Sou o Jayme, estava lembrando esses dias do passado, e decidi contar como tudo começou. Morava num bairro cheio de gente rica, e nosso terreno era espremido entre duas mansões. Meu avô comprou esse terreno há muitos anos, não haviam quase nada na rua, e ele construiu 3 casas coladas umas as outras, para ele e os dois filhos mais velhos que já tinham casado, mas o bairro mudou, e em uma década nosso terreno virou um cortiço. Meu avô, pai de 8 filhos, foi construindo cada vez mais casas dentro do terreno, e logo, eram 11 casinhas simples, e os vizinhos chamavam nosso terreno de curtiço. Isso nos isolava da vizinhança, não nos misturávamos com as crianças das outras propriedades, éramos só nós. Mas nunca foi um problema, moravam la em 6 casas pessoas da minha família entre tios, tias e primos. As outras casas eventualmente eram alugadas por outras famílias, mas não durava muito, logo a Dona Carmem colocava placas de aluga-se, ela era a dona da imobiliária que vivia tentando convencer meu avo a vender, e administrava pra ele as casinhas. Esse isolamento talvez contribuiu para a mistura que era a nossa família, em mais de uma vez levei uns tapas das minhas tias e vi minha mãe dar uns pegas nos meus primos e primas. E foi uma situação dessas que me fez ver o mundo de outra forma. Eu estava na 5ª. Série no colégio próximo, e na mesma sala estavam eu, o Diego, Paulinho, Ana Luiza e Michele (que era 2 anos mais velha e repetente), meus primos, e como disse, meu grupo de trabalhos, já que as demais crianças dificilmente se envolviam com o povo do cortiço. Então, num dia de apresentação de um trabalho, sai de casa atrasado e esqueci a minha parte, pedi autorização e fui correndo buscar, quando entrei em casa pela sala, fui ao meu quarto, peguei a pasta e foi quando ouvi uns gemidos, passei pelos cômodos sem me preocupar, apenas curioso, e quando chego na cozinha, vejo a minha mãe pulando no colo do meu tio, irmão dela. Parecia uma brincadeira boba, mas o estranho era que as tetas dela estavam fora da camiseta e pulavam forte, ele gemia, a principio pensei que era por causa do peso dela, mas pra minha surpresa, eles se beijaram, fiquei ali parado atônito, não entendia nada, eram irmãos, e foi quando vi que estavam pelados, a bunda branca do meu tio estava prensada na cadeira de plástico, e eles gemeram mais alto, eu percebi que não seria legal ser visto, e me dei conta de que tinha ido buscar a pasta, e sai correndo para a escola. Tentei apresentar o trabalho, mas não conseguia me concentrar, lembrar da cena da minha mãe pelada sentando com força no colo do meu tio, com ele apertando e beijando as tetas dela e o beijo, aquilo foi muita informação, até que a Michelle sentou do meu lado, e disse: primo, esconde esse pinto duro ai, ta pensando em “besteira”? Eu nem me toquei, mas meu pinto até doía de tão duro, puxei o caderno e coloquei sobre o colo. Ela rindo, colocou a mão embaixo do caderno, deu uma apalpada e dando uma risadinha estranha disse baixinho: depois voce me mostra e vou te mostrar como adulto faz! Na hora travei, não sabia se ela sabia da minha mãe, não entendia nada daquilo, e pedi para ir ao banheiro, ela percebeu que eu estava estranho e foi comigo, mas ao invés de irmos ao banheiro, ela me levou a um corredor de serviço no qual quase ninguém ia e me perguntou, e eu contei, detalhadamente, o que tinha visto, ela fez carinha de assustada, mas, pra minha surpresa, colocou a mão dentro da minha bermuda, apalpou meu pau e respirando acelerado, falou baixinho: primo, já vi eles fazendo isso, seu pai também vai la em casa e “come” a minha mãe! E sem me dizer nada, ajoelhou, tirou meu pinto para fora e colocou na boca! Lembro claramente da sensação, ela com a mãozinha apertando indo e voltando, e babando, não demorou eu senti meu corpo reagir, a única coisa que consegui fazer foi carinho no seu cabelo, ela me olhou, sorrindo com os olhos, e logo na sequencia tive a forte impressão que iria mijar, tentei tirar, mas ela me prensou na parede, continou chupando e me punhetando (descobri o termo depois) e não consegui mais segurar, ela chupando e eu senti meu corpo descarregar, minhas pernas tremeram, ela continuou chupando e punhetando, até que tirou a boca, meu pinto estava murcho, ela ainda passou os dedos nos lábios, sorriu, se arrumou e me levou até o banheiro, esperou que eu mijasse e voltamos para a sala, a aula acabou logo depois, eu queria perguntar um monte de coisas, mas ela disse que a noite a gente conversaria. Cheguei em casa não tinha ninguém, meus primos me chamaram pra jogar bola, não fui, deitei na minha cama e algum tempo depois minha mãe apareceu, perguntando o que eu tinha, me abraçou, a cena voltou com força, senti seus seios esfregando no meu rosto, e involuntariamente, meu pinto inchou de novo. Ela disse que iria fazer janta, ficou a tarde toda ocupada (eu sabia o quanto), e me deixou no quarto. Fiquei ali com o pau duro, fazendo o movimento que minha prima tinha feito, e de repente, o corpo parecia que queria convulsionar de novo, corri e tranquei a porta, fechei os olhos e as imagens da minha mãe sentando no colo do meu tio se misturavam com o sorriso da Michelle, e desta vez eu não tinha o porque segurar, deixei rolar, e pela primeira vez assisti meu próprio orgasmo, os jatos finos daquele liquido ralo voavam longe, fui até terminar de sentir tudo aquilo. Limpei com a camiseta e fui para o banho, as imagens na cabeça não doíam mais, eram confusas mas algo parecia esclarecido. Depois de jantar com meus pais, a Michelle apareceu, me chamou e fomos conversa, me levou a uma das casas para alugar, a porta do lado estava destrancada, e na cozinha da casa, vi umas cobertas e uns moveis velhos, sentamos numas tabuas e ela começou a me beijar!
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