Contos de uma gay novinha 8 - Nova fase

Nos dois anos seguintes as coisas tiveram uma mudança brutal. Acabei ficando com algumas das pessoas que conhecia, incluindo alguns colegas de escola, mas como eram novinhos eu não curtia. Então tive relações com os adultos que já conhecia e principalmente voltei a ter contato com seu Carlos (lá dos primeiros capítulos), e com novos homens que surgiram nesse período. Nesse meio tempo a maior mudança foi a separação dos meu pais e o início de seus novos relacionamentos. Confesso que por incrível que pareça não me afetou tanto quanto afeta outras pessoas. Agora então eu morava com minha mãe e visitava às vezes meu pai que havia mudado de cidade. O meu padrasto era um cara muito legal, se chamava Paulo. Parecia até mais jovem do que era. Ele era sócio de um desses clubes de campo que também éramos sócios, por conta disso começamos a frequentar esse ambiente. Eu curtia ir mas precisava me controlar pois via muito homens e ficava excitado. Ele tinha um grupo de amigos que acabamos nos aproximando. Esse grupo também tinha seus filhos, alguns bem bebês e outros mais velhos, mas eram bem unidos. Eles tinham costume de se encontrar todo fim de semana pra jogar futebol, baralho e vôlei de areia, como vôlei era um esporte que eu aprendi na escola logo comecei a me enturmar e minha mãe como não curtia ficava jogando baralho ou assistindo. Então eu sempre acabava sendo dupla do meu padrasto e fomos ficando bem próximos. Porém não tinha tanto tesão nele, e não via ele como um potencial parceiro de sexo, o que já não podia dizer dos amigos do clube. O primeiro que acabei ficando foi o Alex, era um homem mais baixo, um pouco mais alto que eu, nessa época eu estava tendo aquela fase de crescimento, estava mais magro e definido naturalmente, até a minha bunda tinha dado uma secada, mas continuava redondinha. Alex era loiro e empresário na cidade, tinha um filho mais novo e era muito querido por todos. Certo dia depois de jogarmos sempre a galera ficava bebendo ou ia tomar banho para ir para casa. Nesse dia a maior parte das pessoas ficou fazendo festa, alguns foram embora e eu decidi ir tomar banho para retirar a areia e tudo mais. No clube perto das quadras tinha banheiro e os homens mais velhos ou se banhavam lá ou na sauna e eu decidi ir me lavar nos banheiro das piscinas pois como era noite eles estariam vazios. Quando cheguei lá me deparo com Alex se preparando para tomar banho, ficamos conversando e entramos nos lavar, os banheiros eram divididos mas sempre alguns chuveiros não esquentavam. Começamos a nos lavar ainda conversando quando meu chuveiro parou de esquentar e reclamei que não conseguia arrumar então ele falou que ia ajustar a temperatura pra mim, abri minha porta e ele entrou nu por trás, enquanto ele tentava regular o chuveiro eu encolhido no espaço para não cair água gelada acabava esbarrando nele, ele colocou a mão na minha cintura e ficou fingindo tentar regular o chuveiro, quando senti seu pênis me cutucando, como ainda estava de cueca apenas dei uma leve empinada no bumbum, ele se aproximou um pouco, e perguntou se eu tomava banho de cueca, eu respondi que não só ainda não tinha tirado pois ia aproveitar pra já lavar e retirar a areia. Nisso sinto ele passar a mão na minha bunda e sua pika ainda me cutucando. Então ele fala que não consegue ajustar mas que posso tomar banho com ele. Tento dizer que vou esperar mas ele insiste e eu como uma bela cadelinha aceito. Nisso vamos para sua cabine e olho finalmente para seu pau, era um pika normal curvada para cima, mas bem bonita, seus pelos loiros eram aparados. Ele logo percebe que eu estava olhando então tira sarro falando que ficar perto de uma bundinha bonita deixou ele daquele jeito mas não era pra eu ligar. Vamos nos revezando para ensaboar e enxaguar quando viro e tiro minha cueca ficando com a bunda a mostra, sinto o seu olhar e logo sinto suas mãos, ele diz que vai me ajudar a me lavar, e fica esfregando minhas costas e vai descendo quando sinto ele apalpando minha bunda. Deixo rolar, e então sinto seus dedos brincando com minha entradinha, me viro e pergunto se posso ajudar ele a se lavar tbm, nisso já vou ensaboando seu peito e descendo até seu pau que estava estourando de duro. Começo então a masturbá-lo e ele fecha os olhos, depois de um tempo faço ele se enxaguar e logo já começo a chupar sua rola. Ele fica suspirando, ouvimos alguém passando e conversando do lado de fora, aí lembramos onde estamos e ele espera um tempo e logo me vira e fala que precisa foder meu cuzinho, nisso já se posicionar e começa a pressionar, depois que entra meio seco ele começa a bombar eu me encosto na parede empino bem a bunda e ele mete até gozar. Depois disso se lava e me da um beijo de tirar o fôlego e saí da cabine, fico um tempo ainda me lavando e depois vou encontrar minha mãe também. Ninguém desconfia de nada pois ele foi pra casa logo que saiu do banheiro e ninguém nem sabia que ele tinha ido tomar banho. Depois disso ainda conseguimos repetir o feito algumas vezes e quase fomos pegos por seu filho em uma das vezes. Depois dele fiquei com outro amigo do meu padrasto, o Júlio César. Esse já era um homem bem reservado para não dizer chato, mas diferente de Alex ele era alto, branco, e peludo, cabelos e pelos bem pretos. Sempre que via ele ficava coçando de vontade dar mas como ele era distante nem achava que poderia rolar algo, até certo dia que começo a perceber ele me olhando e sendo mais simpático, e novamente o banheiro da piscina ataca, nesse dia depois dos jogos desci tomar banho, Alex não tinha ido, bem como várias outras pessoas. E quando cheguei no banheiro Júlio estava lá, cheguei bem na hora que ele estava retirando sua roupa, e eu tentando disfarçar enquanto conversávamos e tirava a roupa, nisso ele oferece o pirulito que estava chupando pois vai entrar se banhar, eu na hora já penso que é estranho mas seria uma forma de beijar sem beijar rs, então quando aceito e vou pegar da sua mão ele tira sarro e fala que não era o doce, na hora até travei mas destrave bem rápido e respondo que eu aceito também, ele fica vermelho, me dá o doce e entra tomar banho. Nisso mordo o pirulito e logo entro me lavar na cabine ao lado. Quando ele me pede o shampoo pois esqueceu o seu, eu passo por cima da divisória mesmo. Então do nada ouço sua porta abrir e fechar ( ele provavelmente foi olhar se não tinha ninguém) então quando percebo ele está na minha porta, como era alto ele podia olhar livremente dentro e eu de costas com a bundinha nua, ele então me devolve o shampoo e me pergunta se eu estava falando sério sobre o pirulito dele, e eu me fazendo de desentendido pergunto de qual, ele ri fala que eu sei de qual ele estava falando. Então abro a porta e respondo que eu estava falando sério, nisso ele já entra na minha cabine e me dá um beijo que eu quase derreto. Então empurra minha cabeça de encontro com sua rola e meus amigos que rola bonita. Cabeça rosadinha a pika branquinha e umas bolas grandes e pentelhudas. Caio de boca é tento dar o meu melhor ele então me vira pra parede e cospe nos dedos já enfiando no meu cuzinho. Fica nessa por uns minutos e encaixa a tora de uns 20cm e vai me penetrando, aqui foi quando eu comecei a perceber que gostava de boy mais alto que eu, pois fiquei com muito tesão daquele homem alto me fodendo sem nem dar altura direito ficamos nessa por um tempo e depois ele me levou para um dos bancos do vestiário onde me botou de quatro e meteu fundo até gozar. Depois dessa vez fiquei apenas mais uma vez com ele em um dia que ele me deu carona pra casa pois tinha ficado sozinho no clube e me levou em uma estrada sem movimento e me torou no carro mesmo. Cheguei em casa e tive que ir direto tomar banho por estava escorrendo leite pois ele tinha gozado muito.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Contos de uma gay novinha 8 - Nova fase

Codigo do conto:
255260

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/02/2026

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