Os dias foram passando, então um mês, dois meses, eu eu estava começando a ficar chateado, pois dentro desse período, por mais que eu tivesse mantido a promessa o Afonso fez sexo comigo mais duas vezes, pra quem fazia direto isso foi uma mudança brusca, Comecei a me estimular sozinho, durante o banho, mas percebi que não era tão eficaz. Então foi onde comecei a observar os meninos e homens ao meu redor, era indo e voltando da escola, era nos vizinhos, em todo lugar eu estava olhando os homens. Foi aí que comecei a me aproximar do Emerson. Ele era um menino mais velho, já no ensino médio, que trabalhava na assistência perto de casa que era de seu tio, eu sabia que ele morava no fim da rua, na descida. Então comecei a reparar nele, alto, magro, cabelo meio comprido, ele tinha um irmão mais novo, um pouco mais velho que eu, e que eu conhecia da escola. Foi aí que decidi me aproximar, primeiro do seu irmão que se chamava Pedro para então me aproximar dele. Eu sabia que Pedro gostava de videogames, e eu tinha em casa, só não jogava tanto, mas comecei a me aproximar dele na escola, entrar nas rodas de conversa e como morávamos perto poderíamos voltar da escola juntos. O plano foi rolando como planejado, comecei a me aproximar dele e inclusive dos dois melhores amigos dele, Lucas que era da idade dele (dois anos mais velho que eu) e Márcio (um ano mais velho que eu). Depois da nossa aproximação quase sempre ele ia em casa jogar ou eu ia na dele. Então um dia menti que meu videogame tinha estragado só para começarmos a ir na dele. Seu irmão às vezes aparecia por lá, e como é típico nessa idade as vezes falávamos algumas besteiras, um dos meninos era bem fogoso e sempre atiçava todo mundo. Um certo dia estávamos na casa de Pedro jogando e brincando/conversando entraram nesse assunto, nem sua mãe e nem seu irmão mais velho estavam em casa. Quando entraram no assunto de sexo e pinto etc, fiquei um pouco desconfortável mas fui na onda, começaram então a tirar seu pintos para se masturbarem, essa era minha primeira experiência nesse sentido, nunca tinha me masturbado, pois “Seu Carlos disse que eu deveria usar o botão e não o passarinho”. Tentei ir pra casa, mas eles falaram pra eu relaxar que não iriam julgar se eu tivesse um pintinho, pois eu era mais novo. Então acabei entrando na brincadeira e tentei me masturbar, agora meu passarinho ficava “durinho” de verdade mas não estava fazendo tanto efeito, então com um deslize e na inocência acabei por começar a me estimular no cuzinho, eles então começaram a rir e tirar sarro falando que eu era viadinho eu fiquei nervoso e perguntei o motivo de estarem me zoando, nisso Pedro já levantou e veio pra cima me empurrando e virando abrindo minha bunda pra ver meu cuzinho arrombado, nisso eles começaram a me bulinar e eu tentando me soltar, então os outros dois também vieram pra cima, eles tentaram me penetrar mas eram desajeitados então só gozaram em cima. Assim que me soltaram eu subi meu shorts e corri pra casa, e foi aí que na saída da casa dele eu vi que Emerson estava assistindo a tudo na janela pelo lado de fora, ele me viu correndo e deu uma risadinha. Depois daquele dia me distanciei dos meninos, por mais que eles tentassem brincar comigo, ou me zoar eu ignorava e me isolei novamente. Um dia eu tinha ido na mercearia comprar uma bolacha e encontrei Emerson lá, ele estava finalizando sua compra, mas preferi ignorar, quando eu paguei e saí ele estava me esperando do lado de fora, eu dei oi e continuei andando, ele veio ao meu lado. Então me perguntou se seu irmão estava me incomodando, eu respondi que estava tudo bem e que eu não ligava. Ele insistiu pra eu falar se estava tudo bem mesmo pois se eu não respondesse ele ia interpretar que eu realmente gostava do que eles fizeram e falaram. Então eu já nervoso com raiva respondi que faria diferença se eu gostasse. Ele ficou em choque mas sorriu e respondeu que sim. Chegando em frente da minha casa ele perguntou se eu estava sozinho, eu disse que sim, ele então perguntou se poderia usar o banheiro pois o da loja estava estragado. Eu concordei e deixei ele entrar. Foi aí que comecei a ter aquele sentimento de que algo pode rolar, nunca decifrei muito bem esse flerte e essa tensão mas lembro de ficar com o coração acelerado. Mostrei onde era o banheiro e ele se dirigiu, percebi que ele não fechou a porta. Ouvi então o barulho do xixi caindo forte, e logo depois ele me chama pois tinha algum problema. Relutando me dirigi ao banheiro e quando olho pra porta ele está em pé com uma rola grande meia bomba, tentei não focar mas foi inútil ele riu e falou que não conseguia dar descarga se eu poderia tentar. Eu falei que depois faria isso, mas ele insistiu, então eu andei até lá e antes de tentar apertar pedi pra ele guardar o pinto dele e dar licença. Mas ele não me obedeceu quando fui colocar a mão para dar descarga ele pegou ela e colocou na rola. Eu assustei mas não me movi. Ele riu e falou que sabia que eu queria, que ele me viu observando ele e tudo mais, que se eu quisesse ele deixava eu brincar com ela. Eu então abri o jogo e falei que queria. Levei ele pro meu quarto e mandei ele sentar na cama. Ele já abaixou a calça e a cueca com a pika apontando para cima. Era um formato novo para mim, começava mais fino, depois engrossava e depois afinava novamente, uma cabeça. Comecei logo a mamar ele, e uns minutos depois tirei meu shorts e comecei a me dedar, ele percebeu e me perguntou se eu já tinha feito algo além de pagar um boquete. Eu questionei o que era isso e ele me falou que aquilo que eu estava fazendo se chamava boquete, eu falei que sim e se ele ia querer, ele concordou já me levantando e me jogando na cama. Foi a primeira vez que fiquei com alguém mais jovem e senti a diferença, pois ele era mais desesperado e menos cuidadoso. Assim que me jogou na cama cuspiu no seu pau e no meu cu e já tratou de se posicionar, mas estava desconfortável então ele pegou um travesseiro e colocou embaixo para que eu empinasse mais a bunda e logo meteu, no começo mais lento para eu me acostumar, mas ainda assim apressado. E depois rápido, muito rápido e forte, confesso que como não era uma rola pequena foi um pouco difícil, mas aguentei gemendo, ele então começou a falar que eu era uma putinha mesmo, que ele sempre achou que eu era afeminado e que estava aguentando de boas a rolona dele então eu deveria ser uma vadia. Depois me colocou de quatro e novamente meteu sem dó, rápido forte e foi assim até gozar. Terminando ele me deu dois tapinhas na bunda e disse que se eu contasse pra alguém ele ia acabar com minha vida. Fiquei na cama entorpecido, vazando leite e pensando no que tinha acontecido.
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A gente fica com vontade e vai atrás de macho mesmo. Lembro que nossa turminha do troca-troca foi se desfazendo aos poucos ,os meninos cresciam e mudavam os interesses. Lembro que na fissura de rola chegava a sair andando pelo bairro atrás dos guardas noturnos que ficavam nas guaritas nas ruas..kkkk...até que umas poucas vezes me dei bem