eles ficaram assim por um longo tempo, com ela ainda dentro dele, seus corpos suados e colados. Quando finalmente se retirou, Murilo sentiu um vazio estranho, uma perda que contradizia o alívio.
Ele se virou para olhá-la. Seus olhos estavam cheios de lágrimas, mas não eram lágrimas de dor ou arrependimento. Eram lágrimas de libertação.
"Eu te amo", disse ele, e as palavras nunca foram tão verdadeiras. "Eu te amo, Natalia."
"Eu sei", respondeu ela, beijando-o suavemente. "E agora você é meu. Completamente."
Ele sorriu, um sentimento de paz se instalando sobre ele. Ela estava certa. Ele era dela, completamente, e ele nunca se sentiu mais feliz em toda a sua vida.
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