Putinha ja nasce putinha

Antes de contar como descobri que a minha enteadinha era safada, preciso contar como chegamos até aqui!
Quando conhecei a Malu, ela era apenas uma viúva de 32 anos, religiosa, tensa e extremamente chata. Foi até cômico nosso inicio, eu divorciado há uns 2 anos, já tinha 36 nessa época, já tinha me acostumado de novo com a farra, e não importava se era novinha ou casada e carente, meu alerta ligava sempre que encontrava uma mulher de branco, não importava se era açougueira ou enfermeira, a calça branca colada era o meu fetiche, e foi assim, um amigo se acidentou e eu fui com a esposa dele correndo para o hospital, e no andar que ele estava, a chefe da enfermagem era ela, uma mulher bonita de rosto, mas, com uma expressão amarrada. Aquela calça colada mostrava que tinha um rabão grande expremido ali, e os seios também deviam ser, mas prensados como estavam, era só possível imaginar. Comecei a puxar conversa, o objetivo era obter informações do meu amigo mas, como disse, o que viesse dai seria um tesão, e não deu outra, 3 da madrugada, estou do lado de fora do hospital fumando um cigarro e ela apareceu, me viu e ficou na duvida se mantinha a cara amarrada ou contava que gostou, e depois de uns 15 minutos me deu seu numero. Liguei no dia seguinte, ela contou que tinha acabado de acordar, tinha trabalhado 2 dias seguidos e estava de folga, mandei uma cantada que se ela quisesse eu iria la fazer uma massagem bem relaxante nela, mas a resposta foi broxante, me chamou de safado, mas não do jeito bom, disse que se minha busca fosse uma puta, que fosse na zona! Foram uns 15 dias até ela responder de volta uma mensagem minha, ai decidi que ia comer aquela gostosa, passei a visitar o hospital altas horas, pra levar um agrado, e levou um mês para aceitar jantar comigo. Rolou um beijo nessa noite na porta do seu prédio, mas só isso. Ela começou a mandar mensagens, sempre muito séria, e no 5º encontro consegui leva-la a um motel, do dia que a conheci, foram exatos 5 meses até essa noite. Entramos na suíte, ela obviamente tensa, no carro contou que estava viúva há 6 anos, eu sabia que ela tinha uma filha novinha. Contou que desde então nunca mais ficou nua na frente de outro homem, só do marido enquanto vivo, e mesmso assim consegui convence-la a ir conhecer, porque nem isso tinha feito. La a historia foi outra, passei a beijar sua boca, e naturalmente, fui tirando a minha roupa e a dela, quando estava só de calcinha, beijei seu pescoço e fui descendo, passei demoradamente pelos seios, apalpei e mordi cada pedacinho deles, ela gemendo contida, até que tirei a calcinha, e ela tinha aparado, mas os pelinhos contornavam sua buceta vermelha, fui chupando e não precisei de 5 minutos para essa mulher explodir num orgasmo violento, foi como tirar a tampa de um vulcão, assim que gozou ela me puxou, me pediu pra colocar a camisinha e “por” nela, fui metendo, meu pau é largo, tem um bom tamanho, e a mulher já se preparava, fui brincando pra não forçar demais, colocava e tirava, até que ela me puxou e com as pernas me travou, fui metendo fundo, ela me soltou rápido e me empurrou, dizendo que era muito grande, mas ai já era, levantei as pernas dela e meti forte, ela gemia abafando os sons com a mão, eu metendo e essa mulher gozando, de novo, mas dessa vez pedindo pra parar, que estava muito fraca. Deitei ao seu lado, puxei seu corpo gostoso e beijei seu pescoço, ela disse que não transava há anos, que já não aguentava mais nada, mas fui colando o pau na sua bunda, dizendo que ela relaxasse, que íamos devagar agora, e por mais uma meia hora meti nela de ladinho, beijando sua boca e apertando seus seios. Ela ainda gozou mais uma vez, e quando eu ia gozar ela pediu pra tirar, pedi pra ela chupar mas ela não quis, mas me pediu pra gozar nos seus seios, ela ficou ali assistindo atenta, e quando gozei, ela rapidinho colocou a mão na frente, melecou toda a cama e correu para o banheiro, de onde saiu vestida! Eu ali peladão pronto pra outra, mas ela pediu para que eu me vestisse. Fui tomar banho, e ainda chamei por ela, pedi que entrasse para tomar um banho comigo, mas qual a minha surpresa, quando sai do chuveiro ela tinha ido embora. Rapidinho me vesti, paguei na saída do motel e desci a rua, ela estava num ponto de ônibus! Foi ridículo, mas tive que descer e na frente de estranhos dizer pra ela que entrasse no carro, se ela não gostou da transa ok, mas que me deixasse leva-la em casa pelo menos. Ela entrou no carro por vergonha, das pessoas, e no caminho desatou a chorar, disse que não queria mais me ver, que eu era um homem safadão, que gostava de putaria, e que ela não curtia, sexo pra ela era de vez em quando com o marido, e que tinha a filha pra cuidar, já estava entrando na adolescência, e ter um homem agora não era uma boa ideia, e foi com essa ladainha até a porta do prédio, parei um pouco antes, debaixo de uma arvore, a rua escura, o carro ficou praticamente escondido, tirei o pau pra fora e disse: chupa! Ela foi falando que não, mas fiz ela colocar a mão, ela ficou ali meio punhetando, e eu apalpando seus seios, puxei ela para um beijo e disse no seu ouvido: adorei comer voce, há tempos que uma mulher como voce não gozava tanto no meu pau, quero te comer todo dia agora, chupa meu pau e engole tudo, voce não gosta de sexo porque foi mal comida! Ela ficou vermelha e mesmo a contra gosto, veio meu chupar, meteu o quanto deu na boca e eu comandando, dizendo como eu queria, e claro, minutos depois eu só avisei: isso sua safada, agora vai tomar leitinho, não cospe, é pra engolir tudo, igual putinha! E mesmo vvendo ela engasgar deixei, quando terminou, ela me olhou furiosa, mas pegou um lencinho de papel e limpou os lábios, e achando que eu iria refugar, veio me beijar, nos atracamos num beijo de uns 5 minutos, eu apalpando seus seios e ela apertando meu pau, e quando nos largamos o seu olhar era diferente, sorriu por estar com o meu pau na mão por tanto tempo, baixou e deu um beijinho, uma lambida e me mandou guardar, tinha que entrar em casa, e nos beijamos de novo. Então, depois deste dia, a cada duas noites pegava ela na saída do hospital, levava para o motel, fazia ela gozar horrores e a levava pra casa, e no aniversário de 13 anos da filha me apresentou a família, e um ano depois casamos e a convenci a morarmos no meu condiminio, so casas de alto padrão, com muros de 3 metros de altura em toda a volta, para termos mais privacidade nos nossos momentos!
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Ficha do conto

Foto Perfil adoromulherpelada
adoromulherpelada

Nome do conto:
Putinha ja nasce putinha

Codigo do conto:
271940

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
10/09/2026

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