A moto parou na minha frente com um rugido seco. Quando ele levantou a viseira, o impacto foi imediato. Magno era um homem de 1,70m, mas sua presença parecia preencher toda a rua. O corpo era esculpido, distribuído com perfeição sob a roupa justa, mas foi quando ele se ajeitou no banco que notei: ele tinha uma bunda linda, firme, que desenhava perfeitamente o tecido da bermuda.
Nossos olhares se cruzaram. Não foi uma troca comum entre prestador de serviço e cliente; foi um reconhecimento elétrico.
— Wellington? — ele perguntou, com uma voz grave que me arrepiou.
— Sim, sou eu!
— Sobe aí.
Subi na garupa e, ao me acomodar, o contato físico foi inevitável. Meus joelhos pressionavam as coxas dele, e minhas mãos buscaram sua cintura. O abdômen dele era rígido, quente. Magno deu partida, e a cada curva, a cada solavanco, meu corpo colava mais ao dele. O cheiro de homem misturado ao vento e ao couro criava uma bolha de desejo.
No meio do trajeto, ele percebeu a minha tensão. Pelo retrovisor, vi seu olhar malicioso.
— Segura firme — ele disse, com um tom de voz que mudou tudo. — Se descer a mão, pode ter uma surpresa legal.
Eu não hesitei. Deslizei minha mão pela coxa grossa dele até o centro de tudo. Sob o tecido fino da bermuda, senti o pau dele: pulsante, muito duro e já úmido de pré-gozo. O motor da moto parecia vibrar junto com o prazer que eu sentia na palma da mão.
— Adoraria ir para outro lugar com você agora — confessei no ouvido dele, esquecendo completamente do meu compromisso.
— Minha casa é ao lado do batalhão, nem vai mudar sua rota. Quer?
— Sim, vamos logo...
O trajeto final foi um borrão de velocidade e antecipação. Mal entramos na sala da casa dele, o capacete e as roupas voaram. Magno ficou nu na minha frente. Era um espetáculo. O pau dele, com a cabecinha rosada e já babando, era o convite final. Antes mesmo de qualquer palavra, eu me ajoelhei.
— Nossa, você mama muito bem. Ahhh, mama mais... vou gozar nessa boquinha... — ele arfava, enquanto eu me entregava àquele sabor. Mamei até sentir o leite quente e farto preencher minha boca.
Mas Magno queria mais. Ele me virou com autoridade.
— Que mamada, cara! Agora vou comer esse cuzinho...
— Então come, que tô louco pra gozar com seu pau dentro de mim!
Ele não perdeu tempo. Posicionou-se e empurrou tudo de uma vez.
— Calma, seu pau é muito grosso! — eu exclamei, sentindo a plenitude daquela invasão.
— Vou meter tudo, aguenta! Esse cuzinho vai pro batalhão largo... — ele rosnou, me possuindo com uma força bruta, como se estivesse pilotando na estrada mais perigosa do mundo.
— Então me arromba todo, Magno! Que viagem maravilhosa... — eu gritava, enquanto as estocadas dele ecoavam pela sala.
O final foi uma explosão sincronizada.
— Vou gozar, encher esse cuzinho de leite agora! — ele vociferava, batendo forte.
— Mete, Magno! Me faz gozar também!
— Toma, toma, toma nesse cuzinho!
— Mete... mete que eu vou gozar... Ahhhh, tô gozando!
Nós dois desabamos juntos, suados e preenchidos por uma adrenalina que nenhum aplicativo seria capaz de descrever. Aquela corrida tinha chegado ao destino perfeito.