— Você salvou a gente, tio Jay. A mamãe e a tia vivem por sua causa. Eu também.
Ela cresceu olhando. Via as marcas que eu deixava em Marcela e Helena, ouvia os gemidos baixos à noite, sentia o cheiro de sexo quando as duas saíam do meu quarto. Entendia, aos poucos, que eu era o macho da casa. Que a família agora era torta, mas segura. E o ciúme nascia quieto. Quando começou a entender o que era desejo, o alvo era eu.
Aos 18 anos completos o corpo dela já era quase cópia da mãe na mesma idade: peitos médios e firmes, cintura fina, bunda redonda, pele morena lisa. Um dia me ligou da escola, voz baixa:
— Pode me buscar hoje? Quero conversar só com você.
Fui. Ela entrou no carro, fechou a porta e, antes que eu saísse, puxou a blusa pra cima. Os peitinhos apareceram, mamilos escuros, duros.
— Olha… iguais aos da mamãe quando ela tinha a minha idade. Você gosta?
Não esperei resposta. Desceu o zíper da minha calça, tirou o pau já meio duro e engoliu. Chupou com vontade, babando, olhando pra cima, a mão apertando a própria bunda. Gemia com a boca cheia. Quando eu quase gozei, ela parou, limpou a boca e falou:
— Quero perder tudo com você. Os dois. Hoje.
Levei ela pra um motel discreto. Na cama ela ficou nua, pernas abertas, a buceta lisa e molhada de verdade. Enfiei devagar. Apertada demais, virgem. Ela choramingou, agarrou meus ombros e pediu:
— Não para… me fode… me faz mulher sua.
Meti fundo, devagar no começo, depois com mais força. Ela gozou primeiro, tremendo, a buceta apertando. Continuei até gozar dentro. Depois a virei de quatro, cuspi no cu virgem e enfiei com cuidado. Ela gritou no travesseiro, mas empurrou pra trás.
— Me usa inteira… eu sou sua…
Gozei de novo, dessa vez no cu. Ela ficou deitada, respirando ofegante, e sussurrou:
— Agora sou sua amante. Escondida delas. Só sua.
A partir daí vivemos uma paixão secreta. Eu a buscava na escola, ela chupava no carro, a gente fodia em motéis, no meu apartamento quando as outras não estavam. Ela me mandava fotos, pedia pra eu falar que a amava, que ela era diferente. E era. Com ela eu beijava mais, demorava mais, tratava com uma mistura de dono e homem apaixonado. Ela me chamava de amor e de dono no mesmo suspiro.
Meses depois ela decidiu. Chamou as três no meu apartamento. Marcela e Helena chegaram e a encontraram já nua, sentada no meu colo, meu pau ainda semi-duro entre as pernas dela. Cris olhou pras duas e falou sem tremer:
— Eu sou a mulher dele. Vocês duas são as putas. Podem continuar servindo, mas eu mando. Ele é meu.
Marcela abriu a boca pra falar, Helena baixou a cabeça. Cris se levantou, puxou a mãe pela mão e a fez ajoelhar. Depois fez o mesmo com a tia. Ficou em pé entre as duas, passou a mão no cabelo de cada uma e mandou:
— Chupem ele. Juntas. E depois eu escolho quem ele fode primeiro.
As duas obedeceram. Lambiam o pau lado a lado, se beijavam com ele no meio, engoliam quando Cris mandava. Depois Cris deitou no sofá, abriu as pernas e fez a mãe chupar sua buceta enquanto eu metia em Helena por trás. Trocou: enfiei na mãe e deixei a tia sentar na cara dela. Cris mandava o ritmo, puxava cabelo, dava tapa na bunda das duas, me beijava fundo enquanto eu fodia uma ou outra.
No final ela se sentou no meu pau de frente, rebolando devagar, e fez as duas se ajoelharem atrás, lambendo meus ovos e o cu dela. Gozei dentro de Cris. Ela não saiu. Ficou sentada, me beijando, enquanto as outras duas limpavam o que escorria com a língua.
Cris passou a mão no rosto da mãe e da tia e falou baixo, mas firme:
— Agora todo mundo sabe o lugar. Eu sou a mulher. Vocês são as putas dele. E ele é nosso dono.
A família torta estava completa. E eu, no meio dela, com as três.




