Minha mãe não quis casar com meu pai, ela engravidou e ele não se mostrou empolgado em formar uma família, ela mandou ele passear e nunca mais o vimos. Moravamos com meus avós e meus tios, eles eram o modelo masculino que eu tinha enquanto crescia, mas quando eles se casaram minha mãe decidiu alugar uma casa só pra nós duas, eu já tinha 9 anos na época, e foi ai que entendi o que era privacidade, coisa que não tínhamos morando em 9 pessoas numa casa pequena com um banheiro só. Minha mãe tinha alguns relacionamentos durante esse tempo, mas só quando mudamos ela trouxe um namorado em casa, esperaram eu dormir e a noite ouvi uns gemidinhos, fui espiar mas eles estavam conversando na cama. Não durou muito, mas no verão de 2009 minha vida mudou, tinha acabado de fazer 14, minha mãe já era diretora de escola, e nos primeiros dias de aula aconteceu uma confusão, umas pessoas invadiram a escola e um cara interviu e defendeu ela e os professores. Esse cara era o Carlos, ele é engenheiro e estava com uma equipe de pedreiros fazendo reparos, e alguns dias depois, pego minha mãe no whatsapp toda alegrinha batendo papo com alguém, fazia tempos que ela não namorava, e quando perguntei com quem ela estava falando ela disse que era uma pessoa que tinha conhecido e mais nada, mas dava pra ver ela toda eufórica com o papo. No sábado daquela semana fomos ao salão, e enquanto fiz meu cabelo, ela fez uma revisão completa, incluindo depilação, que nunca tinha visto ela fazer, e no fim do dia ela me deixou na casa da minha avó, vi as duas rindo na cozinha, meu avô meio contrariado, e quando ele questionou ela disse: pai, tenho 34 anos, e pela primeira vez na vida vou sair com um homem! Ele riu e tirando sarro perguntou se eu tinha nascido por causa da cegonha, e ela firme respondeu que tinha saído só com moleques até então! Não vou dizer moleques, mas minha mãe tinha um perfil de namorados, caras fortes, malhados e muito bonitos, ela sempre foi cheinha e muito bonita, loira natural e muito inteligente, então era normal ver os comentários da família sobre suas escolhas. Ela me disse que se eu quisesse podia ir pra casa de manhã, que ia sair com uma pessoa pra dançar e se divertir. Mas eu tinha outros planos, e como disse, aquele verão meio que moldou a minha vida, esperei todos em casa irem dormir, e eu e minha prima fomos encontrar os meninos, tudo combinado, e fomos para um canto do parque bem escuro, até ai normal, já tínhamos feito isso, os meninos estudavam com a gente, estávamos namorando há alguns meses, mas naquela noite eles queriam mais do que estávamos preparadas, logo que chegamos um casal foi para um canto e fiquei com o Lucas aos beijos, ele todo cheio de mãos, e com muita insistência me fez pegar no seu pinto fora da cueca, e eu achando que ia parar ai, mas ele forçou e levantou minha camiseta e passou a chupar com força meus peitinhos, e de repente forçou minha cabeça pra baixo, achei que iriamos sentar, mas ele foi esfregando o pinto na minha cara me mandando chupar, não estava legal daquele jeito, mas ele insistindo, até que minha prima gritou há poucos metros de mim, já tinha ouvido ela falar não varias vezes, e ela apareceu do meu lado me puxando, corremos ouvido os dois xingando a gente de putas, e em casa ela contou que o namorado dela enfiou o pinto na boca dela e quando ela não soube chupar como ele queria ele deu um tapa na cara dela. Passamos a noite em pânico, sem ter pra quem contar, e quando amanheceu corri para minha casa, eram umas 7 da manhã, e minha mãe estava saindo do banho, lembro bem que ela estava com aspecto muito cansada, exausta até, me deu café da manhã e dormiu, acordou já eram 2 da tarde, levantou e fez um almoço rápido, e deitou de novo, só quando o telefone tocou la pelas 8 da noite ela acordou mesmo, conversou toda melosa por uns 15 minutos, terminou a ligação mandando beijinhos e desligou suspirando. Foi ai que contei, depois de muito rodeio, o que tinha acontecido, e na segunda feira la vou eu para a escola morrendo de medo, e como se eu já soubesse, todo mundo na escola fazendo gestos (que só entendi depois) simulando uma chupeta. Minha prima ainda, coitada, levou uns tapas de uma namorada do carinha que bateu nela. A vida virou do avesso, voltamos para casa no meio da aula, ligaram pra minha mãe e fomos suspensas. Enfim, aquele verão foi pesado. Enquanto isso, minha mãe começou a sair no sábado a tarde com o tal cara, e voltava as 10 da noite pra assistirmos tv juntas, mas que nada, ela estava sempre muito cansada, e apagava. Na escola a perseguição continuava, não falávamos nada, apenas ouvíamos as piadinhas e as agressões, inclusive os dois meninos eram os que mais sacaneavam a gente, até que um dia estou saindo da escola com a minha prima, e quando viramos a esquina para atravessar o parque os dois meninos apareceram, nos encurralaram e quando eu achava que não tinha mais saída, um homem apareceu e em segundos dando muita pancada nos dois, mandou a gente correr, ainda olhei para trás e vi ele bater nos dois, e de longe ouvíamos eles chorarem. Nos dias seguintes ninguém mais mexeu com a gente, e os meninos ficaram semanas sem ir a aula, o comentário é que tinham apanhado muito, um deles, o Lucas, inclusive corria risco de vida. E para minha surpresa, no sábado seguinte a isso tudo, minha mãe me diz que teremos uma visita no jantar, e até ouvi eles conversando na sala, mas ignorei, não sabia se queria conhecer outro namorado da mamãe, e homens pra mim eram todos escrotos, mas qual a minha surpresa quando entro na sala, eles abraçados, ela baixinha perto daquele homão, e quando nossos olhos se cruzaram, ele sorriu sério, e eu tremi, era o cara que arrebentou os meninos semanas antes pra nos proteger. Não dei um pio naquele jantar, o olhar dele me gelava, minha mãe não percebia nada, o olhar dela era apaixonada, terminamos de jantar e aquele homão recolheu a mesa e lavou a louça contando historias fazendo minha mãe gargalhar, nos serviu uma sobremesa que ele tinha trazido, torta de mousse de chocolate com morango, a preferida minha e da minha mãe, e quando terminei de comer disse que ia dormir, ele muito educado me desejou um “bom descanso, durma com os anjos”, com uma voz que parecia um trovão. Demorei pra dormir, me sentia incomodada, estranha e na madrugada ouvi gemidos, sabia que a mamãe estava transando, mas, aquilo continuou por muito tempo, ela gemendo abafado, fiquei preocupada, fui sem fazer barulho até a porta do seu quarto e deu pra ouvir claramente: mete meu amor, me arromba, to toda rasgada, mete fundo, mais, mais, mais........ e depois de uns 5 minutos ouvindo isso ela diz tremendo: to gozando de novo, não para, caralho, que delicia, fode amor, fode..... e na sequencia um ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh. Voltei para o meu quarto atônita, e como disse, aquele tempo moldou minha vida, quando deitei minha bucetinha vertia agua, estava muito melada, peguei um lenço umedecido e fui me limpar, mas estava tão sensível que fiquei passando o dedo ainda ouvindo minha mãe ser torturada gemendo, e em alguns minutos, eu com os bicos dos seios duros e pontudos, tive o que entendi depois que era o meu primeiro orgasmo!
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