Depois do gozo que me deixou com as pernas moles e a cabeça girando, Larissa se afastou devagare sentou ao meu lado no banco, os peitos ainda nus e vermelhos de tanto que eu tinha chupado e apertado. Nós duas respirávamos pesado, o vapor da sauna parecendo ainda mais denso agora, carregado de cheiro de sexo e eucalipto. Ela pegou a parte de cima do biquini molhado do chão e começou a amarrar de novo.
— Caralho, Tammy… isso foi intenso pra cacete — disse ela, rindo baixo. — Você gozou forte, hein? Tua buceta pulsou na minha boca como se não quisesse soltar nunca.
Eu ainda tremia toda, tentando recuperar o fôlego. Minha calcinha do biquíni estava grudada na pele, cheia de porra e da saliva dela.
— Eu… nunca… — envergonhada e excitada ao mesmo tempo. — Foi minha primeira vez com mulher. E foi… porra, foi foda demais.
Ela deu um sorriso safado, se inclinou e me deu um beijo rápido na boca — um beijo com gosto da minha própria buceta.
— Então guarda esse segredinho gostoso só pra gente por enquanto, tá? — piscou. — Agora vamos nos arrumar antes que os meninos venham bater aqui achando que a gente desmaiou de calor.
Nós nos levantamos. Eu ajeitei a calcinha do biquíni, puxando o tecido pro lado pra cobrir os lábios da minha buceta ainda inchados e sensíveis. Antes de abrir a porta da sauna, Larissa parou, virou pra mim e baixou a voz ainda mais:
— Ei, Tammy… me desculpa se eu forcei a barra. O gin subiu, o calor, o tesão… eu não queria te deixar desconfortável. Foi demais?
Eu sorri, sentindo o rosto esquentar de novo, mas dessa vez de um jeito bom.
— Não, amiga… eu que peço desculpa. Eu entrei na onda sem pensar duas vezes. Foi tudo tão… intenso. Mas eu adorei cada segundo. Desculpa se eu pareci desesperada ou algo assim.
Ela riu baixinho e apertou minha mão de leve.
— Desesperada? Você foi perfeita, gata. A gente se empolgou, mas foi gostoso pra caralho. Sem ressentimento, tá? Foi só o calor da bebida e da sauna… e da gente.
— Sem ressentimento nenhum — respondi, apertando a mão dela de volta.
— Agora vamos sair como se nada tivesse acontecido.
Michel e Renato nenhum deles olhou duas vezes pra gente. Parecia que o mundo lá fora tinha continuado exatamente igual. Larissa foi na frente, pegando duas toalhas na espreguiçadeira e jogando uma pra mim.
— Vamos pegar um sol, amiga? — falou alto o suficiente pra soar natural.
— Claro — respondi, tentando deixar a voz firme, mesmo com a buceta ainda latejando e as coxas meladas.
Nos deitamos lado a lado nas espreguiçadeiras, de barriga pra cima. Eu abri um pouco as pernas pro sol bater, fingindo que era só pra secar o suor. Na verdade, era pra sentir o ar quente secando o mel que ainda escorria devagar da minha buceta. . O churrasco continuou durante a tarde, a cerveja gelou mais ainda e de noite entramos pra dentro da casa de MIchel porque estava chovendo muito forte.
Eu e Larissa continuávamos de biquíni — o dela com a parte de cima meio torta, os peitos quase escapando de novo; Os meninos estavam de sunga molhada também, o volume dos paus marcando bem no tecido fino, sem vergonha nenhuma. Dentro da sala o som do grave do funk estourava nas caixas de som que Michel tinha ligado no máximo. Larissa já estava no modo sem freio. O grave batia no corpo dela e ela começou a dançar como se fosse o último rolê da vida.
Ela jogou o cabelo pra trás, olhou direto pro Renato — o namorado dela — e desceu bem devagar, rebolando com a bunda empinada na direção dele. A calcinha do biquíni tinha subido tanto que quase mostrava a metade do cu.
— Vem, amor… olha como eu rebolo gostoso pra você — ela falou alto, rindo, mas com a voz carregada de malícia.
Renato sorriu torto, já segurando o copo de cerveja com uma mão e a outra coçando a sunga na frente. O pau dele já estava meia-bomba, marcando o tecido fino da sunga preta. Mas quem realmente chamou atenção foi Michel.
— Vem cá, Tammy… dança comigo. Mostra pros meninos como a gente fica juntas.
Comecei a descer devagar junto com Larissa, rebolando no mesmo ritmo, nossas bundas quase se tocando enquanto o grave do funk pulsava forte no peito. Os meninos pararam de falar, pararam de beber, só olhavam. Eu sentia o calor subindo pelo corpo de novo, a buceta ainda sensível da língua dela na sauna, latejando a cada batida da música.
Larissa virou de frente pra mim, com os olhos brilhando de tesão e gin. Ela segurou minha cintura com as duas mãos e me puxou pra perto. Começamos a dançar roçando uma na outra, peitos quase se encostando, barrigas suadas se esfregando. O biquíni dela já estava torto pra caralho, um mamilo escapando inteiro, duro e vermelho de tanto que eu tinha chupado mais cedo.
— Isso, gata… rebola gostoso pra mim de novo — ela sussurrou no meu ouvido
.
Michel não aguentou mais. Veio por trás de mim devagar, as mãos grandes e quentes subindo pelas minhas costelas até agarrar meus peitos por cima do biquíni. Com um puxão firme, ele baixou o tecido dos dois lados de uma vez, deixando meus peitos livres, os bicos duros apontando pro teto. Eu soltei um gemido baixo, sem nem tentar me esconder.
Do outro lado, Renato fez exatamente a mesma coisa com Larissa. Puxou a parte de cima dela pra baixo com pressa, os peitos dela saltando pra fora, vermelhos e inchados. Ela riu alto, jogou a cabeça pra trás e empinou a bunda contra o volume da sunga dele.
Nós quatro estávamos colados agora. Eu sentia o pau duro do Michel pressionando minha bunda por trás, roçando no tecido fino da calcinha do biquíni. Larissa estava na mesma posição com Renato, rebolando contra ele enquanto olhava pra mim com aquele sorriso de quem sabe exatamente o que quer.
Nossos peitos se encostaram de novo. Os bicos dos meus mamilos roçavam nos dela a cada movimento, mandando choques direto pra buceta. Eu empinei o quadril pra trás, esfregando a bunda no pau do Michel, sentindo ele pulsar forte contra mim.
— Caralho, Tammy… olha como tua amiga tá safada — Michel gemeu no meu ouvido
Sem cerimônia nenhuma ele puxou a sunga pra baixo. O pau dele saltou pra fora, grosso, vermelho, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ele segurou na base e deu uma punhetada lenta, olhando direto pra mim.
— Olha o que você fez, Tammy… olha como ficou duro por tua causa.
Do outro lado, Renato fez a mesma coisa. A sunga preta caiu até os joelhos, e o pau dele — um pouco mais comprido, mas mais fino — ficou apontado pra Larissa, latejando de tesão. Larissa foi a primeira a se abaixar. Ela caiu de joelhos na frente do Renato, segurou o pau dele com as duas mãos e engoliu a cabeça inteira de uma vez, gemendo alto enquanto chupava. Eu olhei pro Michel, senti a buceta contrair só de ver aquilo, e me abaixei também. Segurei o pau dele — quente, pesado, pulsando na minha mão — e passei a língua devagar na cabeça antes de abrir a boca e deixar ele deslizar até o fundo da garganta.
Nós duas mamávamos lado a lado, de joelhos no chão da sala, os peitos balançando a cada movimento de cabeça. Eu olhava de canto pra Larissa: ela chupava com vontade, babando no pau do namorado. Michel segurava meu cabelo com uma mão, guiando o ritmo, enquanto a outra apertava meu peito.
De repente Larissa tirou o pau de Renato da boca, olhou pra mim com um sorriso safado e se arrastou de joelhos até o meu lado. Sem falar nada, ela segurou a base do pau do Michel junto comigo e enfiou a língua na lateral da cabeça, lambendo onde minha boca subia e descia. Eu congelei por um segundo, surpresa, mas o tesão era tanto que só abri mais a boca. As duas línguas agora lambiam o mesmo pau, se encontrando, se enrolando. Michel gemeu alto, jogando a cabeça pra trás.
— Porra… vocês duas… caralho…
Eu olhei pro Renato, que estava ali com o pau duro apontado pro teto, se punhetando devagar enquanto assistia. Não resisti. Tirei a boca do Michel por um instante, rastejei até ele e engoli o pau do Renato inteiro. Larissa continuou chupando o Michel sozinha por uns segundos, depois veio atrás de mim e se juntou: as duas bocas no pau do Renato agora, lambendo, chupando, uma na cabeça, outra nas bolas. Os dois caras gemiam sem parar.
Nunca tínhamos entrado numa orgia. Nunca nem tínhamos conversado sobre isso. Mas naquele momento o tesão apagava qualquer pensamento. Era só pele, saliva, pau, buceta latejando, vontade de tudo ao mesmo tempo.
Larissa se levantou de repente com os olhos brilhando como se tivesse decidido o próximo passo. Ela empurrou Michel com as duas mãos até ele cair sentado no sofá-cama que ficava encostado na parede. Sem dizer nada, ela subiu em cima dele, puxou a calcinha do biquíni pro lado e desceu devagar, engolindo o pau inteiro do meu namorado com a buceta melada.
— Aaaah, caralho… que pau gostoso… — ela gemeu alto, começando a rebolar devagar com os peitos balançando na cara dele.
Michel agarrou a bunda dela com as duas mãos, abrindo as nádegas enquanto ela subia e descia. Eu fiquei olhando, a buceta escorrendo pelas coxas, com o coração na boca.
Renato não perdeu tempo. Veio por trás de mim, me puxou de leve pela cintura até eu ficar de quatro no tapete, bem na frente do sofá. Ele segurou meu quadril, passou a cabeça do pau na entrada da minha buceta — que ainda estava inchada e sensível da língua da Larissa mais cedo — e enfiou tudo de uma vez.
— Porra, Tammy… que buceta apertada… molhada pra caralho…
Eu soltei um grito abafado com as mãos apoiadas no chão, sentindo ele me abrir inteira. Ele começou a meter forte, o saco batendo na minha bunda a cada socada, enquanto eu olhava Larissa cavalgando o Michel bem na minha frente. Os peitos dela quicavam, os gemidos dela se misturavam com os meus. Michel esticou a mão e apertou meu peito enquanto fodia a Larissa, e eu me inclinei pra frente pra chupar o mamilo dela enquanto levava as metidas do Renato.
— Isso, amiga… chupa meu peito enquanto teu namorado me fode… — Larissa gemia.
Renato acelerou, segurando minha cintura com força, metendo até o talo. Eu sentia a buceta pulsar, o gozo subindo de novo, rápido demais. Larissa rebolava mais forte no colo do Michel, gemendo alto:
— Vai, Michel… mete fundo… me enche, caralho…
E eu, de quatro, sentindo o pau do Renato me rasgar gostoso, só consegui gemer:
— Tô gozando… porra… tô gozando de novo…
O corpo inteiro tremeu, as pernas fraquejaram, mas Renato me segurou firme e continuou metendo enquanto eu convulsionava em cima do pau dele. Larissa gozou logo depois, gritando, apertando o pau do Michel com a buceta até ele gemer e gozar dentro dela, enchendo ela toda.
Renato não aguentou mais. Tirou o pau de dentro de mim no último segundo, deu duas punhetadas fortes e gozou jatos quentes e grossos na entrada do meu cu enquanto eu ainda tremia do orgasmo. Larissa desceu do colo do Michel e veio em direção ao meu cu
Larissa se ajoelhou atrás de mim e começou a lamber devagar a porra grossa do Renato que escorria pela entrada do meu cu. A língua dela circulava quente e molhada, recolhendo tudo, chupando com vontade ao redor do anel apertado e enfiando um pouco pra dentro enquanto gemia de tesão. Eu tremia inteira, sensível demais, gemendo baixinho a cada passada.
Enquanto ela limpava meu cu com a boca, Renato e Michel vieram pra frente, os paus ainda pingando os últimos pingos de porra. Eu abri a boca e peguei os dois de uma vez: lambi a cabeça do Michel, recolhendo o resto branco e grosso, depois passei pro Renato, chupando a glande dele que ainda escorria. Alternava entre os dois, a boca cheia, lambendo e chupando juntos, saliva escorrendo pelo queixo enquanto os dois gemiam e seguravam meu cabelo.
Larissa continuou lambendo fundo meu cu por trás, sugando o que restava, e eu mamava os dois na frente ao mesmo tempo. O tesão era insano: língua no cu, porra na boca, gemidos enchendo a sala.
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