Larissa é amiga do meu filho mais novo, desde novinha, espevitada, vivia no meio dos moleques, e sempre vencia as disputas, loirinha e bonitinha, um sorriso desmontava quem ela quisesse. Foram crescendo e cansei de flagrar ela no colo do meu filho, agarrada nele, ele sempre carinhoso com ela fazendo suas vontades, todos sabíamos que seriam namorados, mas, uma viagem a Ubatuba mudou tudo. A mãe dela era uma mulher linda, safada ao extremo, vivia ouvindo os comentários das outras mães contando fofocas sobre quem estava comendo, nunca tive a oportunidade de chegar perto, minha mulher marcava e a Rafaela se aproveitava, porque quando ia dar um perdido sabia onde deixar a filha em segurança, e ano passado saiu de casa, foi morar com o chefe, deixando a filha com o pai, e esse cara era estranho, em anos troquei meia dúzia de palavras com ele, a filha o adorava, dava pra ver quando ele vinha buscá-la depois da mãe ter deixado ela mais cedo na nossa casa (enquanto saia pra dar pra alguém, com certeza), ela corria e pulava no pescoço dele, ele nos agradecia tímido por termos cuidado dela e ia embora sem muitas palavras. Neste feriado de 1 de maio, planejamos uma viagem para a praia, compramos uma casa recentemente num condomínio novo, poucas casas ainda, muita construção, e foi numa dessas que descobri o que estava rolando. Meu filho mais velho fez 18 e nesta viagem quis ir dirigindo o próprio carro com a namorada ao lado, até ai normal, mas no sábado a tarde, todos foram para a praia e eu fiquei na casa, curtindo a paz, quando voltaram só vi meu filho mais novo, minha esposa e a namorada do mais velho, perguntei o que tinha acontecido e me disseram que o Téo estava com dor de estomago e a Larissa e o mais velho foram à farmácia. Até ai, nada de novo, mas uma hora depois minha esposa estava preocupada, me pediu para ir atras deles porque no celular não atendiam, e la fui eu, mas, antes de sair do condomínio, vi o carro do meu filho estacionado atras de um muro de uma casa em construção, dei a volta e parrei do outro lado, o carro estava vazio, fiquei ali pensando quando ouvi um gemido, entrei na obra sem fazer barulho, e a cena que vi foi foda! Meu filho mais velho com a bermuda arriada, socando forte na buceta da Larissa, com a metade do tamanho dele, ela com as tetinhas para fora do biquini levava na bucetinha e gemia, e como se soubesse que tinha alguém assistindo disse: vai Tuco, mete forte, mete e fala que aquela magrela chata mete tão gostoso como eu, seu irmão já não aguenta mais nada hoje, mas quero ver se você é tão gostoso quanto ele, mete mais filho da puta! Assisti uns minutos meu primogênito meter forte naquela menina magrinha, que pedia mais e mais, ele apertava as tetinhas dela e ela gemia gostoso, quando ela ia gozar berrou mais alto: não para filho da puta, mete forte, to gozando!!!!! Sai dali calmamente, mas tinha certeza de que ela sabia, sempre olhava para o canto em que eu estava e falava alguma putaria, fui embora, sai pela praia e fiquei um tempo lá, até que meu telefone toca, era minha esposa dizendo que nos desencontramos. Voltei para casa e eles já tinham ido dormir, fiquei na varanda com a minha mulher, parece que ela pressentiu, veio toda dengosa e disse: os meninos já dormiram, parece que a praia fez bem pra eles, e sentando no meu colo de maio, foi só colocar de lado e esfregar no meu pau, em minutos minha deliciosa mulher levava na buceta de quatro apoiada na espreguiçadeira, eu apertava os peitões dela e chamava de minha putinha como sempre fiz, mas de olhos fechados a cena do meu filho comendo a namorada do irmão, que tinham comido aquela ninfeta mais cedo, estava gravado na minha mente, tanto que quando minha mulher começou a gemer tapando a boca com a mão, esperei ela gozar, e com o pau melado encostei no cuzinho e mesmo assustada, ela só abriu o rabão com as mãos, fui metendo naquele cuzinho deliciosos dela, e depois de muita bombada chamando ela de minha safada gostosa, enchi seu cuzinho de porra, ela gemendo dolorida e eu ali despejando todo o tesão que senti enquanto assistia a foda mais cedo. Quando olho para cima, vejo a silhueta da menina, com a carinha no canto da porta de vidro do quarto, assistindo a tudo, pude sentir até o seu perfume, sabendo que quando menos esperasse ia arrombar aquela delicinha!
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