Contos de uma gay novinha 9 - Remember


Mais um ano se passou, agora já estava no começo do ensino médio e mudamos para morar com meu padrasto. Tudo corria bem e minha mãe decidiu fazer uma nova graduação então todas as noites ela não estava em casa e como era longe acabava chegando tarde. Minha rotina com o Paulo, meu padrasto, se desenvolveu naturalmente, pois nos dávamos muito bem. Começamos a ir para o clube juntos a noite, sempre conversávamos, e brincávamos. Em casa assistimos tv juntos deitados no quarto, mas de certa forma eu não agia com segundas intenções com ele, talvez por respeito ou por ter criado uma imagem de pai dele de certa forma. Até que certo dia no meio de nossas brincadeiras ele quis brincar de “lutinha” não era bem isso, mas ele me prendeu na cama e eu tinha que tentar me libertar, foi um sensação diferente mas ficamos na brincadeira. Isso aconteceu algumas vezes e ele sempre se esfregando. Eu comecei a tomar a iniciativa e às vezes quando via ele indo para o quarto pulava nas suas costas até ele me jogar na cama e dar continuidade na brincadeira. Começamos a ficar mais à vontade, comecei a andar de cueca ele também, a sair do banheiro só de toalha e assim por diante. Certa vez ele estava saindo do banheiro depois do banho e fiz a mesma tática de pular nas suas costas, ele me jogou na cama e veio por cima me segurando e prendendo para eu tentar escapar, o que ele não percebeu é que eu estava só de camiseta e cuequinha slip, e ele de toalha, toalha esta que logo se soltou no meio da brincadeira. Nesse esfrega esfrega senti seu pênis ganhando vida, e fiquei me debatendo ao mesmo tempo que me esfregava nele. Quando senti que estava duro e me cutucando fiz de tudo para desvencilhar minha mão e segurei sua rola, na hora ele travou e tentou tirar minha mão mas conforme ele puxava eu segurava e isso fazia movimentos que deixaram ele mais excitado. Ficamos nessa por uns minutos, até que ele fala no meu ouvido que sabia que eu gostava disso, fazia tempo que tinha percebido, eu então falo que se ele sabia pq estava perdendo tempo? Nisso já levantou minhas pernas e puxo a cueca deixando sua pika encaixada na minha entrada. Ele então fica parado e a pika babando quando engancho minhas pernas na sua cintura e faço ele se aproximar me penetrando um pouco. Seu pênis era um dos maiores que eu já tinha ficado, 21 cm e meio grosso com a ponta mais fina, não é a toa que minha mãe gemia um monte durante suas transas. Conforme foi entrando fui gemendo igual uma garotinha e ele com a cabeça no meio do meu pescoço. Quando estava tudo dentro começa a se mover, primeiro bem lento, e depois mais rápido até quando está quase no ápice que começa a socar forte e fundo e ambos ficamos gemendo até ele despejar seu leite dentro de mim. Ele ainda fica um tempo deitado dentro até seu pau sair e depois se levanta colocando novamente a toalha e me manda ir tomar banho. O clima fica muito tenso depois desse dia e as coisas só voltaram a melhorar umas duas semanas depois. Conforme o tempo foi passando a nossa relação foi se desenvolvendo, a ponto de parecer que quem era “casado” com ele era eu e não minha mãe. Claro que quando ela não estava em casa. Nossa rotina se resumia em transar em todos os momentos possíveis. Às vezes ele saia do trabalho no meio da tarde pra ir pra casa me foder. Ou quase toda noite depois do banho ele me enchia de leite antes de ir deitar quando minha mãe estava estudando. Nossa rotina seguiu assim até que tive uma reviravolta.

Normalmente mesmo tendo mudado de casa eu frequentava a casa da minha avó e sempre me dava curiosidade de ir ver o seu Carlos. Pois depois de tudo nós nos tratávamos normalmente como conhecidos. Então sua mulher veio a falecer e foi uma barra para a família, mas de certa forma eles eram distantes, a filha com a mercearia, o filho com sua fazenda. Então seu Carlos ficou viúvo e sozinho. Claro que ele era um senhor lúcido e ativo, mas ainda assim sofreu a perda. Fomos ao velório e o visitamos depois do acontecido. Então os vizinhos começaram a sempre verificar como ele estava e tudo mais. Foi quando em um dia que estava na minha avó ela pediu para que eu levasse um pedaço de torta pra ele e verificasse como ele estava, pois ela estava ocupada. No caminho minha barriga girava, e meu coração ficou acelerado pois foi meu primeiro homem e eu estava voltando pra casa dele. Cheguei, bati palmas e entrei. Quando eu cheguei na porta ele estava saindo. Era notável como estava acabado, mais magro e abatido. Na hora ele levou até um susto perceptível. Expliquei que minha avó havia enviado a torta para o café e queria saber se estava tudo bem. Ele então de prontidão me falou que estava levando e se não queria acompanhar ele no café, aceitei.

Enquanto ele passava o café conversamos amenidades, sobre como andava a vida e tudo mais. Até que ele entrou no assunto. Disse que desde que paramos de nos relacionar ele tinha ficado muito triste, sem rumo. Que não era tão feliz e agora com o falecimento de sua parceira ele estava sozinho pois os filhos o abandonaram. Então eu disse que ele não precisava se preocupar pois a vizinhança cuidaria dele. Mas ele insistiu dizendo que estava solitário. Eu entendi aonde ele queria chegar e logo já disse que se fosse antes eu estaria lá fazendo companhia mas agora minha vida tinha um ritmo diferente. Ele então se aproximou e me abraçou disse que sentia saudades de estar dentro de mim. Confesso que na hora me deu um tesão então falei que se ele quisesse a gente podia matar a saudade pelos velhos tempos. Ele então já me grudou pela cintura e me levou para o quarto. Retiramos a roupa e ele me beijava enlouquecido. Chupava meus peitos e me tocava desesperado ao mesmo tempo que falava besteiras como “Como eu estava com saudades da minha verdadeira mulher” ou “Hoje vou fazer um filho nessa bucetinha que é minha” dentre outras coisas. Após me botar para mamar me jogou na cama e meteu sem dó. A diferença é que agora eu era experiente e mais largo então foi suave e ele impressionado começou a questionar:
Minha putinha está me traindo?
Está mais larga por quê?
Nisso começou a meter sem dó, o que me impressionou devido a idade. Foi assim de quatro me fodendo até me encher de leite. Depois ficamos nos beijando até que ele começou a falar que eu deveria voltar mais vezes, por mais que eu falasse que agora não podia. No fim ele me convenceu. E nas semanas seguintes eu sempre ia na minha avó e vivia na casa dele. Todo mundo feliz pois eu estava fazendo companhia para um senhor de luto. Mal sabiam eles que ele me torava todo dia. Certo dia ele me pediu para posar em sua casa, falei que não daria e ele conseguiu conversar e convencer minha avó que consequentemente convenceu minha mãe. Combinamos que eu posaria um dia sim e um dia não em sua casa até ele ficar bem sozinho ( minha família não se importou pois tivemos casos na própria família, com minha avó e tia viúvas). No primeiro dia que fui posar minha avó me levou e me deu sermão e tudo mais para me comportar etc. Foi ela virar as costas já nos atracamos aos beijos. Ele começou a me tratar como sua mulher durante esses dias. Eu fazia as coisas simples de casa pois tinha uma empregada que fazia tudo durante o dia. Depois assistíamos tv e depois dormíamos juntos. As vezes a foda começava no banho, outras vezes na sala, mas quase sempre no quarto onde ele me enchia de leite todo dia. Voltamos a ficar muito próximos e ele sempre me tratando no feminino, até que certo dia quando cheguei ele disse que tinha presentes e foi me mostrar. Havia encontrado roupas de sua filha quando era mais jovem e queria que eu usasse. No começo estranhei mas como sempre sedia não foi diferente, a primeira vez que usei um conjunto de sutiã e calcinha de algodão de ursinhos e uma saia e top me senti estranho mas depois acostumei. Ele então me vendo daquele jeito pirou. Falou que eu era a mulher da vida dele. Que eu era perfeitinha e me jogou na cama levantou a saia e meteu só colocando a calcinha para o lado. Ele nunca gozou tanto como nessa vez pois escorreu e quando forcei para fora esguichou leite. Ele me abraçava e me beijava falando que eu era muito perfeita. Não vou mentir. Ser tratada no feminino e com roupa de menina me deixava totalmente entregue ao tesão. Mais tarde na noite estávamos conversando e ele falando que queria me engravidar pois eu era perfeita e tinha a bucetinha mais gostosa que ele já comeu. Isso me abalou pela primeira vez.
As transas continuaram, também usei outras roupas de menina. Ele então em uma noite prometeu que se houvesse oportunidade quando eu ficasse mais velho casaria comigo, foi a primeira vez que vislumbrei algo nesse sentido. Nesse dia transamos novamente, mais lento e romântico dessa vez. Me colocou em seu colo e me beijou, como já falei anteriormente o beijo não era nem perto de bom mas eu aturava. Enquanto eu deslizava na sua pika ele gemia, depois me colocou ele frango e continuou metendo até mudarmos para papai e mamãe e finalizar gozando dentro de mim. Ficamos assim por dois meses até todo mundo entender que já era o suficiente. E acabar a graça. Minhas desculpas para visitá-lo foram se esgotando, não sentia tanta falta do sexo pois em casa meu padrasto sempre me comia e sua rola era bem maior. Nessa época eu tentava controlar mesmo que instintivamente pra ficar apertado pois como transava quase todo dia eu já tinha uma bucetinha fofa e larga. Dois meses depois que parei de ver diariamente seu Carlos ele também faleceu, foi um impacto principalmente para mim, mas tive que guardar de certa forma.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Contos de uma gay novinha 9 - Remember

Codigo do conto:
255300

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/02/2026

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