Continuando o capítulo anterior, eu e meu padrinho ficamos nessa posição de conchinha nos esfregando por um tempo, mas eu estava ansioso e sentindo a sua ferramenta me cutucando então peguei seu pênis e comecei a masturbá-lo. Ia ouvindo sua respiração ofegante depois de um tempo comecei a empurrar a bunda de encontro ao seu corpo mas não estava conseguindo pois ele não estava colaborando, só ficava parado. Então tomei a iniciativa, me virei, empurrei ele e sentei em seu colo, sem dar muito tempo para raciocinar. Não conseguia ver seu rosto mas sabia que agora não tinha mais volta ele estava curtindo também. Encaixei sua pika na entrada e comecei a deslizar, mesmo sem ver sabia que tinha um pênis de uns 18,5cm e era mais grosso que do Reginaldo, mas eu já estava laceado então foi entrando, depois de um tempo comecei a rebolar e gemer, peguei suas mãos e coloquei na minha cintura enquanto realizava os movimentos ele também gemia um pouco. Em determinado momento fiquei um pouco mais lento pelo cansaço e diminui o ritmo, foi então que tentei beijar e a princípio ele negou mas fiquei beijando seu pescoço e rosto até conseguir que ele retribuísse o beijo na boca e foi muito bom. A partir de então ele tomou as rédeas da situação me virou rápido e encaixou novamente me fodendo de frango assado depois me colocou de bruços e meteu fundo, eu pedi mais forte o que só aumentou sua excitação e ele obedeceu, fazendo aquele barulho das bolas batendo em cada estocada. Por fim me colocou de frango novamente se encaixou no meio das minhas pernas me empurrando bem na cabeceira e ficou metendo até gozar fundo enquanto me beijava. Ficou um tempo ainda duro dentro de mim antes de sair. Caiu para o lado respirando ofegante e logo dormiu. Pela manhã quando acordei ele não estava na cama, mas quando fui para a cozinha ele estava tomando café e me perguntou se eu estava bem, se não tinha me machucado. Eu ri e falei que estava ótimo e que se ele quisesse repetir eu já estava preparado. Ele ficou sério, falou que era pra eu tomar café e saiu trabalhar. Fiquei chateado pois parecia que ele não queria contato comigo, talvez estivesse culpado. Fiquei meio mal humorado. No período da tarde decido ir em uma pequena cachoeira que tinha pela região, e ele me vê indo de longe, aviso gritando que estou indo para lá e logo voltava. Quando chego na cachoeira fico sentado com os pés na água sem coragem de entrar efetivamente. Logo ouço alguém chegando e quando olho é meu padrinho. Ele fala que ficou preocupado pois água é sempre perigosa. Me pergunta se eu não vou entrar e eu falo que não estava com coragem e que nem tinha levado roupa tbm, ele então diz que eu poderia entrar nu. E logo começa tirar sua própria roupa. Primeira vez que o vejo realmente nu de perto, seu pau está meia bomba, fico impressionado pois meu padrinho é branco queimado de sol por conta do trabalho, mas seu torso e pernas são muito brancos, principalmente sua região íntima, com a rola bem branca de cabeça rosada. Inspirado já tiro minha roupa e entro tbm, ficamos em uma parte meio rasa e de água mais calma. Logo começamos a brincar de jogar água e ficamos rindo quando sinto ele chegar por trás e me abraçar. Já entendo a intenção então começou a me esfregar no seu pau que começa a ganhar vida. Me viro e vou de encontro pra tentar beijá-lo mas a altura não ajuda ele me pega no colo e sela nossos lábios, um beijo necessitado e sexy. Me leva para a borda onde tem as pedras e me solta, se senta e eu já entendendo me ajoelho na frente dele e começo um boquete. Agora eu já estava sem pudores. Depois de um tempo me levanto e peço pra ele me comer, ele me coloca de pé meio de 4, cospe no pau e no meu cu e começa a penetrar. Fica metendo um tempão nessa posição até urrar e gozar. Logo que termina, pede pra eu expelir a poha, faço força e sinto escorrer pelas minhas pernas. Me diz para voltarmos pra casa tomar banho. Em casa transamos mais uma vez em pé no banheiro, como havia diferença de altura, quando ele não se abaixava sua rola me puxava pra cima forçando de uma forma que me dava muito tesão. Nos dois dias seguintes antes da minha madrinha voltar eu ainda transei umas 6 vezes com meu padrinho e consegui escapar e dar mais uma vez para Reginaldo. Meu padrinho estava me tratando como se fosse sua mulher quando íamos dormir, e metia com vontade me beijando muito e chupando meus peitos. Falando besteiras, dizendo que eu era uma putinha gostosa e que se ele pudesse me levava pra morar com ele e me comer todo dia. Que minha bucetinha era uma delícia e apertadinha. Etc. Agora eu já tinha um pouco mais de conhecimento das coisas. Já sabia os significados e principalmente me sentia bem em ser tratado no feminino. A viagem então chegou ao fim pois quando minha madrinha voltou eu fiquei mais dois dias e voltei pra cidade. As férias ainda não haviam acabado e pra minha surpresa um dos meus primos que eu mais gostava estava ficando hospedado na casa da minha avó. Fábio era bem mais velho que eu, já estava na faculdade de Direito e sempre voltava pra cidade visitar. Não preciso nem dizer que comecei a passar o tempo na casa de minha avó para me aproximar dele. Ele era alto, magro, meio definido e cabelo preto, tinha uma cara de nerdão e era muito simpático comigo. Nos dois dias que se seguiram eu fiquei grudado nele o dia todo, e como ele só ficava em casa, assistimos filmes e séries. No tesão imaginando o que poderia acontecer com ele em um dos banhos acabei me machucando enquanto tentava enfiar os dedos no meu cuzinho. Nesse dia quando fomos assistir tv eu fui sentar e deu um desconforto ele percebendo tirou sarro, meio que questionando o que eu andava fazendo pra estar sentando de ladinho. Fiquei vermelho e sem graça, mas nem respondi. No outro dia levei meu videogame pra gente jogar e ficamos um tempo jogando mortal kombat e ele então resolveu apostar, eu era horrível e só perdia me aceitei perguntando qual era a condição. Ele então diz que quem perder tem que fazer o que o outro mandar. É claro que eu ia me ferrar mas aceito já criando uma esperança de que eu pudesse ganhar. Como esperado fui humilhado e questionei o que ele queria, ele ficou enrolando falando que ia pensar e me dizer depois. Fico insistindo e pentelhando até ele me falar que queria ver meu cu, eu já sorrio e falo “só isso?”. Viro e já vou abaixando o shorts e cueca, ele fica travado mas observa com atenção. Então me pergunta se eu andei brincando com os amiguinhos ou fazendo coisas que não devia. Pois ele tinha percebido que eu estava desconfortável e meu cuzinho não parecia normal. Eu falei que não tinha feito nada com amigos e que estava bem. Ele insistiu, e eu respondi a real, falei que não tinha feito nada com amiguinhos e não que eu não tinha feito nada, e já emendei a pergunta se ele ia querer fazer algo também. Nisso ele já me leva pro quarto e me joga na cama, tranca a porta e vai tirando a roupa. E começa falando várias ofensas de certa forma, que eu era uma vadia, que a família ia surtar mas ao mesmo tempo já baixou meu shortinho e cueca e já cai de boca no meu cu. Confesso que foi uma delícia e fiquei gemendo baixinho então ele dá um tapa na minha bunda e força sem dó a pika. Ele tinha uma rola de uns 19 cm mais fino e reto. Sinto já certo desconforto mas o tesão é maior e fico só levando estocada forte até ele cansar da posição. Me vira me colocando de frango na cama, se ajoelha no meio e começa a foder novamente. Nisso tento beijá-lo ele fala que não é viado igual eu, que não vai me beijar. Fica nessa mais um tempo depois me vira de bruços e continua metendo, agora mais fundo e forte, apertando minha bunda deixando marcas até gozar tremendo. Sai de dentro de mim e vai para o banheiro sem falar nada. Depois disso fica um clima meio estranho então vou pra casa e evito voltar até ele voltar pra cidade onde cursava a faculdade.
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