Meu nome é Anastasia. Tenho 43 anos, corpo que ainda chama atenção na rua e uma vida que ninguém invejaria. Moro nos fundos da casa do meu pai, numa edícula de doze metros quadrados em Balneário Camboriú. É o tipo de lugar que parece temporário quando você tem 20 anos, mas vira prisão quando chega aos 40.
Aqui dentro tem uma sala que vira cozinha à noite, um banheiro onde mal dá pra se virar e um quarto único dividido por uma cortina fina que nunca protegeu ninguém de verdade. Duas camas de solteiro. A minha perto da porta. A dele perto da janela. Quando ele respira fundo, eu sinto o ar mudar. Quando eu viro de lado, o colchão range e ele acorda. Não existe segredo. Não existe silêncio. Não existe mais solidão… ou pelo menos era o que eu pensava.
Rodrigo entrou na minha vida como filho. Cresceu na minha frente como menino. E, sem eu perceber, virou homem. Um homem de 22 anos, ombros largos de quem carrega concreto o dia inteiro, mãos calejadas que sabem trabalhar… e olhos que começaram a me olhar diferente. Não de filho pra mãe. De homem pra mulher.
Eu tentei ignorar. Tentei me convencer que era só o calor de fevereiro, o aperto da casa, a falta de homem na minha cama há mais de dez anos. Mas o corpo não mente. E o dele também não.
Tudo começou com toques que duravam um segundo a mais. Olhares que queimavam. Palavras que diziam uma coisa, mas queriam outra. Ele parou de me chamar só de “mãe” quando estávamos sozinhos. Passou a me chamar de Ana. Depois de minha mulher. E eu… eu deixei.
Porque no fundo eu precisava exatamente disso: alguém que assumisse o controle. Alguém que cuidasse de mim sem pedir permissão. Alguém que me fizesse sentir desejada, protegida, possuída.
O que aconteceu entre nós não tem nome bonito. É proibido. É errado. É pecado, segundo meu pai, segundo a igreja, segundo o mundo inteiro. Mas dentro daquela edícula minúscula, com o ventilador rangendo e o cheiro de suor e sexo no ar, foi a coisa mais viva que eu já senti.
Essa é a nossa história.
A história de como um filho virou meu homem.
De como uma mãe virou sua mulher.
E de como uma casa apertada demais nos obrigou a nos entregarmos um pro outro… sem escapatória.
Se você acha que isso é errado, feche a página agora
Capítulo 1 – O Calor que não saía da pele
Eu me chamo Anastasia. Tenho 43 anos e, se alguém me visse de fora, diria que sou uma mulher sortuda: moro com meu filho Rodrigo na edícula dos fundos da casa do meu pai, aqui em Balneário Camboriú. Mas a verdade é que eu vivo sufocada.
A “casa” tem doze metros quadrados. Uma sala que vira cozinha à noite, um banheiro onde mal cabe uma pessoa, e um quarto único dividido por uma cortina fina de algodão que meu pai trouxe do brechó. Duas camas de solteiro encostadas na parede oposta. A dele perto da janela, a minha perto da porta. Quando ele respira forte, eu escuto. Quando eu viro de lado, ele escuta o rangido do colchão. Não existe privacidade. Não existe distância. E ultimamente… não existe mais paz dentro de mim.
Era uma terça-feira de fevereiro, daqueles dias em que o sol bate direto no telhado de fibrocimento e transforma o quarto num forno. Eu estava só de shortinho de algodão e uma regata velha, sem sutiã, suando enquanto dobrava as roupas na mesinha da sala. Meu corpo ainda era bonito — seios cheios, cintura marcada, bunda empinada de tanto agachar pra limpar chão —, mas eu me sentia invisível. Meu ex tinha sumido há dez anos. Meu pai mal falava comigo. E Rodrigo… Rodrigo tinha crescido.
A porta rangeu. Ele entrou sem camisa, o corpo brilhando de suor depois da obra. Aos 22 anos ele já não era mais menino. Ombros largos, peito definido, aquela linha de pelos que descia do umbigo e sumia dentro do jeans baixo. Os braços tatuados de quem trabalha com concreto o dia inteiro. Ele jogou a mochila no sofá e passou a mão pelo cabelo molhado.
— Porra, mãe, tá mais quente aqui dentro do que lá fora — resmungou, a voz grossa, rouca de cansaço.
Eu senti um aperto no baixo-ventre só de ouvir aquele timbre novo. Engoli seco.
— Já liguei o ventilador, mas parece que ele desistiu também. Toma uma água gelada.
Ele veio até a geladeira minúscula, abriu a porta e ficou ali, parado, o ar frio batendo no peito dele e vindo até mim. Meu olhar escorregou sem querer: os gomos da barriga, a cintura estreita, o volume marcando o jeans surrado. Rapidinho desviei, mas ele percebeu. Sempre percebe.
— Você tá vermelha, mãe. Tá passando mal?
— É o calor — menti, virando o rosto pra pendurar uma camisa dele no varal improvisado.
Ele fechou a geladeira, deu dois passos e parou bem atrás de mim. Senti o cheiro dele: suor limpo, perfume barato de mercado e algo mais… homem. Puro. Meu filho.
— Deixa que eu termino isso — disse, tirando a roupa das minhas mãos sem pedir permissão.
Nossos dedos se tocaram. Ele não soltou logo. Ficou segurando minha mão por um segundo a mais, o polegar roçando meus dedos de leve. Meu coração disparou. Eu puxei a mão rápido demais.
— Você trabalhou o dia inteiro, Rodrigo. Vai tomar banho.
Ele não se mexeu. Em vez disso, olhou pra mim de cima, aqueles olhos castanhos escuros que antes eram de criança e agora pareciam querer me engolir.
— Você sempre cuida de todo mundo. Quando é que alguém vai cuidar de você, hein?
A frase ficou pairando no ar quente. Eu ri, nervosa, tentando disfarçar.
— Cuido de mim sozinha desde os 20 anos, filho. Tá acostumada.
Ele inclinou a cabeça, um sorrisinho de lado que eu nunca tinha visto.
— Talvez esteja na hora de mudar isso.
Depois ele virou de costas e foi pro banheiro, deixando a porta entreaberta — como sempre. Escutei o barulho da roupa caindo no chão, o chuveiro ligando, a água batendo no corpo dele. Fiquei ali, parada, com a roupa na mão, sentindo o coração bater na garganta e um calor completamente diferente entre as pernas.
Eu me sentei na cama, respirei fundo. “É só o calor, Anastasia. É só o filho crescendo. É normal.” Mas lá no fundo eu sabia que não era normal. Porque enquanto a água caía, eu fechei os olhos e imaginei ele saindo do banho, pingando, vindo até mim e dizendo com aquela voz grave:
— De hoje em diante, quem manda aqui sou eu, mãe.
Abri os olhos rápido, assustada com meus próprios pensamentos. A cortina balançou com o vento que entrava pela janela. Do outro lado, a cama dele estava vazia, o lençol amarrotado. Amanhã ele ia dormir ali, a menos de um metro de mim. Como todas as noites.
E eu não sabia mais se isso me assustava… ou se era exatamente isso que eu estava esperando há anos.
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Capítulo 2 – A Noite em que ele decidiu mandar
Acordei suada, o lençol grudado nas coxas. O ventilador girava preguiçoso no teto baixo, mas o ar ainda estava pesado, cheirando a sabonete barato e ao corpo dele. Olhei pro lado. A cortina estava meio aberta. Rodrigo dormia de bruços, só de cueca boxer preta, um braço pendurado pra fora da cama, os músculos das costas brilhando de suor mesmo no escuro. A luz da rua entrava pela janela e desenhava sombras nos gomos da lombar dele. Engoli em seco. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ele ia ouvir.
Levantei devagar, pé ante pé, pra não fazer barulho no piso de madeira velha. Fui até a geladeira pegar água. Quando abri a porta, a luz fria iluminou tudo: eu de camisola fina, sem nada por baixo, os bicos dos seios marcando o tecido molhado de suor.
Ouvi o colchão dele ranger.
— Mãe… tá acordada?
A voz dele saiu rouca, baixa, como se tivesse acordado já pensando em mim. Virei rápido, tentando puxar a camisola pra baixo. Ele estava sentado na cama agora, pernas abertas, cotovelo apoiado no joelho. Me olhando. Sem pressa.
— Tá calor demais pra dormir — respondi, voz saindo mais fina do que eu queria.
Ele passou a mão no rosto, depois no peito, descendo devagar até a barriga. Não estava se coçando. Estava… mostrando.
— Vem cá. Deixa eu te ajudar.
Não era pedido. Era ordem disfarçada de cuidado. Meu corpo obedeceu antes da cabeça. Dei três passos e parei na frente dele, entre as pernas abertas. Ele ergueu as mãos grandes, calejadas de obra, e colocou uma em cada lado da minha cintura. O toque queimou.
— Você tá toda tensa, mãe. Trabalha o dia inteiro, cuida da casa, cuida do vô… e ninguém cuida de você.
Os polegares dele subiram e desceram devagar na minha pele, por cima da camisola. Senti o calor da palma dele atravessando o tecido fino. Meu shortinho de ontem ainda estava molhado entre as pernas de um sonho que eu nem queria lembrar.
— Rodrigo… filho… não precisa…
Ele levantou o olhar. Aqueles olhos castanhos agora estavam pretos de desejo contido.
— Para de me chamar de filho toda hora quando a gente tá sozinho. Me chama pelo nome. Só Rodrigo.
A voz dele baixou ainda mais. Meu estômago deu um salto. Ele puxou meu corpo um centímetro pra frente. Meu quadril encostou no dele. Senti ele… duro. Por baixo da cueca. Grosso. Latejando. Contra minha coxa.
Meu Deus.
— Você merece alguém que cuide de você de verdade — continuou ele, a mão subindo pelas minhas costas, apertando a lombar, depois descendo pro começo da bunda. — Alguém que te pegue no colo quando tá cansada. Que te dê banho. Que te coma… quando você precisar.
A última palavra saiu quase sussurrada. Ele não disse “foder”. Disse “comer”. Como se eu fosse dele pra ser devorada.
Eu tremi. Minhas mãos foram parar nos ombros dele sem eu mandar. A pele queimava. Ele era tão largo, tão quente, tão homem.
— Isso é errado… — murmurei, mas não me afastei. Meu corpo inteiro pedia pra chegar mais perto.
Ele sorriu de lado, aquele sorrisinho novo que apareceu ontem. O sorriso de quem já sabe que ganhou.
— Errado é você passar a vida toda se matando sozinha enquanto eu tô aqui do lado, pronto pra ser o homem que você precisa. — Ele apertou minha bunda com as duas mãos agora, me puxando até eu sentir ele inteiro contra minha barriga. — Eu cresci, mãe. E tô cansado de fingir que não vejo como você me olha.
Fechei os olhos. O cheiro dele subiu: suor noturno, desejo cru, homem. Meu filho. Meu Rodrigo.
Ele encostou a testa na minha. Respiração quente na minha boca.
— Hoje eu faço o jantar. Você só senta e descansa. Depois eu te dou uma massagem nesses ombros… e onde mais você precisar. Tá bom?
Não respondi. Só balancei a cabeça, porque minha voz tinha sumido.
Ele me soltou devagar, mas deixou os dedos deslizarem pela minha coxa antes de tirar a mão. Como promessa.
Voltei pra minha cama tremendo. Ele levantou, foi até o fogãozinho de duas bocas, ainda só de cueca, o pau marcando forte contra o tecido. Começou a fazer arroz e ovo como se fosse a coisa mais normal do mundo. Como se ele já fosse o dono daquela casa. O dono de mim.
Enquanto ele cozinhava, eu fiquei olhando as costas largas dele, os músculos se mexendo, e pensei:
“Se ele continuar assim… amanhã eu não vou conseguir dizer não.”
E o pior?
Eu já não tinha mais certeza se queria dizer não.
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**Capítulo 3 – A Massagem que quebrou as regras**
O arroz com ovo que ele fez estava simples, mas perfeito. Sentamos na mesinha minúscula, joelho encostando no joelho dele debaixo da madeira. Eu mal conseguia comer. Cada vez que ele levava o garfo à boca, eu olhava pros lábios dele, grossos, molhados de óleo. Ele não dizia nada. Só me olhava de volta, como quem já sabe o que vai acontecer depois.
Terminamos. Ele levantou, lavou os pratos sem eu pedir — outra coisa nova. Depois virou pra mim, secando as mãos no short.
— Hora da massagem, mãe.
Meu coração deu um salto tão forte que eu senti na garganta.
— Rodrigo… não precisa, sério. Eu tô bem.
Ele não respondeu. Apenas estendeu a mão grande, calejada, e esperou. Eu segurei. Ele me puxou devagar até o meio do quarto, bem embaixo do ventilador. A cortina que separava as camas balançava levemente com o vento quente que entrava pela janela.
— Deita de bruços na sua cama — ordenou baixo. Não era mais pedido.
Obedeci. Meu corpo tremia quando me deitei de barriga pra baixo, a camisola fina subindo um pouco nas coxas. Ele apagou a luz principal, deixando só o abajur velho do lado da cama dele. A penumbra deixou tudo mais perigoso.
Senti o colchão afundar quando ele subiu, joelhos dos dois lados dos meus quadris. O peso dele… meu Deus, o peso dele em cima de mim. Quente. Pesado. Masculino.
As mãos grandes pousaram nos meus ombros primeiro. Dedos firmes, quentes, apertando os nós de tensão que eu carregava há anos.
— Relaxa, Ana.
Ana. Ele me chamou de Ana. Não de mãe. Meu nome saiu da boca dele como se fosse uma carícia proibida.
Os polegares deslizaram pela minha nuca, descendo pela coluna devagar. Eu soltei um gemido baixo, involuntário. Ele parou um segundo, depois sorriu — eu senti o sorriso na voz.
— Isso… deixa sair.
As mãos desceram mais. Pelas costas, pela lombar, apertando a carne macia. Quando chegaram na curva da bunda, ele não parou. Os dedos entraram por baixo da camisola, subindo o tecido até quase a cintura. Minha pele arrepiou inteira.
— Você tá sem nada por baixo… — murmurou, a voz rouca. — Sabia.
Eu enterrei o rosto no travesseiro, morrendo de vergonha e de tesão ao mesmo tempo.
— Rodrigo…
— Shhh. Eu tô cuidando de você agora. Como tem que ser.
Ele massageou minha bunda com as duas mãos, abrindo, apertando, os polegares descendo perigosamente perto do meio. Senti que estava molhada. Encharcada. O cheiro do meu desejo subiu no quarto pequeno e eu tive certeza que ele sentiu também.
De repente ele se inclinou pra frente. O peito dele encostou nas minhas costas. O pau duro, latejando, pressionou bem no meio da minha bunda, só separado pela cueca fina dele e pela camisola enrolada. Ele não se mexeu. Só ficou ali, pulsando contra mim, respirando quente no meu pescoço.
— Sente isso? — sussurrou no meu ouvido. — É o que você faz comigo toda noite, Ana. Toda vez que você se mexe na cama. Toda vez que você suspira. Eu aguento faz anos. Mas agora… acabou.
Eu gemi mais alto, sem conseguir segurar. Meu quadril se mexeu sozinho, esfregando de leve contra ele. Ele grunhiu baixo, apertou minha cintura com força.
A cortina ao lado balançou forte com uma rajada de vento e… caiu. O varão improvisado despencou no chão com um barulho seco. Agora não tinha mais nada separando as camas. Nada separando nossos corpos.
Ele não se mexeu pra consertar. Em vez disso, virou meu corpo devagar, me colocando de costas pra ele. Eu estava ofegante, camisola toda embolada na cintura, seios à mostra, bicos duros implorando. Ele olhou pra mim como se eu fosse a única mulher do mundo.
A mão dele subiu pela minha coxa, abriu minhas pernas devagar, o polegar roçando bem na entrada molhada, sem entrar. Só provocando.
— Amanhã… — ele disse, a voz grossa de desejo contido — eu vou te comer de verdade, Ana. Devagar. Pra você sentir cada centímetro do homem que eu virei. Mas hoje… hoje eu só quero que você goze na minha mão, gemendo meu nome.
Eu tremi inteira. Abri a boca pra dizer que não podíamos… mas o dedo dele deslizou pra dentro, grosso, quente, e eu só consegui gemer:
— Rodrigo…
Ele sorriu, satisfeito, e começou a mover a mão.
E naquele momento, com a cortina no chão e o corpo dele dominando o meu, eu soube:
Não tinha mais volta.
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Capítulo 4 – A Noite em que eu virei dele de verdade
O dia seguinte foi uma tortura lenta e deliciosa. Eu passei a manhã inteira na casa grande ajudando meu pai, mas minha cabeça não saía daquele quarto apertado. Cada vez que eu me abaixava pra pegar algo do chão, sentia a boceta latejar, ainda sensível do dedo grosso dele na noite anterior. Meu corpo inteiro pedia mais. Pedia ele. E a culpa? A culpa só tornava tudo mais quente.
Às seis da tarde Rodrigo chegou. A porta bateu forte. Ele estava suado da obra, camisa colada no peito largo, jeans baixo na cintura. Nem falou “boa noite”. Largou a mochila no chão, olhou pra mim como um predador e disse só uma coisa:
— Tira tudo, Ana. Agora.
Minhas mãos tremiam quando puxei a alça do vestido. Deixei cair aos pés. Fiquei nua na frente dele, seios pesados, bicos duros, coxas brilhando de tanto que eu já estava molhada. Ele tirou a camisa devagar, exibindo cada músculo, depois o cinto, o jeans, a cueca. O pau pulou pra fora — grosso, pesado, a cabeça vermelha e brilhando. Maior do que qualquer coisa que eu já tinha visto. Meu filho. Meu homem.
Ele veio até mim, me pegou no colo como se eu não pesasse nada e me colocou em cima da mesinha da cozinha. Abriu minhas pernas bem abertas, se ajoelhou e enfiou a cara entre elas sem aviso. A língua quente lambeu meu clitóris inchado, depois desceu e entrou fundo, fodendo minha boceta com a boca. Eu segurei o cabelo dele, gemendo alto, sem me importar com nada.
— Rodrigo… porra… assim…
Ele chupou mais forte, dois dedos grossos entrando e saindo rápido, curvados no ponto certo. Gozei na boca dele em menos de dois minutos, tremendo inteira, apertando as coxas na cabeça dele. Ele levantou o rosto brilhando do meu gozo, sorriu aquele sorriso de macho que venceu e falou rouco:
— Agora você vai sentir o que é ser comida de verdade.
Me puxou pra beira da mesa, alinhou o pau na entrada e empurrou devagar. Centímetro por centímetro. Eu senti cada veia, cada pulsação. Quando ele estava todo dentro — fundo, batendo no fundo do meu útero —, ele parou, segurou meu queixo e me obrigou a olhar nos olhos dele.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo, Ana. Você é minha mulher agora. Não é mais só minha mãe.
E começou a meter. Devagar no começo, saindo quase todo e voltando fundo, fazendo eu sentir cada entrada. Depois mais rápido, mais forte. As mãos dele apertavam minha cintura, me puxando contra ele. O barulho molhado da minha boceta ecoava no quarto pequeno. Meus peitos balançavam a cada estocada. Ele se inclinou, chupou um bico com força, mordeu de leve.
Eu gozei de novo, gritando o nome dele, unhas cravadas nas costas largas. Ele não parou. Continuou metendo mais fundo, mais possessivo.
— Goza de novo pra mim. Quero sentir essa boceta apertando meu pau.
E eu gozei pela terceira vez, chorando de prazer, corpo inteiro convulsionando. Só então ele deixou vir. Grunhiu alto, segurou meus quadris com força e gozou dentro de mim — jatos quentes, grossos, enchendo tudo. Eu senti ele pulsar, marcar território.
Ficamos assim um tempo, ele ainda dentro de mim, pulsando, me abraçando forte contra o peito suado. Beijou minha testa, depois minha boca, devagar, carinhoso e ao mesmo tempo dono.
— De hoje em diante você não decide mais nada sozinha, Ana. Eu cuido da casa. Eu cuido de você. Eu te como quando eu quiser. Entendeu?
Balancei a cabeça, ainda ofegante, o pau dele amolecendo devagar dentro de mim.
— Entendi… meu homem.
Ele sorriu, me tirou da mesa e me carregou pra cama dele. Me deitou, cobriu meu corpo com o dele e sussurrou no meu ouvido:
— Amanhã vou te foder de novo. E depois de amanhã. E todos os dias. Porque agora você é minha mulher. E eu sou o macho que você sempre precisou.
Fechei os olhos, o corpo mole, a boceta ainda latejando com o gozo dele escorrendo pelas minhas coxas… e pensei que nunca mais ia querer voltar pra vida de antes.
Mas lá no fundo, uma vozinha sussurrava: “E se meu pai descobrir?”
Capítulo 5 – A Primeira Manhã de Casados
Acordei com o corpo dele colado no meu. Não tinha mais cortina. Não tinha mais distância. A cama dele agora era a nossa. Rodrigo dormia de lado, um braço pesado em volta da minha cintura, o pau meio duro encostado na minha bunda. O gozo seco da noite anterior ainda marcava minhas coxas. Eu sorri sozinha, sentindo um misto de vergonha e felicidade que nunca tinha sentido na vida.
Ele acordou primeiro. Beijou minha nuca, mordeu de leve e sussurrou no meu ouvido:
— Bom dia, minha mulher.
Meu coração disparou. “Minha mulher.” Não “mãe”. Não “Ana”. Minha mulher.
— Vou fazer café. Você fica na cama mais um pouco.
Ele levantou nu, o corpo perfeito brilhando na luz da manhã que entrava pela janela. Vi ele se mexer pela cozinha minúscula: ligou o fogão, fritou ovos, cortou pão, preparou meu café exatamente como eu gosto — preto, sem açúcar. Tudo isso sem roupa, o pau balançando pesado entre as pernas. Meu homem. Meu filho. Meu tudo.
Quando ele trouxe a bandeja pra cama, eu já estava molhada de novo só de olhar.
— Come. Depois eu te como.
Comemos juntos. Ele me alimentava na boca às vezes. Depois me puxou pro banheiro minúsculo — o mesmo onde eu tomava banho sozinha há anos.
— Hoje você não toma banho sozinha nunca mais.
Ele ligou o chuveiro quente. A água caiu em nós dois. Ele me encostou na parede fria, levantou minha perna com uma mão e entrou em mim de uma vez, fundo, sem aviso. Eu gritei baixo, mordendo o ombro dele pra não fazer barulho. Ele metia forte, rápido, a água batendo nos nossos corpos.
— Essa boceta é minha — grunhia no meu ouvido. — Todo dia de manhã, todo dia de noite. Entendeu?
— Sim… meu homem… ai, porra…
Ele virou meu corpo, me colocou de quatro no chão do box (mal cabia), segurou meu cabelo como rédea e meteu mais fundo ainda. A cada estocada meu seio batia na parede molhada. Gozei gemendo o nome dele, apertando o pau grosso. Ele gozou logo depois, enchendo tudo de novo, quente, marcando.
Saímos do banho rindo baixo, enrolados na mesma toalha. Ele me secou inteiro, beijou cada pedaço do meu corpo como se fosse sagrado.
— Hoje eu cuido da casa toda. Você só fica linda pra mim.
Ele arrumou a cama, lavou roupa, varreu o quartinho. Eu só observava, de calcinha e regata, sentindo meu corpo leve pela primeira vez em anos. Era isso que eu precisava: alguém que mandasse. Alguém que cuidasse.
Mas o perigo veio às onze da manhã.
Meu pai bateu na porta da edícula — coisa que ele quase nunca fazia.
— Anastasia! Tá tudo bem aí? Ouvi barulho estranho ontem à noite…
Meu coração parou. Rodrigo ficou parado no meio do quarto, só de short, me olhando com aquele sorriso calmo de quem já tinha tudo sob controle.
— Fica calma — sussurrou. Depois gritou pra porta: — Tá tudo ótimo, vô! A mãe tá no banho agora, eu tava arrumando umas coisas aqui.
Meu pai resmungou algo sobre “esse barulho de cama rangendo” e foi embora resmungando.
Rodrigo trancou a porta, veio até mim, me pegou no colo e me jogou na cama de novo.
— Viu? Ele quase pegou a gente. E sabe o que isso me fez?
Ele puxou meu shortinho pra baixo, abriu minhas pernas e enfiou dois dedos bem fundo.
— Me deixou mais louco ainda. Da próxima vez… eu vou te foder enquanto ele estiver na sala da frente. E você vai ter que gemer bem baixinho. Porque agora essa casa é nossa. E eu sou o homem dela.
Eu tremi inteira, gozando só com os dedos dele, imaginando o perigo, imaginando meu pai do outro lado da parede enquanto meu filho me comia como marido.
E naquele momento eu soube: a gente tinha passado do ponto sem volta.
Quanto mais arriscado, mais eu queria.
Capítulo 6 – O Silêncio que quase nos entregou
O dia correu normal por fora. Meu pai ficou em casa o dia inteiro, assistindo novela na sala da frente, reclamando do calor e pedindo café de vez em quando. Eu servia ele como sempre, sorrindo, mas por dentro meu corpo queimava. Rodrigo tinha saído pra obra de manhã, mas mandou mensagem no celular novo que ele mesmo comprou pra mim (sem meu pai saber):
“Volto às 14h. Esteja na cozinha. Sozinha. Sem calcinha.”
Meu estômago revirou de tesão e medo. Eu obedeci. Tirei a calcinha no banheiro, guardei na gaveta e fiquei só de vestido soltinho, curto o suficiente pra ele conseguir subir rápido.
Ele chegou pontual. Entrou pela porta dos fundos direto na edícula, suado, camisa colada no peito, aquele cheiro de homem que me deixava louca. Nem falou oi. Fechou a porta devagar, trancou, e veio pra mim como um lobo.
— Vô tá na sala? — perguntou baixinho, já abrindo o cinto.
— Tá… assistindo TV. Aumentou o volume agora.
Ele sorriu aquele sorriso perigoso, me virou de costas pra pia e levantou meu vestido até a cintura. Minha bunda ficou exposta. Ele abriu minhas pernas com o joelho e eu senti o pau dele já duro, latejando contra minha boceta molhada.
— Então você vai ter que ficar bem quietinha, minha mulher — sussurrou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Se ele ouvir qualquer gemido mais alto… a gente tá fodido. Literalmente.
Eu balancei a cabeça, mordendo o lábio. Ele não esperou. Empurrou tudo de uma vez. Fundo. Grosso. Eu segurei a pia com força, unhas brancas, pra não gritar. Ele começou a meter devagar, mas fundo, cada estocada fazendo meu corpo balançar. O barulho molhado da minha boceta era o único som além da novela alta na sala ao lado.
— Porra… você tá encharcada, Ana… — grunhiu baixinho, uma mão na minha boca pra abafar, a outra apertando meu peito por cima do vestido. — Essa boceta apertando meu pau enquanto seu pai tá a três metros daqui… me deixa louco.
Eu gemia contra a palma dele, lágrimas de prazer escorrendo. Ele acelerou um pouco, batendo fundo, a cabeça do pau roçando aquele ponto que me fazia ver estrelas. Meu corpo tremia inteiro. Eu sentia o gozo subindo rápido demais.
— Não goza ainda — ordenou no meu ouvido. — Só quando eu mandar.
Eu assenti desesperada. Ele tirou a mão da minha boca só pra enfiar dois dedos entre meus lábios.
— Chupa. Molha bem.
Eu chupei os dedos dele enquanto ele metia mais forte, controlando o ritmo pra não fazer barulho demais. A pia rangia de leve. Meu pai gritou da sala:
— Anastasia! Trouxe meu café?
Eu congelei. Rodrigo não parou. Pelo contrário, meteu mais fundo, sorrindo contra meu pescoço.
— Responde… — sussurrou, ainda fodendo sem parar.
— Já… já tô indo, pai! — respondi, voz trêmula, quase gemendo.
Rodrigo riu baixo, perverso, e levou a mão livre até meu clitóris, esfregando rápido em círculos.
— Goza agora. Bem quietinha. Pra ele não ouvir.
Eu gozei mordendo meu próprio braço, corpo inteiro convulsionando, boceta apertando o pau dele como um punho. Lágrimas escorreram. Ele grunhiu baixinho, segurou meus quadris com força e gozou dentro de mim — jatos quentes, longos, enchendo tudo até escorrer pela minha coxa.
Ficamos parados um segundo, ele ainda dentro, pulsando. Depois ele me virou, me beijou devagar, possessivo, limpou o canto da minha boca com o polegar.
— Boa menina — murmurou. — Agora vai levar o café pra ele… com meu gozo escorrendo pela sua perna.
Eu tremi. Fui até a sala com as pernas bambas, vestido arrumado, mas sentindo o calor dele escorrendo. Meu pai nem olhou direito pra mim. Só pegou a xícara e resmungou:
— Você tá vermelha, filha. Tá passando mal?
— É o calor, pai… — respondi, voz rouca.
Voltei pra cozinha. Rodrigo estava encostado na pia, já vestido de novo, me olhando como dono do mundo.
— Amanhã eu vou te foder na sala… enquanto ele dorme no sofá. E você vai aprender a gozar sem fazer nenhum barulho.
Ele me puxou pela cintura e deu um tapa leve na minha bunda.
— Porque agora a gente mora na mesma casa… mas eu sou o homem dela. E ninguém vai tirar isso da gente.
Eu encostei a testa no peito dele, coração disparado, boceta ainda latejando com o gozo dele dentro de mim… e pensei que o perigo só estava começando.
Porque meu pai tinha olhado estranho pra mim hoje.
E amanhã… amanhã podia ser pior.
Capítulo 8 – O Dia em que ele quase perdeu tudo
Acordei com o corpo dolorido de tanto prazer e tanto medo. Rodrigo dormia ao meu lado, nu, o braço possessivo em volta da minha cintura como se eu pudesse escapar. Mas eu não queria escapar. Queria mais. Queria ele pra sempre.
O dia começou calmo demais. Meu pai saiu cedo pra pescar com os amigos — coisa rara. Disse que voltava só no fim da tarde. Rodrigo sorriu quando ouviu a porta da casa grande bater.
— Hoje a gente tem a casa toda pra nós — disse, me puxando pra cima dele na cama. — Sem precisar ficar quieta. Sem precisar esconder.
Ele me comeu devagar logo de manhã, de conchinha, metendo fundo enquanto sussurrava no meu ouvido todas as coisas que queria fazer comigo dali pra frente: me levar pra praia de noite, me foder no carro, me marcar com chupões que eu teria que esconder com lenço. Eu gozei duas vezes só ouvindo a voz dele, sentindo o pau grosso pulsar dentro de mim.
Depois tomamos banho juntos de novo. Ele me lavou inteiro, ensaboou meus seios, minha bunda, enfiou os dedos devagar enquanto a água caía. Eu me apoiei na parede, gemendo alto sem medo. Ele riu baixo.
— Gosta de gritar meu nome agora, né? Sem ninguém pra ouvir.
— Gosto… meu macho… ai, porra…
Ele me virou, me levantou contra a parede e meteu forte, rápido, a água batendo nos nossos corpos. Gozou dentro de mim de novo, grunhindo meu nome como se fosse uma declaração de posse.
Saímos do banho enrolados na toalha. Ele me carregou pra sala da edícula, me sentou no sofá velho e se ajoelhou na minha frente.
— Abre as pernas, Ana. Quero te chupar até você implorar pra eu parar.
Eu obedeci. Ele lambeu devagar, brincando com o clitóris, depois enfiou a língua fundo, chupando meu gozo misturado com o dele. Eu segurei o cabelo dele, puxando, gemendo alto, sem me importar com o mundo. Gozei na boca dele, tremendo inteira, gritando o nome dele como se fosse uma oração.
Ele levantou, o rosto brilhando, e me beijou. Eu provei nós dois na boca dele.
— Você é minha pra sempre — disse, sério de repente. — Não importa o que aconteça.
Eu sorri, ainda ofegante.
— Pra sempre, Rodrigo.
Mas o “pra sempre” durou pouco.
Meu pai voltou cedo. Muito cedo. A porta da edícula abriu de repente — ele tinha a chave reserva, coisa que eu tinha esquecido.
Ele parou na entrada, olhos arregalados.
Eu estava nua no sofá, pernas abertas, Rodrigo de joelhos entre elas, ainda lambendo devagar. O ar cheirava a sexo. Meu gozo escorria pela minha coxa. Rodrigo levantou rápido, cobrindo meu corpo com o dele, mas era tarde.
Meu pai ficou branco. Depois vermelho. Depois… chorou.
— Minha filha… meu neto… o que vocês fizeram?
Rodrigo se levantou devagar, nu, sem vergonha, o pau ainda meio duro. Ele me protegeu com o corpo, me cobrindo com a toalha que caiu no chão.
— Vô… a gente se ama. De verdade. Não é só sexo. Eu cuido dela. Eu sou o homem da casa agora.
Meu pai balançou a cabeça, lágrimas escorrendo.
— Isso é errado… é pecado… vocês vão pro inferno…
Ele virou as costas e saiu cambaleando. A porta bateu. Silêncio.
Rodrigo me abraçou forte. Eu tremia.
— Ele vai contar pra alguém? — perguntei, voz pequena.
— Não sei. Mas se contar… a gente enfrenta junto. Eu não te largo nunca, Ana. Nunca.
Ele me levou pra cama, me deitou, cobriu meu corpo com o dele. Não transamos mais naquele dia. Só ficamos abraçados, pele na pele, ouvindo o coração um do outro.
Mas à noite, quando meu pai bateu na porta de novo — dessa vez devagar, quase tímido —, Rodrigo abriu só uma fresta.
Meu pai estava com uma mala pequena na mão.
— Eu vou embora por uns tempos. Pra casa da sua tia em Itajaí. Preciso pensar. Preciso… entender.
Rodrigo assentiu, sério.
— Tá certo, vô. Quando o senhor quiser voltar… a porta tá aberta. Mas aqui dentro agora sou eu que mando. E eu cuido dela melhor do que ninguém.
Meu pai olhou pra mim, lá no fundo da cama, enrolada no lençol.
— Cuida mesmo dela, menino. Ela merece.
Ele virou e foi embora. De verdade.
Rodrigo fechou a porta, trancou, veio até mim e me puxou pro colo.
— Agora é oficial. Essa casa é nossa. Só nossa.
Ele me beijou devagar, possessivo, e sussurrou:
— Amanhã a gente começa de verdade. Sem medo. Sem esconder. Eu vou te foder em cada canto dessa casa… e você vai gemer meu nome tão alto quanto quiser.
Eu sorri contra a boca dele, lágrimas nos olhos — de alívio, de amor, de tesão.
— Então começa agora, meu homem.
E ele começou.
Capítulo Final – Pra Sempre Nossa
Dois anos se passaram desde o dia em que meu pai saiu pela porta da edícula com a mala na mão e os olhos cheios de lágrimas. Ele nunca voltou de vez. Passa uns dias aqui e ali, fica na casa grande da frente, mas evita olhar muito pra dentro da nossa casinha nos fundos. Quando vem, Rodrigo o recebe com respeito, oferece café, conversa sobre futebol e obra. Meu pai aceita, mas sempre vai embora antes do anoitecer. Acho que ele sabe que, se ficar mais tempo, vai ouvir coisas que não quer ouvir. E ele prefere fingir que não sabe.
Nós não fingimos mais nada.
A edícula mudou. Rodrigo derrubou a parede que separava a sala do quarto, ampliou o espaço com o dinheiro que juntou na obra. Colocou uma cama de casal de verdade — king size, que mal cabe, mas a gente não liga. Pintou as paredes de branco, trocou o ventilador por um ar-condicionado portátil que ronrona baixinho à noite. Tem cortina grossa agora, mas a gente nunca fecha. Gosta de ver a lua entrar enquanto ele me come devagar, ou rápido, ou como quiser.
Eu não trabalho mais na casa grande. Rodrigo não deixa. Ele diz que eu cuido da nossa casa, do nosso lar. Eu cozinho pra ele, lavo a roupa dele, espero ele chegar suado da obra e tomo banho com ele todo dia. Às vezes ele chega, me pega no colo ainda na porta, me joga no sofá e me fode ali mesmo, com a roupa de trabalho suja de concreto, sem nem tirar o cinto. Eu adoro. Adoro sentir o cheiro dele misturado com o meu, o peso do corpo dele me prendendo, o pau grosso entrando fundo enquanto ele grunhe no meu ouvido:
— Você é minha, Ana. Minha mulher. Minha putinha. Minha rainha. Tudo ao mesmo tempo.
E eu gozo gritando o nome dele, sem medo de vizinho, sem medo de pai, sem medo de nada.
Uma noite, depois de uma transa lenta na cama nova — ele deitado de costas, eu cavalgando devagar, sentindo cada centímetro dele me preencher —, ele segurou minha cintura e parou meus movimentos. Olhou nos meus olhos, sério.
— Quero um filho nosso.
Meu coração parou. Depois disparou.
— Rodrigo… a gente…
— Eu sei que é loucura. Eu sei que o mundo vai julgar. Mas eu quero. Quero ver você grávida de mim. Quero ver nosso filho crescer aqui, nessa casa que a gente transformou. Quero ser pai… e continuar sendo seu homem.
Eu chorei. De alegria. De medo. De amor. Me inclinei e beijei ele devagar, sentindo as lágrimas caírem no rosto dele.
— Então me engravida, meu amor. Me enche de você. De novo e de novo, até acontecer.
Naquela noite ele gozou dentro de mim como nunca. Fundo, longo, segurando meus quadris com força, gemendo meu nome como se fosse uma promessa. E eu senti, no fundo do ventre, que algo ia mudar.
Meses depois, o teste deu positivo. Duas linhas fortes. Eu mostrei pra ele tremendo. Ele caiu de joelhos na frente de mim, beijou minha barriga ainda reta, depois subiu e me beijou a boca como se eu fosse o ar que ele respira.
— Agora é oficial — disse, voz rouca. — Você é minha pra sempre. E eu sou seu. Pra sempre.
Meu pai soube. Veio uma tarde, sentou na mesinha da cozinha, olhou pra minha barriga já aparecendo um pouco e suspirou fundo.
— Eu não entendo. Nunca vou entender. Mas… se ele te faz feliz, se cuida de você… então tá bom.
Ele apertou minha mão. Depois apertou a de Rodrigo. E saiu sem dizer mais nada. Acho que foi o mais perto de uma bênção que a gente ia conseguir.
Hoje, eu tô com sete meses. A barriga grande, os seios pesados, o desejo ainda maior. Rodrigo me come todo dia — de lado, devagar, cuidando pra não apertar demais. Às vezes de quatro, às vezes eu em cima, controlando o ritmo. Ele adora ver minha barriga balançando enquanto eu gozo no pau dele.
A casa não é mais apertada. É nossa. Cheia de amor, de sexo, de promessas.
Eu olho pra ele dormindo ao meu lado, a mão protetora na minha barriga, e penso:
Tudo começou numa casa pequena demais pra duas pessoas.
Mas acabou sendo grande o suficiente pra caber um amor que ninguém esperava.
E se alguém perguntar se valeu a pena…
Eu respondo sem hesitar:
Valeu cada segundo. Cada gemido. Cada gozo. Cada lágrima.
Porque no final, o que importa não é o que o mundo acha.
O que importa é que eu encontrei meu homem.
E ele me encontrou.
Pra sempre.





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Que conto maravilhoso! Riqueza de detalhes, me prendeu do início ao fim!