Já comentei que por conta do meu trabalho só volto para minha cidade aos fins de semana, e durante a semana, moro num prédio calmo, O Lagoa, onde a maioria dos moradores são velhos, e normalmente no elevador encontro com alguns deles, e com o tempo fui conhecendo pelo nome. Uma das moradoras é a Odete, uma coroa de uns 60 anos, professora aposentada, normalmente entra no elevador com roupas de academia, pernão, bundão e um par de seios grandes, sempre apertados nos tops que usa. Quem já passou por isso sabe, essas coroas que ainda são casadas tem um fogo gigante, e fui dando bola para a coroa, sempre elogiando o pique dela, e numa tarde cheguei mais cedo e ela estava descendo do carro, com um vestido no meio das coxas, cabelos soltos, um decote generoso, entramos no hall do prédio juntos, e quando entramos no elevador eu disse: Odete, esta arrasando corações hoje hein! Ela riu e me chamou de bobo, disse que tinha ido ao salão pra tentar ficar mais bonita! Pensando em maldade disse que mesmo não precisando, tinha dado muito certo! Ela corou e me disse: Olha Jay, hoje tiro meu marido do sério! Ri e aplaudi, quando de repente o elevador parou, ela com aquela cara de assustada disse que não gosta quando isso acontece! Disse que ele voltaria a funcionar logo, e passados uns 2 minutos ela começou a ficar nervosa, disse que tinha muito medo, e veio bem perto de mim, a abracei e disse que não precisava se preocupar, logo ele funcionaria, e ela aninhada em mim disse: é sério, tenho muito medo mesmo! Continuamos abraçados, o seu perfume, aquelas curvas atracadas em mim, foram fazendo efeito, e ela percebeu e disse: olha que maluquice, eu e voce abraçados aqui, sozinhos, eu toda frágil e voce com essa cara de tarado, nem sei se é melhor arrumarem isso ou não! Rimos e eu disse que da minha parte ficaria ali a noite toda, e ela com uma carinha bem sacana disse: fazendo o que? Conta o que voce faria! Com a cabeça cheia de maldade só consegui responder: faria o que voce deixasse, mas te garanto que faria bem feito! Ela mais tranquila virou um pouco o corpo, obviamente sentindo o volume do meu pau, me olhou com uma carinha mais safada ainda e deu uma apalpada, mordeu o lábio e disse: olha vizinho, to a tanto tempo sem atenção que se não abrirem essa porta agora vou fazer uma loucura! Aproveitei a apalpada que estava ganhando e apalpei seu seio, e ela ali na duvida se seguia ou não, foi com os dedos no meu zíper, mas, o elevador se mexeu, paramos na hora, e segundos depois ele desceu devagar, ela agora mais atracada comigo, até que ele parou e a porta abriu, diante de nós um cara de uniforme todo sujo, pedindo desculpas e mandando a gente descer, e pegar o outro elevador. Entramos sem falar nada, até que parou no andar dela, que me olhou e sorriu, eu disse que se ela quisesse conversar sabia onde me achar! Ela saiu rindo e foi embora. Já eram umas 9 da noite eu tinha tomado um banho e estava na sacada lendo um livro quando a campainha tocou, abri a porta e era ela, estava com uma camisola, me olhou e disse: podemos conversar? Entrou e nos sentamos no sofá, eu só de bermuda e sem camisa, ela contou que o marido dela viajava muito, e que estava há muito tempo sem carinho, e o que aconteceu no elevador, ela achava errado, o marido era bom, mas não tinha mais paixão, então ela ficou aquele tempo todo sem entender, estava com medo de que eu a achasse sem vergonha! Ri e a abracei, disse que era uma mulher madura e inteligente, e o que aconteceu foi gostoso, e ela devia se sentir bem com aquilo! Ela não se soltou do abraço, não me olhava nos olhos, mas ficou ali agarrada, até que beijei seu pescoço, fui descendo com a mão pelas suas costas, senti que não usava sutiã, e beijando seu pescoço percebi que sem calcinha também. Ela tremia, eu perguntei se ela estava bem, e respondeu que sim, então fui soltando dela e beijei seu rosto, ela tremula não reagia, dei um selinho na sua boca, ela ali travada, peguei sua mão e coloquei em cima do meu pau, ela ficou sem se mexer, até que deu uma apalpada, tudo sem me olhar, e enquanto isso eu já apalpava seu seio, pesados, mas com os bicos duros e espetados, ela ali suspirando, tirei a bermuda, ela pegou meu pau e ficou olhando pra ele, voltei a beijar seu pescoço e disse: chupa Odete, to vendo que voce esta morrendo de vontade! Sem falar nada, ela foi se curvando e beijando ele, apertando com a mão e abrindo a boca, meteu a cabeça e babou, ficou ali enfiando uma parte na boca e babando mais, baixei as alças do vestido e tirei seus seios pra fora, apalpava enquanto ela ali naquela chupeta tranquila, desceu do sofá e ficou de joelhos na minha frente , isso tudo sem me olhar, agora tentava enfiar meu pau inteiro na boca, mas engasgava, me punhetava com mais força agora, e só olhando meu pau, metia na boca e chupava! Fui apalpando os seios, mas ela estava fixada naquilo, fiz ela parar, levantei e beijei sua boca, ela ainda tensa, retribuiu devagar, fui apertando seu corpo e fiz o vestido cair, ficou peladinha ali, baixei e suguei seus seios, ela suspirava, sua mão agarrada no meu pau me punhetando, voltei a sentar no sofá e trouxe ela comigo, eu beijava sua boca e seus seios, ela esfregando a buceta no meu pau de olhos fechados gemia gostoso, até que ergueu o corpo e encaixou com a mão meu pau, bem na entradinha da buceta, foi soltando o corpo e travando, meu pau foi entrando apertado, ela gemia fininho, eu chupando os peitões, e ela foi no ritmo dela até sentar com meu pau todo dentro dela! Puxei as pernas dela para encaixar no sofá, deitei o corpo no sofá e fiquei assistindo aquela coroa gostosa com meu pau dentro dela, mastigando ele gemendo baixinho! Dei as mãos pra ela, que agora me olhava com cara de assustada, fiz um movimento para ela subir a bunda e sentar de novo, ela gemendo se apoiou em mim e foi subindo e descendo, gemia e deitou em cima de mim, rebolando e tirando e colocando devagar, fui beijando seu pescoço, chamando ela de vizinha gostosa, que ia dormir com a buceta arrombada! Ela se arrepiou, e continuou naquela trepada controlada, até que cansou, sem falar nada levantou, peguei ela pela mão e fomos para a cama, ela ainda tentou pegar o vestido mas eu disse que ela não ia sair agora, fiz ela deitar e vim beijando seu corpo, suguei os peitões, desci pela barriga e cheguei numa bucetinha de poucos pelinhos, já entrei chupando o grelinho, mordendo ele e sugando, fui enfiando um dedo na bucetinha e ela começou a gemer e apertar os seios com força, lambi com força e fui sacando que ela já estava no clima, fui chupando e com dois dedos na buceta fui chamando ela de gostosa, de vizinha vadia, putinha do corredor, ela gemendo falando que não, que era casada, que era mãe, que não era puta, e eu sugando e metendo os dedos vi aquela coroa gemer alto e gozar, seus espasmos faziam com que ela se esticasse toda e tentasse fugir, mas não deixei, ela tremia e falava coisas sem sentido, e quando percebi que estava acalmando, subi o corpo e fui metendo forte na buceta, agora ela gemia alto, falava que era muito grosso, que estava arrombando ela! Fui metendo e beijando sua boca, ela tremia e me beijava, pedia mais, e gozou de novo, me travou numa chave de perna, fiquei ali esfregando enquanto ela gemia, até que amoleceu e me soltou, pediu pra tirar dela, e com dificuldade levantou e foi até a janela, ficou olhando para o mar la de cima, cheguei por tras abraçando, ela estava tensa, beijei sua nuca e ela disse: Jay, nunca fiz isso, só dei para o meu marido em 40 anos, e voce ta me fazendo gozar o que não gozei em uns 5 anos! Falando putarias pra ela, apertando seus seios fiz ela se apoiar na janela, apontei o pau de novo e fui metendo, ela gemendo e eu perguntei a quanto tempo ela não era fudida olhando o mar, e ela disse que há muitos anos! Fui bombando forte segurando ela pela cintura, ela gemendo e eu metendo forte, ela já sem pernas pediu: goza Jay, me enche de porra! Fui bombando daquele jeito, ela dando gritinhos, gemendo e pedindo mais, balbuciando que estava arrombada, fui bombando e gozando, ela tremendo se escorou e levou rola até cansar, quando terminei fui tirando e ela ficou na mesma posição, com os olhos fechados e a buceta escorrendo porra pelas pernas. A abracei e beijei seu pescoço, falei que ela era deliciosa, que queria comer ela há muito tempo, e que ia fazer ela de minha puta, ia fuder com ela quando quisesse! Ela toda arrepiada virou e me beijou. Logo ela foi ao banheiro, ficou la um tempo, ouvi o chuveiro, entrei com ela, que de novo estava tensa, dizendo que o marido isso, marido aquilo, voltei a beijar a sua boca, ela apalpando meu pau ajoelhou e agora conseguia meter ele inteiro na boca, fui deixando ela chupar e me punhetar, a agua caindo, olhei aquela coroa de joelhos se acabando de me chupar, fez efeito, mandei ela acelerar a punheta, ela com carinho não fechava a mão nele mas lambia e sugava a cabeça, até que explodi, ela se engasgou, cuspiu, lambeu e babou, e punhetando me tirou todas as forças. Terminamos o banho, deitei na cama e ela foi se vestir, voltou no quarto e disse que tinha adorado, mas não podíamos mais fazer isso! Pedi um beijo e aproveitei pra apalpar aquele corpão, mas ela se livrou de mim e foi embora. Acabei apagando na cama. Nos dias seguintes não encontrei com ela, mas no sábado a tarde estava saindo e ela entrou no elevador com o marido, me cumprimentaram e ficaram na minha frente, olhei bem aquela bunda e de leve esbarrei a mão, sem que ele notasse, e ela ficou dura. A noite, já passava da meia noite, minha campainha tocou, era ela, entrou brava comigo, me chamando de cafajeste, de safado, e voltou para seu apartamento, às 4 da manhã, com a buceta escorrendo duas gozadas, os seios bem chupados e com gostinho de porra na boca! Foram dois anos assim, ela vinha, metiamos muito, e ela ia embora toda gozada, me ignorando por dias, até que de repente vinha ser arrombada de novo. Ela virou minha puta, dizia isso nas trepadas, mas ia embora e fingia que não me conhecia, até que me mudei, mas marcávamos as tardes para nos encontrarmos num motel!
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