Putinha dos amigos do meu pai - Joabe e Samuel são sádicos

Terceira parte desta história que tem sido uma delícia escrever pra vocês.

Após Samuel ter fudido meu cuzinho de madrugada, eu temi q meu pai tivesse ouvido alguma coisa. Meu marido dormia na nossa cama todo largadão e pelado, eu desci pra cozinha pra fazer nosso café da manhã. Meu pai não falou nada sobre o barulho e eu continuei preparando nosso café.

- Cade o Samuel? Não acordou, não?

- Ain, papai ele tá descansando, deixe ele dormir, foram dias tão estressantes, né?

- Ah, mas eu n quero vagabundo na minha casa não! Samuel é meu amigo, mas ele é folgado!

De repente ouço um grito dele vindo do nosso quarto.

- Ô CARLINHOOOOS! VEM CA!

Eu me assustei e olhei pro meu pai que não gostou nada disso. Corri pra ver oq ele queria. Entrei no quarto já trancando a porta com medo do meu pai subir.

- Pow acordei cheio de vontade de dar um mijao, vem aqui vem. - Samuel estava sentado na beira da cama e falava enquanto se espreguiçava descobrindo o pau meia bomba coberto de pelos me chamando pra ganhar mijao quente

- E se meu pai subir? Ain, amor, fico com medo.

Samuel levantou e me deu um tapa na cara. - Foda-se! Tu é minha mulher, não é? - ele voltou a sentar na cama. Vem me da essa garganta logo!

Nem questionei mais, só fui até a beira da cama, me ajoelhei e ele mirou o pau na minha goela largando o jato de mijo quente. QUE DELÍCIA!

Meu pai bateu a porta do quarto e estranhou estar trancada.

- Carlinhos? Pq q trancou a porta? Oq q tá acontecendo aí?

Samuel segurou minha nuca e não me deixou tirar a rola da boca que foi ficando dura a medida que o mijo foi parando. Samuel sussurrou pra mim. - Chupa, minha putinha, deixa teu pai na porta e mama teu macho vai. - ele dizia tão pidao que eu não ousei desobedecer.

- Pow parceiro, a porta deve ter travado, tá dando umas emperradas, depois eu vejo isso pra tu!

- Tá emperrada nada! Isso aqui tá trancado! Cadê o Carlinhos?

Eu estava gemendo na rola do meu homem, babando o caralho dele, do jeito que ele ama.

- Tá ocupado! Ishhhhhh. - Samuel sussurra pra mim. - abre bem a boca q eu vou fuder pro teu pai ouvir! - daí em diante ele passou a fuder minha garganta e barulho do saco batendo no queixo, da baba vazando era nítido.
- Carlinhos tá me ajudando aqui aaaaarhhg com um CUrriculo oohhhsshh jaja ele desce!

Meu pai, não sei pq, desistiu e saiu da porta em silêncio.

- Pronto! Tomou mijao e leite de manhã, ta bom pra começar o dia! Desce lá e traz meu café que eu quero café no quarto hoje, bora! - Samuel disse me dando um tapa na bunda enquanto eu caminhava pra cozinha tentando limpar meu rosto que brilhava de baba.

Meu pai ainda tava na cozinha se preparando pra ir pro mercado.

- Oi, pai, tá aí ainda...

- Já acabou la com o Samuel? - meu pai falou de um jeito, como se soubesse.

- Já sim, papai! Agora vou só fazer um café pra levar pra ele.

- Você vai levar no quarto pra ele?

- Ain, papai, ele pediu. Tá de preguicinha hoje, não custa nada, né? - eu falava todo manhoso, era nítido que eu era um viadinho tentando agradar um macho.

Meu pai só pediu pra eu não me atrasar pra escola e saiu em silêncio. Levei o café de Samuel que aproveitou sua manhã de descanso enquanto eu fui pra escola. Assim que cheguei da escola notei que tinha mais gente na casa, ea Joabe o primo de Samuel, também da roda de amigos do meu pai.

Relembrando: Joabe é o mais novo da turma, tem 26 anos, ele é primo de Samuel, faz nada da vida, só fica fumando no portão de casa. A mãe saiu daqui do bairro e deixou ele sozinho na casa. Ele é mais baixo q os outros, mas mais alto que eu, é moreno também, sem pelos no corpo, só aquele cavanhaque de garoto safado. Ele n é nem gordo e nem magro, mas tem o peitoral bem definido, costas largas e pernas grossas. Vive correndo boatos q ele fica dando em cima das novinhas aq do bairro, as mães estão sempre falando mal dele.

Eu também morria de tesao nele e vibrei de ter os dois ali na minha casa, já pensando de que maneiras eu poderia servir a eles.

Eles estavam no quintal, ambos sem camisa, só de shorts e pés no chão fumando maconha. Eu fui pra cozinha adiantar as coisas do almoço, deixei umas coisas feitas e fui tomar banho pra estar cheiroso pros machos, eu tava de shortinho curto que deixava minha bunda bem redondinha e de regata. Naquele dia usei uma calcinha q eu tinha escondida. Quando cheguei na cozinha, Joabe estava lá mexendo na geladeira.

- Pow, foi mal aí, Samuel pediu pra eu pegar uma cerveja aqui pra nós.

- Tudo bem, fique a vontade. Mas se precisar, me dá um grito q eu sirvo vocês lá, vou só fazer o almoço aqui rapidinho.

- Ih vai rolar o rango? Aí fortaleceu, menor!

- rsrs já já eu chamo pra vocês comerem.
Ele saiu e eu terminei de fazer o almoço, meu pai chegou e Samuel e Joabe trataram de esconder a maconha porque meu pai não gosta. Eles ficaram conversando e eu botei a mesa.
O Samuel sentado na cabiceira chamou atenção de Joabe.

- iiih la tá de patrão na tua casa, Carlos? Vai deixar?

- Bobagem, Joabe, nem ligo pra isso.

- Meu pai nunca sentou na cabiceira, a gnt sempre sentou um de frente pro outro.

- É, mas quem senta na cabiceira é o homem da casa. Tu que é o macho da casa, primo?

- Para de assunto, Joabe! Carlos que é o homem da casa, o chefe da família! Eu sou aquele genro que não tem onde cair morto e fica na casa do sograo as custas dele hahaha - o tom de Samuel carregava um deboche que soava quase como uma confissão, eu tremia por dentro.

- Que exemplo é esse, Samuel? - meu pai estranhou

- KKKKK eu tô gastando, Carlos! Porra! KKKK eu vou ser teu genro como? Tu tem filha? Só se eu casasse com o Carlinhos e botasse pra ser minha mulher KKKKKKK

- Kkkkkkkkkk tu casaria com um safado desse, Carlinhos?

- Parem com essa zoação com meu menino, vocês são demais hehehe. - meu pai tentava relevar, já conhecia seus amigos, mas estava nítido o desconforto.

- Pow, Carlinhos, tu não casaria comigo? Fala aqui pro teu pai se eu não seria o marido perfeito pra tu. - Samuel olhava no meu olho, era debochado, mas eu sentia que aquilo era ordem, eu não sabia o que fazer.

- Para de bobeira, gente... - eu estava tão sem graça que devia estar todo vermelho.

- A mulher perfeita seria o Carlinhos, isso sim! Olha aí, almoço feito, essa casa limpinha. O Carlos tem sorte de ter no filho uma esposinha perfeita hahaha. - Joabe era zoeiro e deixou meu pai todo sem graça.

A conversa foi encerrada, mas aquilo tudo jogado no ar tinha deixado efeitos em todos nós. Quando meu pai saiu pro mercado, Joabe e Samuel foram pra sala e ficaram bebendo cerveja e jogando vídeo game. Eu limpei a bagunça da cozinha.

- Traz mais cerveja aí, Carlinhos! - Samuel me gritava da sala.

Quando cheguei na sala, Joabe ficou todo bobo com a minha obediência.

- Aqui está, rapazes. Qualquer coisa, só me chamar que eu trago pra vocês. - longe do meu pai, eu queria deixar claro pra Joabe a putinha submissa que eu sou.

- Pow, primo deu sorte hein! Tratamento de rei nessa casa, aí sim!

- Tratamento de rei pq sou rei desse viadinho! - de repente, quando eu estava voltando pra cozinha, ouvi Samuel contando tudo sobre nós pro Joabe. Fiquei a espreita no corredor.

- Não acredito que tu tá furando o filho viado do Carlos! O cara é nosso parceiro, mano.

- FODA-SE! O viadinho se atirou, tá vendo aí? Adora servir macho, tô esvaziando o saco toda hora na garganta e no cu dele.

Joabe começou a massagear o pau por cima do short, acho que aquela fala do Samuel, minha submissão durante o almoço o fez pensar melhor.

- E tudo bem isso? Tu come ele e o Carlos não liga?

- Carlos ainda não sabe ou se sabe, tá se fazendo de burro. Mas tô nem aí. O viadinho me trata feito rei. Tenho casa, comida, roupa lavada, cu e garganta a vontade hahahaha

- Queria essa mordomia também. Deu mó sorte! Aí tu não deixa esse viado me fazer uma boquinha não? Galudao precisando gozar. Vou lá na cozinha rapidinho botar ele pra mamar, já é?

- Pode ser hahahah pode ir lá e ó quero ver tu maltratando o viado! N é pra chegar lá e ficar de conversa não, é pra estourar a garganta dele, quero ouvir daqui!

Eu fiquei na cozinha esperando ele chegar, ja esgava babando de vontade de mamar aquele macho.

- Aí ô viado, tu curte mamar macho? ajoelha aqui! - Joabe nem fez cerimônia, eu ajoelhei na sua frente. - Tu é um viado, né? - Joabe deu um tapa na minha cara.

- Eu sou sim, um viadinho.

Outro tapa na cara. - Tô afim de gozar na tua garganta, tá ligado? É bom tu representar na mamada! - Joabe tirou o pau pra fora, era escuro, cabeça roxa, menor que o de Samuel, mas era mais grosso. Joabe era mais depilado, tinham alguns pelos que ainda estavam nascendo e o sack pendurado era gordo, uma delícia. Comecei a mamar e babava naquela pica. O pré gozo que soltava era em quantidade, o pau dele era bem babão. O barulho da metida no fundo da minha garganta ecoava pela casa.

- Porra vou gozar gostoso na tua garganta aaaarggh

Mamava aquele macho como se minha vida dependesse disso, e acho que dependia. Desde que Samuel passou a me usar que eu encontrei um propósito de verdade: servir a um macho, fazê-lo gozar e facilitar sua vida com serviços domésticos.

Samuel apareceu na cozinha e sentou na cadeira. - Podem continuar. Vou só ficar vendo a minha putinha te servindo.

Joabe gostou da plateia e de repente tava segurando minha nuca e metendo a pica na minha garganta com violência. Eu babava em desespero e tava respirar, mas ele não dava mole, era violento, era gostoso!

- Mama porra!! Engole essa pica seu viadinho! Tu nasceu pra engolir caralho PORRA AAAARHGG MAMADA GOSTOSA DO CARALHO! VOU GOZAR NA TUA BOCA! TOMA LEITE, TOMA!!! AAAARHGG!

Foram 5 jatos fartos na minha boca, eu tentei engolir, mas saía pelo canto da boca, Joabe juntou com os dedos e me deu pra chupar. - Não desperdiça minha porra, não. Engole tudinho. Tá gostoso o leite de macho?

- É uma delícia! Eu amo isso! Obrigado por ter me dado seu leite! Eu tô tão feliz! - eu dizia isso sorridente enquanto esfregava o pau dele todo babado no meu rosto. Samuel ria do meu desespero por pica.

- Deixa essa puta aí limpando essa bagunça, bora sair Joabe!
Eles foram e eu fiquei arrumando e preparando as coisas pra janta. Naquele noite Samuel N apareceu pra jantar comigo e com meu pai. Já era de madrugada quando ele chegou bêbado entrando pelo quarto.

- Acorda, viado! Acorda que teu marido chegou!

Eu levantei no susto, tentando amparar ele que tava caindo de bêbado. - Fala baixo, Samuel, meu pai pode te ouvir assim. - tomei um tapa forte na cara.

- Tá me mandando calar a boca? Mulher minha não fala assim comigo, não!

- perdão, meu amor, só n quero que meu pai te veja assim.

Outro tapa. - FODA-SE SEU PAI! - Samuel me segurou pelos braços, ele me apertava. - Quem manda aqui sou eu! Eu tô comendo a princesinha da casa, o macho daqui sou eu! Eu faço oq eu quiser! - ele me atirou no chão e começou a se despir. E eu me aproximei da porta pra trancar. Samuel sentou na beira da cama sem camisa e com dificuldade de tirar o cinto.

- Vem tirar a roupa do teu marido, puta!

Eu me ajoelhei pra tirar seus sapatos na enquanto Samuel me dava chutes, ele estava bravo com alguma coisa e estava descontando em mim. Pode parecer ruim, mas eu sonhei a vida toda em ser mulher de um homem bruto como ele, que me tratasse feito o objeto que eu sou. Eu gosto disso: ser a puta, a esposa e o saco de pancadas.
Quando tirei seus sapatos e o cinto, ele abriu a calça e me mandou deitar em seu colo.

- Tira essa roupa e deita no meu colo q eu vou castigar essa bunda!

Eu fiz oq ele mandou e dali em diante Samuel dava tapas e mais tapas na minha bunda, eu tentava não gemer de dor e nem de prazer pro meu pai n acordar, mas Samuel N se importava com o ritmo da palmadas q poderiam ser escutadas por todo o bairro.

De repente meu pai bateu na porta.

- Que que tá acontecendo aí? Que barulho de tapa é esse aí? Abre aqui Carlinhos!

- Carlos, vai dormir! Não se mete aqui não! - Samuel foi grosso com meu pai e eu permaneci mudo em seu colo.

- Tu tá batendo no Carlinhos?? ABRE ESSA PORTA, SAMUEL!

- Fala pro teu papai que tá tudo bem aqui, anda!

- Não, papai, ele n tá me batendo! O Samuel tá me... Aaaain- Samuel lascou outro tapa na minha bunda q pela surpresa me fez gemer.

- Que q foi isso aí? Abre essa porta!

- Vai dormir, Carlos! Deixa a gente em paz que eu tô sem paciência hoje! Bora! Rala daí!

- Vai, papai, tá tudo bem aqui... Aaainn - Samuel me deu outro tapa.

- Cala a sua boca, viadinho!

Meu pai saiu da porta ou pelo menos não falou mais nada.

- Tá vendo aí? Quem manda nessa porra sou eu! Fica com medo de papaizinho nenhum que o chefe dessa família agora sou eu nessa porra!

Eu sorri de felicidade, meu marido era realmente o homem no controle. Mesmo sabendo que o filho tava apanhando de macho, meu pai não fez nada, ele deixou. Eu continuei levando surra ate que Samuel me jogou no chão, eu cai já quase de quatro, só tirou o pau pra fora, cuspiu no meu cu e meteu. Doeu, doeu muito, mas eu não resisti, só queria saber de dar prazer ao meu macho.

- Vou gozar dentro desse cu! Relaxa esse cuzinho pro teu marido porra! - ele seguiu dando tapas na minha bunda e puxava meu cabelo com vontade. - Toma, sua piranha! Mulher minha serve só pra isso, pra eu descarregar! Aqui seu viado, tu não queria ser minha esposa? Agora aguenta surra e pica no cu sem reclamar! Geme pro teu marido!

- AAaaainn fode fode a sua mulherzinha! Eu nasci pra tomar surra e pica, meu macho! Eu amo te servir! Fode meu cuzinho, me deixa ardida! Goza dentro e me engravida aaaaaaainnnhh


- TÔ GOZANDO AAAAARRGGG PORRA!! CARALHO DE CU GOSTOSO! AÍ SUA PIRANHA GOSTOSA! TOMA MEU LEITE!

Ele gozou dentro do meu cu, tirou a calça e foi pra cama deitar, me largou ali. Eu me levantei, sai do quarto ainda pelado achando q meu pai estava dormindo, mas encontrei ele na porta do quarto, ele tinha ouvido tudo. Eu paralisei na sua frente, ele também estava imóvel. Ele saiu da frente da porta e entrou no seu quarto em silêncio, eu fui pro banheiro também em silêncio.

Na manhã seguinte, passado tudo aquilo. Eu levantei normalmente, esperava que meu pai tocasse no assunto pra que eu pudesse me explicar. Ele chegou na cozinha pra tomar seu café e continuou mudo, olhou pros meus braços que estavam marcados pelos apertões de Samuel.
- Filho, ele te machucou?

- Não, papai, ele... - Fomos interrompidos por Samuel que chegou na cozinha apenas de cueca box preta e sentando na cadeira ele disse:

- Não fiz nada demais, Carlos! Eu cheguei meio tonto, derrubei umas coisas, Carlinhos tentou me ajudar. Eu tava meio bêbado ontem, fiquei stressado melhor a gente esquecer esse assunto, né? O moleque tá inteiro e pronto pra outra.

Meu pai tremia de raiva, dava pra ver que ele estava com vontade de voar no Samuel, mas ele não era pareo. Ele sabia que eu tinha sido fudido por Samuel, mas ele não queria verbalizar isso, nem queria admitir que eu talvez estivesse gostando disso.

- Aí, domingo vem Joabe e Fernando pra cá, já é?

- Tu chamou eles pra minha casa sem me avisar?

- Tô avisando agora e eu tô morando aqui, né? A casa também é minha! Tá me negando, Carlos? Tá de neurose? - Samuel falou grosso se levantando da cadeira olhando fixo pro meu pai que só abaixou a cabeça.

- Não, tá tudo certo...

- Ah, achei que tu ia ficar de graça. Nossos amigos, porra! Vms assistir o jogo numa boa. Carlinhos vai servir a galera, vai ser maneiro.

- Como assim o Carlinhos vai servir a galera? - meu pai falou me olhando de cabeça baixa e com medo do que aquilo significava.

- UÉ caralho, o garoto não é nossa empregadinha? Limpa, lava, passa, faz comida. Então no domingo vai fazer um almoço maneiro, dps eu decido qual vai ser e ele vai servir a gente, pra gnt n ter problema, só focar em secar vascaino kkkkk

- Meu filho não é empregadinha, não fala isso...

- Carlos, vou perder a paciência contigo! O moleque faz teu café, almoço, jantar e limpa essa casa. Tu já trata ele como empregada, pq q eu não posso? É minha empregadinha também! E ó, sobe lá no quarto pra arrumar antes de ir pra escola.

- Tá bom, Samuel. Eu vou agora. - eu respondia com um sorriso no rosto que assustava meu pai.

- Não precisa, meu filho! Que isso, Samu...- Samuel deu um soco na mesa.

- Caralho, Carlos! NÃO SE ME METE! SAI LOGO, ANDA! Toma o teu café e vai trabalhar, porra!

Meu pai ficou em silêncio, eu corri pra arrumar o quarto antes de ir pra escola.
Quando desci, antes de sair Samuel me avisou.

- Se prepara porque no domingo tu vai ter que servir três machos com esse teu cuzinho! Vou botar o Joabe e o Fernando pra te fuder enquanto teu pai assiste o jogo kkkkkk ele tá cheio de marra, tem que aprender a respeitar o homem da casa.

- Isso, meu macho! Mostra pra ele o viadinho que ele criou. Vou adorar servir vocês três!

- Eu sei que vai, sua puta! - Samuel cuspiu no chão. - Lambe agora!

Me abaixei na sua frente e sorvir seu cuspi direto do chão.

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Comentários


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passivo10 Comentou em 30/01/2026

Afff..Amei esse final, ser humilhada lambendo cuspe no chão é uma delícia pra uma putinha submissa. Ser arrombada, apanhar e ser humilhada é tudo que uma escravinha deseja.

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sátiro Comentou em 30/01/2026

Votado.Quem dá não pode se recusar a nada que os machos queira, tem que aguentar tudo e implorar por mais, não importa o quê. Somos putas, depósitos de rolas, cuspe, porra e mijo dos machos.




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico euviadinho

Nome do conto:
Putinha dos amigos do meu pai - Joabe e Samuel são sádicos

Codigo do conto:
253517

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
30/01/2026

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3

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