Fui fazer um serviço em João Pessoa e la descobri que o problema a ser resolvido era numa cidade do interior, em Guarabira, fomos de carro, duas horas, e o Carlos, o motorista da empresa, estava todo feliz, ia ver sua amiga! Perguntei qual era a historia e ele contou, era casado e tinha 3 filhos, moravam em João pessoa, mas la na Guarabira tinha uma namorada, a Selminha, que sabia que era casado e tudo mais, e como ele passava praticamente 4 dias da semana na sede da empresa la, moravam juntos. Assim que chegamos na cidade ele passou na frente da casa da tal namorada e ela estava varrendo a calçada, uma baixinha peituda, com uma cara de vagabunda, vestidinho curto e um cabelo amarrado, abriu um sorriso quando o viu, e fomos para a empresa. Depois de algumas conversas, marcamos de retomar no dia seguinte, fui atras de um hotel, e quando percebi que seria difícil o Carlos me disse: doutor, se quiser ficar com a gente la em casa, não tem problema não, a casa é simples mas é de boa! Relutei, não queria atrapalhar o casal e comentei. Carlão, agradeço, mas aquela mulher deve estar com saudades, e imagino o trabalho que voce vai ter, então, não quero atrapalhar, e ele rindo disse: relaxa doutor, ela faz escândalo de qualquer jeito. Rimos e ele parou na porta da casa, entrou e saiu em alguns instantes me chamando, entrei e ela toda educada me cumprimentou, deu pra ver que estava com saudades mesmo, o vestidinho espremia dois peitões sem sutiã, e quando sentei no sofá vi ela passando para arrumar o quarto e saquei que estava sem calcinha. A noite chegou tão quente quanto o dia, eu deitado de cueca com um ventilador na minha cara ouvindo o casal no maior samba, ela gemia abafado, e por uns 20 minutos eles treparam. Levantei meia hora depois para tomar agua, e quando ia voltando para o quarto ela saiu do banheiro, banho tomado, cabelos escorridos, os peitões expostos, grandes e pesados, e uma calcinha amarela. Ela tomou um susto, deu um gritinho e rimos, pedi desculpa pelo susto, e ela ainda secando os cabelos disse que esqueceu de mim! Estava indo para o quarto quando ela disse: Sr Jay, vai ficar muito tempo aqui na cidade? Disse que achava que não, que no dia seguinte conseguiria terminar o serviço, e ela fez uma carinha triste e disse: sabe o que é, tenho uma prima que o marido largou, ela quer tanto ir embora, e se o senhor estivesse precisando de uma empregada, ela pode fazer o que o senhor quiser. Como eu disse, estava de cueca, o calor, aquelas tetas aparecendo, aquela calcinha miúda, meu pau fez volume, e a Selminha percebeu, e naquele total mal entendido deu um sorrisinho e disse: ela faz de tudo mesmo viu, as duas filhas ajudam, porque o trabalho ai parece ser dobrado! Ri e percebi a gracinha dela, arrumei meu pau na cueca e disse que adoraria ajudar, quem sabe da certo! Ela ficou toda feliz, deu uns pulinhos de felicidade, com os seios balançando, e eu entrei no quarto, e me arrumei na cama, tentando esfriar a cabeça no ventilador, quando escuto a voz do Carlos, logo depois a porta bateu, ouvi o barulho do carro e uns minutos depois ela abriu a porta perguntando se eu estava dormindo, disse que não, e ela contou que o namorado teve que ir socorrer um motorista da empresa que estava com o caminhão quebrado na estrada. Contou que só amanhã ele voltaria, e que pediu para me avisar! Eu ali com um puta tesão, aquela delicia com carinha de safada me pedindo pra ajudar a prima, sozinhos, dei corda, ela veio e sentou na cama, perguntando sobre a minha vida, e contou que esta feliz com o carinho que ganha do Carlão, mas que fica muito tempo sozinha, e que tem que se virar pra conter a carência, perguntei como ela fazia, e se fazendo de tímida disse: com os dedinhos ou com brinquedinhos. Ri e disse que não acreditava que aquele mulherão se contentasse com uma siririca, e ela caiu na rede, disse que no banho, sempre brinca, mas que precisa de carinho, sente muita falta. Aproveitei e disse que pelo menos quando o Carlos chegava ela tirava o atraso, e ela deu um sorrisinho amarelo e disse que sim, mas que ele vem muito cansado, e que as vezes fica na mão com ele em casa também. Ri e disse que sentia muito, e arrumando o pau na cueca disse que se pudesse ajudar de alguma forma era só me dizer, ela percebeu a armadilha, levantou e saiu rapidinho, foi desligando as luzes da casa e se fechou no seu quarto. fiquei pensando que fiz merda, mas uns 15 minutos depois ela entrou quietinha no quarto, peladinha, deitou comigo e disse: Sr Jay, não acende a luz tá, tenho vergonha, não sou puta, sou a outra, mas não quero que o senhor pense que sou vagabunda! A primeira coisa que fiz foi beijar aquela boquinha quente, ela adorou, sua linguinha rápida deslisava toda faceira, a mãozinha já apalpou meu pau e ela baixou pra conferir, apalpou ele com as duas mãos e colocou a boquinha, lambia a cabeça e ele inteiro, fui virando o corpinho dela e ataquei a bucetinha, metia a língua e os dedos, ela dava gritinhos, chupava com vontade, me chamando de pauzudo, de gostoso, e quando enfiei o dedo no cuzinho aproveitando o melado da bucetinha ela gemeu alto e rebolou, vi que teria muito trabalho naquela noite, e assim que ela cansou virei seu corpo e fui por cima, encostei na bucetinha e fui metendo, ela gemia e se espremia, a bucetinha era apertada, fui metendo e chupando os peitões, ela gemia e dizia pra não parar de meter, que estava fundo, que estava rasgando a bichinha dela, que estava muito bom, e falando putarias gozou, grudou em mim tentando me conter, mas meti mais forte ainda, ela tampava a boca com a mão e gemia abafado. Quando cansei, ela tentou fugir, virou de costas, deixando aquela bundinha redonda pra cima, fui por cima, encaixei na bucetinha e meti, ela deu um gritinho, falou que estava dolorido, mas que se era pra meter era pra fazer forte, fui bombando com força, ela disse que estava sensível, que quando gozava assim ficava dando choques na bucetinha, eu bombando e ela gemendo, ai ela disparou a falar que estava sentindo la no fundo, que estava cutucando o útero dela, que o corno do namorado ia ter que se virar pra conseguir comer ela porque estava arrombada, e foi falando putaria atras de putaria até que gemeu alto, e gozou. Ficamos abraçados um tempo, dando beijinhos nas suas costas e no seu pescoço, ela cansada disse que fazia tempo que não gozava assim, que estava muito feliz, e que ia viciar na minha rola, e eu massageando a bundinha dela, os dedos escorriam até a bucetinha e subiam melando o cuzinho, ela arrepiada falou que o corno não curtia o cuzinho, e que nunca deu para um pau como o meu, e eu dizendo que ela iria amar, ia querer ir no lugar da prima pra me dar o cuzinho todo dia, ela virou e me beijou, desceu e chupou meu pau, babou bastante e foi ficando de quatro, disse pra meter antes que ela perdesse a coragem, me arrumei e fui encaixando naquele cuzinho rosado, ela tremendo dizendo pra ir devagar, fui forçando e o cuzinho abriu, a cabeça entrou e ela começou a chorar, dizendo que não aguentava mais, que ia rachar ela no meio, que estava doendo, dei um tapa na bunda dela e mandei parar de reclamar, que era puta, que queria ser arrombada e que era pra pedir pra meter tudo! Ela toda chorosa fez que sim com a cabeça, fui tirando e colocando devagar enquanto apertava o bico dos seios, e ela tremendo disse: mete seu puto, arromba minha raba, mete porque quero ficar arrombada! Fui bombando mais forte, ela gemendo alto, e logo ela começou a falar que estava sendo puta, traindo o corno que trouxe um roludo pra comer ela, que ele era frouxo, que eu ia comer ela todo dia, que seria minha puta, que não íamos usar roupa em casa, que seria minha quando eu quisesse, e como já tinha notado, quando ela começava a falar sem parar o orgasmo vinhe chegando, fui bombando mais forte chamando ela de puta, safada, do cuzinho arrombado, e ela tremendo começou a gozar, me deixei ir na dela, fui bombando e gozando, ela gemia mais e mais, suas costas arrepiadas, e ela rebolando até que cansamos, cai de lado com ela empalada no meu pau, descansamos um tempo, ela foi para o banheiro com porra escorrendo e entrou no banho, me chamou e ela me deu um banho gostoso, fiz ela baixar e chupar até ficar com a boca cheia de porra. Deitei na cama e para minha surpresa ela deitou comigo, acordei com o sol nascendo, aproveitei ela de ladinho e fui metendo na bucetinha, ela acordou gemendo, e quando viu que eu iria gozar pediu pra dar na boquinha dela, o corno vai querer comer e se tiver porra vai ser difícil de explicar, tomou tudo, me deu outro banho e fui andando até a praça para pegar um taxi. Vi o Carlos no fim do dia, veio se desculpar porque tinha que voltar para João Pessoa com urgência, mas que a Selminha estava me esperando, era bom porque ela fica muito tempo sozinha. Naquela noite jantei com a Selminha no meu pau. Acordei comendo o cuzinho dela cheio de porra, fiquei mais 2 dias na cidade, comendo a Selminha até na hora do almoço, a mulher não tinha dó da bucetinha ou do cuzinho. Ainda me apresentou a prima, que iria comigo para São Paulo, e mostrou para ela do que eu gostava, e prometeu visitar a prima em breve! Depois conto como foi a viagem para casa com a prima e as duas filhas novinhas.
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