Sou motorista de ônibus, quando aposentei não quis me sentir inútil, comprei um carro e passei a trabalhar por aplicativo, e com o tempo gostei, e numa noite estava no sofá com minha mulher, e mesmo com 60 o pau não se aposentou, minha mulher sentou do meu lado reclamando que meu pau estava escapando do shorts, brinquei que ela que colocasse ele no lugar, ela pegou com carinho e foi chegando perto e enfiou na boca, o bicho foi crescendo e ela socando na boca, já meti a mão debaixo do vestido enfiando os dedos na bucetinha dela, a minha velha vibra com isso desde nova, e em minutos ela já montou, tirou as tetas pra fora e me deu pra chupar, gosto de deixar marcado, ela goza fácil assim e já tinha gozado duas vezes quando pediu pra virar, ficou de quatro no sofá, meti forte segurando ela pela cintura, minha mulher gemia e me chamava de safado, que a buceta dela ia ficar larga a semana toda, e falando cada vez mais besteira fui me empolgando e bombando, ela já gemia sem falar coisa com coisa e pediu: nego, goza, não to aguentando mais, minha buceta ta arrombada! Fui apertando os peitões pela lateral, fiz ela pedir de novo e ela toda meiga falou, goza amor, enche tua putona de porra! Como musica, aquelas palavras faziam efeito, fui bombando e gozando, ela gemendo alto e eu deixando todo o mel dentro do meu amor! Ficamos no sofá uns instantes rindo e nos olhando, até que alguém chamou no portão, ela rapidinho foi se vestir no quarto, e eu coloquei o shorts e fui atender a porta. Era a Samira, nossa vizinha de longa data, ela me viu sem camisa e sorriu, pedi que ela entrasse, ela já foi direto no quarto falar com minha mulher, entrei no chuveiro pra baixar a temperatura e ri da situação, sempre falei pra minha mulher que um dia vamos ser surpreendidos e ela vive dizendo que eu tenho que largar a mão de ser safado, que não podemos mais trepar onde quisermos, pois, normalmente como ela na cozinha sobre a mesa, na sala como há pouco, até no quintal, ela estendendo roupa cheguei tarado da rua e comi ela apoiada no tanque. Quando sai a amiga estava com ela na cozinha, e ela veio me perguntar: amor, quanto voce cobra por uma viagem pra São Paulo? A Samira precisa ir no Bras mas o genro esta doente e não pode ir! Falei um valor e disse que enquanto ela faz as comrpas eu rodo pela cidade e pego ela na hora de descer a serra de novo! Marcamos para as 5 da manhã, até onde eu sabia iria a Samira e suas duas filhas, mas não, foi só a coroa mesmo. Crente daquelas de só andar de saia abaixo do joelho, viúva de um traste de um bêbado, sempre fez piadinhas de duplo sentido quando minha mulher não ta perto, e no inicio da viagem estava toda séria no banco da frente, e eu ali na minha, até que perguntei das outras acompanhantes, e ela disse: todo mundo desistiu, mas tenho duas clientes que não posso deixar de atender, então acho que vai ser rápido! Eu ri e disse que tudo bem, poderia levar ela para dar uma volta pela cidade então! Ela me olhou com uma cara de sem vergonha, deu um tapa na minha perna e disse: Seu Jaime, deixa de ser safado! Ontem eu tive que esperar pra bater palma porque ouvi a Eliza gemendo, não quis atrapalhar! Eu ri mais alto ainda e perguntei se dava pra ouvir, e ela se abanando disse: o tempo todo, o senhor deve ter uma caixa de viagra, não é possível gostar tanto de safadeza assim! Eu gargalhava ao volante, e dicidido a testar a coroa disse apertando o pau sobre a calça: viagra não, o negocio aqui é valente mesmo! Ela olhou de rabo de olho e deu uma risadinha. Chegamos as 7 e meia de frente a loja que ela queria e achei uma vaga pra estacionar, ela foi a loja e voltou em uns 10 minutos com algumas sacolas e sorrindo disse: Jaime, já achei tudo, falta somente uma coisinha pra achar, que maravilha, foi mais rápido do que pensei! Ela foi toda faceira correndo de volta a loja e demorou mais uns 20 minutos e voltou com mais uma batelada de sacolas, colocou tudo dentro do carro e disse: bom, agora quero passear, aluguei voce o dia inteiro! Ri da graça e saímos de la, parei numa padaria para tomarmos um café, e sentamos lado a lado no balcão, falei pra ela que fiquei curioso se dava pra ouvir a gente la em casa, e ela foi contando que sabe até quando a coitada da Eliza da a bundinha! Não deu pra deixar de ficar de pau duro, a coroa ali esnobando, perguntei: mas e ai, voce, não fica com vontade? A mulher engasgou com o café, tossiu e se babou toda, saímos de la e no carro ela quieta, até que viu a camisa toda suja, sem falar nada virou o corpo pra pegar uma sacola no banco de tras, e praticamente esfregando as tetas na minha cara pediu: Jaime, para em um lugar, preciso trocar essa roupa. Eu ali pronto disse: podemos ir num lugar que acredito que voce nunca foi, e la voce troca sua roupa e me conta o que mais ouviu, o que acha? Ela fez que sim com a cabeça, apontei no primeiro motel que vi, ela ficou tensa, mas não disse nada, pedi a suíte e ela quieta, entrei no box e sai do carro, abri a porta dela e ela ficou estática, me olhando assustada, e disse: Jaime pelo amor, não posso entrar ai, sou viúva e voce é casada! Eu ri e disse que ela podia fazer o que quisesse, mas queria fazer o passeio ser diferente, ela não precisava fazer nada errado, era mesmo para descansar e conhecer. Ela toda tensa entrou na suíte comigo, cama redonda, espelho no teto, cadeira erótica, a mulher endoidou, ficou com frescura pra sentar na cama e foi olhaar a banheira. Tirei a camisa para não amassar e coloquei pendurada, liguei o som e fiquei olhando ela parecendo uma tonta olhando tudo, chamei ela para sentar na cama, e depois de insistir um pouco ela sentou, disse para ela tirar a camisa suja, e ela ficou sem jeito, não queria ficar de sutiã, eu com jeitinho disse que era linda e que não tinha que ter vergonha, ela tirou e limpou na pia, voltou e sentou de novo. Perguntei o que ela gostava de ouvir quando ficava ligada na minha casa, e ela corou, se desculpou e muito envergonhada disse: a Eliza grita muito, deve doer demais, meu marido tinha um pinto pequeno e não durava muito não, então não entendo o porque ela geme tão alto! Eu ri e abri a calça, ela virou o rosto e pediu pra guardar, deixei ele pra fora, e pedi pra ela olhar, dormindo não assusta, mas quando a coroa olhou deu uma risada nervosa e disse: se mole é assim duro deve matar a coitada da Eliza. Pedi para ela pegar, ela disse que não, disse que nunca iria contar pra ninguém, e que se ela não quisesse nunca mais ofereceria! Ela ficou ali uns intantes e esticou a mão, parou em cim, peguei sua mão e fechei os dedos, ela ficou ali parada, com a mão gelada no meu pau, que começou a inchar, ela ficou olhando e deu uma risada nervosa. Perguntei se ela já chupou o marido e ela disse que não, que ele não gostava. E se ele chupava ela, me olhou com cara de nojo e disse que nunca, que era coisa de mulher da vida. Ri alto, levantei e tirei a roupa, fiquei com o pau a meia bomba e ficquei parado em frente a ela, ela resmungava alguma coisa, peguei sua mão e fiz ela apertar e mandei;. Abre a boca, chupa o nego! Ela com os olhos arregalados ficou parada, cheguei perto e ela abriu a boca, esfreguei nos lábios secos, ela me olhado assustada, peguei sua mão e coloquei nele, com calma peguei sua cabeça e forcei para frente, a cabeça entrou na boca dela, e como eu imaginava, ela fechou os lábios e tirou, lambeu os lábios e abriu a boca de novo, meti de novo, e em alguns minutos a coroa metia a cabela na boca, salivava e botava de novo, estava hipnotizada, fazia isso de forma quase mecânica, fiz ela levantar e a abracei, beijei sua boca mas ela não reagia, soltei o sutiã e dois peitões pesados saltaram, chupei os dois com carinho, lambi e mordi, ela respirava mais rápido, voltei a beijar sua boca e agora ela reagiu, disse que não podia trair a memória do marido, e eu rindo disse no seu ouvido: quando eu te encher de porra voce nem vai lembrar mais que foi casada! Ela se arrepiou, desci sua saia, deitei com ela só de calcinha, chupei suas tetas, e mordi, com os dedos já bolinava a buceta peluda, ela tremendo tentava falar algo, logo fiz ela me chupar de novo, agora segurava na base e abocanhava a cabeça, fui brincando com a buceta que já estava melada, enfiei dois dedos e ela travou com meu pau na boca, choraminigava alguma coisa, fui bolinando e apertando com os dedos, ela gemendo abafado até lacrimejava, e para minha surpresa, quando meti dois dedos e com o dedão dei uma bela passeada no grelo, ela suspirou e gozou, com meu pau na boca a coroa tremia e me olhava assustada. Esperei ela relaxar e trouxe ela para me beijar, estava entregue, fui beijando e falando com ela: gozou né safada, tava precisando disso né! Ela pela primeira vez sorriu, disse que nunca ninguém tinha feito isso, que era muito diferente, que não estava acostumada, beijei sua boca e disse: então, se ficar comportadinha, vou te comer e fazer voce gozar sempre! Arrepiada ela sorriu, tirei sua calcinha e desci, abri espaço naquela peruca toda e fui chupando, a coroa ai gemia alto, dizia que não era para parar, que loucura, chupa chupa e em mais alguns minutos tentou fechar as pernas, não deixei, lambi e chupei mais forte ainda e ela gemendo alto gozou de novo! Fui brincando até ela se acalmar, mas quando deitei ao seu lado disse que não ia me beijar, mas insisti, fiz ela sentir o sabor da sua buceta, e aquilo fez a mulher endoidar, ela foi virando e subiu em mim, apontou o pau que já tava até estralando, arrumou e foi deixando entrar, mas, nem bem a cabeça tinha passado ela se desesperou, quis sair, não deixei, fui chupando as tetas e falando pra ela relaxar, ia comer aquela buceta o dia todo e o cuzinho também, ela gemia e sorria nervosa, mas foi deixando entrar, pouco a pouco, gemendo muito até que sentou no meu colo com tudo dentro, ela estava sem ar, me olhava assustada, eu massageava os peitões e levantei o corpo para beijar sua boca, ela disse que não, que estava dolorida demais, então chegou a hora, peguei ela pelo pescoço e disse: bom sua puta, já ta com o pauzão dentro da tua buceta, já gozou muito, agora para de frescura e mete, queria dar e to louco pra te fuder, então rebola, sua puta! Aquilo tocou fundo, ela não sabia o que fazer, mas arqueou o corpo e por iniciativa própria passou a quicar de leve, eu apertando as testas, chamando ela de puta gostosa, vizinha putinha, viúva da buceta quente, ela foi se empolgando, o pau espremido dentro dela vibrava, ela pulava e gemia, e logo começou: vai nego safado, come a puta da sua vizinha, mete negão, me arromba, quero ficar igual tua mulher que nem senta direito, seu filho da puta arrombador. E logo ela foi gemendo mais alto e gozou, a coroa gemia e chorava me apertando os braços. Cansada deitou de lado, de costas pra mim, vendo aquela bundinha magrinha cheguei perto encaixei e ela abriu as pernas, meti na buceta de novo, agora já aceitava gostoso, fui metendo de ladinho, falando putaria no ouvido dela e ela gemendo e pedindo pra meter, que estava amando ser arrombada pelo vizinho pauzudo, que era puta do vizinho, e jogando a bunda pra tras pediu: goza nego, to querendo sentir voce gozar em mim! Bingo, ela ouvia mesmo, fui bombando e a velha gemendo alto e quando chegou ao máximo despejei, bombei e gozei forte, ela tremia e dava gritinhos, e gozou comigo. Apagamos na cama, senti quando o pau escapou. Ela acordou antes e foi para o banheiro, fiquei ali esperando e ouvi o chuveiro, e em alguns minutos a minha vizinha arrombada estava de joelhos com meu pau quase todo na boca, e desta vez, fiz ela chupar e gozei na garganta, não deixei cuspir. Almoçamos e na viagem de volta fiz ela me chupar na estrada, ela toda constrangida tendo as tetas apalpadas chupou e engoliu tudo, com gente passando do lado e vendo a cena! De la pra cá, subimos 2 vezes por mês, ela volta toda arrombada, e agora, com o cuzinho cheio de porra. Depois conto o que minha mulher fez quando descobriu!
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