Assistir aquele vídeo causou um rebuliço na nossa vida, a Rosana passou dois dias fechada no quarto, quem a via ela estava chorando, e já preocupado, fiz um lanche pra ela e a chamei para jantarmos, ela veio do quarto, seus olhos úmidos ainda, fiz ela sentar no meu colo, beijei sua boquinha e disse que ia ficar tudo bem, o que eles fizeram não mudava nada, a gente se amava e ela não precisava ficar chateada, pelo menos descobrimos sem mentiras desta vez, sabemos que a nossa mãe em algum momento decidiu largar a família e sumir com aquele negro, depois disso, o resto era resto, porque estávamos nós dois ali, um pelo outro. Ela ficou me olhando e perguntou: voce ficou vendo aquele filme um monte de vezes, quem mais está nele? Contei que praticamente toda a família da mamãe, já que, apenas o Beto, que hoje é casado com a Val, é da família do papai, o resto só parentes que a gente quase não ve mais, todos da família dela. Ai ela me perguntou quanto tempo fazia que a Val estava casada, e ela lembrou que foi daminha de honra, tinha 2 ou 3 anos no máximo, ou seja, enquanto aquelas putarias rolavam, ela já era casada com o Beto, ficamos ali pensando se ela tinha participado, então, a Rosana, com uma cara diabólica perguntou: Jay, voce ta comendo ela? Eu ri e disse que “ainda” não. Achando que ela ficaria brava, mas não, ela tinha um plano na cabeça, mas com os peitinhos na minha cara, não deu outra, comecei a chupar e ela dizendo: voce viu que a mamãe adorava dar o cuzinho, acho que o pau daquele negro era igual ao seu, ela sempre estava gemendo no pau dele né! Já entendendo o que ela queria, levei ela para o sofá, lembrei de ver num dos filmes que o cara passava margarina no cuzinho da mulher antes de come-la, chupei sua bucetinha e seu cuzinho, quando ela estava bem molinha, corri na cozinha e enchi os dedos de margarina, voltei e fui brincando no cuzinho dela, primeiro reclamou, mas quando voltei a chupar a bucetinha e fui metendo um dedo no cuzinho ela se arrepiou, quando já estava bem melada, apontei o pau no cuzinho e forcei, ela gemeu e deu um pulo pra frente, trouxe ela de volta e pedi que aguentasse, ia doer só um pouquinho, e disse no ouvido: o cara que te come e goza na tua buceta não ta comendo esse cuzinho? Ela me olhou brava e disse que não, que estava namorando, que não tava dando pra qualquer um, aproveitei o vacilo dela e forcei, a cabeça entrou, ela enfiou a cara na almofada e gritou, fui metendo e ela se debatendo, parei com o pau na metade, apertava os peitinhos, chamava ela de putinha, e dizendo: ficou com vontade de dar o cuzinho igual a mamãe é, sua puta gostosa! Ela gemia e se debatia, fui metendo até grudar nela, quando entrou tudo, dei um tapa na bunda dela e fui metendo, tirava quase tudo e colocava, e dando ordens disse: rebola sua puta, da o cuzinho para o teu irmão, sua vagabunda! Ela gemia e quando percebi, dedilhava a bucetinha com a ponta dos dedos, eu apalpava as tetinhas e bombava forte, ela gemia tapando a boca com a mão, eu falando que ela era gostosa, que esse cuzinho era meu, que só eu iria fuder aquela bunda gostosa, e ela gemendo mais alto gozou, deixou o corpo cair para frente, eu segurando pela cintura sentia aquele cuzinho apertando meu pau, não segurei, fui gozando e ela gemendo, até que não tinha mais nada pra tirar. Caimos de lado engatados ainda, ela grudada em mim, beijei seu pescoço e ela toda dolorida pediu pra tirar, quando saiu vi escorrer no meu pau, ela pegou o vestido e tampou e correu para o banheiro. Minutos depois me chamou, tinha esquecido a toalha, entrei no banho com ela reclamando de dor, mas nem quis saber, fiz ela lavar meu pau e meti na bucetinha, ela gemia dolorida, dizendo que eu era um canalha, mas pra minha surpresa, ela pediu pra parar, virou de frente pra mim e levantou a perna, meti novamente na buceta, e ela me beijou, eu apertando seu corpo, chamando ela de irmãzinha safada, ela sorria e gozou de novo, até que cansou, ajoelhou e me chupou, batia meu pau no rosto e abocanhava ele, sem avisar, gozei, ela engoliu e babou tudo, e terminamos o banho relaxados. Nos secamos e fomos enfim comer o lanche, e ela pediu pra colocar a fita de novo, ficamos mais umas duas horas vendo trechos, identificando as pessoas, e apagamos no sofá abraçadinhos, acordei mais cedo, vendo aquela delicia ali, e aproveitando a ereção matinal meti devagar nela, que acordou reclamando, mas dei um tapa na bunda, ela gemeu e me olhou, e como eu imaginava, se aninhou e rebolou, me fez gozar rapidinho. Passamos os dias atracados, e de novo, meu pai apareceu no fim da tarde de uma terça feira, trabalhou até tarde e deixou um recado na geladeira dizendo que tinha que voltar para a tal fazenda, mas quem me contou foi a Rosana, veio toda cheirosa, já a agarrei, mas ela não deixou e me disse: Jay, já faz um tempo que to cismada, fica em casa hoje, não levanta! Perguntei o porque, e ela com uma carinha de safada disse: sempre que o papai viaja, a Val aparece, não sei o porque ainda, mas fica na cama, se ela aparecer, voce diz que ta doente, ela vai cuidar de voce, e como eu imagino, voce faz a sua parte e come aquela puta, e ai a gente faz ela contar a verdade pra gente! Fiquei até com medo da minha irmã, mas como não aceitar um desafio desse?
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