A caronista peituda

Eu morava num sitio e a minha vontade nunca foi de sair de la, mesmo trabalhando no centro a cidade, ia e voltava para o sitio, mesmo em dias de chuva, barro e buracos na estrada, eu fazia isso com prazer. Na época da faculdade eu tinha um fusca, comprei do meu chefe, trabalhava no escritório da fazenda dele na cidade, e o valente entrava e saia daquela estrada até de rodas pra cima, mas não falhava. Nessa época comecei a perceber, quando eu conseguia voltar pra casa pra me trocar, que na estrada sempre tinha uma morena, de longe não dava pra sacar se era nova ou não, mas sempre no mesmo horário. Uma noite, estou saindo da faculdade, a chuva caia pesada, e quando estava chegando no carro uma moça veio correndo me chamar, sua roupa estava colada no corpo, seus contornos bem claros pra mim, e quando ela perguntou, se era esse fusca que passava na estrada de terra eu ri encabulado, pensei que iria brigar comigo, mas ela disse: nossa, que sorte, reconheci o carro, moro perto de voce, e perdi meu ônibus, voce pode me dar uma carona? Eu sempre fui um cara bonito, mas muito timido, e aquela moça era linda, e seu corpo, me fez pensar um monte de coisas, e ela entrou no carro sem perguntar mais nada, ainda tomei uns segundos de chuva na cabeça, entrei e estávamos molhados, peguei uma blusa que tinha no banco de tras e dei pra ela se secar, e pra minha surpresa, ela tirou a camiseta, seus peitões presos naquele sutiã eram lindos, o carro de tras buzinou porque estávamos parados no farol, sai meio sem saber o que fazer e ela ria da minha cara, eu pensando que ela ia vestir a minha blusa, mas não, secou os cabelos com ela, e aqueles peitões ali do meu lado, nunca tinha visto seios daquele tamanho no fusca, e quando chegamos na parte da rodovia, eram mais uns 20km até a estrada dos sítios, e ela contando que era enfermeira de manhã e por isso conseguia estar em casa todo dia pra pegar o ônibus, eu contei que nem sempre conseguia voltar a tempo, e aqueles peitões ali me enfeitiçando. Chegamos a estrada de terra, um breu danado, entrei de qualquer jeito, vi que tinha muito barro e tentei dar a volta no campo de futebol que tinha logo na entrada, por la o terreno é mais firme, mas que nada, o fusca decidiu atolar, tentei diversas vezes fazer ele andar, e ela, para minha estranheza, estava calma. Parei de tentar, disse que iria procurar uns tocos para calçar as rodas, e quando disse isso, ela estava arrumando os seios, fiquei parado com cara de idiota encarando eles, e ela rindo disse: nossa, parece que voce ta na seca né João! Eu muito sem graça disse que lindos daquele jeito nunca tinha visto, e pra acabar com a minha cabeça, ela soltou o feixo e os seios ficaram livres, lindos, grandes e duros, eu hipnotizado fui chegando perto e lambi o bico direito, ela se arrepiou, lambi o esquerdo, e ela suspirou, cai de boca no meio deles, o fusca até balançava, sem muita cerimonia tirei o pau pra fora da calça, não dava pra mante-lo la dentro mais, e ela apalpando sorriu, me empurrou e toda delicada veio me chupar! Nenhuma chupada que ganhei no fusca era tão fantástica quanto aquela, e ela muito ágil, tirou a calça, soltei a trava dos bancos e logo estava deitado com o pauzão pra cima, ela tirou a calcinha, esfregou a bucetinha no meu pau e me perguntou se eu tinha camisinha, saquei aquela da carteira, dei pra ela, e quando ela colocou estava na metade do meu pau, ela riu, e foi sentando, quando encaixou com uma voz melosa disse: João, seu pau é muito grande, vou descer devagar, chupa meus “peitinhos”, eu adoro isso! Aquele tesão de mulher descendo e subindo no meu pau, gemendo muito dizendo que estava arrombando ela, tocando no útero, que estava delicioso, esfregando aquelas tetas maravilhosas na minha cara, eu chupando e assistindo aquela delicia cavalgar, ela já pulava e gritava de tanto tesão, até que gozou, deitou sobre meu corpo, com o pau no fundo da buceta e começou a massagear meu pau, falava que se soubesse que a minha carona era tão completa teria se jogado na frene do carro antes, eu sonhando, aquela buceta parecia que punhetava meu pau, falei pra ela que ia gozar daquele jeito, ela toda risonha disse: goza, quero sentir la no fundo, e foi quicando no meu pau devagar, eu me afogando naquelas tetas, chupava e mordia, ela dando aqueles gritinhos, não segurei mais, fui gozando, praticamente levantava ela inteira e deixava meu pau entrar no fundo de volta, ela acelerou o movimento e gozou comigo. Quando ela foi saindo, a camisinha tinha estourado há muito tempo, meu pau todo melado, ela tapou a boca e disse: putz, precisamos tomar cuidado, se meu marido descobre que voce me encheu de porra estamos fudidos! Cacete, nunca imaginei que era casada, mas naquele momento nem de longe era um problema. Ela se vestiu rápido, eu me vesti também, sai do carro pra desatolar o fusca, ela saiu do lado dela, me deu um beijo delicioso e disse: fica tranquilo ta, não vou contar se voce também não contar, e foi indo embora, eu ainda pedi que esperasse, e ela rindo disse: se eu chegar de barro até o cabelo, ele não vai ligar, agora se chegar de carro, toda suja de porra, acho que vai dar merda! Dias depois, saindo da faculdade nos encontramos, parei o carro numa rua escura, beijei sua boca e foi ai que descobri que seu nome era Adriana, nesta noite ela me chupou e me deixou chupar suas tetas, contou que estava no período fértil. Foram dois anos nessa putaria, cansei de cabular aula pra irmos a um motel, a mulher metia com vontade, o cuzinho ela dizia que o maridão nem chegava perto, e o mais interessante foi qiando, já formado, arrumei um emprego na Capital, e fui me despedir do pessoal do escritório, e o chefe fez questão de recomprar o fusca, disse que tinha saudade, e para minha surpresa, depois que fechamos o negocio ele chamou a esposa para mostrar que tinha recomprado o fusca que lhe deu tanta alegria. A esposa era a Adriana, minha amante, e quando ele disse das alegrias do fusca nós dois desatamos a rir, ele ficou encabulado, e tempos depois, quando nos encontramos pra matar a saudade, ela disse que ele ficou muito bravo porque o carro cheirava agua sanitária! Ele nunca soube do tamanho da alegria que a mulher dele teve dentro daquele carro!
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Ficha do conto

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Nome do conto:
A caronista peituda

Codigo do conto:
267781

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
20/07/2026

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