A Consulta Inesperada

Guilherme se ajustava na cadeira de couro da sala de espera, o som das páginas virando e toques de teclado preenchendo o ar esterilizado. Ele estava ali por uma razão boba, uma hemorroida teimosa que insistia em estragar seus dias. Aos 28 anos, com o corpo escultural resultado de horas na academia e uma carreira de advogado em ascensão, ele se sentia no controle de sua vida. Exceto por aquela coceira incômoda.

"Guilherme Almeida?", a recepcionista chamou, sua voz tão monótona quanto as paredes brancas.

Ele se levantou, sentindo o peso dos olhares sobre ele. O consultório do Dr. Marcos era conhecido por ser o melhor da cidade, mas ele não esperava uma sala de espera tão cheia.

Ele foi levado para uma pequena sala, onde uma enfermeira lhe deu um avental e instruções para tirar a roupa da cintura para baixo. "O Dr. Marcos estará com você em um momento", disse ela, antes de sair.

Guilherme suspirou, tirando a calça jeans e a cueca boxer. Ele se sentiu exposto, vulnerável. Ele se sentou na mesa de exame, o papel crepudo roçando sua pele nua.

Alguns minutos depois, a porta se abriu. Mas não era o Dr. Marcos que entrou. Era uma mulher. Alta, com cabelos pretos presos em um coque apertado, óculos de aros finos e um jaleco branco impecável. Ela era impressionante, com uma presença que comandava o quarto.

"Olá, Guilherme. Eu sou a Dra. Sofia. O Dr. Marcos teve uma emergência, então eu estarei cuidando de seu caso hoje", disse ela, sua voz calma e profissional. "Isso é um problema?"

"Não, claro que não", disse ele, tentando soar descontraído, mas seu coração bateu um pouco mais rápido. Ele não esperava por uma médica tão... atraente.

Ela examinou seu prontuário rapidamente. "Hemorroidas, hein? Comum. O exame de toque que seu médico solicitou já nos deu um panorama, mas para um diagnóstico completo e para descartar qualquer outra patologia, vamos precisar de uma imagem mais detalhada. Vamos fazer um raio-x intraluminal. É um novo procedimento, muito mais preciso."

"Raio-x? Aqui?", perguntou Guilherme, um pouco confuso.

"Exatamente. É um equipamento portátil que usamos para casos como o seu. Você ficará anestesiado localmente para não sentir desconforto. O procedimento é rápido e indolor", explicou ela, com uma confiança que dissipou as dúvidas dele.

Ele concordou, aliviado que seria algo moderno e eficiente. Ela pediu que ele deitasse de lado, de costas para ela. Guilherme obedeceu, sentindo seu rosto queimar de vergonha. Ele ouviu o som de luvas sendo colocadas.

"Relaxe", disse a Dra. Sofia, sua voz perto de seu ouvido. "Primeiro, a anestesia local para você não sentir nada."

Ele sentiu o toque frio do lubrificante, depois a picada da agulha. Uma dor aguda que rapidamente se transformou em um dormência agradável que se espalhou pela região.

"Agora, só espere um momento para o anestésico fazer efeito completo", disse ela. "Enquanto isso, vou preparar o equipamento."

Ele a ouviu se mover pelo quarto, o som de metal e plástico sendo manuseado. Ele fechou os olhos, seu corpo relaxado pelo anestésico. Ele se sentia flutuante, uma leveza que era agradável.

O tempo passou. Ele não sabia quanto. Mas quando ele abriu os olhos, algo era diferente. Ele ainda estava deitado de lado, mas a sensação era estranha. Ele sentia um peso sobre ele, um calor que não era da sala.

Ele tentou se virar, mas seus músculos não respondiam corretamente, como se estivessem presos em um estado entre o sono e a vigília. A anestesia era mais forte do que ele pensava.

"Dra. Sofia?", chamou ele, sua voz soando distante e embolada.

"Estou aqui, Guilherme. Estou iniciando o exame agora", respondeu a voz dela, mas parecia diferente. Mais baixa, mais... rouca?

Ele tentou se virar novamente, e desta vez conseguiu, com um esforço. E o que ele viu o fez gelar por dentro.

A Dra. Sofia estava atrás dele, mas não era mais a figura profissional e distante. Seus óculos estavam na mesa, seu cabelo estava solto, caindo sobre os ombros de forma sedutora. Seu jaleco estava aberto, revelando um corpo atlético por baixo de uma blusa justa. Mas o mais chocante, o que fez seu sangue gelar, era o que estava entre as pernas dela.

Ela tinha um pau.

Não um aparelho médico. Era real. Grande, grosso, com veias salientes, duro e pressionando sua entrada anestesiada. A ponta já estava lubrificada, pronta.

"O que... o que é isso? O que está acontecendo?", gaguejou Guilherme, o pânico tomando conta dele, tentando se afastar, mas seu corpo não respondia direito.

"Shhh, relaxe", disse ela, a voz agora claramente masculina, um barítono profundo que vibrava em seu ouvido. "Isto é o exame. O transdutor de imagem é um pouco... invasivo. Precisa entrar fundo para captar todos os detalhes. É um novo protocolo. Você vai sentir apenas uma pressão."

"Mentira! Isso não é um aparelho!", ele gritou, a voz um sussurro rouco de terror. "Pare! Tire isso de mim!"

"Guilherme, por favor, não dificulte", disse ela, a voz perdendo a paciência, uma mão forte segurando seu quadril, impedindo-o de fugir. "Você precisa cooperar para o exame funcionar."

E com um movimento lento e implacável, ela começou a entrar. A dor foi aguda, uma quebra da barreira anestesiada. Era uma invasão, uma violação brutal de seu corpo, de sua masculinidade. Ele gritou contra o papel crepudo da mesa, um som de protesto abafado e impotente.

"Não! Pare! Por favor!", ele gemeu, lágrimas escorrendo pelo rosto, misturadas com o suor.

"Calma, seu moleque", disse ela, com um tom de escárnio que o humilhou e aterrorizou. "O exame acabou de começar. E você precisa ficar quietinho para a imagem ficar nítida."

Ela introduziu mais, alargando-o, preparando-o. A dor aumentou, uma queimação que o fazia tremer. Mas debaixo dela, algo mais começou a despertar. Uma sensação de pressão, de plenitude, que começava a despertar um fogo desconhecido em suas entranhas, um fogo de vergonha e... prazer?

Ele tentou se afastar novamente, mas ela o prendeu com seu corpo, seus seios pressionando suas costas. "Não fuja, Guilherme. Fique quieto e sinta o procedimento."

Ela moveu os quadris, e Guilherme sentiu uma explosão de prazer que o fez gritar. Ela havia encontrado seu ponto, aquele lugar secreto que ele nem sabia que existia. O prazer foi tão intenso, tão inesperado, que ele perdeu a noção de tudo. Ele não era mais o advogado poderoso, o homem no comando. Era apenas um corpo, um receptáculo para o "exame" que ela lhe aplicava.

"Viu? O transdutor encontrou o ponto certo", sussurrou ela, triunfante. "Você está sentindo o procedimento, não está?"

Ele não conseguiu responder. Ele apenas gemeu, um som de rendição, seu corpo traidor empurrando o bumbum de volta contra o "aparelho" dela, pedindo mais. Ela riu, um som baixo e sexy.

"Agora você está colaborando. Mas para o exame completo, precisamos de mais ângulos."

Ela o virou de costas, elevando suas pernas sobre seus ombros. Agora ela podia olhar nos olhos dele enquanto o "examinava". Os olhos dela brilhavam com um fogo selvagem, um triunfo absoluto.

"Olhe para mim enquanto eu termino o exame", ordenou ela. "Veja como seu corpo responde ao tratamento."

Guilherme obedeceu, perdido no êxtase da submissão forçada. Ele se sentia completamente vulnerável, completamente possuído, e isso o libertava de uma forma que ele nunca imaginou possível.

Ela começou a se mover com uma ferocidade que o assustou e excitou. Cada golpe era profundo, quase atingindo seu estômago. Ela o pegou pelos cabelos, forçando sua cabeça para trás enquanto o penetrava sem piedade.

"Você gosta disso, seu machão? Gosta de ser minha cobaia?", sussurrava ela em seu ouvido, a voz rouca de desejo. "Seu corpinho de academia está sendo tão útil para a ciência, não é?"

Ele só conseguia gemer, lágrimas escorrendo pelo rosto, uma mistura de dor e prazer intenso. Seu corpo tremia a cada movimento dela, suas nádegas queimando com o atrito brutal. A mesa de exame rangeu sob o ritmo implacável.

"Agora vamos testar a resistência do esfíncter", disse ela, mudando o ritmo para movimentos circulares que o fizeram ver estrelas. "Precisamos ver se ele se ajusta bem a um estímulo prolongado."

Guilherme sentia-se sendo usado, um objeto para o prazer dela, mas seu próprio corpo reagia com um entusiasmo que o envergonhava. Seu pau, antes mole de medo, estava duro, gotejando sobre seu próprio estômago.

"Ah, o paciente está respondendo positivamente", observou ela, com um sorriso cruel. "Vamos anotar isso no prontuário: 'apresenta ereção durante procedimento invasivo'. Sintoma claro de que ele adora ser tratado como mulherzinha."

Ela o pegou com mais força, suas mãos marcando sua pele, seus golpes profundos e sem piedade. Guilherme sentia-se simultaneamente humilhado e exaltado. Cada dor era uma afirmação de sua feminilidade forçada, cada golpe uma prova de que ele podia ser desejado, mesmo como um objeto.

Ele sentiu o corpo dela se tensar, os golhos ficando mais rápidos, mais desesperados. Com um rugido, ela veio dentro dele, a onda quente enchendo-o, completando-o. Era a "contraste", ela explicou mais tarde, para garantir que as imagens fossem claras.

Mas Guilherme não esperava sentir prazer, mas quando ela o tocou, seu pau duro sob o avental, ele explodiu. O orgasmo o varreu, uma força tão poderosa que o deixou tremendo e sem fôlego. Ele veio no próprio peito, um prazer sujo e glorioso que o marcou para sempre.

Eles ficaram assim por um momento, ela ainda dentro dele, seus corpos suados e colados. Quando finalmente se retirou, Guilherme sentiu um vazio estranho, uma perda que contradizia o alívio.

Ele se virou para olhá-la. Seus olhos estavam cheios de lágrimas, mas não eram lágrimas de dor ou arrependimento. Eram lágrimas de libertação.

"O exame... terminou?", perguntou ele, a voz trêmula.

"Por hoje", disse ela, ajudando-o a se sentar. "Os resultados foram... muito esclarecedores. Você tem uma resposta anômala ao estímulo. Vai precisar de acompanhamento semanal."

Guilherme se vestiu em silêncio, seu corpo dolorido, sua mente em turbulência. Ele saiu do consultório, sentindo o olhar da recepcionista sobre ele, como se ela soubesse. Ele não sabia o que era pior: a violação que ele sofreu ou o fato de que ele tinha gostado.

Ele voltou para seu carro, sentindo o peso do que aconteceu. Ele olhou no espelho retrovisor, e não viu mais o homem confiante que ele era quando entrou. Ele viu alguém diferente, alguém que havia sido descoberto, exposto.

E ele sabia, com uma certeza aterrorizante e emocionante, que sua vida nunca mais seria a mesma. E que ele voltaria na semana seguinte, para o próximo "exame".


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


252815 - A Máscara de Marieli - Categoria: Travesti - Votos: 0
252813 - A Descoberta de Vitória - Categoria: Travesti - Votos: 0
252810 - A Dívida do Prazer - Categoria: Travesti - Votos: 0
252809 - A Aula Silenciosa - Categoria: Masturbação - Votos: 0
252808 - O Sabor Proibido - Categoria: Lésbicas - Votos: 1
252807 - A Sinfonia dos Três - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
252806 - A Inversão dos Papéis - Categoria: Travesti - Votos: 1
252805 - O Preço da Nota - Categoria: Virgens - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico sfjfhzn

Nome do conto:
A Consulta Inesperada

Codigo do conto:
252816

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
21/01/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0