A mãe do doidinho



Por causa das mudanças que fazíamos quando criança por causa do trabalho do meu pai, eu era repetente na 6ª série, já tinha perdido 2 anos, era o maior e mais velho da sala, quando no meio do ano apareceu o Felipe, um moleque estranho, não olhava ninguém nos olhos, respondia as perguntas com monossílabos, e não demorou para a galera azucrinar, e num recreio vi que se formou uma rodinha, e quando percebi que os caras da 8ª série estavam batendo nele eu entrei já dando pancada em todo mundo, tirei o Felipe da confusão e avisei que se mexessem com ele teriam que lidar comigo, e como era maior que os caras, ninguém teve coragem. No dia seguinte tínhamos um trabalho em grupo, ninguém escolheu o doidinho, apelido já tinha grudado, e eu o chamei, ele veio sentar comigo, não sei se porque não tinha escolha ou por medo, mas fizemos uma parte do trabalho e o restante era pra fazer em casa, e ele me contou que a mãe não deixava ele sair. Marquei no sábado então para ir terminar o trabalho na casa dele, e quando cheguei, ele pediu pra não fazer barulho, passamos pela sala e tinha um mulher com um rabão pra cima, deitada no sofá, dava pra ver direitinho a calcinha enfiada naquela bunda grande. Fomos para a cozinha, e um tempo depois a mulher entrou brigando com ele, dizendo que era pra avisar que tinha visita, e quando ele explicou o que estávamos fazendo ela sorriu, me abraçou e me agradeceu por defende-lo. A mulher era uma delicia, peituda e bunduda, contou que trabalhava a noite limpando escritórios, e que o Felipe dormia com a avó! Estavamos terminando o trabalho quando o telefone tocou, ele foi atender e era a avó, dizendo que precisava de ajuda no mercado, ele ficou tenso, mas disse pra ele que terminaria e iria embora, e ele pegou suas coisas e foi ajudar a avó. Assim que ele saiu eu estava recolhendo as coisas e a mãe voltou a cozinha, sentou comigo e começamos a conversar, e ela me perguntou como eu podia estar na 6ª ainda, e expliquei que mudávamos muito, e ela me contou que o Felipe tinha um atraso, e de novo me agradeceu, e quando levantei ela me abraçou, e disse no meu ouvido: Jay, se voce puder, cuida do meu filinho, ele é ingênuo, tenho medo de machucarem ele! Eu disse que ela não precisava se preocupar, que ninguém iria judiar dele. O problema foi que quando ela me abraçou eu já estava de olho nas suas coxas, e meu pau já estava armado, e ela percebeu e ficou, continuou me abraçando e falando comigo, e dando uma risadinha disse: não me leve a mal, mas se voce cuidar dele eu cuido de voce! Estava segurando ela pela cintura, senti seu corpo se esfregar em mim, e como moleque nessa época não pensa, disse que adoraria fazer as duas coisas. Ela colocou a mãozinha no meu pau, apalpou e sorriu, se ajoelhou e tirou ele do shorts, apreciou e foi com a boquinha, que delicia, chupou e foi metendo ele na boca, babava e com ele inchando foi ficando só com a cabecinha na boca, eu segurava ela pela cabeça, e não deu nem pra avisar, ela com a boca aberta engolindo a cabeça do pau tomou o primeiro jato de porra na garganta, tossiu mas não tirei, mesmo porque ela me punhetava, e foi engolindo e babando, caiu porra nos seios, e ela me olhou com os olhos lindos, e foi chupando até terminar! Quando ela levantou, foi se lavar na pia, o vestido tinha subido, metade da bunda dela estava de fora, cheguei perto e colei nela, o pau duro ainda, peguei nos peitões, ela gemeu e disse que não tínhamos tempo, mas com um beijo no pescoço, ela baixou a calcinha e tirou, guiou meu pau até a portinha da buceta e encaixou, fui metendo até o meio, ela gemeu alto, dizendo que doía, mas eu já tinha tirado os dois seios do sutiã, apalpava e chamava ela de gostosa, entrava e saia com o pau, ela abriu mais as pernas, agora conseguia colar os pelos na bunda dela, com o pau inteiro la dentro, ela gemia e rebolava, fui bombando forte, beijava seu pescoço, ela rebolava e pedia mais, mete mais, mete forte moleque caralhudo, mete gostoso, me aperta, e vai vai vai e gozou, ela até dobrou os joelhos, eu agarrado nos seios fui bombando sem parar, ela gemia alto, parecia que ia desmaiar, balbuciava algo, fui metendo sem perder o ritmo, ela me olhou e disse: não goza dentro querido, não tomo pílula, goza na minha cara! Nem tive que pensar muito, bombei mais um pouco e tirei, ela se ajoelhou e abiru a boquinha, que recebeu o primeiro jato, os outros foram no rosto e nos seios, eu esfregava o pau na sua cara, ela lambia e se melecava toda. Terminei, ela mesmo subiu meu shorts, se lavou na pia, me deu um beijo e pediu pra ir embora. Mas antes de sair eu perguntei quando podia vir cobrar pela ajuda ao filho, e ela disse que ele sai da escola e vai para a avó direto, e que ela saia só as 20:00hs pra trabalhar. Nos meses seguintes, quase todo dia eu saia da escola e comia a mãe do doidinho por uma hora, e quando ela ia folgar no dia seguinte, comia seu cuzinho e enchia ele de porra. O moleque, até tirava onda dos maiores sabendo que eu iria segurar a bronca dele, e um dia me disse: amanhã temos um trabalho pra fazer la em casa de novo, e a minha mãe falou que a minha tia vai ta la também, tenho certeza que voce vai gostar mais dela do que da minha mãe!
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Ficha do conto

Foto Perfil adoromulherpelada
adoromulherpelada

Nome do conto:
A mãe do doidinho

Codigo do conto:
257716

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
24/03/2026

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6

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