Contos de uma gay novinha 6 - Férias

As férias estavam chegando, e normalmente eu tinha duas opções. Ficar em casa curtindo e assistindo desenho e brincando, ou viajando para o sítio dos meus padrinhos. Minha madrinha e meu padrinho não tinham filhos, então os sobrinhos/afilhados sempre viviam visitando para passar um tempo na sua fazenda. A fazenda era muito grande e com plantações, ao lado tinha um outro sítio de um irmão do padrinho que criava gado e na própria fazenda havia uma outra casa do ajudante do meu padrinho. Nessas férias então decidi ir para casa deles. Meus pais deixaram e combinaram tudo. No segundo dia de férias meu pai já me levou para a fazenda, chegamos por volta das 15hs da tarde e fomos recebidos pela minha madrinha que já fez um café e ficamos conversando. A noite após meu pai voltar para casa a rotina seguiu com todos tomando banho e jantando normalmente. Quando eu ia para o sítio eu adorava explorar os arredores sozinho e ir para o riacho que tinha ao redor. Era acostumado a brincar sozinho, agora com a idade que tinha já não fazia tanto isso. Por esse motivo, no segundo dia já perguntei a meu padrinho se não podia ajudar em algo, e ele disse que eu poderia ajudá-lo a ordenhar uma das únicas vacas que eles tinham. E fomos juntos, ele me ensinando a apertar as tetas e tudo mais. Meu padrinho era um homem de quase 50 anos, alto, magro e de corpo definido pelo trabalho. Até essa época eu nunca tinha reparado nele dessa forma, mas agora com todas as experiências que tinha comecei a me sentir atraído por ele. Apesar disso mantive a mesma postura inocente de sempre. Foi no terceiro dia que minha tia me informou que iria para Aparecida do Norte e ficaria 5 dias por lá. Se eu me importava ou se queria voltar para a cidade, é claro que falei que queria ficar por lá. No dia da viagem ela aconselhou meu padrinho a cuidar bem de mim e eu consegui disfarçar minha felicidade por ficar só com ele em casa. E já nesse mesmo dia não saí mais de seu pé, já imaginando o que poderia acontecer. A noite depois de jantarmos, fomos assistir um pouco de TV e claro que fiz questão de sentar encostado no meu padrinho, ele percebendo a aproximação perguntou se eu estava carente pois não tinha desgrudado dele o dia todo. Respondi que estava com saudades. A noite se seguiu e na hora de dormir questionei se poderia dormir com ele, já que minha madrinha estava viajando, e a princípio ele recusou mas de tanto insistir ele aceitou. Fiquei ansioso e quando deitamos meu coração estava acelerado e simplesmente não conseguia dormir, fiquei assim pelo que pareceram horas, e aos poucos fui me aproximando do meu padrinho. Certo momento ele vira e encaixa seu corpo no meu ficando de conchinha. Nessa hora quase morro mas fico parado, ele abraça minha cintura respirando forte mas fica só nisso, tento me esfregar levemente mas nada acontece pois ele realmente estava dormindo. Pela manhã quando acordo ele já não está ao meu lado, na cozinha um bilhete de que o café está na mesa e que ele estaria nas plantações. Me alimento, faço minha higiene e saio passear no sítio. Andando pelo local avisto o ajudante dele, Reginaldo , um homem simples, moreno, bem magro e humilde, daqueles que fala errado. Sempre simpático ele acena de longe e eu retribuo pensando que tenho uma outra oportunidade.


Na período da tarde depois de explorar um pouco o passo na casa de Reginaldo e chamo pra ver se ele está, prontamente ele saiu de dentro me cumprimentando e perguntando se eu preciso de algo, falo que estava só passeando e ele pergunta se quero água ou suco, aceito a água e entro em sua casa. É pequena e simples mas bem equipada, veja que ele tem um DVD e um estojo de filmes piratas sobre a mesa de centro. Pergunto se posso dar uma olhada e ele guarda um dos estojos e deixa olhar o outro, percebo que tem alguns filmes legais e uma animação da época que eu ainda não tinha visto. Ele pergunta se eu quero emprestado , e eu respondo questionando se não posso voltar assistir com ele a noite pois meu tio não curte muito o gênero, a princípio não sei se ele saca algo ou se realmente me via como uma criança então aceita com tanto que meu padrinho permitisse. Volto pra casa e quando meu padrinho chega eu já pergunto se posso posar lá. Ele acha estranho e pergunta se não quero assistir ali, mas falo que posar em uma casa diferente é outra experiência e que como ele não curtia tanto o Reginaldo iria assistir comigo. Não convenço mas ele acaba cedendo. Após o banho pego uma lanterna e vou até a casa de Reginaldo que já me espera na porta. Entramos e já vou me aconchegando no sofá. Ele então pede para esperar um pouco enquanto faz pipoca e traz junto com suco. Assistimos o filme normalmente, e logo que acabamos ainda não é tão tarde, pergunto se podemos ver outro e ele concorda. Começo a olhar as opções e pergunto quais filmes tinham no outro suporte, ele meio sem jeito fala que não são pra minha idade. Fico insistindo para me deixar ver e ele teimando que não. Eu sem ceder continuo pentelhando até que ele se dá por vencido e pede só para que eu nunca conte a ninguém que ele permitiu. Então me passa o suporte e eu começo a pilhar as capas, com mulheres e homens nus transando, ou em posições obscenas. Ele me questiona se eu já tinha visto algo parecido e respondo que não ( afinal realmente não tinha visto nenhum porno). Ele me pergunta então se quero assistir algum dos vídeos, e eu escolho um que é um homem negro e uma menina menor e branquinha. Ele coloca e ao longo do filme começa a putaria, fico vidrado no pênis do ator e percebo um volume no shorts de Reginaldo. Comento que as cenas são estranhas e que como pode a mulher aguentar tudo aquilo e que eu não sabia que existia algo daquele tamanho. Ele questiona se eu nunca tinha visto o piupiu de um adulto, acho engraçado mas respondo que já vi sim. Ele fica surpreso, e me questiona como eu vi. Penso se devo, mas como estava ansioso acabo respondendo a real, que um vizinho me ensinou umas brincadeiras. E ele mais surpreso e curioso questiona quais. Eu logo finjo timidez e falo que ele sabe quais brincadeiras. Ele fica teimando falando que não e que eu deveria contar. Então simplificou falando que brincávamos principalmente de papai e mamãe. Ele fica pensativo e ficamos em silêncio por um momento com o filme rolando, ele então pausa e me questiona como era essa brincadeira. Eu novamente me faço de sonso e meio fingindo gaguejar falo que eu fazia a mamãe e ele o papai, e que ele fazia igual o cara do vídeo. A expressão de Reginaldo muda. Me pergunta se eu fazia alguma outra brincadeira e eu abro o jogo, falo que ele me deixar massagear o seu passarinho e que ele também brincava com meu botão. Já sacando que eu tinha certa experiência Reginaldo pergunta se eu toparia brincar com ele. Eu respondo que se ele quiser eu topo. Nisso ele já dá uma apertada na mala e tira pra fora do shorts. Na hora provavelmente meus olhos brilharam, ele tinha uma pika bem comprida, reta e um pouco mais fina. Chego perto ajoelho em sua frente e já coloca boca começando a mamar. Ficamos assim por um bom tempo até que ele me levanta e me coloca de quatro no sofá. Abaixa meu shortinho e minha cueca e começa a beijar e linguar meu cuzinho. Quando já está bem molhado ele começa a esfregar a cabeça do pau na entrada, vou ficando sedento e começo a empinar e ir de encontro a sua rola, então ele começa a penetrar. A cabeça logo entra e ele começa a forçar o resto. Como já estava a tempos sem fazer nada fica um pouco difícil, mas assim que entra metade ele começa os movimentos. Só fico gemendo baixinho enquanto ele se satisfaz. Ele fica dizendo algumas coisas como “então a putinha gosta de uma rola” ou “ essa cadelinha agora é minha”. Mudamos de posição e ele me coloca de frango assado e continua metendo e me falando que eu era apertado e melhor que muita bucetinha que ele tinha comido. Ficamos nessa posição mais um tempo até que ele começa a acelerar e urra enquanto me enche de leite. Suado, ele sai de dentro de mim livrando espaço para seu leite vazar do meu cuzinho arrombado. Me pergunta se eu quero tomar banho e eu recuso falando que prefiro ir deitar por já ter me banhado antes de ir. A realidade é que eu não queria soltar o leite ainda.


Após o banho , Reginaldo também foi deitar, sua cama era um pouco menor, o que já nos deixava quase colados. Ficamos em um silêncio estranho e como ainda não estava com sono me viro e fico de costas para ele deixando meu bumbum virado para seu lado. Em determinado momento sinto algo me cutucando e coloco a mão e sinto o pênis de Reginaldo , tomo coragem e retiro de sua cueca já o masturbado, ele então desperta e percebe a situação, começa a acariciar minha bunda e pergunta se a putinha quer mais leite. Eu respondo que sim, depois disso transamos mais um vez, começando com ele me penetrando de ladinho socando rápido e forte aproveitando que o leite da foda anterior já lubrificou a entrada, depois mudamos para papai mamãe com ele me beijando de forma desajeitada, por fim fico quicando em sua rola até me encher de leite novamente. Cansados adormecemos e pela manhã acordei sentindo um desconforto e quando percebo que Reginaldo está me penetrando. Ainda meio grogue empino a bunda para facilitar, e Reginaldo fica falando que eu sou uma cadelinha gostosa e que se ele pudesse me manteria ali como sua mulherzinha para me foder todo dia. Ficamos nessa até ele gozar novamente. Retorno para casa e como esperado meu tio não está. Como falta apenas um dia para minha madrinha voltar penso que tenho que agilizar para essa noite meus planos. E tento botar em prática pela noite. Após o jantar vamos assistir tv e devido ao incômodo senti meio de lado, o que não passa despercebido e meu padrinho questiona se está tudo bem. Respondo que sim e que estou ótimo. Sei que ele fica intrigado mas acaba guardando para si. Mais tarde quando deitamos ele não dorme de imediato fica se virando. Pergunto se já dormiu e ele fala que não. Pergunto então se tem algo o preocupando, ele então abre o jogo e me questiona se eu só assisti filme na casa de Reginaldo, se ele não tinha feito nada de estranho e que eu poderia contar tudo pois ele iria me proteger . Percebendo que ele estava entrando no assunto respondo só que vemos o filme e brincamos um pouco antes de dormir. Ele pergunta que tipo de brincadeira, mais uma vez uso a tática de desconversar. Ele insiste e me diz que se eu não contar ele vai demitir o Reginaldo. Um sentimento de culpa me preenche e nervoso conto que brincamos igual em um dos filmes que vimos que um homem e uma mulher faziam algumas coisas íntimas. Em choque meu padrinho fica em silêncio. Mas então começa a tentar me aconselhar, dizendo que isso não é uma brincadeira e que eu não poderia fazer e principalmente que ele não estava feliz com isso. Me desculpei, e ele pediu que eu prometesse que não ia mais fazer isso pois era errado, eu sendo sincero falei que não podia prometer e questionei o que tinha de tão errado, ele sem saber como responder diz que eu era uma criança e Reginaldo um homem adulto, que esse tipo de relação não era brincadeira e deveria ser feito por marido e mulher apenas. Ficamos em silêncio, provavelmente ele estava pensando em como agir, e eu fingindo estar sonolento fui me aproximando aos poucos, em determinado momento coloquei minha mão sobre seu peito e fiquei assim, fingindo estar dormindo. Depois me virei ficando de costas pra ele, um tempo depois ele me abraçou por trás e ficamos encaixados, eu sentindo todo seu corpo colado ao meu, comecei a esfregar minha bunda de encontro ao seu corpo de leve e comecei a sentir algo me cutucando. Ele então tirou a sua rola para fora da cueca, eu sem receio tiro minha cueca também para sentir pele na pele.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Contos de uma gay novinha 6 - Férias

Codigo do conto:
255258

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/02/2026

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