Uma tarde, quando ela já tinha saído, o telefone tocou. Era Helena.
— Jay… você pode vir até o apartamento? Preciso falar com você. Sozinha.
Fui. Quando cheguei, ela abriu a porta de roupão, o cabelo solto, o olhar sério. Fechou atrás de mim e ficou em pé, sem se mexer por alguns segundos.
— Eu sei o que está acontecendo com a Marcela — disse, voz baixa. — Vi as marcas. Ouvi ela gemer no banho. Vi o jeito que ela olha pra você agora.
Andou até a sala e se sentou na beira do sofá. O roupão se abriu um pouco, mostrando a coxa.
— O Bartez me usava há anos. Em segredo. Amarrava minhas mãos, enfiava no cu sem carinho, filmava, obrigava a engolir, chamava de escrava. Marcela nunca soube. Eu acostumei a ser maltratada. A ser coisa. Mas agora… eu vejo ela. Ela é comida com carinho, mas por um macho de verdade. Por um dono. E eu quero o mesmo.
Levantou, abriu o roupão e deixou cair no chão. Peitos maiores que os da irmã, bunda pesada, buceta já úmida. Ajoelhou-se na minha frente, as mãos nos joelhos, a cabeça baixa.
— Eu quero ser sua também. Sua amante. Sua puta. Do jeito que você gostar. Pode me tratar duro. Pode me usar. Eu aguento. Eu quero.
Passei a mão no cabelo dela, levantei o queixo. Os olhos estavam molhados, mas firmes. Beijei a boca dela com força. Ela gemeu e abriu, a língua submissa. Empurrei o roupão com o pé e a fiz ficar de quatro no tapete. Abaixei a calça, passei a cabeça do pau pela buceta molhada e enfiei de uma vez. Apertada, quente, ela gritou contra o braço.
— Mais forte… me fode como dono… me xinga…
Agarrei o cabelo, puxei a cabeça pra trás e meti fundo, batendo a bunda nela. Palmadas secas, o som ecoando na sala. Ela empurrava pra trás, gemendo alto, pedindo mais.
— Me usa o cu também… me faz sua escrava de verdade…
Cuspi nos dedos, passei no cu apertado e enfiei devagar. Ela tremeu, choramingou de prazer e dor misturados. Fiquei metendo nos dois buracos, trocando, segurando o cabelo com força. Quando senti que ia gozar, tirei, virei ela de frente e enfiei na boca. Gozei fundo na garganta. Ela engoliu tudo, tossiu um pouco, depois limpou o pau com a língua, beijando a cabeça, olhando pra cima.
— Obrigada, dono.
A partir daquele dia Helena também passou a me servir. Vinha sozinha, ajoelhava, pedia pra eu amarrar as mãos, pra eu falar sujo, pra eu usar o cu com força. Sempre limpa, sempre obediente, sempre pedindo pra eu confirmar que ela era minha.
Duas semanas depois chamei as duas no mesmo dia. Marcela chegou primeiro, já nua, ajoelhada. Helena entrou logo depois, viu a irmã e se ajoelhou ao lado. Olhei as duas.
— Agora vocês duas. Juntas.
Mandei Marcela deitar de costas no sofá e Helena montar na cara dela. As duas se beijaram enquanto eu enfiava na Helena por trás. Depois troquei: enfiei na Marcela e deixei Helena sentar na cara da irmã, rebolando, gemendo, se lambendo. Fiz as duas se chuparem, uma de quatro, a outra embaixo, línguas na buceta e no cu uma da outra enquanto eu metia em quem eu quisesse. Palmadas nas duas bundas, cabelos puxados, xingamentos baixos. Elas se beijavam com meu pau no meio, lambiam juntas, pediam pra eu gozar na boca das duas.
Gozei na língua da Helena. Marcela limpou o que escorreu, depois as duas se beijaram de novo, dividindo o gosto. Ficaram deitadas, suadas, marcadas, uma abraçada na outra, me olhando como se eu fosse o centro de tudo.
Agora eu tinha as duas. Irmãs. Amantes. Submissas. Minhas.




