TRAI MEU NAMORADO COM OUTRA NA SAUNA - PARTE 1

Boa tarde, meus amores. O que vou contar aconteceu de verdade e foi uma experiência que jamais vou esquecer.
Meu nome é Tammy e o que vou contar aconteceu comigo e meu ex-namorado Michel em 2018, quando eu tinha 28 anos. Sou morena, com cabelo tingido de loiro, seios naturais, baixinha e bem ativa, simpática e comunicativa. Michel era um cara alto, atlético, com cabelos castanhos curtos e presença de grisalhos em degradê, olhos pretos e uma barba bem-feita.

Fazia 6 meses que eu estava namorando Michel quando ele decidiu fazer um churrasco com piscina na casa dos pais deles para ele apresentar os amigos.
- Amor, convidei meus melhores amigos e as namoradas deles para você conhecer...se entrosar na turma...você vai amar eles – ele disse via whatsapp
- Ai amor, estou ansiosa e com frio na barriga ao mesmo tempo...será que vão gostar de mim ? – eu disse pra ele preocupada
- Claro que vai...sua sogra vai estar viajando com meu padrastro, vai ser gostoso demais. – ele me disse me confortando.

Cheguei na casa dos pais do Michel por volta de meio-dia e meia. O sol estava forte, o cheiro de carvão já dominava o quintal e a música – um sertanejo universitário animado – saía das caixas de som Bluetooth. Michel me recebeu na porta com aquele sorriso largo, barba bem aparada roçando meu rosto quando me beijou.
— Chegou a dona do pedaço — ele falou alto o suficiente pra todo mundo ouvir. — Galera, essa é a Tammy!

Olhei em volta. Três homens altos, todos na faixa dos 30 e poucos, viraram pra mim quase ao mesmo tempo. Dois deles estavam de pé perto da churrasqueira, o terceiro sentado na borda da piscina com as pernas dentro d’água. As duas meninas me cumprimentaram com sorriso simpático, mas com aquele olhar de “vamos ver quem é essa aí”. Michel fez as apresentações rapidinho:
— Tammy, esse é o Renato, o cara que me aguentou desde o primário. Essa do lado dele é a Larissa, namorada nova. — Ele apontou pro casal na piscina. Renato era o mais largo de ombros, pele bronzeada, cabelo raspado nas laterais e um sorriso meio safado. Larissa era alta, corpo de academia, cabelo liso escuro e um olhar que parecia sempre estar avaliando tudo. O que era mais visível e notável era o tamanho do peito de Larissa. Não sabia se era silicone ou natural de tão redondo e grande que era.
— Prazer, Tammy! — Larissa veio me dar um abraço rápido.
— E esse ali é o Fábio — Michel continuou —, o mais quieto do trio, mas quando abre a boca… — Ele riu. Fábio era o mais magro dos três, mas tinha definição, tatuagem subindo pelo braço esquerdo e um olhar calmo que contrastava com o sorriso torto. Ao lado dele, Priscila era baixinha como eu, cabelo cacheado castanho-escuro preso num coque bagunçado, biquíni azul-escuro e uma energia meio tímida.
— Oi, linda — Priscila disse, me dando dois beijos no rosto

O churrasco rolou tranquilo no começo. Eu usava um biquíni preto simples com saída de praia branca por cima, mas já tinha tirado a saída porque o calor estava insuportável. Durante a tarde Fabio e Priscila precisou ir embora para ir num compromisso. Larissa me chamou para entrar na sauna para relaxar e conversar enquanto os meninos ficaram na piscina jogando biribol e bebendo cerveja.

O vapor da sauna era denso e o cheiro de eucalipto misturado com o gin que ainda sentia na língua deixava tudo um pouco mais lento, mais quente. Estávamos sentadas uma de frente pra outra nos bancos de madeira. Larissa tinha as pernas cruzadas, o corpo relaxado contra a parede, e eu tentava manter o olhar no rosto dela, mas era impossível. Depois da terceira taça de gin com tônica que ela insistiu em trazer pra dentro da sauna (“pra relaxar de verdade, amiga”), Larissa deu um suspiro longo e falou, com aquela voz meio travada de quem já estava bem soltinha:
— Tammy… posso tirar a parte de cima? Esse calor tá me matando e eu odeio marca de biquíni. Aqui é só a gente.

Ela já estava desfazendo o nó nas costas antes de eu responder. O top vermelho caiu molhado no banco. E ali estavam aqueles peitos maravilhosos: redondos, empinados, os bicos rosados durinhos contrastando com a pele, puro silicone. Eu nunca tinha ficado tão louca de tesão só de olhar pra peitos na vida. Tentei desviar, olhar pra parede, pro copo na minha mão… mas voltava sempre. Ela percebeu na hora.Deu uma risadinha baixa, safada.
— Tá tudo bem aí, Tammy? Você tá me comendo com os olhos faz uns minutos.

Meu rosto pegou fogo — e não era só o vapor.
— Desculpa… é que… eles são lindos pra caralho. Tipo… nunca vi uns peitos tão perfeitos.
Ela sorriu de lado, aquele sorriso de quem sabe que manda no pedaço.
— Quer tocar?

Meu coração quase saiu pela boca.
— O quê? — minha voz saiu fina, tremendo.
— Relaxa, gata. — Ela se inclinou pra frente com os peitos balançando gostoso. — Não mordo. Pode pegar. Só pra sentir como é.

Eu hesitei uns segundos, mas meu corpo já tinha decidido. A mão direita tremia quando encostei. Passei o polegar devagar no bico esquerdo — ele endureceu na hora, ficando durinho e arrepiado. Larissa soltou um gemidinho baixo.
— Isso… assim… devagar…

Eu não aguentei. Comecei a apertar de leve, massagear, sentir o mamilo roçando na palma da mão. Meu outro braço ainda segurava o copo, mas eu já nem lembrava dele. Minha buceta pulsava forte, a calcinha do biquíni completamente encharcada — e não era suor. O tesão descia quente pelas coxas, deixando tudo melado. Ela pegou minha mão esquerda e levou pro outro peito. Agora eu apertava os dois, apertando os bicos entre os dedos, puxando de leve. Larissa gemia baixinho, a cabeça encostada na parede.
— Você já tinha pegado nos peitos de outra mulher assim? — perguntou
— Não… nunca — confessei, morrendo de vergonha e de tesão ao mesmo tempo.
— Então aproveita. — Ela abriu mais as pernas com o joelho encostando no meu. — Pode chupar se quiser. Eu adoro quando chupam meus peitos.

Meu cérebro já tinha desligado. Me inclinei. Primeiro encostei os lábios de leve no bico esquerdo, só sentindo a textura quente. Depois abri a boca e chupei devagar, a língua rodando em volta, lambendo o mamilo inteiro. Ele ficou ainda mais duro na minha boca. Larissa gemeu alto dessa vez, a mão indo pro meu cabelo, me puxando com força contra o peito.
— Caralho, Tammy… chupa gostoso… isso, engole meu peito inteiro…

Eu alternava entre os dois, chupando forte, mordiscando de leve os bicos, lambendo o suor que escorria. Minha buceta latejava tanto que eu apertava as coxas uma contra a outra sem nem perceber. Sem pensar, minha mão direita desceu pela barriga dela, parou na borda do biquíni vermelho. Ela abriu as pernas mais, empinando o quadril de leve — um convite claro.
— Pode ir… — sussurrou ela. — Minha buceta tá molhada pra caralho desde que você começou a me olhar.

Enfiei os dedos por baixo do tecido. Ela estava ensopada mesmo. Os lábios da buceta inchados, escorregadios de tesão, o clitóris durinho roçando na ponta do meu dedo. Comecei tocar siririca devagar, fazer círculos lentos no grelo, sentindo ela tremer toda vez que eu passava por cima. Larissa jogou a cabeça pra trás, gemendo sem se importar se os caras lá fora iam ouvir.
— Isso, amor… esfrega minha buceta… mais forte… porra, assim…

Eu obedeci. Acelerei os movimentos com os dois dedos agora deslizando pra dentro dela, sentindo a buceta quente apertar em volta. Enquanto isso, continuei chupando o peito direito, mordendo o bico de leve. Ela agarrou meu pulso, me guiando com mais força, até que o corpo dela convulsionou inteiro. Um gemido longo e rouco escapou da garganta dela enquanto gozava na minha mão, a buceta pulsando forte nos meus dedos e o mel escorrendo pela palma da minha mão. Quando ela abriu os olhos de novo, estava sorrindo — aquele sorriso saciado, de quem acabou de ser bem comida.
— Agora é sua vez— disse ela, já se inclinando pra mim, os olhos brilhando de malícia.

Larissa não perdeu tempo. Seus olhos brilhavam com uma fome, quase animal, enquanto ela me puxava com firmeza pelos quadris, me fazendo deslizar no banco quente até ficar quase deitada, as costas encostadas na madeira úmida.
— Abre essas pernas pra mim, sua putinha curiosa — murmurou ela, já se ajoelhando entre minhas coxas.

Eu obedeci sem pensar. Minhas pernas se abriram devagar, tremendo, a calcinha do biquíni preto já grudada na buceta de tanto mel que escorria. Larissa nem se deu ao trabalho de tirar a peça direito — só puxou a lateral pro lado com dois dedos, expondo minha buceta inteira pro ar quente da sauna. O clitóris estava inchado, pulsando, os lábios vermelhos e melados brilhando.
— Caralho, Tammy… olha como essa bucetinha tá molhada… toda inchadinha, pedindo língua.

Antes que eu pudesse responder, ela mergulhou. A boca quente dela cobriu minha buceta inteira de uma vez. A língua grossa e molhada abriu caminho entre os lábios, lambendo devagar da entrada até o clitóris, coletando todo o mel que escorria. Eu soltei um gemido alto, involuntário, as mãos voando pro cabelo dela, agarrando com força.
— Porra… Larissa… isso…

Ela não respondeu com palavras. Só gemeu contra minha buceta e começou a chupar devagar no começo, sugando os lábios inteiros pra dentro da boca, lambendo com a língua plana, depois focando no grelo — círculos rápidos, rápidos demais, depois lentos e torturantes, lambendo só a pontinha inchada.

Eu me contorcia no banco com as coxas tremendo ao redor da cabeça dela. Ela enfiou a língua dentro da minha buceta, fodendo com ela como se fosse um pau pequeno e ágil, depois voltava pro clitóris, chupando forte, sugando o grelo inteiro pra dentro da boca.
— Chupa… porra, chupa mais… — eu gemia, sem filtro, sem vergonha.

Larissa agarrou minhas coxas com as duas mãos, abrindo mais, me expondo completamente. Agora ela chupava com vontade, a boca fazendo barulho molhado, lambendo, sugando, mordiscando de leve os lábios inchados. Dois dedos entraram de repente na minha buceta — curvados pra cima, acertando direto naquele ponto que me fazia ver estrelas.
— Isso… fode minha buceta com os dedos enquanto chupa… caralho…
Meu corpo inteiro começou a tremer:
— Tô quase… Larissa… vou gozar… porra, não para…

Ela gemeu alto contra minha buceta, o som vibrando direto no meu clitóris, e chupou ainda mais forte, sugando o grelo como se quisesse arrancar meu orgasmo à força. Os dedos batiam fundo, rápido, implacáveis.

Então veio. O gozo me atravessou como um raio. Minha buceta contraiu forte ao redor dos dedos dela, minha porra jorrando na boca dela, escorrendo pelo queixo. Eu gritei rouca, sem me importar com nada:
— Caralho… tô gozando… na tua boca …

Larissa não parou. Continuou chupando devagar agora, lambendo todo o mel que saía, gemendo de prazer como se estivesse bebendo o melhor vinho do mundo. Meu corpo convulsionava em espasmos com as coxas apertando a cabeça dela, até que o prazer virou quase uma dor de tão intenso. Quando finalmente levantei a cabeça, ela ergueu o rosto entre minhas pernas. O queixo brilhava de mel, os lábios inchados e vermelhos, um sorriso satisfeito e safado estampado no rosto.
— Gostosa pra caralho… — murmurou ela, lambendo os lábios devagar. — Tua buceta gozou tão gostoso na minha boca…

Eu mal conseguia falar ainda tremendo de depois do gozo e pela primeira experiencia na vida com uma mulher. Lá fora, o biribol continuava, as risadas distantes dos meninos ecoando como se nada tivesse acontecido. Mas ali dentro, a gente tinha cruzado todas as linhas — e eu sabia que queria mais. Muito mais.
...
Segue as imagens reais que tiramos depois da Parte 2 que vou contar em seguida.

Foto 1 do Conto erotico: TRAI MEU NAMORADO COM OUTRA NA SAUNA - PARTE 1

Foto 2 do Conto erotico: TRAI MEU NAMORADO COM OUTRA NA SAUNA - PARTE 1

Foto 3 do Conto erotico: TRAI MEU NAMORADO COM OUTRA NA SAUNA - PARTE 1

Foto 4 do Conto erotico: TRAI MEU NAMORADO COM OUTRA NA SAUNA - PARTE 1

Foto 5 do Conto erotico: TRAI MEU NAMORADO COM OUTRA NA SAUNA - PARTE 1


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Ficha do conto

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Nome do conto:
TRAI MEU NAMORADO COM OUTRA NA SAUNA - PARTE 1

Codigo do conto:
255050

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
19/02/2026

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7

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